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Nesta manhã, nós entramos em nosso tema, “A anatomia da igreja”. Pelas últimas seis semanas, eu tenho basicamente compartilhado do meu coração o que, eu creio, ser um entendimento útil da igreja do Senhor Jesus Cristo. Nós temos buscado reavaliar quem nós somos e o que nós somos chamados para ser, fazer e dizer.

O Senhor tem demonstrado pra mim, semana após semana, que isso é algo útil. Assim, eu tenho um grande senso de confirmação da parte Dele de que nós estamos no lugar certo que Ele deseja, compartilhando destas grandes verdades juntos.

A minha vida é a igreja, em muitas formas. Eu não tenho um trabalho das 9 as 5. Ele nunca termina. Você nunca para de fazer o que você faz quando você ministra no reino do Senhor Jesus Cristo. Como crente, você também não faz isso. A vida, para mim, é a igreja de Jesus Cristo. A cada momento da minha vida, pensamento da minha mente, tem a ver com o seu reino, a sua obra, o seu povo e a sua Palavra. É uma saturação total.

Eu fui chamado para um chamado específico. Eu entendo isso e com gratidão eu expresso a minha gratidão a Deus. Embora existe uma tremenda alegria e uma grande animação e um maravilhoso privilégio, existe também uma responsabilidade série e densa.

Eu sempre sou lembrado de várias passagens que sondam no meu coração nas Escrituras, como Tiago 3:1 que diz, “Não vos torneis, muitos de vós, mestres, sabendo que havemos de receber maior juízo”. Tiago está nos dizendo, “Não se apresse para estar em uma posição de responsabilidade espiritual a não ser que você esteja pronto para lidar com a consequência da falha”.

Eu também sou lembrado de Hebreus 13:17, onde diz que nós cuidamos das almas dos homens como aqueles que devem prestar contas disso ao Senhor. Existe um fator de prestação de contas no ministério. Existe um fator de prestação de contas no pastoreio. Existe um fator de prestação de contas ao liderar a igreja de Jesus Cristo. Isso é muito sério. Embora a vida, por um lado, seja cheia de alegria, regozijo e bem-aventurança, existe sempre aquela realidade perpetua de sua seriedade imensa pela qual alguém lida com a igreja.

Em 1 Coríntios, capítulo 4, existe um texto que talvez pode nos dar uma perspectiva pela qual nós podemos começar. Abra a sua Bíblia lá, se você puder. Em 1 Coríntios, capítulo 4, o apóstolo Paulo está expressando aos crentes de Corinto a sua própria visão do seu lugar e do seu ministério. Ele diz no versículo 1, “Assim, pois, importa que os homens nos considerem” – em outras palavras, “Que os homens falem isso a respeito de nós” ou “que eles nos avaliem assim” – “como ministros de Cristo”. Ele usa a palavra “huperetes”, que significa o menor dos escravos. “Deixe ser dito de nós, quando tudo estiver dito e feito, e nós formos avaliados, que nós somos escravos de baixa categoria de Cristo e despenseiros dos mistérios de Deus”. Os mistérios de Deus são aquelas grandes verdades comunicadas a Paulo no Novo Testamento, e despenseiro é alguém que gerencia o que não pertence a ele para outra pessoa.

Assim, ele diz, “Deixe ser dito de mim que eu sou um pequeno escravo de Cristo, de uma baixa escala de escravidão, e que eu sou um despenseiro que não sou dono de nada, mas que gerencia as coisas bem, isto é, os mistérios de Deus”.

“Além disso” – versículo 2 – “o que se requer dos despenseiros é que cada um deles seja encontrado fiel”. Fiel, confiável. Paulo diz, “é isso que eu quero da minha vida. Ser um escravo fiel, lidando com o que Deus me deu, e que Ele possa dizer: Ele é confiável. Ele é fiel para com a causa e para com o chamado”. E ele diz no versículo 3, “Todavia, a mim mui pouco se me dá de ser julgado por vós ou por tribunal humano; nem eu tampouco julgo a mim mesmo”. Ele diz, “Além disso, no processo de fazer isso, eu não estou buscando uma avaliação humana. A opinião pública tem pouca importância para mim. Para mim me importa muito pouco a sua opinião. E me importa muito menos a minha opinião. A verdade é que você não conhece o meu coração, eu realmente não conheço o meu coração, porque ele está em pecado, e eu estou cego para algumas de minhas fraquezas. Assim, em última instância, nem você e nem eu podemos ficar em uma posição de um julgamento verdadeiro”.

O versículo 4 diz, “Porque de nada me argui a consciência” – em outras palavras, “eu não consigo encontrar um pecado exterior, flagrante e evidente que eu consiga apontar. E mesmo quando eu não consigo encontrar isso, eu não estou justificado; isso não me torna justo – “pois quem me julga é o Senhor”. Sério, não é?

Ele diz, “Eu estou no ministério, e deixe-me dizer que eu era um escravo de Cristo e um despenseiro dos mistérios de Deus. Eu não estou preocupado com o julgamento dos homens, nem com a minha própria avaliação, porque os homens não sabem de todos os fatos e podem ser tendenciosos; eu sou tendencioso e não sei de todos os fatos. O único que pode me julgar é o Senhor”.

Todos que servem a Cristo serão julgados por Ele, pois todos nós estaremos diante do tribunal de Cristo para recebermos as coisas feitas no corpo, sejam elas boas ou inúteis. Todos nós.

Por isso, ele diz no versículo 5, “nada julgueis antes do tempo” – e quando será o tempo? É o tempo quando o Senhor vier. E quando ele vier, ele “trará à plena luz as coisas ocultas das trevas, mas também manifestará os desígnios dos corações”. Em outras palavras, a questão real é o que está dentro de você. Não é o quão inteligente você é, ou o quão loquaz você e, ou o quão bom pregador você é, ou o quão dinâmico você é como líder. O que Deus avaliará será o seu coração. Os homens não conseguem ver o seu coração e nem mesmo você nem sempre será capaz de ver a verdade. Será somente naquele momento que “cada um receberá o seu louvor da parte de Deus”.

Portanto, eu confesso a você que a igreja tem uma grande seriedade para mim. Eu estou abaixo de dupla condenação por falha, e assim é com todos os que ministram e ensinam a Palavra. Eu preciso prestar contas a Deus, por como eu tenho pastoreado as ovelhas e alimentado o rebanho, sendo em última instância julgado pelo próprio Senhor. Eu não quero viver de baixo de alguma ilusão de que eu serei satisfeito pela avaliação graciosa e bondosa dos homens nem pela tendência de me avaliar de forma positiva.

Assim, eu estou compartilhando com vocês o meu coração porque esses são os fardos que eu carrego, que todos que servem a Cristo carregam. Eu preciso que todos vocês carreguem isso comigo, compartilhem do fardo. Portanto, nós temos conversado a respeito das coisas que Deus deseja que nos tornemos como igreja. E é importante nós entendermos que isso não é algo opcional.

Quando o apóstolo Paulo ajuntou os anciãos de Éfeso em Mileto, no seu caminho de volta para Jerusalém, eles vieram visita-lo enquanto o seu navio estava no porto. Ele os colocou a sua volta e disse estas palavras muito importantes, “Atendei por vós”. Em outras palavras, “Conforme vocês liderarem as pessoas, primeiro, façam uma avaliação de suas próprias vidas”.

“Atendei por vós e depois por todo o rebanho de Deus sobre o qual Ele vos constituiu bispos para pastoreardes a igreja de Deus”. Em outras palavras, “Primeiro, façam uma avaliação espiritual de vocês mesmos, depois, avaliem a igreja onde vocês estão, a igreja que o Senhor deu parar vocês guiarem e alimentarem”.

Depois ele diz – que igreja é esse? – “A igreja de Deus, a qual ele comprou com o seu próprio sangue”. Aqui está a questão. Nós não estamos lidando com uma trivialidade quando nós lidamos com a igreja. Nós não estamos lidando com algo assim – como se fosse fácil. Nós estamos lidando com a comodidade mais preciosa que existe em toda a eternidade porque ela foi comprada com o sangue do Filho de Deus. O preço foi infinitamente alto pela igreja. Quando aquela igreja é colocada sob os cuidados do povo de Deus, ele deve ser cuidada com um senso de grandeza do preço que foi pago.

Assim, eu tenho buscado ter um pouco desse fardo e compartilhar o coração – o meu coração e o coração dos nossos presbíteros e pastores – com todos vocês. Isso para que, juntos, conosco, você possa entender o que Deus deseja que nos tornemos, que a nossa prestação de contas diante dele seja algo prazeroso para Ele.

Conforme nós temos visto a igreja, e o que a igreja deveria ser, nós temos usado a analogia que é a analogia paulina de um corpo. Nós temos buscado enxergar a igreja como um corpo. Embora nós temos usado essa analogia paulina, nós temos olhado para ela de uma forma diferente de pai, de uma forma tópica. Nós dissemos que um corpo poderia ser basicamente dividido em quatro elementos: o esqueleto, os sistemas internos, os músculos e a carne. Assim é com a igreja.

Em primeiro lugar, precisa haver um esqueleto – isto é – aquilo que dá forma e fundamento. Essas são as verdades básicas, fundamentais e inegociáveis nas quais tudo é formado e estruturado.

E então nós dissemos que, fluindo através da igreja, deve haver certos sistemas internos. Nós os chamamos de atitudes espirituais, e nós falamos a respeito disso por várias semanas. Na última vez, nós começamos a conversar a respeito dos músculos, e os músculos representam função. Agora que nós entendemos a nossa forma e temos nosso fundamento, tendo as atitudes espirituais corretas fluindo através de nós, o que nós devemos fazer? Os músculos são como nós começamos a funcionar.

Eu gostaria de terminar isso e falar um pouco a respeito da carne. No próximo dia do Senhor, eu gostaria de completar a série com uma mensagem especial a respeito da cabeça do corpo, que é Cristo, e como Ele ajunta todas essas coisas.

Mas vamos falar a respeito dos músculos, a função da igreja, como ela move, ministra e opera. Na última semana, em primeiro lugar, uma das funções – uma das mais críticas – foi pregar e ensinar. Pregar e ensinar.

Em 2 Timóteo 4:2, Paulo instruiu Timóteo, “Prega a palavra”. Ele também disse no mesmo versículo, “quer seja oportuno, quer nós, corrige, repreende, exorta com toda a longanimidade e doutrina”. Assim, pregar e ensinar são funções básicas da igreja.

Em segundo lugar, na semana passado, nós também falamos a respeito de evangelismo e missões, que nós somos ordenados para irmos por todo o mundo e pregar o Evangelho a toda criatura. Que nós somos chamados, como aqueles que conhecem a ira do Senhor, para persuadir os homens. Em outras palavras, por sermos capazes de enxergar a destruição inevitável dos ímpios, nós somos ordenados para sairmos e avisá-los. Assim, nós somos chamados para missões e evangelismo como função.

Em terceiro lugar, nós falamos a respeito de louvor. Tanto individualmente como de forma comunitária, nós devemos ser um grupo de louvor. Nós devemos louvar em nossos corações, como diz em Filipenses 3:3, que é melhor definição de Cristão que eu conheço na Bíblia, “Porque nós é que somos a circuncisão, nós que adoramos a Deus no Espírito, e nos gloriamos em Cristo Jesus, e não confiamos na carne”. Nós devemos ser verdadeiros adoradores, João 4, que adoram em espírito e em verdade.

Portanto, individualmente, nós somos chamados para sermos adoradores. Da mesma forma, coletivamente, nós somos o templo do Espírito de Deus, e Deus habita nos louvores do seu povo redimido. Logo, nós não adoramos apenas individualmente mas coletivamente. Hebreus 10 nos diz para nos aproximarmos de Deus com mãos limpas e um coração puro.

Em quarto lugar, nós dissemos que a nossa função também demanda oração. Nós devemos estar funcionando em oração. Isso é uma prioridade, meus amados. Quando você vai para Efésios 6:10-18, Paulo descreve a armadura do crente, e ele passa por toda essa sequência de elementos de uma armadura, e no final, para terminar, no fim, depois de tudo isso, ele diz, “orando em todo tempo”, que é a maior arma. Ela é a maior arma porque diz, “Com tudo o que eu tenho disponível, eu ainda estou totalmente dependente de Deus”. Com toda a minha armadura, com meu conhecimento da Palavra de Deus, e com a espada em minha mão, eu desejo orar porque não importa o que eu saiba ou o que eu sou, eu não posso funcionar independentemente da fonte dessa força. Orai sem cessar.

Na igreja primitiva, os apóstolos disseram, “Olha, nós nos entregaremos continuamente em oração” – essa é a primeira coisa “e ao ministério da Palavra”. A prioridade é a oração. Por que? Porque nós sempre devemos estar ligados a Deus. A tomada será tirada se nós estivermos. E a carne não pode fazer nada de bom. É por isso – em primeiro lugar – que Paulo diz a Timóteo, no contexto da ordem na igreja, 1 Timóteo 2 – “Antes de tudo, súplicas, orações, intercessões, ações de graças” – que todos os homens levantem mãos santas em oração. Em primeiro lugar, nós somos chamados para orar.

Agora, eu gostaria de falar a respeito de outras funções hoje, e eu vou passar por elas bem rápido. Nós poderíamos gastar mais tempo, mas eu já ensinei elas muitas vezes; eu vou apenas passar por elas. A próxima coisa é o discipulado. Isso é uma função da igreja.

Em Mateus 28:19-20, o nosso Senhor disse para irmos por todo o mundo, fazendo discípulos – “matheteusate” – fazerm discípulos. A palavra “matheteuo” é a palavra “discípulo” ou “aprendiz”. Façam aprendizes, façam discípulos, “batizando-os” – é assim que a coisa começa – “ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado”. É assim que você mantém a coisa caminhando. Assim, discipulado significa trazer pessoas a Cristo e guia-los em Cristo para a maturidade. Esse é o processo de discipulado.

Eu gosto muito do que está escrito no livro de Mateus quando diz que Jesus discipulou José de Arimatéia. Na verdade, o texto diz, “e José de Arimatéia, que foi discipulado por Jesus”. Que pensamento maravilhoso.

Todos nós estamos nesse processo. Em Atos 1:1, Lucas escreve, “Escrevi o primeiro livro, é Teófilo” – se referindo ao Evangelho de Lucas, “o primeiro livro” – ele diz – “relatando todas as coisas que Jesus começou a fazer e ensinar”. Isso não é algo maravilhoso? Ele diz, “A minha outra carta era a respeito de tudo o que Jesus começou, e essa” – o livro de Atos – “é a respeito da continuação daquele trabalho”. Jesus discipulou 12 e, agora, no livro de Atos, nós descobrimos o que os 12 fizeram com a sua geração. O livro de Atos é um fluir daquilo que Jesus começou. E aqui nós estamos, 2000 anos depois, e nós ainda estamos trabalhando naquilo que Jesus começou.

Alguém passou o bastão aos apóstolos; eles passaram para outra pessoa, que passou para outra pessoa, que passou para nós. Nós estamos na mesma sucessão de ter ouvido essas coisas a fim de sermos comprometidos, de acordo com 2 Timóteo 2:2, a passa-las para homens fiéis que poderão ensiná-las a outros. Você percebe, todo Cristão está em uma corrida de revezamento. Ele pega o bastão e ele passa o bastão. Nenhum de nós está em uma corrida individual. Todos nós devemos fluir. Alguém investiu em nós, e nós precisamos investir em outra pessoa, que significa dizer a um crente, “você deveria ser discipulado e discipular”.

Então você diz, “Eu não sei muita coisa”. Encontre alguém que saiba menos do que você e fale para eles o que você sabe. Encontre alguém que saiba mais do que você e dê ouvido a ela. Conecte-se em algum lugar. Conecte-se, seja ensinado e ensine. Eu derramo o meu coração em algumas pessoas, no processo de discipulado, e eu estou tirando de outro lugar. Todos nós precisamos estar, de alguma forma, nesse fluxo. Nós não somos pessoas isoladas por aí; nós estamos em um fluxo. Nós somos uma corrente, ligados e conectados juntos.

Voltando para 1 Coríntios 4, onde eu estava a um tempo atrás, eu penso que você tem um insight indireto a respeito do processo de discipulado aqui. Paulo está escrevendo uma carta que é basicamente uma exortação à igreja de Corinto, a qual ele mesmo fez nascer pela graça de Deus e pelo poder do Espírito. E eles se afastaram, de diversas formas, das coisas primitivas que deveriam ser a base de sua fé. Com isso, eles se envolveram em todo tipo de coisa pecaminosa.

Portanto, Paulo escreve a fim de corrigi-los, e ele começa, no versículo 14, com um bom insight para nos ajudar a entender o relacionamento do discipulador para com o seu discípulo. No versículo 14, ele diz, “Não vos escrevo estas coisas que vos envergonhar, pelo contrário, para vos admoestar como filhos meus amados. Porque, ainda que tivésseis milhares de “paidagogous”, que significa guardiões morais, ou pessoas que dão conselhos espirituais, “em Cristo, não teríeis, contudo, muitos pais; pois eu, pelo evangelho, vos gerei em Cristo Jesus”.

Agora, ele fala isso porque agora eles estão dizendo para si mesmos, depois de quatro capítulos e meio de exortação, “Quem esse cara pensa que é? Que direito ele tem de falar conosco desse jeito?”

Ele para e diz, “Aqui está a razão. Em primeiro lugar, eu sou o pai espiritual de vocês. Isto é, eu gerei vocês”. Essa é a primeira coisa do discipulado.

As pessoas dizem, “Bom, a sua igreja está inserida no discipulado; qual é a sua visão de evangelismo?” Você não pode fazer discipulado se você não fizer evangelismo; quem você vai discipular? Você precisa gerar antes de fazer crescer. Não é? Você precisa ter um bebê antes de você fazer ele crescer. É claro que nós estamos comprometidos com isso. O melhor lugar para começar o discipulado é levar alguém a Jesus Cristo, e então haverá uma conexão ali que não existia quando você não era essa pessoa chave. Isso pode ser algo muito forte para outros, mas existe algo maravilhoso a respeito dessa conexão da regeneração.

Quando Deus te usa para levar alguém a Cristo, existe uma certa divida, um sendo de responsabilidade, um senso de amor que você recebe deles que conecta vocês e te permite dizer coisas a eles que você talvez não diria a outra pessoa. Porém, quando eles sabem que você é um agente de Deus para conduzi-los a Cristo, existe algo maravilhoso ali que conecta vocês. Assim, o discipulado começa com o evangelismo.

Amor, todos nós temos selecionado alguém, sabe, crianças chutando e gritando em algum lugar, que ninguém está disposto a discipular. Nós temos abraçado eles e isso tem sido maravilhoso. Isso é maravilhoso e nós continuaremos fazendo isso. Nós continuaremos fazendo isso. Porém, o link entre duas pessoas, uma delas leva a outra a Cristo. É algo maravilhoso. Tudo isso começa no evangelismo.

E então o discipulado se move. Veja o versículo 14, ele diz, “meus filhos amados” – a atitude na qual o discipulado acontece é uma atitude de amor, e o amor, como eu tenho dito, não é uma emoção; é um compromisso de um serviço auto-sacrificial e humilde para com alguém em necessidade. Assim, você tem um ambiente de amor, que diz, “Eu daria a minha vida para você; eu darei o meu tempo para você; eu darei as minhas orações para você; eu darei meus insights para você. Eu me darei para você”. Esse é um elemento que você não consegue – se você não se importa com uma pessoa, e se você não está disposto de se sacrificar, você nunca terá o processo do discipulado funcionando com todo o seu potencial.

Em terceiro lugar, no versículo 14, ele diz, “eu vos admoesto”. A palavra aqui é a palavra “noutheteo”, que significa admoestar ou avisar as pessoas de um julgamento se elas não mudarem o seu comportamento. É algo corretivo. Essa é a terceira coisa a respeito do discipulado. Ele começa primeiramente com a salvação. Ele existe em uma era de – eu uma aura, na verdade, de amor, e ele é marcado pela admoestação. É como uma criança. Você tem que avisar a criança do que ela tem que ficar longe. Você não pode apenas dar instruções positivas para os seus flhos; você precisa dar instruções negativas também. É por isso que Paulo disse aos presbíteros de Éfeso naquela mesma passagem em Atos 20, em Mileto, “por três anos, noite e dia, não cessei de admoestar, com lágrimas, a cada um”. A admoestar você; a admoestar você; a admoestar você.

Foi perguntado a mim a uma semana atrás, “Quão importante é para você um ministério de admoestação?” É essencial.

No discipulado, nós precisamos dizer para as pessoas, “Você não pode continuar fazendo isso. Você precisa para com isso”. Você precisa colocar a grade, e as barreiras. Isso faz parte do discipulado.

A chave para tudo isso, eu acho, é o que está no versículo 16, “Admoesto-vos, portanto, a que sejais meus imitadores”. Você precisa dizer para aquele discípulo, “Olha, você precisa ser como eu”.

E então você diz, “Espera aí. É aqui que eu pulo fora. Você tem que ser como eu?”

É isso mesmo. Em outras palavras, você precisa estar em um lugar mais avançado no caminho do que eles estão no seu desenvolvimento espiritual. Você precisa ser capaz de dar uma direção. Agora, o nosso Senhor não está pedindo perfeição; ele está atrás de direção. Não é que você tenha alcançado a perfeição; mas sim que você está na direção certa, e que aquele outro te seguirá. A sua imperfeição pode apenas reforçar o qual importante é seguir.

Se você fosse perfeito, eu não sei de você, mas eu pularia fora. Eu não tentaria seguir uma pessoa perfeita; isso seria muito difícil. É a imperfeição da pessoa que eu sigo que me ajuda a entender o caminho. Assim, precisa haver um exemplo; esse é o ponto. Paulo disse, “Sejam meus seguidores, como eu sou de” – de quem? – “de Cristo”.

Portanto, você precisa ser capaz de dizer para alguém, “Eu quero que você me siga da mesma forma que eu estou seguindo a Cristo”. E você não diz isso de forma orgulhosa. Você diz – como? – de forma humilde, entendendo a sua própria fraqueza.

Existe ainda um outro elemento no discipulado. No versículo 17 ele diz que ele enviará Timóteo. O que Timóteo fará? “Ele vos lembrará os meus caminhos em Cristo Jesus, como, por toda parte, ensino em cada igreja”. Timóteo estava vindo para ensinar, esse é o outro ingrediente. Precisa haver um estabelecimento de verdade divina, porque as pessoas funcionam a partir da verdade.

Portanto, o discipulado significa conduzir alguém a Cristo; construir um relacionamento de amor sacrificial com aquela pessoa; admoestar aquela pessoa para mudar o seu comportamento se chegar ao ponto da necessidade de punição, ou ausência da benção; além disso, colocar sobre eles a verdade e Deus. “É isso que” – Paulo diz – “eu estou tentando fazer com voc6es. É por isso que eu falo do jeito que eu falo. Na verdade” – ele diz – “se vocês não estiverem direto quando eu chegar, eu trarei uma vara comigo” – versículo 21 – “e vocês verão. Agora” – ele diz – “se vocês se ajeitarem, eu virei com amor e espírito de mansidão”. Portanto, ele estava cirando filhos espirituais, não é?

Agora, meus amados, nós estamos comprometidos com isso. Esse sempre foi o coração da nossa igreja. Jesus disse, “quando um homem é totalmente discipulado, ele será como o seu mestre”. Isso não é bom? “Quando um homem foi totalmente discipulado” – ele diz no evangelho de Lucas – “ele será como o seu mestre”. Nós estamos buscando nos reproduzir; nos reproduzir. Uma das características da vida é que ela reproduz. A vida que não reproduz não é vida; ela é morte.

A vida reproduz. Você se dá para alguém: talvez para o seu cônjuge; talvez para os filhos; talvez para um amigo querido; talvez para a pessoa que te conduziu a Jesus Cristo; talvez para crianças em um grupo; talvez para uma classe de novo Cristãos; talvez para um amigo no trabalho – quem sabe? – mas você está se dando, entende? Dentro dessa coisa está a prestação de contas. Certo? Porque quando você tem algum olhando para você e dizendo, “me mostre como; me mostre como; me ensine como; me ensine como”. Você precisa endireitar a sua vida; assim a prestação de contas é algo muito bom.

O final disso tudo está, claro, em 1 João 2:6. Se nós dissermos que nós pertencemos a Cristo; se nós dissermos que nós estamos nele, então nós precisamos caminhar da forma como ele caminhou. Não é? Assim, o nosso modelo é Cristo, e nós estamos buscando nutrir as pessoas por esse caminho com Cristo. A nossa igreja está comprometida com isso. Nós sempre fomos comprometidos com isso; nós sempre desejamos fazer isso. Essa é uma função que sempre nos definiu; a cada um de nós. Não, isso não é opcional; isso não é opcional. Todos nós devemos ir e trazer pessoas para o conhecimento do Salvador e iniciar o processo de cuidado e desenvolvimento. Todos nós devemos carregar aqueles que o Senhor traz com a necessidade de serem discipulados. E pode haver topo tipo de relacionamento envolvido nisso.

Eu sempre disse que o discipulado nada mais é do que construir uma verdadeira amizade com um centro espiritual. É isso que ela é. Assim, vocês não são amigos porque vocês dois gostam de baseball, vocês não são amigos porque vocês gostam do mesmo estilo de música, ou porque vocês trabalham no mesmo lugar, ou porque vocês tem o mesmo gosto, ou porque vocês tem o mesmo hobby, ou porque vocês dois conhecem alguém do mesmo lugar. Vocês não são amigos por coisas superficiais. Vocês são amigos, e isso é algo muito profundo, muito profundo, porque no centro dessa amizade existe uma abertura para as questões espirituais, e é isso que conduz o discipulado.

Você entende? O que você está basicamente fazendo é ensinando as pessoas a terem um estilo de vida piedoso. Você está ensinando-lhes respostas bíblicas. Eu sempre disse que a maturidade espiritual é quando as suas respostas involuntariamente são piedosas. Quando as suas reações involuntárias são virtuosas, então você sabe que o Superintendente Deus está no controle. O que nós estamos tentando fazer é conduzir as pessoas ao ponto onde elas não terão que pensar para agir certo; elas reagem certo. Esse é o processo.

E sabe, ao longo desse processo você terá algumas falhas. Eu gastei uma hora, das 6:30 as 7:30 toda manhã, por seis meses, com um homem, doutor em filosofia, professor de filosofia na UCLA. Ele disse que se rendeu a Cristo e queria conhecer a verdade. Ele disse, “você poderia se encontrar comigo?” E eu me encontrei por uma hora, toda manhã, das 6:30 as 7:30, nas terças, toda semana por seis meses. No final daquele tempo ele disse, “Bom, eu ouvi tudo o que eu queria ouviu” e foi embora. Hoje ele é um reitor episcopal em algum lugar.

Você olha para trás nesses momentos e você diz, “Por que todo aquele esforço, todo aquele tempo?” Se não valer mais nada, pense no seu compartilhar dos sofrimentos de Cristo, que com ele foi pior. Um dos seus o vendeu por 30 moedas de prata para ser crucificado. Além disso, você ganha um maravilhoso e novo entendimento dos sofrimentos de Cristo, ainda que de forma muito pequena comparado com o discipulado dele.

Existe uma outra função que a Igreja precisa estar envolvida; o pastoreio. Nós poderíamos falar muito a respeito disso, mas deixe-me dizer que nós estamos comprometidos com o fato de que você tem ovelhas, e você tem pastores, e isso significa que todos precisam cuidar de todos. Nós precisamos estar envolvidos em um cuidado mutuo, cuidando nas necessidades.

Jesus disse a Pedro, “Você me ama? Você me ama? Você me ama?

Pedro disse, “Você sabe que sim. Você sabe que sim. Você sabe que sim”.

Jesus disse, “Apascente minhas ovelhas. Apascente minhas ovelhas. Apascente minhas ovelhas”. Pastor. Cuide do seu pessoal. Isso basicamente significa alimentá-los e guia-los; 1 Pedro nos diz isso. Alimente-as, fique de olho nelas. Atos 20:28 diz a mesma coisa: alimentar e guiar; alimentar e guiar; alimentar e guiar. Da mesma forma que um pastor faz. Nós queremos fazer isso porque como nós podemos dizer que nós amamos a Deus, quando nós vemos o nosso irmão com necessidade e nós não demonstramos compaixão? Não é? Como que o amor de Deus habita em você se você não se importa com as pessoas, se você não se importa com as suas necessidades?

Eu posso sugerir para você que todos nós precisamos estar envolvidos no processo do pastoreio. Se você está lá fora, se encontrando com ovelhas, você precisa saber onde elas estão machucadas. Cuide das suas necessidades. Se você tem comida o suficiente no seu prato, alimente-as. Se elas não têm nada, compartilhe a sua comida. Se você tem insight o suficiente para compartilhar com elas, e elas estão perdidas e sem direção, guie-as de volta. Você percebeu? O processo do pastoreio acontece em todo lugar. 1 Pedro diz que o Senhor é o Grande Pastor. A implicação disso é que nós estamos sob o seu pastoreio, e todos nós estamos envolvidos no cuidado das ovelhas. Isso é muito essencial.

Nós queremos pastorear, e as vezes, isso é difícil. As pessoas passam pelos vãos; não há dúvidas disso. Isso sempre me machuca, sabe, quando alguém diz, “Bom, ninguém nunca me ligou. Eu estava doente” – ou – “eu tinha um problema e ninguém me ligar. Ninguém parecia se importar”. As vezes eu recebo uma carta de pessoas tristes, e elas dizem, “sabe, isso e isso aconteceu, e você não ligou para nós, você não se importou, e ninguém da igreja veio nos ver”. E meu coração dói quando eu escuto isso.

E eu não sei, as vezes, as expectativas das pessoas vão além da realidade; elas esperam que eu possa estar em todos os lugares. Embora isso seja algo que eu gostaria muito que acontecesse, isso não é possível. Mas normalmente esse não é o caso. Normalmente não é porque eu não estava alí; normalmente é porque ninguém estava ali. Parece que ninguém resolveu assumir aquela responsabilidade. Isso normalmente acontece quando as pessoas sofrem com alguma morte na família. Assim que a morte acontece, todos parecem estar ao redor daquela pessoa, e existe um grande reforço. E então, depois do funeral, volta a vida normal. E existe então uma tremenda depressão. Toda a força e suporte dissipou, todos voltam ao normal, e a pessoa fica sozinha naquele momento quando a verdadeira dor chega. E nós perdemos essa sensibilidade.

Como o pastor, sabe, que, como diz em João 10, disse, “Eu sou o pastor”, e depois ele diz, “Eu sou a porta. O que aquilo significa é que era o pastor que estava dormindo do lado da porta. Toda ovelha que entrasse ou saísse tinha que passar por ele. Ele soltou o seu cajado quando elas entraram e parou cada uma delas na entrada, observando para ver se havia qualquer machucado. Quando havia uma necessidade, ele pegava o óleo e colocava. É por isso que ele fala, “o meu cálice transborda” e “o cajado me consola”, no Salmo 23. O pastor de importa com a sua ovelha. Essa é a responsabilidade do pastoreio.

Sabe, eu percebo, também, que existem algumas pessoas maravilhosas, quietas, e elas não são pastoreadas porque elas apenas estão ali, quietas, e nós não sabemos nada. Elas recebem pouco pastoreio. E então existem algumas pessoas que sempre estão em pecado, todas bagunçadas, e elas têm pastores ao redor delas o tempo todo em grupos, buscando endireita-las. Isso realmente acontece.

Nós temos algumas reuniões de liderança a respeito de algumas pessoas, com outro presbíteros, “o que nós vamos fazer com elas?” Bom, nós trouxemos uma nesta manhã durante o nosso momento de oração, “O que nós vamos fazer com esse rapaz? Ele está sendo infiel a sua esposa. Esse rapaz – essa foi mais uma de muitas vezes, e toda vez nós passamos por esse processo e ele faz isso novamente. O que nós iremos fazer com ele?” Assim, nós, em oração, o colocamos diante de Deus. Nós meio que desistimos no aspecto humano. Mas ele recebe pastoreio.

Ele nem sequer deseja ser pastoreado, ele apenas deseja, “Saia da minha vida”.

Existem também outras pessoas preciosas, que estão silenciosamente sentadas em algum lugar dizendo, “Por favor, entre em minha vida”, e nós não sabemos disso. E eu entendo. É por isso que nós não podemos carregar o fardo. Todos nós precisamos nos enxergar como ovelhas e pastores, de certa forma, cuidando uns dos outros. E eu realmente quero que nós pastoreemos. Nós temos que prestar conta a Deus a respeito disso. É a sua igreja; não é a igreja do John MacArthur. É a sua igreja. É a igreja de Cristo. Ele a entregou para você ser mordomo; é sua, minha e de todos nós para cuidar e prestar conta.

O pastoreio é a função do cuidado mutuo, do suprimento de necessidades, garantindo que as pessoas estão trilhando o caminho espiritual. Você acha que nós pedimos para você preencher o cartão de registro no Domingo apenas como um exercício? Esses cartões são vistos por umas pessoas preciosas ao longo da semana, e eles são enviados para pessoas que poderão ligar para aqueles que estiverem ausentes por um tempo, buscando pastorear essas pessoas, buscando entender porque elas não estão aqui. “Qual a sua necessidade? Quais são os seus problemas”. Isso é essencial.

A primeira coisa que eu fiz na Grace Church, na primeira semana que eu vim para essa igreja, em um pequeno escritório na frente da capelania, foi desenvolver uma forma para que nós pudéssemos pastorear as pessoas. Eu sabia que nós poderíamos alimenta-las. Nós apenas queríamos garantir que nós conseguiríamos guia-las, porque o pastor alimenta e guia. E ele guia ela para a semelhança de Cristo.

Existe uma outra função, e essa é a função do desenvolvimento das famílias. Desenvolvimento das famílias. Eu creio que a família é a unidade de Deus para transmitir a justiça de uma geração para a próxima. Eu creio que isso está abundantemente claro em Deuteronômio, capítulo 6, que Deus estabelece a família como a unidade básica de preservação justa nesse mundo, a fim de transmitir a verdade de uma geração para a próxima.

Agora, você sabe bem como eu, que o que Deus estabelece, Satanás ataca. Não é? O que Deus fez para preservar a justiça, Satanás ataca. E basicamente, isso se resume a três coisas: a família, a igreja e o governo. Aonde Deus estabeleceu um governo para a punição de praticantes do mal e para o bem daquele que fazer o certo, Satanás destruirá isso se for possível. Onde tem uma igreja onde Cristo é exaltado e a Palavra é proclamada, ele atacará. Onde tem uma família para transmitir a justiça, ele fará de tudo para desintegrar aquilo. Essas são as unidades básicas da preservação na sociedade: a família, a igreja, a casa, e o governo.

As pessoas dizem, Você acha que existe uma conspiração para acabar com o nosso governo?” É claro que existe; e ela está vencendo. A nossa sociedade está caminhando para baixo. Por que? Porque a grande massa da nossa sociedade são pessoas sem Deus. Assim, naturalmente, elas são instrumentos de Satanás e o sistema irá entrar em colapso.

Você acha que ele está atacando a igreja? Mas é claro. A igreja está cheia de liberalismo; é revoltante. Eu li essa semana a respeito de uma nova bíblia sem sexo que o conselho nacional de igreja publicou onde eles removeram termos como, “Cristo é o Filho de Deus”. Ele não é mais o Filho de Deus na bíblia, ele é a criança de Deus. Não tem sexo. Eles não se importam nem um pouco que o Espírito Santo disse que ele era o Filho de Deus. Isso ataca – o conselho nacional de igrejas, pessoal – as igrejas.

E a família, desintegrada e arrancada pelos ataques de uma sociedade imoral e cheia de lascívia, mal pode sobreviver. A igreja fica em um lugar central para preservar a unidade da sociedade, da família. Nós estamos comprometidos a essa função, não estamos? Nós estamos comprometidos a ensinar as crianças e ensinar os nossos jovens, do ensino médio e da faculdade. Nós estamos comprometidos a discípula-los. Eu estou muito feliz em ver rapazes discipulando, um a um, crianças do sexto ano. Eu estou feliz de ver as pessoas se conectando com os nossos jovens, porque eles terão que preservar isso na próxima geração. Eu quero que eles conheçam os padrões de Deus sobre casamento e família. É maravilhoso que nós temos conselheiros, que nós temos ministérios de família, um centro de família ali, e muitas coisas para trabalhar na preservação, no crescimento de uma igreja piedosa de famílias.

Efésios 5, sabe, diz, “Não vos embriagueis com vinho”. O texto, claro, em Efésios 5:18 está falando a respeito da embriagues religiosa. As seitas da época do apóstolo Paulo pensavam que elas poderiam alcançar comunhão com as divindades se as pessoas ficassem bêbadas o suficiente. E elas ficavam bêbadas, como as pessoas no Oriente fazem ao ficarem alteradas com drogas, a fim de se comunicarem com Deus, ascendendo para um nível maior. Em seu estupor bêbado, elas pensavam que elas estavam se comunicando com os deuses através de suas lascívias orgias com as prostitutas dos templos. Paulo disse, “Se vocês acham que vocês desejam se comunicar com Deus, isso não será feito através da embriagues; isso será feito através de ficarem cheio do Espírito de Deus. É assim que vocês se comunicarão com o Deus vivo”.

Como resultado disso, uma das coisas que acontecerá é que vocês se submeterão uns aos outros. Como que isso vai acontecer? As esposas se submeterão aos maridos. Os maridos se submeterão as suas esposas ao ama-las com um amor puro, que cuida e trata. Os filhos se submeterão aos seus pais, e os pais se submeterão as necessidades dos seus filhos ao não provocar a ira neles, mas ao cuidar deles, desenvolvendo eles nas coisas de Cristo. Tudo isso flui a partir de uma vida controlada pelo Espírito. É isso que nós queremos ver. A função da igreja então é de trazer as famílias para o controle do Espírito de Deus, onde elas possam enxergar submissão, pois somente em submissão é que os relacionamentos podem ter significado e benção. Onde você tem todos brigando pela supremacia, e pelos seus próprios direitos, você desintegra a possibilidade de qualquer relacionamento significativo. Assim, a família é uma função. Vocês devem querem sustentar as famílias uns dos outros. Vocês devem querer ajudar uns aos outros com as crianças; orando pelas crianças uns dos outros. Você ora pelos seus amigos – quando você vê uma criança que é desordenada e bagunceira, ou não é do jeito que deveria ser – qual é a sua reação? Você ora por elas? Você liga para o pessoal e diz, “eu gostaria de ajuda-los se eu puder fazer qualquer coisa para trabalhar com o seu filho”. Você precisa se importar com a família; isso é uma função.

Outra função é o treinamento. Treinamento. Com isso eu quero dizer, equipar as pessoas. Equipa-las para o ministério; equipa-las para a obra. “E ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres” – Efésios 4:11 diz – “com vistas ao aperfeiçoamento” – ou seja, torna-los perfeitos, traze-los para um momento de utilidade – “dos santos” – equipando-os, para o equipamento dos santos, para o aperfeiçoamento dos santos – “para o desempenho do seu serviço” – Efésios 4:12.

Nós estamos buscando treinar as pessoas para o ministério; esse é o nosso desejo. Não apenas espalhar verdades espirituais de forma geral, mas treinar pessoas a fim de que elas possam usar isso. Você faz um curso de evangelismo; você pega todos aqueles versículos que estão na sua cabeça, você aprende todos eles, e você formula um plano de como eles vão funcionar. Você então saiu com um novo e santo zelo e com ousadia porque você está confiante em como a apresentação deve ser.

Talvez você sente no seu coração um chamado para o campo missionário, e você corre para alguém e diz, “Deus está me chamado para o campo missionário”. Nós não iremos te pegar e te enviar na próxima semana. Nós vamos passar alguns anos preparando você. Assim, quando você for, você estará equipado ao máximo. A igreja precisa ser um ministério para equipar as pessoas, um ministério de treinamento; treinando constantemente as pessoas.

Nós temos cursos – eu não sei se você sabe disso – em nossa igreja para treinar pessoas, treina-las par serem diáconos e presbíteros. Existem cursos aqui para treinar em evangelismo, e existem cursos de treinamento para missões. Nós temos muitas coisas. Eu não sei se você sabe disso, mas a Logos tem um programa no segundo ano para treinar pessoas para trabalhar com jovens. Isso é um programa de um ano completo a respeito de como trabalhar com jovens. Nós treinamos pessoas no seminário para pregar a Palavra de Deus e ensinar. Treinar jovens para o ministério na igreja através do Logos. Não apenas entregar coisas generalizadas, mas caminhar com eles pelo caminho em que eles podem ser treinados, para saírem do outro lado preparados, prontos e equipados. A igreja precisa funcionar na área de treinamento. Nós precisamos treinar as crianças para eu elas saibam como ser um bom pai e mãe; a fim de que eles saibam como serem a pessoa certa quando casarem; a fim de que elas saibam como serem o tipo certo de líder na igreja. Treinamento. Isso significa pegar o ensino e coloca-lo junto de uma forma que isso trilha um caminho pela qual a pessoa pode se mover de um lugar subdesenvolvido para um lugar desenvolvido; de um posicionamento de pouco uso para um posicionamento de uso máximo. Treinamento é essencial. Equipar os santos faz parte de tudo isso. Você deveria estar envolvido nisso? Você deveria ser treinado para uma obra específica, de acordo com os seus dons.

Outra coisa – eu gostaria de poder falar mais a respeito disso, mas o tempo está acabando – outra coisa é dar. Dar. Isso é uma função da igreja. Dar. Isso é uma função. Faça essa pergunta para você mesmo, “Você está envolvido no pastoreio? Você está funcionando no pastoreio? Você está funcionando na oração? Você está funcionando no discipulado? Você está funcionando em ajudar a família a se sustentar como Deus deseja? Você está funcionando treinando ou sendo treinado? Você está funcionado ao dar?”

Eu me pergunto, “Senhor, você deseja mais? Eu estou fazendo o que você deseja que eu faça?” Eu quero ouvir o Espírito de Deus, conforme ele move o meu coração a respeito de todas essas coisas, para ser mais fiel. Eu quero gastar minha vida nisso; eu não estou tentando guardar nada comigo. Eu quero fazer isso no meu último fôlego, no último dia que Deus tiver para mim aqui. Eu quero terminar no alvo. Eu não quero estar cheio de energia ao ir para o céu. Como Henry Martyn disse, “Deixe-me queimar por Deus”. Eu quero ir quando eu estiver esgotado, mas eu quero maximizar isso.

Eu vejo muitos Cristão que tentativamente brincam na superfície, e eles não fazem nenhum investimento grande na dinâmica da função e do ministério. Assim, não existe nenhum senso de realização, e haverá, como o tempo, um momento de prestação de contas e o abandono de algumas coisas.

E doar? Os macedônios doavam abundantemente a partir de sua profunda pobreza. Nunca é uma questão do quanto você tem; isso não tem nada a ver com isso. As pessoas dizem, “Se eu tivesse mais eu daria mais”. Não. Isso não é verdade. Porque não é uma questão do quando você tem; é uma questão do seu coração, não é?

Paulo disse, em 2 Coríntios 9, “o que semeia pouco, colhe pouco, o que semeia muito, colhe muito”. Você dá um pouco, você recebe um pouco; você dá muito, você recebe muito. Em outras palavras, seja o que você der, Deus devolve para você o interesse. Você investe com Deus. Você não dá; você investe. Jesus disse, “Dê, e dar-se-vos-á; tudo feito”. Assim, Deus está buscando nos ensinar que nós podemos confiar nele com as nossas coisas. Entendeu? Isso é o oposto do que ele está pedindo. Ele te dá coisas e diz, “Eu posso confiar em você com isso?” e você prova que ele pode confiar em você com as coisas quando você confiar nele com as suas coisas, dando devolta.

Entendeu? A melhor lição que você aprenderá, em termos de mordomia, é que você não é dono de nada – nada. Nada que você tem é seu; é dele. Isso é apenas administrado para provar se você é um mordomo digno; é só isso. É só isso. Se você não consegue lidar com isso, ele não te dará as verdadeiras riquezas. É isso que diz em Lucas.

E doar? Algumas pessoas – alguns de vocês não dão nada. Vocês não dão nada. Talvez uma moeda; vocês não dão. Eu não sei porque, mas voc6es não fazem isso. Nós não precisamos do seu dinheiro; eu não quero o seu dinheiro. A Grace Church não está sumindo. Mas você está ficando de fora de algo maravilhoso porque você não está em um posicionamento de obediência e em um posicionamento de múltiplas bênçãos.

Algumas pessoas dão um pouco; eles colocam uns trocados ali, ou eles dão o mínimo e não podem dar mais porque eles estão gastando tudo em coisas que serão queimadas. Isso é um pouco triste. Isso é realmente triste. E eu fico triste, não por nós, mas por elas. Eu espero que você está dando generosamente, porque eu desejo que você esteja em um posicionamento de benção. Não jogue trocados para Deus.

O Davi diz, “Eu não vou dar a Deus aquilo que não me custa nada; isso é um insulto”. Você precisa aprender primeiro que isso não pertence a você. Uma vez que você liberou isso, você está livre. E então você apenas gerencia isso. Se alguém precisa disso mais do que você, então é dele. Esse é o espírito do livro de Atos; eles tinham tudo em comum e eles vendiam e davam para aqueles que tinham necessidade.

Onde nós estamos nisso? Um dos rapazes me mostrou um negócio. Uma igreja que tem metade das pessoas que nós temos, e ela recebe duas vezes mais ofertas. E ele me perguntou, “Por que você acha que isso acontece?”

Eu disse, “eu não sei”. E eu comecei a pensar a respeito disso. Eu pensei, “bom, pode ser pelos motivos errados? Talvez eles estão de baixo de um sistema legalista, onde eles precisam dar, e se esse for o caso, não importa o que eles dão. Pois, se tudo é dado pelo motivo errado, qual é a diferença”. Não é? Porque isso não traz nenhuma benção para eles.

Por outro lado, se eles estão todos dando a partir de um coração abundante em amor, isso é muito animador. O que eu sei é que, muitas pessoas nessa igreja não estão fazendo o que elas deveriam. Semana após semana – ele diz, “Passa na loja no primeiro dia da semana” – eu tenho que examinar o meu próprio coração porque há semanas que eu não faço o que eu deveria fazer também e eu não estou sendo obediente ao Espírito de Deus. Eu quero lidar com isso toda semana. Toda semana.

Dar é uma função. E não apenas dar para que nós possamos ter o nosso trabalho aqui, mas dar além daqui. A única razão que nós queremos um ministério aqui é para avançar o reino além daqui. Você entendeu a ideia? O que entra aqui sai novamente. Nós não estamos buscando juntar uma fortuna. Nós estávamos conversando nesta manhã; esse auditório – somente esse auditório – esse auditório foi construído e mobiliado com $750.000,00, talvez um pouco mais. Isso é bastante. Você não precisa adorar – você não precisa de muita coisa por todos os lados, não é? Vitrais e tudo aquilo? Você não precisa de tudo aqui. O dinheiro que nós temos, nós buscamos ser bons mordomos e enviar o resto pra fora; treinar pessoas para irem; alcançar os necessitados. Deus deu, não foi? Cristo deu. Como que o povo de Deus na igreja de Cristo não consegue dar? Seja consistente.

Finalmente, a comunhão é uma função. E eu que você acredita que ela é essencial. Comunhão simplesmente significa uma vida em comum juntos. E eu penso, de certa forma, que isso resume tudo o que nós temos falado. Significa comunhão, estarmos juntos, amando uns aos outros, compartilhando vida uns com os outros. Significa sentar a mesa e ouvir alguém abrir o seu coração. Significa orar com alguém que tem uma necessidade. Significa visitar alguém no hospital. Significa sentar em uma classe. Significa ir a um estudo bíblico nas casas. Significa cantar um hino com alguém que você nunca conheceu, segurando o mesmo hinário e talvez falando a respeito do que Cristo significa para você. São novos cristãos compartilhando a sua alegria. Significa compartilhar um pedido de oração a respeito de uma pessoa querida que está doente. Significa muitas coisas. É uma vida em comum. Entende? É uma vida em comum. É ter tudo em comum – tudo. Isso é comunhão. E isso é uma função.

Você faz parte de algum lugar? Você tem comunhão? Você abre a sua vida? Você se expõe, com todas as suas cicatrizes, todos os seus problemas a outras pessoas que têm cicatrizes e problemas também, para que juntos vocês possam ministrar? Comunhão.

Portanto, quais são as funções? Muito simples – pregar, ensinar, evangelizar, missões, louvor, oração, discipulado, pastoreio, família, treinamento, dar, comunhão; estas são as essências. Agora preste atenção, você diz, “John, nós falamos sobre os esqueletos”. Isso mesmo. “Nós falamos sobre as atitudes internas”. Correto. “Nós falamos sobre função. E a carne?”

Quer saber de algo? Não importa. Isso não importa. Eu posso pegar essa analogia do corpo. O homem olha para a aparência de fora, Deus olha para o que? Para o coração. Você quer saber de algo? A igreja é o que a igreja é no seu coração. O que eu quero saber a respeito da igreja é qual é o seu esqueleto. A igreja é comprometida com uma alta visão de Deus? Com a prioridade absoluta das Escrituras, clareza doutrinária, santificação pessoal e autoridade espiritual? E quais são as atitudes fluindo por ela? Obediência, amor, serviço, unidade e todas essas coisas. E quais são as suas funções? E então, pessoal, não vai importar nem um pouco com o que ela aparece por fora, como é a sua aparência, como os seus programas se constroem. Você entendeu?

Quando Deus, por sua graça maravilhosa, me trouxe para a Grace Church, eu disse, em primeiro lugar no meu coração, depois para os homens, “Deus, eu sei que se nós formos o que você deseja que nós sejamos, não haverá problema ministerial efetivo”. Porque a questão é o que nós somos. A carne – isso é apenas um caso. Por muitas vezes, como nós dissemos no começo da série, quando pastores vêm, como nesta semana, para a nossa igreja, eles ficam buscando alguma carne com a qual eles podem voltar e implantar em suas igrejas. Mas isso não vai se sustentar; isso não vai se sustentar; isso não vai dar certo porque ele não tem todas essas coisas que são a sua vida. E se todas essas coisas estão ali, então a carne não é tão importante assim. Não é tão importante como ela parece por fora; a beleza está no interior que fala de sua realidade.

Nós trabalhamos com nossos ministérios de forma externa. Como que nós – deixe-me pensar a respeito da carne por um minuto. O eu é a carne, a manifestação externa de nossa pregação e de nosso ensino? Bom, isso acontece o tempo todo. Isso acontece no Domingo de manhã, no Domingo a noite, na Quarta a noite, nos estudos bíblicos nos lares, nos nossos grupos, nos grupos de comunhão, nas classes, no Logos, na nossa escola cristã, no nosso seminário. Nós estamos ensinando, ensinando e ensinando. Pregando – pregando aqui; pregando nas prisões; pregando nas missões de resgate; pregando em gravações; pregando na rádio. Isso acontece o tempo todo. Em qualquer domingo, muitos de nossos presbíteros estão pregando em outros lugares. Nós estamos constantemente trabalhando nisso.

E o evangelismo e missões? Nós temos um estilo de vida de evangelismo. Nós temos evangelismo de amigos; estudos bíblicos de perguntas; fundamentos da fé para aqueles que são novos convertidos; evangelismo de discipulado; programas de treinamento. Existem muitas coisas. Os nossos cultos de batismos são praticamente um testemunho da graça de Deus e da salvação de almas e uma dedicação maior para o evangelismo.

Nós olhamos para missões e nós vemos o desenvolvimento de estratégias para todo o mundo. Nós temos treinado um grupo de pessoas que estão no processo de se encontrarem todo mês. Um grupo grande, pronto para ir ao campo missionário quando Deus deixar tudo pronto. Nós temos um desenvolvimento de rádio agora nas Filipinas e em Guam; centros de gravação em Singapura, Bombai – eu não sei de todos – Manila. Nós estamos na América do Sul, Austrália, Nova Zelândia, Europa. De acordo com a carne, de forma externa, tudo isso. E agora eu sei que eles traduziram a série a respeito de família para o japonês, e todas as igrejas evangélicas no Japão virão me ver falar em japonês. Estranho de se imaginar.

Nós estamos desenvolvendo vídeo agora. Nós vamos começar com vídeo porque a igreja na Liberia, que é um país de fala inglesa na África, pediram se nós não poderíamos enviar materiais e pessoas, times, para a Libéria para treinar os evangélicos da nação da Libéria. E todas essas coisas aparecem externamente, e poder acontecer de diversas formas se o coração estiver no lugar certo, não é?

A adoração corporativa. Nós adoração no dia do Senhor. O nosso culto na manhã é para louvar a Deus e o seu nome, para louvar o nome do Salvador; para cantar canções a respeito de sua glória, dos seus atributos, e de tudo que ele é para nós. Nós louvamos ele na mesa. Nós louvamos nos cultos especiais. A nossa música é voltada para a adoração.

Como pastor, na oração da manhã, eu busco ser um sacerdote que leva vocês a Deus, para que vocês possam entrar em sua presença e adora-lo. Todo o ensinamento que nós damos é para que você o conheça melhor e, através desse conhecimento, que você possa adorá-lo. A oração acontece o tempo todo.

Toda terça de manhã de toda semana, a nossa equipe se reúne, e nós passamos uma hora na Palavra de Deus; depois uma hora em oração e louvor, levando a Deus as necessidades da igreja.

Os presbíteros se encontram todo Domingo de manhã para orar, e eles têm feito isso por anos, anos e anos, carregando o fardo das pessoas. E ao longo da semana, existem grupos de oração por todos os lados: nas casas, grupos de pessoas, e aqui entre nossa equipe e liderança.

O discipulado acontece em todos os lugares. Todo grupo em nossa igreja está comprometido ao processo de discipulado – todos os grupos. Discipulado de líderes, discipulado de constituintes de todos os grupos, desde as menores crianças até os adultos mais velhos, através dos rebanhos e de todos os nossos ministérios.

Como que o pastoreio aparece? Com os presbíteros, diáconos e diaconisas que se preocupam com as pessoas. Com o nosso amor e ação no ministério. Você pode ligar. E se você tiver uma necessidade, nós temos pessoas para suprir essa necessidade. Na verdade. Através de nossos rebanhos, nós temos todo um sistema agora, em que se uma pessoa tem uma necessidade, eles não fazem saber, e nós buscamos alguém naquela área que se voluntariou para suprir aquele tipo de necessidade; desde arrumar a transmissão para ligar para alguém no hospital. Tudo isso faz parte do pastoreio.

Família – todo tipo de classes e treinamento significa trabalhar com as suas crianças e seus bebês e todos os ministérios centrais de família, e todo ministério feminino. Nós temos classes para mulheres das quais os maridos não são cristãos. E, além disso, quando um se torna um cristão, eles têm uma festa de graduação. Há então uma grande celebração quando uma pessoa acaba se graduando daquela classe. Todo tipo de coisa: Programa Provérbios para Pais; treinamento para pais, clínica para pais a fim de ensina-los a como serem os sacerdotes da família. Classes de casamento – um maravilhoso, maravilhoso curso para aqueles que vão se casar. Isso realmente conecta eles com o que eles precisam saber. Cursos de treinamento para evangelismo, para a obra nas prisões, e para a obra missionária – e a coisa continua e continua nessa área de treinamento. Todo tipo de coisa acontecendo.

Na área de dar, as nossas ofertas no Domingo. No momento em que você dá o seu dízimo, e o esforço que você faz em sacrificar tempo, energia e dons para servir a Cristo acontece o tempo todo.

Comunhão. A comunhão aparece por todos os lados, o tempo todo. Grupos de comunhão no Domingo são um grande foco para isso, um grande foco. Rebanhos e muitas outras coisas. Essa não é a questão. A questão de aparecer só acontece quando todas as coisas por dentro estão certas.

Eu creio que Deus fez a nossa igreja existir, e ela é um lugar único. É um lugar único. É raro passar um Domingo e que não tenha visitantes pela primeira vez na recepção e o grupo se aproxima e diz, “ah, nós somos de tal lugar”. Semana passada foi Flórida ou Michigan. Semana passada foi Michigan, e na semana antes dela foi Flórida, ou vice-versa. E eles disse, “Nós somos” vamos dizer, “de Michigan”.

“que bom. Vocês estão visitando?”

“Não. Nós nos mudamos para cá”.

“Ah é. Por que?”

“Para virmos para essa igreja”.

“Oh”.

E então eles dirão, “Você sabe onde nós podemos encontrar um lugar para ficar, uma casa e talvez um trabalho?”

“Você quer dizer que vocês fizeram as malas, deixaram tudo e vieram?”

“Sim, nós queríamos vir para a Grace Church”.

E muitas vezes, não é apenas uma ou duas pessoas, mas muitas e muitas. E eles dirão, “Você sabe de alguém que poderia nos ajudar a achar um lugar para ficarmos? Nós apenas acreditamos que a vida gira em torno da igreja, não do trabalho”.

E quando isso acontece, eu fico com um nó na garganta e eu digo, “Senhor, nos mantenha do jeito que você quer”. Entendeu? Muitas pessoas – muitas pessoas olham para isso. Nós queremos ser a sua igreja, construída da sua forma, para a sua glória. Amém?

Obrigado Pai, pelo nosso tempo nesta manhã. Um bom momento. Belas canções de fé estão nos nossos ouvidos. E pensar que Tu estás neste lugar, e por estar aqui, existe muito amor por todos nós. Muita alegria, esperança e poder o suficiente para espantar qualquer treva. Que pensamento maravilhoso que é esse. Obrigado pelo que tu fizeste em nossa comunhão e em nossa igreja, pois tudo que é bom, tu fizeste. Tudo que foi menos do que isso, nós fizemos. Nós ajude a permitirmos que Tu trabalhes da tua forma.

FIM

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