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Pegue a sua Bíblia e vamos ver o segundo capítulo de Mateus, capítulo 2 de Mateus. Que grande momento estamos tendo no Livro de Mateus. A indicação de sua resposta por seu estar aqui com tal antecipação é realmente uma alegria ao meu coração. Isto é apenas - de fato este livro vai ficar cada vez melhor e melhor à medida que vamos porque construimos um acúmulo mais profundo e mais profundo do seu entendimento que irá enriquecer cada passagem.

Apenas um tremendo, tremendo livro. É realmente o pontapé inicial de todo o Novo Testamento e aplicação colocada pelo Espírito Santo no início do Novo Testamento.

O tema do Novo Testamento como você bem sabe é Jesus Cristo. Ele é o tema do Novo Testamento. Particularmente Ele é o objeto dos quatro evangelhos como são conhecidos que começam o Novo Testamento - Mateus, Marcos, Lucas e João. Cada um desses evangelhos, cada um desses escritores evangelistas retrata Jesus Cristo de uma maneira única. Embora todos eles cubram sua vida, eles a cobrem em estilos muito, muito originais e de uma perspectiva muito muito original. Em Mateus Ele é o soberano que vem para reinar e governar. Em Marcos Ele é o servo que vem servir e sofrer. Em Lucas Ele é o Filho do homem que vem para compartilhar e simpatizar. Em João Ele é o Filho de Deus que vem para revelar e redimir. E cada um dos evangelistas se aproxima da pessoa de Jesus Cristo de uma maneira muito especial. E há uma mistura maravilhosa, como você pode notar, quando passei por isso. Em Mateus Ele é o soberano; Em Marcos Ele é o servo. Observe o contraste final. Ele é o soberano; Ele é o servo. Dois extremos. E então você chega ao mesmo tipo de contraste extremo nos dois últimos. Em Lucas Ele é o Filho do Homem e em João o Filho de Deus. Dois opostos absolutos; Homem e Deus soberano e servo. E assim as dimensões de Jesus Cristo preenchem todo o espaço entre esses dois em ambos os casos. O Deus soberano e o servo e tudo o mais que preenche tudo o que Ele é. Este é o princípio por trás da diversidade nos quatro evangelhos.

Sabemos que Mateus apresenta a Jesus Cristo como rei, como soberano. Tudo em Mateus se concentra em Sua majestade, em Sua soberania, em Seu grande caráter como o governante, aquele que tem o direito de reinar, o Messias, o ungido, o rei prometido. Na verdade a frase de abertura de Mateus dá-lhe a chave. Lembra-se? em 1:1 o livro da genealogia de Jesus Cristo filho de Davi, filho de Abraão. O livro da geração de Jesus Cristo filho de Davi, filho de Abraão. E naturalmente Davi era o grande rei. Davi foi quem promoveu a linhagem real. E assim Mateus no início enfatiza que Jesus Cristo vem de Davi. Ele vem, originando-se em Abraão, como se fosse em termos da raça judaica e vindo através da linhagem de Davi, que é Seu direito de reinar e governar. E assim o início deste evangelho é exclusivo de Mateus. Nenhum outro evangelho começa desse modo. Mateus começa assim porque Mateus o apresenta como rei. E assim Mateus traça a linhagem do Senhor de Abraão através da linha real de Davi.

Agora eu apenas lhe disse que Marcos o apresenta como servo, e porque Marcos o apresenta como servo, Marcos não tem nenhuma genealogia porque a linhagem de um servo é irrelevante. Portanto não há genealogia alguma em Marcos.

E Lucas o apresenta como o Filho do homem. E desde que Lucas o apresenta como o Filho do homem, Lucas leva sua genealogia ao ponto em que começa com Adão. Porque Lucas quer que saibamos que Ele é um homem dos lombos do primeiro homem Adão.

E João, o quarto evangelho, que apresenta Cristo como o Filho de Deus ignora toda a genealogia humana e simplesmente diz "No princípio era o verbo e o Verbo estava com Deus e o Verbo era Deus". E assim ele vai imediatamente de volta à eternidade e estabelece a essência eterna de Cristo.

E você vê, que cada um dos evangelhos de acordo com sua ênfase coincide com sua genealogia. E assim vemos em Mateus que Ele é o rei Messias. Ele é o soberano ungido, e assim, Ele veio até nós através da linhagem de Davi.

Agora temos traçado o capítulo 1 e vimos que a linhagem real vem através de Davi e desce através de José e Maria e Jesus nasce e Ele nasce com o direito de reinar. Se os judeus tivessem tido um rei naquele dia, Jesus Cristo teria sido por nascimento, rei de Israel. Ele tinha essa linhagem e essa é a ênfase do capítulo 1, Mateus estabelecendo que Ele é rei. E nós apontamos cada detalhe até o nascimento virginal. Em cada detalhe há o impulso de que Ele tem o direito de reinar no trono de Davi.

Agora tendo estabelecido que Ele é um rei por linhagem, então no capítulo 2 Mateus ressalta que Ele é um rei em termos do fato de que certas pessoas lhe prestaram homenagem como um rei. Se Ele é um rei, Mateus está nos dizendo isso, deve ser evidente por sua genealogia. Ele tem que ser filho de reis. Se Ele é um rei deve ser evidente pela maneira como as pessoas respondem a Ele. E assim, no capítulo 2, Mateus nos conta a história de alguns sábios que vieram proclamar que Jesus era de fato um rei e se curvar a Seus pés e adorá-Lo como rei. Agora isso novamente faz parte da ênfase de Mateus. Ele é rei em virtude de Sua genealogia. Ele é rei em virtude da majestade real que foi exibida, aceita, honrada e revelada pela obra e pelo esforço desses sábios que vêm e trazem certas dádivas.

O que aprendemos sobre os magos? Há algumas coisas fascinantes que precisamos saber sobre eles e nós as cobrimos; Nós não vamos vê-los novamente. Vou apenas lembrar-lhe brevemente algumas coisas. Você notará que no versículo 1, do capítulo 2 diz "eis que vieram uns magos do Oriente." A palavra "mago" é uma palavra intraduzível. É a palavra Mago M-A-G-O. É simplesmente uma designação de uma tribo hereditária do sacerdócio entre as pessoas conhecidas como os Medos. Os Medos eram um grande grupo de pessoas. Entre eles havia várias tribos e uma das tribos era a tribo dos Magos e era um sacerdócio hereditário. Estes eram sacerdotes oficiais de muito alto nível entre os Medos, assim como os levitas eram os sacerdotes entre os judeus. Eles se sobressaiam em virtude de sua sabedoria, em virtude de alguns poderes ocultistas, em virtude de alguma habilidade astrológica e astronômica que tinham. Destvam-se a posições de conselheiros para os reis e os tribunais de Babilônia, Pérsia e Média. Então eles eram de alta estipe.

Tornaram-se tão elevados, na verdade, que nenhum rei jamais assumiu o trono do império persa ou parto que não estivesse treinado em suas leis conhecidas como as leis dos medos e persas e nenhum rei jamais assumiu lugar que não tenha sido aprovado por eles. E assim foram, como vimos, os principais nomeadores de reis do grande império ao oriente de Israel. Era seu negócio reconhecer e coroar reis. Eles estiveram nos tribunais dos reis por anos e anos e anos. Eles estiveram nos tribunais de reis por anos e anos e anos até séculos. E eles eram os nomeadores de reis oficiais do oriente. E o quão significativo é que estes oficiais nomeadores de reis do oriente, do leste encontram o seu caminho para Belém de fato para honrar aquele que nasceu o Senhor Jesus Cristo e honrá-Lo como rei.

E assim Mateus está retomando seu argumento novamente, Ele é rei em virtude da linhagem. Ele é rei em virtude do reconhecimento. E curiosamente, o reconhecimento por parte dos gentios ao invés dos judeus; oficiais do oriente. E eu poderia acrescentar esta nota para lembrr a você, você diz, onde eles obtiveram as informações sobre Ele? E eu lhe disse que 586 a.C. cerca de 500 anos antes de Cristo nascer, Israel foi levado para cativeiro na Babilônia, lembra-se. Israel foi levado cativo para Babilônia, para esta parte do mundo. E quando eles estavam lá eles disseram a estas pessoas, estes babilônios e estes medos e estes persas, que foram todos misturados naquela área, eles lhes falaram sobre o rei que ia nascer. E de fato havia um daqueles judeus que foi elevado a um lugar de grande proeminência. Quem era ele? Daniel.

E Daniel, diz Daniel 5:11, tornou-se o chefe dos Magos. E sem dúvida este grande profeta de Deus lhes falou sobre o próximo rei. Então eles estavam prontos para isso. Eles estavam aguardando. E através dos séculos à espera deste grande indivíduo a entrar em cena. E eles haviam passado esta informação e quando chegou o momento eles estavam prontos para vê-Lo como rei, para reconhecê-lo.

Agora nós adicionamos outra nota que eu só gostaria de lembrá-los. Havia duas grandes potências no mundo na época. O poder no leste era este persa emergente ou como era chamado então o Império Parto. Isso era uma espécie de poder emergente num certo sentido. Embora em determinada época eles fossem a grande potência do mundo. Eles estavam tentando se reafirmar. E o grande poder no Ocidente era quem? Era Roma. E Roma para todos os motivos e propósitos realmente dominava tudo.

Assim no ocidente, a oeste da terra de Israel, todo aquele grande continente europeu e em outros lugares inclusive incluindo Israel e o leste daquele, os romanos dominavam. Mas o Oriente estava sempre fomentando, sempre querendo ter rebeliões sempre começando pequenas guerras aqui e ali. E assim houve uma grande hostilidade entre o Ocidente e o Oriente.

Conseqüentemente o império oriental estava procurando um rei. Eles tinham um rei chamado Fraates IV que depuseram porque ele era inepto e eles estavam procurando um rei. Eles estavam procurando por um rei. E esses magos então quando vieram, ou esses Magos realmente sentiram que talvez este era o monarca que estavam procurando. Talvez este seja o único que pode tomar as rédeas e ser o rei invencível que precisamos e nos conduzir contra a oposição romana, e podemos ganhar de volta o mundo que uma vez conquistou. Houve um tempo em que os babilônios e os medo-persas governavam o mundo. E assim eles estavam procurando um rei. E além disso eu acredito que estes Magos também estavam procurando mais do que um rei. Eu acho que eles eram verdadeiros tementes a Deus e eu penso que eles viram não apenas a política dele mas viram a religião nela. Penso que eles estavam reconhecendo que este era um ato incomum de Deus para trazer seu rei ungido, aquele profetizado no Antigo Testamento.

Então, penso que, assim como tinham fins políticos, acho que eles tinham fins espirituais em suas mentes também. E assim vieram quando souberam que o rei ia nascer. Quando Deus lhes revelou o brilho maravilhoso da glória Shekinah no céu, no oriente e eles colocaram isso em comparação, obviamente, com as escrituras que tinham sido ensinadas por Daniel e os outros judeus, eles imediatamente fizeram as malas e foram para Jerusalém acreditando que ali estava talvez o rei político que haviam esperado, e sem dúvida, o governante espiritual que Daniel e os outros judeus tinham falado durante tantos séculos.

E assim vieram a Jerusalém. Um grupo oficial de nomeadores de reis persas que procuram um novo rei. E isso é realmente o que Mateus quer que você veja. Jesus Cristo é o rei, e estes nomeadores de reis orientais cujo negócio era reconhecer reis, sabiam disso. E num sentido real, essas pessoas foram os primeiros frutos dos gentios para vir a Cristo. E a propósito, o mundo judaico não parecia reconhecer o que estava acontecendo. E isso se encaixa na Escritura, porque diz "Ele veio para os Seus e os Seus" o que? "não O receberam.

Agora, com isso como o palco, olhamos para os cinco atos no drama encenados nos versículos 1 a 12. Vamos olhar para eles. Vimos em primeiro lugar a chegada - e vamos rever por um minuto - vimos a chegada nos versículos 1 e 2. Agora quando Jesus nasceu em Belém da Judéia nos dias de Herodes o Rei, eis que vieram Magos desde o oriente até Jerusalém dizendo, "Onde está o recém-nascido Rei dos judeus? Porque vimos a sua estrela" e você se lembra que eu disse que a estrela significa o seu resplendor, na verdade sua Shekinah, sua glória "no Oriente e viemos para adorá-lo." Agora, eles sabiam que Ele era um rei e eles vieram adorá-Lo como um rei. Esse é o grande testemunho de Mateus. Aqui está o mundo não-judaico, os maiores oficiais do oriente, os nomeadores de reis do mundo e eles vêem que Ele é um rei.

Você pode imaginar a devastação que o evangelho de Mateus causou no mundo judaico quando foi finalmente fixado em torno de 50 d.C. e eles começaram a ler essas coisas? Que o que eles haviam crucificado era de fato reconhecido pelos reis oficiais do Oriente como um rei, como o rei que Deus havia prometido. Mateus realmente escreve uma palavra devastadora para o resto das pessoas que já haviam deixado Jesus Cristo no tempo em que escreveu este evangelho e lhes disse, "E ele era um rei. Ele era o rei.

E os historiadores dizem-nos que, quando chegaram, não eram apenas três companheiros que chegam à cidade em alguns camelos velhos como nos cartões de Natal. Não sabemos quantos eram. Algumas estimativas de até 12 e ainda mais, mas eu nem sequer me preocupo em adivinhar porque a Bíblia não diz. Mas havia um grupo desses nomeadores oficias de reis que cavalgavam para a cidade com seus chapéus cônicos de bico que se erguiam no ar com as grandes abas que caíam por baixo do queixo e tinham roupas selvagens e estavam andando em corcéis persas, e historiadores nos dizem que foram acompanhados pelas tropas do exército persa. E quando chegaram à pequena cidade de Jerusalém, foram notícias; acredite em mim. Foram notícias. Era um grupo formidável.

Eles tinham visto o sinal do Filho do homem e eles tinham vindo para adorá-lo. Para adorar significa ... literalmente proskuneō significa inclinar-se para beijar. Era uma palavra que falava sobre a forma como você homenageava um monarca. Você se abaixava e você beijava seu pé. A palavra proskuneō finalmente veio a significar qualquer atitude interna de adoração ou adoração a alguém maior do que a si mesmo. Eles vieram para adorar.

Aliás, uma coisa interessante, a palavra proskuneō significa beijar os pés de ou inclinar-se para beijar ou beijar reverentemente. Quando o Novo Testamento usa essa palavra ela é sempre usada de algo verdadeiramente ou algo supostamente divino. É uma palavra que é apenas adequada para a divindade. É apenas adequada para deidade. Você se lembra quando João tentou adorar o anjo em Apocalipse e o anjo disse, "Levante-se. Não me proskuneō. Proskuneō Deus. Ele é o único digno de tal adoração." Kittel que escreveu uma série tão maravilhosa de estudos de palavras um trabalho grego incomparável diz, "O proskunesis, proskuneō dos sábios é verdadeiramente uma oferenda ao governante do Universo". Era uma palavra reservada para a divindade. E quando eles vieram, eu creio que eles não só o viram, no versículo 2, como um rei dos judeus, politicamente, mas eles o viram como o governante do mundo, o que significa que eles viram mais do que a humanidade; Eles viram a divindade. E havia um termo que Mateus usou aqui que é usado na Escritura somente quando é para ser oferecido a um deus seja com ou sem intenção, de fato é a um deus, a palavra é reservada para deuses.

De fato, Mateus reforça o uso desta palavra mais tarde, como veremos em Mateus 4 na expressão de Satanás, porque Satanás pergunta a Cristo se Cristo agradaria curvar-se e proskuneo a ele e Cristo se recusa e diz "Isso é para Deus e somente Deus ".

Acredito que os Magos reconheceram o rei mas para além da política, parece-me justo dizer que eles provavelmente reconheceram Deus e eles vieram adorar mais do que a um rei. Eles vieram para adorar o ungido que Deus enviara, aquele que cumpre as profecias do Antigo Testamento, nenhum outro senão o sobrenatural Senhor Jesus Cristo.

Assim, a chegada, então vimos a agitação no versículo 3. "Tendo ouvido isso, alarmou-se o rei Herodes." Bom, nós entendemos isso. E toda Jerusalém com ele. Ele era o atual rei e esses sujeitos chegam à cidade e dizem onde está o novo rei dos judeus, e sua primeira reação é: Hein? Que novo rei? E quando eles chegaram com todos os seus trajes, e ele sabia que eles eram nomeadores oficiais do rei da Pérsia, ele poderia apenas vê-los encontrando este indivíduo, coroando este rei, a nomeação deste indivíduo para assumir o trono do império Parto e em seguida, para guerrear bem no território de Israel, e eles se tornando as vítimas. E Herodes, que era edomita, que tinha recebido sua posição pelo governo romano, porque ele tinha conspirado, matado, assassinado e abatido para chegar a algum poder político, estava em pânico porque ele sentiu que iria perder o emprego mesmo que ele tivesse 70 anos e já estivesse quase doente até à morte.

Mas ele estava com medo. Seu ciúme, sua suspeita e seu medo o agitaram. Estava perturbado. A palavra significa agitado. Ele estava realmente abalado. E toda Jerusalém estava com ele. E eu lhe disse, da última vez que o motivo pelo qual Jerusalém estava abalada, era porque eles sabiam que, se ele estava louco, eles iriam sofrer. Lembra que eu lhe disse o que ele planejou para a sua morte? Ele disse "Ninguém vai chorar quando eu morrer, portanto, juntem todos os melhores do povo, na terra de Israel, todos as melhores pessoas na cidade de Jerusalém. Coloque-os todos juntos e no momento em que eu morrer mate-os todos para que fiquem de luto na cidade quando eu morrer." Esse é o tipo de homem que ele era.

E assim eles estavam em pânico porque sabiam que se ele estava chateado, eles iriam sofrer as conseqüências. E de fato eles sofreram, porque não foi muito tempo depois, ele pegou todos os bebês menores de dois anos de idade em Belém e os arredores e assassinou todos eles. Eles tinham motivo de estarem incomodados. E assim Herodes estava agitado.

Agora vamos pegar de onde paramos na última vez no versículo 4. Duas semanas três versículos. Temos ue continuar, há 28 capítulos neste livro. Agora, Herodes tinha que fazer alguma coisa. Assim, diz no versículo 4 "então, convocando todos os principais sacerdotes e escribas do povo, indagava deles onde o Cristo deveria nascer". Isso não é interessante? Muito interessante. Ele exigiu deles onde e quem nasceria? O Cristo. Você sabe, Herodes sabia que esse era mais do que um rei humano. Ele sabia que este era o Messias o ungido. Ele fez a conexão em sua mente. Ele estava vivendo em uma época em que a esperança de libertação através da chegada e obra do prometido Messias estava nos corações, nos lábios de muitos, e ele sabia que o rei dos judeus e o Messias de Israel eram o mesmo. Ele sabia disso.

Ele sabia que havia mais do que a humanidade aqui. Ele sabia que havia divindade aqui. Ele, assim como os magos, sabiam disso. É incrível que sua reação foi tão diferente, não é mesmo? Um decide adorar o outro decide matar. Ele entra em pânico e está com raiva. Ele é fiel à sua mente intrigante, e ele é muito astuto para matar os Magos e provavelmente também impotente porque havia mil soldados persas provavelmente e seu próprio exército estava ausente em alguma outra escaramuça. Ele tinha pouca escolha e ele não queria matá-los de qualquer maneira, porque se ele matasse os Magos ele mataria a fonte de suas informações sobre a criança. E a criança que era o rei em potencial, não seria descoberta e e ficaria incólume, e de qualquer maneira ele não se importava com os Magos. Tudo o que ele fez foi querer se livrar da criança, então ele choca sua trama no versículo 4. E a primeira coisa que ele faz é reunir o sumo sacerdote e os escribas do povo, juntos.

Agora, já passamos muito tempo conversando sobre os Magos, muito tempo da última vez falando sobre Herodes, e agora quero que você conheça outras pessoas este sumo-sacerdote e os escribas. E você pode muito bem conhecê-los agora porque eles vão estar estourando dentro e fora da cena todo o relato de Mateus.

Em primeiro lugar, vamos olhar para os sumos sacerdotes. Agora, nos evangelhos - e teremos que voltar um pouco, e eu vou lhe dar muito de fundo para que você tenha uma boa aderência sobre quem são. Nos evangelhos, a palavra sacerdote ou o termo sacerdote, é restrito, ouça agora, ao elenco judeu que ministrava no templo. Ora os judeus tinham uma espécie de sistema de elenco no sentido dos levitas. Havia fora do povo de Israel uma tribo com classificação especial. Eram os levitas. O sacerdócio constituído. De fato se você não fizesse parte dessa família hereditária, se você não estivesse na genealogia, você não tinha direito de ministrar no templo. Eles literalmente corriam o país porque a política e a teologia eram uma na teocracia, onde Deus reinava. Teocracia significa governado por Deus, como democracia significa governado pelo povo.

E assim eles tinham esses sacerdotes, e eles realmente governavam o país. Mas dentro dos sacerdotes havia vários grupos e eu quero que você entenda quem eles eram. Primeiro, havia os sumos sacerdotes, os sumos sacerdotes. Este é o número um. E aliás supunha-se ser apenas um de cada vez, mas havia muitas vezes, muitas dessas pessoas por ali. O sumo sacerdote era o único sacerdote que tinha permissão para fazer, o quê? Para entrar no santo dos santos. Uma vez por ano em Yom Kippur - os judeus ainda comemoram aquele dia de expiação - o sumo sacerdote entrava, entrava no lugar santo, entrava no templo de volta ao santo dos santos, e ele espargia o sangue no propiciatório para fazer a expiação pelos pecados de toda a nação para aquele ano. E só o sumo sacerdote podia fazê-lo, só os sumos sacerdotes podiam fazê-lo uma vez por ano e os sinos eram colocados em sua túnica porque eles queriam ouvir que ele ainda estava se movendo por lá. Porque se ele entrasse lá com o pecado em sua vida o que acontecia? Ele era morto no local. E quando o sino parava de tocar, você sabia que algo estava acontecendo. E então eles colocavam pequenos sinos em sua túnica para que eles pudessem ouvi-lo se movendo por lá até que ele saisse. E ele não ficou muito tempo e ele só entrou uma vez. Era o sumo sacerdote.

  Agora, ele, em virtude desse direito, era a mais alta eminência em Israel. Quer dizer, ele estava realmente lá no topo. Ele servia como presidente do Sinédrio e Sinédrio isso significa 70. Havia 70 anciãos como num congresso ou um senado, eram como um senado. Havia 70 destes homens, governantes, e ele era o presidente. Isso constituia o senado. Isto também constituia a corte suprema judaica. Eles fiziam as leis e defendiam as leis. Eles tomavam todas as decisões judiciais, bem como faziam todas as leis. Eles tinham o ramo judicial e o senado em uma unidade, o Sinédrio, e ele era o líder.

Tremendo poder político e religioso tinha o sumo sacerdote. Ele presidiu, por exemplo, sobre o julgamento de Jesus. Ele presidiu o julgamento dos primeiros apóstolos Estevão e Paulo. Esses homens tinham um tremendo poder. E por falar nisso é muito interessante que às vezes os sumos sacerdotes eram removidos de seus postos por razões políticas, certo?, a coisa se deteriorou. E os romanos poderiam até mesmo querer um sumo sacerdote diferente. Por alguma razão, historicamente, os sumos sacerdotes às vezes, por volta do tempo de Cristo, eram colocados para fora do assento, e outro era colocado ali. E isso foi verdade no tempo de Jesus. No tempo de Jesus, você tem duas pessoas no Novo Testamento referidas como sendo o sumo sacerdote; Um é Anás e o outro é Caifás. Ambos eram os sumos sacerdotes; Anás primeiro, Caifás mais tarde. Anás foi deposto; Caifás tomou seu lugar, mas Anás ainda está por perto e ainda é chamado de sumo sacerdote.

E pode ter havido vários destes por ali. Na verdade pode ter havido períodos em uma grande parte da história de Israel, quando havia vários deles. E havia ali uma tremenda aristocracia de poder e prestígio político. Então, eles eram realmente líderes. E você vai ver os sumos sacerdotes, às vezes é Caifás, às vezes Anás, Anás estando nos bastidores do poder, na verdade por trás de Caifás.

Em segundo lugar havia outro tipo de sacerdote e era chamado o capitão do templo o capitão do templo. Ele era o próximo em importância para o sumo sacerdote. Ele era o chefe da polícia do templo. Agora, Israel tinha sua própria força policial e eles também eram sacerdotes de qualquer forma. Os sacerdotes eram as pessoas que executavam as ordens e a direção para o país. Assim, o capitão do templo era o chefe de polícia do templo e ele tinha o poder de prender pessoas. E de qualquer forma, ele era nomeado pelo sumo sacerdote da família do sumo sacerdote; ele ou uma das famílias líderes. Em outras palavras esse sujeito era o fantoche para o sumo sacerdote. Ele tinha o poder de prender. Então se o sumo sacerdote queria alguém preso, ele dava orens que prendesse, ou não teria seu emprego. Ele realmente exercia isto.

Então, o terceiro tipo de sacerdote, chamaremos os principais sacerdotes. Agora, ouça, o principal sacerdote não é um título oficial. O sumo sacerdote é composto por este sumo sacerdote e todos os ex-sumos sacerdotes por ali. OK? O capitão do templo, e depois alguns outros sacerdotes que você chamaria de aristocracia. Estes formavam o grupo seleto de superintendentes do templo, o tesoureiro de todo o templo, e poderia ter havido muitos deles, os administradores do templo, e todos o pessoal no Sinédrio dos quais havia 70. Estes são os principais sacerdotes - o Sinédrio, os tesoureiros,que recolhiam o dinheiro dos 13 receptáculos em forma de sino no pátio das mulheres onde o povo depositava todo o seu dinheiro, os administradores, bem como os sumos sacerdotes e o capitão do templo. Então o que você realmente tem nos sumo sacerdotes é a aristocracia, a confiança, do cérebro, o poder político e os costas quentes, em termos de Israel. Estão todos lá.

Agora, a propósito, atrás deles tinham muitas coisas do que se poderia chamar sacerdotes comuns dessa estrutura. Apenas sacerdotes. E aliás, eles eram diferentes da aristocracia. Eles não se encaixavam nos esquemas políticos e tudo mais. Havia 24, 24 cursos, 24 grupos deles, 24 grupos de sacerdotes. E em virtude disso eles só ministravam, eles só ministravam em intervalos durante o ano, no templo. Eles vinham ao templo, por uma semana, duas vezes por ano. Se você fosse um sacerdote - normal, você era um dos mais comuns - vivia em outro lugar, ou talvez morasse em Jerusalém, tivesse um emprego, talvez fosse um carpinteiro, talvez fosse um pedreiro. Vocę faz tijolos. Talvez você fosse um pastor. Talvez você fizesse outra coisa. Eu não sei o quê, mas você tinha um emprego. E então uma semana, duas vezes por ano, você ia ao templo e atuava como sacerdote. São os sacerdotes comuns. Aliás, os historiadores estimam que provavelmente havia 18.000, na época de Jesus, e eles vinham atrás da aristocracia.

E quando diz em Atos capítulo 6 no versículo 7, eu penso que é lá, "Crescia a palavra de Deus, e, em Jerusalém, se multiplicava o número dos discípulos; também muitíssimos sacerdotes obedeciam à fé." Estou confiante de que era desse grupo de 18.000 sacerdotes comuns que essas pessoas foram salvas. Eles não são chamados chefes de sacerdotes ou qualquer outra coisa; apenas os sacerdotes. Assim em muitos aspectos fora do sacerdócio eles eram os sujeitos bons.

Agora, lá no final da fila, sob os sacerdotes comuns, estavam todos os outros levitas que tinham sua herança de Levi. Os ultimos da hierarquia. Eles tinham 24 cursos deles também. Só que, o que eles faziam não era oficialmente ministro no templo. Ouça isso, seu ministério era música. Música e o que era chamado serviço. Que tipo de serviço? Está aqui uma boa ilustração. A Mishná judaica, que nos diz muito sobre a história judaica, diz que eles eram os policiais do templo. Muito bem. Assim eles realmente não atuavam em um ministério espiritual. Eles eles eram policiais. E no entanto eles tinham um maravilhoso ministério espiritual na área da música, mas era um complemento ao ministério sacerdotal real, de fazer sacrifícios nos altares e tudo isso.

Então você está aqui. Há toda esse conjunto de atividades sobre os sacerdotes. No topo da lista está o sumo sacerdote e o capitão do templo, depois os principais sacerdotes da aristocracia, depois os sacerdotes comuns e então no fundo os levitas que ajudavam ao torno do templo, eram a polícia do templo e são mencionados, como você bem sabe, várias vezes no Novo Testamento no Livro de Atos, assim como no evangelho como veremos.

Agora, essas pessoas são a aristocracia e o comum. São os oficiais de todo o país judeu. E claro, sobreposto a toda essa estrutura, estava o governo romano, porque os romanos haviam feito um estado de bens móveis fora de Israel. Mas quando chegarem ao tempo de Jesus - e isto é o que eu quero que vocês lembrem - quando chegaram ao tempo de Jesus, os principais sacerdotes não são nada mais do que uma pilha de políticos corruptos que procuram seus próprios ganhos. Certo? As intrigas no templo são incríveis. Eles são políticos corruptos e desde o início - ouça isso pessoal - desde o início, eles são introduzidos em Mateus 2, no Novo Testamento, e desde o início eles estão em conflito com Jesus Cristo, e eles estarão em conflito com Jesus Cristo até que finalmente Ele morra na cruz. Uma vítima de suas mentiras, de suas tramas, de seus subterfúgios e de suas políticas.

De fato, a primeira coisa que Jesus fez, e que foi justamente quando Ele se envolveu em Seu ministério, Ele foi direto para Jerusalém caminhou direto para o templo, fez um chicote e limpou o lugar. E isso desencadeou tudo o mais. Quer dizer, Ele estava batendo no cerne da coisa que estava acontecendo em Israel, que era uma perversão da verdade de Deus. Ele limpou as coisas imundas do templo.

Mas esses sujeitos, esses sumos sacerdotes, eram os tomadores de decisão do país. Agora observe mais no versículo 4, você reúne todos os principais sacerdotes e os escribas. Agora o que são os escribas? Os escribas eram apenas pessoas de outras tribos, nenhuma em particular, que eram estudiosos e autoridades sobre a lei. Essas pessoas passaram a vida estudando a lei. Estes eram os estudiosos da Bíblia e com isso eu me refiro ao Antigo Testamento, obviamente. Eles não tinham um Novo Testamento. Então eles eram os eruditos do Antigo Testamento. Eles sabiam cada pequena coisa sobre o Antigo Testamento. Você sabe que Esdras era um escriba e é dito sobre Esdras, que Esdras memorizou todo o Antigo Testamento para que ele pudesse sentar e escrever um manuscrito, um pergaminho do Antigo Testamento do Gênesis até o fim da memória. Agora esses sujeitos estavam realmente interessados nisso. Eles eram grandes nas letras, aprendendo o Antigo Testamento. Eles eram os escribas e os estudiosos.

Agora observe que, alguns deles se juntaram ao partido dos Fariseus porque eram literalistas. Eram fundamentalistas. Eram legalistas. Crendo em tudo o que era dito da maneira como era dito. Por outro lado, alguns deles se juntaram aos saduceus porque eram os liberais, que queriam jogar fora muitas das Escrituras. Eles negaram certas coisas nas Escrituras como a ressurreição, como os anjos.

Então você tinha dois partidos teológicos os fundamentalistas e os liberais naquela época, mas ambos tinham seus escribas e seus estudiosos. E os escribas dos fariseus, ou os escribas dos saduceus, estavam sempre e sempre desafiando Jesus, não é mesmo? Vindo e tentando prendê-lo em Suas palavras. Então, aqui você tem as engrenagens políticas e os cérebros de Israel para começar, aqui mesmo em Mateus 2, a estar em desacordo contra Cristo. Aliás, os escribas mais tarde tornaram-se conhecidos como rabinos, e que são as raízes do que conhecemos hoje como rabinos. Eles eram os estudiosos da lei. Um rabino hoje não é alguém na linha do sacerdócio levítico. Nem sabemos quem são essas pessoas. Um rabino é aquele que é um escriba moderno.

Assim, Herodes reuniu os políticos e os teólogos. Deve ter sido muito perturbador para eles. Aqui os principais políticos nunca tinham ouvido falar deste novo rei, e aqui os principais teólogos também não sabiam nada sobre ele. Surpreendente. Eles não estavam exatamente por dentro. Na verdade eles foram subjugados por um bando de persas que chegaram de centenas e centenas de quilômetros de distância direto para debaixo de seus narizes ignorantes, e anunciar-lhes que um rei tinha nascido que não era outro senão o seu Messias. Temos notícias para vocês, que deveriam saber disso. Eles foram atacados por pagãos. Eles estavam em meio ao evento de todos os tempos, e nem sequer sabem disso.

Assim Herodes pergunta a essa aristocracia essas mentes confiantes de teólogos ele diz, "Agora onde é que o Cristo nascerá? Onde ele nasceu?" Há uma nota de rodapé interessante aqui e isso realmente não está no texto mas eu não pude deixar de pensar nisso. É incrível para mim que Herodes fez esta pergunta não porque ele queria realmente saber onde Cristo iria nascer a fim de que ele pudesse tomar conhecimento dessa verdade e aplicá-la corretamente, mas que ele poderia conhecê-la para usá-la para seus próprios fins. E eu nunca deixo de me surpreender quantas pessoas procuram certas informações na Bíblia para serem usadas para seus próprios fins, em vez de serem usadas da maneira que Deus projetou. Isso não está certo. Herodes investigou a Palavra de Deus para usá-la de uma maneira pecaminosa contra a vontade de Deus. A Bíblia não deve ser abordada assim. É para ser abordada com um senso de santidade, um senso de temor e uma resposta de obediência. Ele queria saber, mas não pelas razões certas.

Agora ele devia ter sabido sem perguntar. Você sabe que era do conhecimento comum onde o Messias nasceria? Todo mundo sabia disso. Nem sequer havia qualquer dúvida sobre isso. "Então, os que dentre o povo", diz João 7:40 "tinham ouvido estas palavras diziam: Este é verdadeiramente o profeta, outros diziam: Ele é o Cristo; outros, porém, perguntavam: Porventura, o Cristo virá da Galiléia? Não diz a Escritura que o Cristo vem da descendência de Davi e da aldeia de Belém, donde era Davi?" Agora aqui está Jesus, vindo. Ele diz algumas coisas em João 7 e a multidão começa a gritar "Ei talvez este seja o Cristo". E alguém diz "Não pode ser o Cristo, porque todos sabemos que Cristo não vem da Galiléia; Ele está vindo de Belém." Era conhecimento comum. Herodes deveria ter sabido disso. E talvez seja isso, talvez ele não soubesse, mas ele só queria ter certeza. Ele não queria perder tempo. Ele não estava muito confiante. Ele queria uma declaração oficial das mentes confiantes. É tão incrível. É tão incrível o que eles deram a ele.

Versículo 5, disseram-lhe, "Em Belém da Judéia, responderam eles, porque assim está escrito por intermédio do profeta: E tu, Belém, terra de Judá, não és de modo algum a menor entre as principais de Judá; porque de ti sairá o Guia que há de apascentar a meu povo, Israel." Eles citam a Escritura para ele. Eles citam Miquéias capítulo 5 e versículo 2. E eles dizem que ele vai nascer em Belém. Essa é a palavra oficial do Profeta Miquéias. Surpreendente. Eles sabiam disso, e no entanto, não prestavam absolutamente atenção aos acontecimentos de Belém que já haviam ocorrido há meses e sem dúvida os pastores haviam deixado saber que tal ocorrera. Quem era Miquéias? Miquéias era um profeta. Leia esse pequeno livro quando puder. É um livro fantástico.

Miquéias - deixe-me falar sobre ele. Miquéias era um profeta que trovejava denúncias. Miquéias tinha uma, tinha uma torrente de coisas saindo dele. Miquéias não era um daqueles sujeitos que só aparecia para dizer a todos como eles são legais. Miquéias não era um afirmador; Miquéias era um denunciante. Miquéias trovejava contra os falsos governantes de seu tempo. E depois que ele tinha denunciado os governantes falsos, ele olhou para adiante, através dos séculos, e ele disse "Um dia desses um verdadeiro governante virá. Um dia destes, um grande governante. Um dia desses dias o rei, o Messias e vocês saberão, porque ele vai nascer em uma pequena cidade, a cidade de Belém uma vez chamada de cidade onde Davi coloca sua casa." A voz de Miquéias é a voz de um profeta. A voz de um profeta que proferiu o anseio de uma nação, uma nação que chorou e lamentou por seu rei. E Miquéias disse "Ele virá. Ele virá e todos os falsos governantes serão postos de lado e Ele será o verdadeiro governante e ele virá em Belém.”

E Mateus diz que os principais sacerdotes e os escribas disseram "Em Belém da Judéia, responderam eles, porque assim está escrito por intermédio do profeta" e eles continuam a citá-lo. Eu amo o que Mateus faz. Ele acrescenta um pequeno toque no final do versículo 6. "E tu, Belém" e pode ser bom, eu não tenho certeza sobre isso, então eu não vou ser dogmático, mas pode ser que os escribas ou os principais sacerdotes e os escribas mencionaram apenas o versículo 5 e talvez Mateus acrescentou o versículo 6. Pode ser que Mateus realmente coloca em Miquéias 6, e a razão porque eu digo isso é porque há uma adição no final do versículo que não está em Miquéias 5 que certamente não viria dos principais sacerdotes e escribas, mas teria vindo de Mateus "E tu, Belém, terra de Judá, não és de modo algum a menor entre as principais de Judá; porque de ti sairá" e então Mateus solta essa, e isto é bonito, "o Guia que há de apascentar a meu povo, Israel". A palavra apascentar lá é a palavra no grego para pastorear. Agora isso não está em Miquéias.

E vocês sabem o que é tão maravilhoso nos escritores do Novo Testamento - agora me ouçam - os escritores do Novo Testamento quando citavam o Antigo Testamento nem sempre citavam exatamente o Antigo Testamento. Você sabe porque? Porque os escritores do Novo Testamento foram igualmente inspirados por Deus e eles tinham o direito de alterar essas coisas de acordo com aquilo que o Espírito de Deus estava recentemente revelando-lhes na época, para que eles tomassem uma porção daquela verdade do Antigo Testamento e então eles acrescentassem àquela coisa especial que o Espírito de Deus queria para o momento na época do Novo Testamento. E havia uma maravilhosa mensagem no que Mateus disse. O que Mateus estava realmente sugerindo era, "Chegará um governador, um governador que pastoreará o meu povo Israel". O que ele realmente estava dizendo era o quanto você gostaria de trocar um Herodes por um pastor? Quanto você gostaria de trocar um demagogo? Quanto você gostaria de trocar um assassino? Quanto você gostaria de trocar um encenador? Quanto você gostaria de trocar um homem que era odioso e assassino, por um pastor que amaria e cuidaria de seu rebanho? Vê? Que coisa linda.

Eles sabiam a diferença. E assim temos a citação de Mateus, eu acho que é o versículo 6 de Mateus. Acho que os principais dos sacerdotes e os escribas disseram, "Em Belém da Judéia, responderam eles, porque assim está escrito por intermédio do profeta" e então Mateus acrescenta o que vem em seguida. Isso é fabuloso. Isso é fabuloso. Você diz, o que você quer dizer? Ouça. Cada, cada hebreu no mundo, cada judeu no mundo - e deixe-me levá-lo diretamente no início. Tenho um grande amor por Israel. Acredite em mim. Estive há algumas vezes e há algo sobre esse lugar que atrai meu coração mesmo quando não estou la. E eu tenho um grande amor pelo povo judeu. Você sabe que todos os melhores amigos que eu tenho no mundo são judeus. Isso é verdade. Jesus, Paulo, Pedro, Davi, Moisés, Rapaz, todos eles. Todos eles. Eu passo mais tempo com o povo judeu do que qualquer outro. Eu vou para meu escritório seis horas por dia e eu leio esses judeus diversas vezes. Mateus, judeu. Ah, eu estou começando a amá-lo também.

Veja eu não tenho nenhum problema com isso. Estou apenas tentando dizer o que a Palavra de Deus diz. E cada judeu na história é confrontado com Miquéias 5:2. Ei, o profeta disse que nasceria em Belém. Jesus nasceu em Belém. O que você vai fazer com isso? Quer ouvir outra coisa? Até os principais sacerdotes e os escribas, os principais políticos, e os principais teólogos disseram que ele nasceria em Belém como disse Miquéias. Agora, ouça-me, quando alguns judeus vierem hoje e disserem bem o Messias não é uma pessoa é uma atitude. Eu digo a vocês, bem eles não pensaram assim no tempo de Jesus. Os antigos rabinos não pensavam assim. Eles disseram que era uma pessoa porque uma atitude não pode nascer em Belém mas uma pessoa pode. Ou dizem que a idéia de Messias é a idéia da perfeição de um reino judaico. Você não pode ter a perfeição de um reino judaico nascida um dia em Belém também. O Messias é uma pessoa, um indivíduo, não uma nação, e não uma atitude, e seu nascimento deve ocorrer em Belém.

E ouçam, se Jesus não é o Messias, então de que está falando Miquéias? Sobre o que estão falando os escribas e os principais sacerdotes, e sobre quem Mateus está falando, ele que era um judeu devoto? Os do sinédrio disseram que era Belém. O profeta Miquéias disse que era Belém. Mateus disse que era Belém. Era Belém. E toda a história se junta para concordar que o Messias nascerá em Belém exatamente onde Jesus nasceu. E curiosamente, Deus teve que fazer com que os romanos fizessem um decreto para levar José e Maria lá para que Ele pudesse nascer ali. Ele tem todos trabalhando em Sua vontade. É incrível. Esses literalistas ortodoxos com perfeito conhecimento, nunca foram tocados em suas almas. Ah rapaz, se eu pudesse dizer-lhes o golpe de morte do legalismo. Então, eles são indiferentes, os principais sacerdotes e escribas. Aliás, eles não ficaram indiferentes por muito tempo. Mais tarde eles se tornaram odiosos, conspiradores venenosos, assassinos. E o tempo todo desde a indiferença de Mateus 2 até as conspirações e os assassinatos no final do Evangelho de Mateus, todos eles tinham pleno conhecimento de todas as profecias sendo cumpridas por Jesus Cristo, e eles rejeitaram tendo plena informação.

E Jesus até lembrou-lhes que tudo o que tinham de fazer era verificar as Escrituras, que se supunha serem tão especialistas. Em João 5:39 ele diz, "Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de mim." Vocês são especialistas.

Assim, vemos imediatamente - agora observe isso - vemos imediatamente que eles estão divididos em três grupos. Grupo número um, em resposta a Jesus Cristo, é o grupo que poderia ser caracterizado como do ódio e hostilidade; o ódio e a hostilidade. Herodes tinha medo que esse bebê interferisse com sua vida. Ele estava com ciúmes temeroso. Ele não queria que esse bebê se intrometiesse em sua vida perturbando seu carrinho de maçã, mudando coisas, e ele tentou eliminá-lo. E algumas pessoas ainda se sentiam assim 33 anos depois e buscavam fazer isso. E você quer saber uma coisa? Algumas pessoas se sentem assim hoje. Jesus é uma interferência em sua vida. Ele os incomoda. Ele perturba seus planos. E se eles tivessem sua escolha eles o eliminariam. E Jesus em João 15 disse aos seus discípulos, Se o mundo odeia vocês, não se surpreendam se me odiarem. E quando vocês sairem eles os odiarão, colocarão vocês na prisão e eles os matarão e pensarão que estão servindo a Deus ao fazê-lo. Portanto há o ódio e a hostilidade.

Segunda categoria - e o ódio e hostilidade são exemplificados por Herodes. A segunda categoria é o que eu chamo de indiferente, indiferente. E o indiferente é caracterizado pelos principais sacerdotes e pelos escribas. Estavam tão ocupados com a teologia, estavam tão absorvidos em suas intrigas políticas e em seus jogos para ganhar poder, estavam tão ocupados em ganhar dinheiro no templo e gastar o dinheiro o mais rápido possível em detrimento do povo, estavam tão perdidos em toda a sua religião que nem sequer lhes importava que Ele nascesse. Eles eram apenas indiferentes. E há muitos como eles hoje e eu sempre penso em Lamentações, onde Jeremias abençoa seu coração clama a Israel e ele diz "Não vos comove isto, a todos vós que passais pelo caminho?" Quer dizer, vocês podem ser indiferentes? Talvez este seja o pior. Sempre penso no poema de Studdert Kennedy. Diz "Quando Jesus veio ao Gólgota penduraram-no em uma cruz, e usaram grandes cravos. Eles usaram grandes cravos em Suas mãos e pés e fizeram um calvário; Coroaram-no com uma coroa de espinhos, vermelhas eram Suas feridas e profundas, pois eram dias cruéis e a carne humana era barata. Quando Jesus veio ao nosso Birmingham eles simplesmente passaram por Ele, nunca machucaram um cabelo dele, apenas o deixaram morrer; Porque os homens se tornaram mais tenros, não lhe deram dor, apenas passaram pela rua e deixaram-no na chuva. Ainda assim Jesus clamou "Perdoa-os porque não sabem o que fazem" e ainda chovia a chuva de inverno que o inundava; A multidão foi para casa e saiu das ruas, sem uma alma para ver, e Jesus agachado contra uma parede, chorou pelo Calvário." Studdert Kennedy está dizendo que preferia ter o ódio do que a indiferença.

E em terceiro lugar, houve um culto de adoração oferecido por quem? Pelos Magos. E é sempre assim com Jesus. Alguns são hostis, alguns são indiferentes, alguns estão adorando e os adorados.

Assim temos a chegada e a agitação. Vejamos no versículo 7. "Com isto, Herodes, tendo chamado secretamente os magos", desta vez ele pensou que deveria ter uma reunião particular, se tivesse outra reunião pública com esses sujeitos, todos saberiam realmente que algo estava acontecendo. Então ele teve uma em particular. E ele "inquiriu deles com precisão quanto ao tempo em que a estrela aparecera." Aqui, pessoal, eu chamo isso de atuar, porque este tem que ser um dos maiores atos de hipocrisia em toda a Bíblia. Esse sujeito é tão falso e os homens sábios não sabem disso. Eles são do oriente, eles não sabem o que está acontecendo. A primeira reunião foi pública, mas esta reunião vai ser secreta porque Herodes tem um despertamento em sua mente de um plano astuto. A grande mentira. E os principais sacerdotes e os escribas saberiam; Os sábios não saberão e será realmente sutil.

Ele não disse quantos anos tem a criança mas ele disse "Quando surgiram as aparições?" e eu acho que ele fez isso para brincar com a astrologia e seus interesses astronômicos. Fale-me sobre essa estrela. Vocês são grandes nas estrelas me fale sobre isso. Quando isso apareceu? Como se fosse a astronomia que era seu interesse. Seu verdadeiro interesse era matar o bebęzinho. E pelo jeito, é interessante que a estrela agora não seja visível. Eles a viram no Oriente, desapareceu e partiram, e vieram a Jerusalém e não a viram desde então. A que horas a estrela apareceu?

Diz que investigou-os com diligência, e a palavra em grego é exatamente, quer dizer, me digam o dia. Quero saber quando o bebê nasceu. E não sabemos qual foi a resposta deles mas, obviamente, Herodes imaginou que se ele matasse todos com dois anos ou menos conseguiria com certeza atingi-lo. Talvez eles lhe disseram que foi um período de seis meses, e ele calculou bem, apenas por segurança, vou eliminar todos com dois anos ou menos no caso de a estrela estar um pouco atrasada.

E mais, no capítulo 2, versículo 16 diz que ele matou todos eles. Com base em que, a partir de dois anos de idade e mais jovens, versículo 16 "conforme o tempo do qual com precisão se informara dos magos." Ele queria saber. Que hipócrita. Versículo 8. "E, enviando-os a Belém, disse-lhes: Ide informar-vos cuidadosamente a respeito do menino; e, quando o tiverdes encontrado, avisai-me, para eu também ir adorá-lo." É muito feio não é. Aqui estava o bendito, glorioso, majestoso Filho de Deus. Aqui está, aqui está o tolo dos tolos. Em vez de cair aos Seus pés, deseja tirar a Sua vida. Que tolo. Ele mataria o Salvador o único Salvador. E assim os Magos tornaram-se ferramentas inconscientes para a destruição do Messias pensando que estavam sendo úteis.

Eu amo a sutileza de Mateus - eu só pensei nisso - a sutileza de Mateus. Ele está novamente enfatizando que Cristo é o rei, não apenas por Sua linhagem, não somente por Sua homenagem, mas por Sua rejeição. Se Ele não fosse um rei você acha que este rei ficaria chateado com Seu nascimento? Não. Ele é um rei e Mateus insiste nisso de todas as maneiras que ele pode. Assim, a chegada, a agitação, a atuação e agora a adoração. A viagem é completada para os Magos no versículo 9, e isto verá[emos muito rapidamente, você se lembra disso, tão bonito, "Depois de ouvirem o rei, partiram; e eis que a estrela que viram no Oriente os precedia, até que, chegando, parou sobre onde estava o menino." Aí está sua velha amiga a estrela. Que dia, que dia de alegria. Veja a estrela. Versículo 10 "Quando viram a estrela" - o quê? - "regozijaram-se com grande alegria". Eles haviam visto aquela coisa no oriente. Ela tinha ido embora. Eles haviam chegado até Jerusalém, e não sabiam exatamente para onde ir ou o que fazer a seguir, e havia a Shekinah de Deus novamente e eles sabiam que estavam na pista.

Uma nota interessante por sinal no versículo 9. A estrela que viram no oriente, literalmente no grego diz a estrela que eles viram em sua ascensão. A estrela que eles viram em sua ascensão. Em outras palavras, a estrela eu acho que nunca antes existira e viram que ela veio à existência. Isso significa muito mais do que apenas aparecer em uma área. A estrela que apareceu em sua ascensão. E não a Shekinah, aparece novamente. E agora eles realmente conseguiram isso. Eles receberam uma revelação do sinal de Deus, e eles receberam a Palavra de Deus, Miquéias 5:2 e essas duas coisas convergem em Belém e vão direto para uma casa. É por isso que eu digo que não seria uma estrela verdadeira, porque seria muito difícil para uma estrela real cair em cima de uma casa sem queimar toda a terra. Shekinah de Deus é descendente no Antigo Testamento muitas vezes; simplesmente desceu bem em cima daquela casa. Eles estavam tão felizes.

Verso 11 "Entrando na casa" e por este tempo eles estão em uma casa não num estábulo mais. O bebê tem alguns meses de idade agora, e eles encontraram um lugar para ficar até que eles possam ganhar força para ir onde quer que Deus lhes diga para ir, porque eles sabem que é uma nova vida para eles. Eles têm o Filho de Deus agora. Eles não podem simplesmente voltar a fazer o que faziam, a menos que Deus lhes diga, e eles estão esperando. Então eles estavam em casa. Quando entraram na casa "viram o menino com Maria", aliás, sempre que Maria e o bebê são mencionados no versículo 11, versículo 13, versículo 14, versículo 20 e versículo 21, o bebê sempre é mencionado primeiro. A preocupação é com a criança. Charles Wesley colocá-o desta forma "Velado pela carne, a Divindade se vê, aclamada a divindade encarnada." Isso está certo. Então entrando "viram o menino com Maria, sua mãe. Prostrando-se, o adoraram" não a ela. Observe isso, por favor. Não eles mas quem? Ele. Eles O adoraram. Eles o honraram como um rei. Eles fizeram o que você faz somente aos deuses. Eles caíram de joelhos e O adoraram e a adoração pertence somente a Jesus Cristo, somente a Deus, a nenhum outro, pois nenhum outro é digno.

Aquelas pessoas que, lembra, tentaram adorar os apóstolos. "Não, não me adorem" disse Paulo. Eles tentaram adorar Pedro em Cesaréia, "Não, não me adorem." João tentou adorar um anjo em Apocalipse. "Não" ele disse "Não faça isso." Eles adoraram bem aqui, e não houve repreensão; Nenhuma mesmo. Você está fazendo o que deveria fazer. Ninguém disse para levantar-se, levante-se. Ah, não. Este era Deus. Este era o rei. Eles fizeram bem.

Ah, eu lhe digo, em algum lugar ao longo do caminho, eu acho que talvez tenhamos perdido a arte da adoração na igreja americana. Vocês conhecem aqueles pastores que lhes apresentei esta manhã da África do Sul? Foi interessante. Eles fizeram vários comentários interessantes sobre a igreja americana. Esta é a primeira vez que eles estiveram aqui. E um de nós estávamos almoçando um dia e eles me disseram, "Sabe John", eles disseram, "Parece-nos que há dois problemas na igreja americana como nós a vemos". E eu disse, "O que?" Isso antes de eles terem vindo até mesmo aos nossos cultos, e eles estavam apenas compartilhando seu coração. E eu disse "Quais são?" Eles disseram "Número um, elas não parecem ter uma teologia. Elas não sabem no que acreditam. Fazem muitas coisas. Elas têm programas, sentimentalismo e emocionalismo. Elas não sabem no que acreditam. Em segundo lugar, elas não sabem o significado da adoração." Eu pensei, essa era uma observação muito interessante. Você sabe, somos um grupo muito ocupado. Vocę sabe, quando temos alguém que se converte, imediatamente, rapaz, queremos introduzi-lo ao ministério. Para nós salvar é para servir. Eu odeio isso. Salvar para servir. E você vai a um seminário de pastores e eles entram em um acordo e dizem, agora queremos dizer a vocês que, uma vez que vocês agora têm esse sujeito que foi salvo, devem levá-lo para participar da igreja e quando ele se juntar à igreja dar-lhe um emprego. Faça com que ele trabalhe para o Senhor.

Isso é realmente ridículo. A única razão para servir ao Senhor está fora do transbordamento de sua adoração. Você sabe, eu vou lhe dizer honestamente, eu não,... isso me incomoda. É por isso que você à Grace Church, e você vem aqui por muito tempo e ninguém vai chegar até você e dizer "Você ainda não se tornou membro da igreja? Se você o fizer, você tem um emprego." Diga, espere um minuto, você sabe onde eu estou. Estou apenas tentando adorar o Senhor, veja. Eu não sei, você sabe, então eu nem sequer olho para o meu ministério como salvar para servir. Eu sou salvo para adorar. E da explosão da minha adoração eu confio que estarei abençoando a uma outra pessoa. Eu nem sequer, sabe, sei alguma coisa, isso pode chocar você, eu nem mesmo preparo sermões para você. Eu não faço isso. Eu agora, eu tenho este texto eu acho que vou fazer um sermão. Não. Pego o texto e me aproximo dele e quero aprender sobre a glória de Deus a partir disto. E depois que passei uma semana inteira estudando isso e vendo Deus ali, espero cair aos Seus pés e me curvar em louvor como se o curvar em adoração, nesse transbordamento, um sermão fosse realmente fácil. Nós somos salvos para adorar em primeiro lugar. Eles fizeram o comentário que em algumas igrejas onde eles realmente ensinam a Bíblia, parecia-lhes que eles adoravam o ensino em vez de Cristo. É meio triste.

Bem eu tenho que me apressar aqui. Falei uma hora. Vou encerrar em apenas um minuto.

Então eles adoraram. Sabe, se isso não incomoda você, você sabe que Deus não quer cantores famosos e obreiros famosos e todos famosos. Ele só quer adoradores que O louvem e O adorem. Lembro-me de Fred Barshaw, eu acho, dizendo, ele escreveu em nosso pequeno manual que desonramos Deus tentando - eu não sei quem originalmente disse, talvez fosse ele - nós desonramos a Deus tentando servi-Lo sem realmente conhecê-Lo. Porque você sabe o que acontece, nosso culto fica todo manchado. Mas enquanto servimos no transbordamento da adoração, Ele está no controle do culto para Sua glória.

Então eles adoraram, e adoraram dando, e essa é uma ótima maneira de adorar. Você diz, oh agora nós vamos quebrar o espírito de adoração para levar a oferta. Isso não quebra o espírito de adoração. Eu costumava pensar assim há muito tempo. Agora, como poderíamos colher a oferta fora do culto, porque é tão grosseiro. E um dia eu percebi que eles vinham adorar. Como eles adoravam? Eles não trouxeram um grande órgão e ir Hmmmmm. Eles fizeram isso, eles não arrastam em uma janela de vitral e olham para ela. Eles não subem em uma colina e fazer isso. Como você adora? Uma maneira muito tangível. Eles adoraram com o quê? Doando, doando. A expressão de louvor. O que eles deram? Eles deram algumas coisas muito boas - ouro incenso e mirra. Produtos fascinantes. Ouro năo nem falar. Você sabe o que é o ouro. O ouro era uma coisa super, super valiosa; ainda é. Aliás, o ouro era usado apenas para as melhores coisas. Era usado extensivamente na construção do templo e de todo o seu conteúdo. Leia 1 Reis 5 a 7, segundo Crônicas 2 a 5, o ouro foi usado. Era usado como jóia. E se você fosse realmente rico você poderia usá-lo como utensílios. Valioso.

E quanto ao incenso? Puro incenso. E incidentalmente, uma incisão foi feita na casca de uma árvore que cresce na Arábia. E a seiva resultante saiu, e esta seiva era branca. Isso era incenso. Na verdade eu acho que a palavra original do Antigo Testamento hebraico é a idéia desta seiva branca, e tinha vários usos. Era usado, obviamenta, para ser uma fragrância. Exalava uma fragrância perfumada. Era usado na oferta de refeições, de Levítico 2, quando o perfume, simbolicamente, subia a Deus. Foi usado no Cântico de Salomão em um casamento. Quer dizer, quando você se preparava para o seu casamento você colocava essas coisas e você cheirava muito bem. Perfume é uma coisa antiga, pessoal. Incenso.

Então havia mirra, uma pequena árvore na Arábia, uma pequena árvore. Também exalava um belo perfume. Isso era mirra. Eles usavam em Provérbios para perfumar a cama, para vestir suas roupas. Era a essência primitiva. Essência básico. Esta era a mirra básica. Cinco dias de mirra. De qualquer forma, de acordo com Ester capítulo 2, quando Ester estava começando todos os preparativos para entrar diante do rei, ela colocou mirra para cheirar bem. E também a mirra foi usada na mesma procissão nupcial onde o incenso era usado. Era misturada com vinho em Marcos 15, servia como um anestésico e foi usada em João 19 na preparação do corpo de Jesus para o sepultamento.

E assim havia ouro, muito precioso. Havia incenso, um belo cheiro de incenso e havia mirra, um unguento encantador e perfumado. Agora o significado foi muito além do uso natural de cada presente. Eles eram apenas presentes adoráveis; Muito, muito valioso. Na verdade, eu, pessoalmente, acredito que esta pobre família José e Maria, que não tinha nada, e José agora estava afastado de seu trabalho, eles foram de certa maneira enviados para o Egito, lembra-se, por Deus. Eles não tinham como sustentar-se no Egito. Ele teria tido um momento difícil em uma cultura estrangeira estabelecendo-se, e estou muito confiante de que o ouro, o incenso e a mirra eram os recursos, a conta bancária que foi usada para sustentar a pequena família quando eles começaram, antes de finalmente retornarem de volta a Nazaré e ele retomar seu antigo ofício. Esta era a sua subsistência. Este foi o seu suporte. Coisa valiosa.

Mas deixe-me ir um passo adiante apenas para concluir. O ouro é um presente para um rei. O ouro é associado a um rei. José, quando estava no Egito e era o vice-regente ao lado do rei, diz que lhe foi dada uma corrente de pescoço de ouro. Daniel, também, recebeu ouro quando estava ao lado do rei. Reis na Bíblia tinham coroas de ouro cetros de ouro. Salomão tinha ouro em todo o lugar. E uma descrição de Salomão em 1 Reis 10, o ouro é mencionado dez vezes. O ouro era o presente para um rei. E o que Mateus está nos contando? Jesus é o quê? Rei. Ele é um rei. Ele é um rei. E encontramos Jesus em termos de Sua realeza.

Quando você vem a Jesus, me ouça, pessoal, quando você vem a Jesus como eu disse na semana passada você é um senhorio Salvacionista. Lembra-se dessa frase. Você vem como estando sujeito a um rei a um senhor. Nelson, o grande almirante, sempre tratava seus adversários vencidos com grande bondade e cortesia. Após uma de suas vitórias navais o almirante derrotado foi trazido a bordo do navio de Nelson, no tombadilho de Nelson. E conhecendo a reputação de Nelson, por cortesia, este almirante derrotado queria realmente demonstrar sua cortesia, e assim ele avançou pelo tombadilho com o seu braço estendido para apertarem as mãos, Nelson, se conta, permaneceu ao seu lado. E ele disse "Sua espada primeiro senhor e depois sua mão." E assim é antes de sermos amigos de Cristo devemos ser súditos de seu senhorio. E então eles vieram e disseram que Ele é um rei. Eles disseram isso com um presente.

E então havia mirra. O que era mirra? A mirra é o presente para um mortal. É um perfume para tornar a vida um pouco menos mal cheirosa, para tornar o enterro um pouco menos repulsivo. A mirra era o presente para um homem mortal. E ele era um homem. Na verdade a mirra era especialmente o presente para alguém que morreria. Ele era um homem e ele morreria. Desde o início ficou claro que ele iria morrer. Todos viram esse retrato por Holman Hunt, que pintou alguns retratos bonitos de Jesus. Ele tem uma foto de Jesus como um garotinho na oficina de carpinteiro e o sol está se pondo no oeste e a casa está virada para o oeste e o menino Jesus está à porta. E como o sol brilha através da porta, Ele está esticando Seus braços como um menino depois de um dia difícil de ajudar Seu pai e o sol lança na parede traseira da casa uma grande cruz. E essa foi a maneira de Holman Hunt dizer que ele nasceu para morrer. Ele era mortal. Estava claro desde o início. E assim um presente para um rei e um presente para um homem. Ele era ambos.

E havia incenso. O grande e velho erudito, pai da igreja primitiva cujo nome era Orígines, disse, "Este é o presente para Deus." O incenso fala da divindade. O incenso sempre foi oferecido a Deus. Era uma fragrância que subia a Deus. No Antigo Testamento era guardado na frente do templo em uma câmara especial e era tomado e adicionado às ofertas. Era polvilhado de modo que o doce sabor se elevasse a Deus. E em Êxodo 30, diz que o incenso é para Deus não para o povo. Na verdade, e eu amo isso, Ezequiel 16:18, Deus diz, "o meu perfume puseste diante delas." "É o Meu incenso". Ele foi usado até mesmo no santo dos santos. E assim eles vêm, e com ouro eles dizem que Ele é um rei, com mirra eles dizem que Ele é um homem e com o incenso eles dizem que Ele é Deus. Agora talvez eles não soubessem que disseram tudo isso mas esse é um belo simbolismo disso.

Assim temos, a chegada, a agitação, a atuação, a adoração e finalmente o versículo 12 a evasão. E Deus guiou esses Magos maravilhosos. Ele queria que eles levassem a mensagem do rei de volta à Pérsia, a mensagem do novo o Messias, o ungido. E assim eles foram avisados por Deus, em um sonho que eles não deveriam retornar a Herodes para contar a ele sobre o bebê, e eles partiram para seu próprio país de outra maneira. E assim Deus cuida dos Magos e Deus cuida do Salvador. E veremos na próxima vez como Deus cuida da pequena família que vai para o Egito.

Deixe-me encerrar com isto. Ouça, você pode? Eu não sei em qual grupo você está nesta noite. Você está em algum. Você está no grupo de Herodes - antagonista, amargo e odioso contra Cristo? Você está no dos principais sacerdotes e no grupo dos escribas - não comprometido, indiferente? Ou você está no grupo com os Magos? Você está alinhado para entrar para adorar? Você tem em suas mãos o ouro apropriado para o rei, a mirra adequada para o homem mortal e o incenso adequado para Deus? Você o vê como o Deus, o homem e o rei?

Vamos orar. Pai nós Te agradecemos esta noite. Temos passado muito tempo e ainda assim se foi tão rápido por causa do fascínio da majestade de Jesus Cristo. Quem dera, Pai, tivéssemos mais algumas horas no dia do Senhor para mergulhar profundamente na riqueza da Tua Palavra, é tão revigorante. No meio de todos os nossos pensamentos mundanos eu oro, Senhor, por qualquer um que esteja aqui que se encontra no grupo com Herodes odioso e hostil. Eu sofro por aqueles que estão no lugar da indiferença talvez ainda mais porque eles não estão sequer considerando a Ele, eles nem estão pensando nisso e talvez isso seja o pior de tudo. E eu me regozijo tanto por aqueles dentre nós que são sábios, sábios, sábios jovens que se abaixam a esses pés não mais pés infantis, mas pés traspassados, e em suas mãos trazem seus presentes. O reconhecimento de que Ele é homem, Deus e o rei, e se submetem a Ele. Pai, que possamos adorá-lo acima de tudo e disso flua nosso serviço. Em nome de Cristo. Amém.

FIM

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