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Fico muitíssimo grato pela escolha da música que as irmãs Nichol fizeram, porque toda essa idéia de amar o Senhor Jesus Cristo está realmente no meu coração hoje. Eu pensei, meditei, olhei através da Palavra de Deus por um longo tempo esta semana, em alguns momentos de reflexão, como que buscando em meu coração e buscando ao Senhor sobre o que eu poderia falar para vocês para este momento da Ceia do Senhor. Eu meio que sucumbi à direção do Espírito Santo, minha mente foi inundada com a necessidade de enfatizar toda essa questão de amar o Senhor Jesus Cristo.

A igreja é uma coisa complexa, e a vida para nós fica infinitamente complexa. Às vezes torna-se tão complexa que perdemos de vista o essencial, o básico. Eu realmente acho que o ingrediente ou elemento básico da vida cristã é amar o Senhor Jesus Cristo. Cedo ou tarde, temos que lidar com isso. Temos que voltar a isso. Isso não é fácil. Eu não sei se você já pensou muito sobre essa questão, mas isso veio sobre minha mente com uma força enorme ultimamente de que vivemos em um mundo onde há tantas opções que é quase desconcertante.

Na verdade, eu estava lendo um livro esta semana passada em que a tese do autor é que temos tantas alternativas e tantas opções e tantas escolhas que as pessoas têm simplesmente desistido de tudo. Um dos principais colaboradores para o fato de que as pessoas não têm quaisquer convicções sobre qualquer coisa, e realmente não sei quais são suas prioridades, é porque elas estão literalmente devastadas pela infinidade de opções. O que eu quero dizer é que pode ser tão simples quanto ficar parado num mesmo lugar por 15 minutos discutindo, só porque você não se define em qual fast food levar as crianças. Você tem um número infinito de opções.

Essa é uma abordagem simplista. Mas vivemos em uma sociedade incrivelmente pluralista, e temos escolhas, opções e mais escolhas; opções sobre o que comer, opções sobre o que vestir, escolhas sobre como nos entretemos, opções em termos de educação, opções em termos de recreação. Opções, opções e mais opções.

Em uma vida onde as pessoas estão literalmente vivendo por opção -que tipo de carro, que tipo de casa, que tipo de roupa, que tipo do que quer que seja – de alguma forma nossa abordagem ao cristianismo e nossa abordagem à igreja tem se mesclado a essas opções. De modo que as coisas que fazemos com respeito ao reino, e as coisas que fazemos com reseito ao Senhor, e as coisas que fazemos em relação à igreja parecem-nos ser apenas itens nessa lista enorme de opções. Quase tão opcionais quanto quaisquer outras coisas. O que quero dizer é que a coisa toda se resume em que tanto faz se estamos indo para a igreja, ou se estamos indo jogar golfe, ou se vamos dar um passeio, ou se vamos fazer uma refeição ou o que quer que seja; ou poderíamos ter uma reunião de oração com a família, ou poderíamos assistir televisão, ou ir a um jogo de futebol, ou poderíamos fazer um piquenique.

Ou seja, parece que em meio a essa diversidade de escolhas de que dispomos, houve uma perda da categoria distinta do não-opcional, que é a dimensão espiritual. Ficou tudo misturado. Com um número infinito de opções, nós meio que colocamos as coisas do Senhor entre essas tantas opções, se é que de fato estão lá, coisas que desejamos escolher. Acho que poderíamos dizer, em relação ao assunto de amar ao Senhor Jesus Cristo, seria que temos aprendido a amá-lo um pouco seletivamente. Queremos amar o Senhor Jesus Cristo, e vamos cantar com esse objetivo. Cantaremos sobre o quanto nós O amamos.

Já dissemos isso muitas vezes, e se nos perguntassem, “Você ama o Senhor Jesus Cristo?” diríamos, "Oh sim.” Se nos perguntassem, “Você O ama com todo seu coração?” “Ah sim.” “E com toda a sua alma e de todo o seu entendimento e de toda a sua força?” “Bem, eu certamente desejo isso.” Gostaríamos de verbalizar o nosso amor pelo Senhor Jesus Cristo, mas a questão é, ocorra isso ou não, que, na verdade, tem a ver com a maneira com que vivemos; ou se de fato amamos ao Senhor Jesus Cristo. Por outro lado, essas coisas que iria provar isso, são meramente uma série de opções e alternativas, juntamente com tudo o mais no mundo, e nós realmente nos encontramos amando um monte de outras coisas tanto quanto nós amamos o Senhor Jesus Cristo.

Ou seja, amamos o Senhor Jesus Cristo se o preço nao for muito alto. Amamos o Senhor Jesus Cristo se isto nos torna confortáveis. Amamos o Senhor Jesus Cristo se esta for a melhor opção. Estou preocupado com isso porque acho que criamos em muitos lugares em nosso próprio país, em muitas igrejas e em nossos corações, mesmo aqui potencialmente, um problema real, onde perdemos todo o senso de santidade do que é santo e a obrigação com o que é divino. A santidade do santo, devo dizer, e a obrigação do que é divino. É apenas uma parte de todo o movimento da vida, que é preenchido com todos os tipos de opções. Estou preocupado com isso, e quero ver se eu não posso definir esta manhã o seu foco, redefinir o seu foco ao longo das linhas do Senhor Jesus Cristo. E também falo ao meu próprio coração, pode acreditar nisso.

Qual era a marca principal de um santo do Antigo Testamento? Se você deseja identificar a característica mais santa de um santo do Antigo Testamento, qual seria? Abra sua Bíblia por um momento no livro de Deuteronômio. Em Deuteronômio 6:5, penso que você tenha uma base sobre o comportamento espiritual no Antigo Testamento, uma base do compromisso santo do Antigo Testamento. Você tem o elemento fundamental muito básico de virtude espiritual. “Amarás, pois, o SENHOR, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua força.” Era uma devoção a Deus de toda a alma, com todo o coração e com toda força. Era uma prioridade consumidora única que não podia ser comparada a nada mais. Não fazia sentido em que amar a Deus fosse uma opção. Não fazia sentido em que obedecer a Deus fosse uma opção. Não fazia sentido em que adorar a Deus, servir a Deus fosse uma opção. Era a prioridade dominante e consumidora da vida.

No capítulo 10 de Deuteronômio, no versículo 12, diz, “Agora, pois, ó Israel, que é que o SENHOR requer de ti?” Essa é uma declaração muito importante. O que Deus quer? Qual é basicamente o pedido de Deus? No final das contas, o que Deus quer de você? “Não é que temas o SENHOR, teu Deus, e andes em todos os seus caminhos, e o ames, e sirvas ao SENHOR, teu Deus, de todo o teu coração e de toda a tua alma, para guardares os mandamentos do SENHOR e os seus estatutos que hoje te ordeno, para o teu bem.” Qual é o básico? É amar o Senhor, seu Deus, na medida em que você anda em todos os Seus caminhos, em que O serve de todo o seu coração e de toda a sua alma, na medida em que guarda os Seus mandamentos e Seus estatutos que ele ordenou a você.

Em outras palavras, resumindo em uma palavra, amar o Senhor, teu Deus, é uma questão de obediência. É uma questão de fazer o que Ele ordenou que se fizesse, de servi-Lo de todo o coração e de toda a alma. Não há espaço para mais nada, é por isso que se diz no livro de Tiago que nada menos do que um abandono total de Deus torna-se uma prostituição. Ele diz que se você tentar amar a Deus e amar o mundo, você se torna um adúltero ou adúltera. Você se prostitui permitindo uma invasão na relação única, íntima e sincera que se supõe você tenha com o Senhor Jesus Cristo. Isso é o básico. Devemos amar a Deus.

No capítulo 11, versículo 1, novamente é dito àquele santo do Antigo Testamento, “Amarás, pois, o SENHOR, teu Deus, e todos os dias guardarás os seus preceitos, os seus estatutos, os seus juízos e os seus mandamentos.” Quer dizer, não há brechas aqui. Não há saída. Esta é a única prioridade consumidora. É de se admirar que, quando o doutor da lei chegou a Jesus e disse:, “Como vocÊ resume todos os mandamentos?” Ele disse, “Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento”? A coisa toda resume-se nisso. O mesmo é verdade em nossas vidas hoje. Precisamos nos concentrar na mesma necessidade de ter um amor consumidor pelo Senhor Jesus Cristo, que seja semelhante à ordem dada no Antigo Testamento para os santos, daquela época, de amar o Senhor seu Deus.

Você vai notar também que em Deuteronômio 10:13 diz que é, “para o teu bem.” Não é um amor não correspondido. É um amor que derrama bênçãos abundantes e profusas sobre aqueles que oferecem esse amor a Deus. Você se lembra da oração de Daniel no capítulo 9 quando ele começou a derramar o Seu coração, por causa do seu povo? Ele disse, “Orei ao SENHOR, meu Deus, confessei e disse: ah! Senhor! Deus grande e temível,” ouça, “que guardas a aliança e a misericórdia para com os que te amam e guardam os teus mandamentos”. Deus mantém e cumpre Suas promessas, e Deus derrama Sua misericórdia sobre as pessoas que o amam. Assim, amar a Deus com todo o teu coração, alma, mente e força coloca você na posição de beneficiar-se da aliança e experimentar a misericórdia de Deus

Aliás, essa mesma oração oferecida por Daniel também foi oferecida por Neemias, quase palavra por palavra. Neemias 1:5, ele ora, “ah! SENHOR, Deus dos céus, Deus grande e temível, que guardas a aliança e a misericórdia para com aqueles que te amam e guardam os teus mandamentos.” O fato de que esses dois indivíduos Neemias e Daniel, tão completamente independentes, orou de forma idêntica a mesma oração, me leva a crer que pode ter sido uma oração comum entre o povo judeu. É um reconhecimento de que as pessoas que conhecem a misericórdia de Deus e que são abençoadas por Suas promessas da aliança, são pessoas que manifestam um amor de toda a alma, de todo o coração para com Ele e que são entregues a uma devoção apaixonada. Isso estava no coração do salmista, não estava?, no Salmo 18:1, “Eu te amo, ó SENHOR, força minha. Eu te amo, ó SENHOR, força minha.” É um ato volitivo. É uma escolha feita para amar o Senhor, e não distrair esse amor com outras coisas.

Em Provérbios 8:17, Deus diz, “Eu amo os que me amam.” Agora, isso é verdade no Novo Testamento? É a mesma coisa? Este é nosso chamado no Novo Testamento? Eu creio que é. Pedro resume tudo para nós em 1 Pedro 1:8. Falando de Cristo, ele diz, “ a quem, não havendo visto, amais; no qual, não vendo agora, mas crendo, exultais com alegria indizível e cheia de glória.” Essa é a marca de um verdadeiro crente. Efésios 6:24, “A graça seja com todos os que amam sinceramente a nosso Senhor Jesus Cristo,” com honestidade, com devoção sem hipocrisia e não dividida.” Na verdade, em Lucas 14:26, Jesus diz, “Se alguém vem a mim e não aborrece a seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs e ainda a sua própria vida, não pode ser meu discípulo.” Em 1 Coríntios 16:22 diz, “Se alguém não ama o Senhor, seja anátema.”

Assim, creio eu, somos chamados a amar o Senhor Jesus Cristo, a amá-lo com toda alma, todo o coração, toda a mente, e toda a força. Diríamos que fazemos isso, mas quando olho para nossa sociedade, quando olho para a igreja, e nao vejo esse mesmo tipo de devoção, esse mesmo tipo de compromisso, esse mesmo tipo de exclusividade para com as prioridades, que são as prioridades divinas. Eu os vejo difundido em uma miríade de opções, dando peso igual ou até mesmo maior para algumas das coisas passageiras em detrimento de algumas coisas eternas. Então, precisamos nos perguntar ao chegarmos aqui, à Mesa do Senhor, nós amamos o Senhor Jesus Cristo? Diríamos, “Nós O amamos porque Ele nos amou primeiro,” 1 João 4:19, e poderíamos reconhecer que a Mesa do Senhor é uma expressão do Seu amor, não é? Porque nos lembra da cruz e a cruz é o maior símbolo do amor de Deus.

Então, quando chegamos aqui, pensamos sobre o amor. Pensamos sobre o quanto Ele nos amou, e o quanto Ele se deu por nós. Não sei como isso afeta você, mas isso me faz parar e pensar, “Estou tão ansioso para receber todo o amor que Deus pode me dar, e certamente estou menos ansioso para dar-lhe de volta tudo o que eu poderia Lhe dar.” Ou seja, é igual de forma alguma. Na verdade, eu tendeo a negociar a Sua graça. Tendo a querer todo amor que ele possa derramar sobre mim dando pouco em troca. Este, também, é o espírito de nossa época. É até mesmo o espírito da igreja.

Meu coração está continuamente enojado com a teologia auto-indulgente que está se desenvolvendo nas igrejas, com a perspectiva do “determine isso e reivindique aquilo”, pela abordagem do “Jesus tem que fazer isso por você”; onde o cristianismo inverteu de tal modo a sua mentalidade que, ao invés de a minha vida ser um ato de amor dedicado a Jesus Cristo a qualquer preço, minha vida se torna uma demanda de seu amor de modo que Ele se torna o entregador de todas as graças que eu peça. É uma distorção de toda a intenção.

Eu li ontem a autobiografia espiritual de John Bunyan em que ele traça sua peregrinação espiritual para o abraço do Salvador. É uma coisa incrível de se ler, porque você acha que acabou de ser transportado por alguma máquina do tempo em outra era do pensamento. Aqui está um pecador batendo no peito reconhecendo que ele é um pecador, reconhecendo que ele está condenado ao inferno, apavorado, literalmente fora de si de que não seja eleito para a salvação, temendo que não haja nenhuma maneira de a graça da salvação vir do Deus soberano para ele por ser tão absolutamente indigno; clamando para que possa agradar e ser escolhido para a redenção. Quando finalmente ele chega a plena fé em Jesus Cristo, então não pode fazer nada além de recitar mais e mais e mais e mais as listas intermináveis de seu mal, e deseja apenas uma coisa em todo o mundo, que é render-se totalmente em todos os sentidos da vida ao serviço de Jesus Cristo, custe o que custar. Você sabe o que isso lhe custou. Custou-lhe prisão, não foi?

Você lê algo assim e diz, “Esse cara seria expulso da maioria das igrejas.” ou seja, ele vai contra as doutrinas da auto-estima, contrário às doutrinas da prosperidade, riqueza e saúde, vai contra as doutrinas da crença fácil e da graça barata. Você vê, nós fizemos um cristianismo que irá acomodar uma infinidade de alternativas e opções de modo que qualquer um está sujeito a deslizar em qualquer nível que queiram, e inconscientemente. Não é que paramos e dissemos:, “Eu optei por não amar o Senhor Jesus Cristo.” O desvio se dá de maneira sutil. Este é o enredo do inimigo e ele tem sido muito eficaz. Satanás fez seu trabalho muito bem.

Eu disse aos anciãos na última reunião, eu disse, “Penso que seria bom despir a Grace Church de tudo exceto da adoração ao Senhor aos domingos pela manhã e à noite, das classes de treinamento de como evangelizar o perdido, e da oração. Isso é tudo que vamos ter. Tudo o mais acabou, e então vamos procurar as pessoas onde elas estão. Imediatamente saberemos dos níveis de compromisso.” Você vê, nós apenas precisamos de voltar para as prioridades, e uma dessas coisas, muito básicas, é um entendimento de que devemos amar o Senhor Jesus Cristo.

Como eu disse, “Eu te amo, Senhor. Eu te amo.” Não tenho nenhum problema em dizer isso. Apenas que viver de acordo com isso que é um problema, todos reconhecemos isso. Assim que você deve fazer um tipo de um teste com você mesmo. Veja João 21, muito breve, enquanto nos preparamos para a Mesa do Senhor. Mas eu quero que você se concentre por um momento em João 21. Você se lembra quando o apóstolo João escreveu em 1 João 3:18? “Filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua – ” mas o que? “ – mas de fato e de verdade.” Sim, essa é a questão. Não é o que você diz; é o que você faz. Essa é a questão.

Agora, em João 21, temos um encontro entre Jesus e Pedro. Deixe-me apenas dar-lhe um pouco de fundo. Se você estivesse lendo o capítulo 28 de Mateus, você descobriria o que Jesus havia dito após a Sua ressurreição - e Ele apareceu aos discípulos algumas vezes. Ele disse, “vão para uma montanha – ” Matthew 28:16, “Vão para a montanha e fiquem lá. Esperem por mim, eu chegarei.” Ele disse aos discípulos. E assim eles fizeram. O versículo 2 diz-nos que estavam lá Simão Pedro, Tomé, Natanael, os filhos de Zebedeu, que seriam Tiago e João, e outros dois. Sem dúvida, Filipe e André. Assim, todos eles foram para a montanha. Eles estavam com seu líder, Simão Pedro. Isso configura para nós uma cena que é muito instrutiva a esse respeito de amar o Senhor Jesus Cristo.

A primeira coisa que eu quero que você veja é o fracasso do amor. Eu quero que você veja o fracasso do amor. Agora, lembre-se, em Mateus lhes é dito para irem e esperarem na montanha. Agora, Pedro tinha afirmado o seu amor. Ah, ele tinha reafirmou o seu amor no capítulo 26 de Mateus, versículos 33 e 34. Ele disse, “Ainda que venhas a ser um tropeço para todos, nunca o serás para mim.” Ele diz, “Ainda que me seja necessário morrer contigo, de nenhum modo te negarei.” Todos os discípulos entraram na conversa e disseram isso. Pedro disse, “Eu te amo. Vou te amar ainda que custe a minha vida. Louvarei a Ti seguirei a Ti não importa a que preço. Te amarei. Jamais te abandonarei.” Ele tinha todo esse compromisso verbal. Todas as palavras estavam corretas. Assim, o Senhor lhe deu um pequeno teste, a ele e aos outros discípulos, que confirmaram o seu amor.

Ele apenas disse, “Vão para a montanha e esperem,” e não foi muito difícil de cumprir, não é? Ou seja, realmente não foi o maior desafio de todos os tempos. Simplesmente ir e sentar-se numa colina aé eu chegar. A verbalização de amor como que O definiu para a morte de certa maneira. Vemos a falha do amor deles no versículo 3. “Disse-lhes Simão Pedro,” e ele diz que com uma finalidade, “Vou pescar.” Acredito que ele estava dizendo, “Vou voltar para minha antiga profissão.” Foi-lhe dada uma ordem simples, “Espere no monte até eu chegar lá.” Ele a desobedeceu. Não sei quais eram todos os fatores espiritualmente e psicologicamente em sua mente, mas o fato é que ele desobedeceu. Eles também disseram a ele, porque ele era um líder, “Também nós vamos contigo.” Todos deixaram a montanha. Ou seja, eles imediatamente ignoraram uma ordem muito simples e direta de Jesus Cristo ressuscitado, a quem já tinam visto em duas ocasiões. Eles sabem que Ele está vivo.

“Saíram e entraram no barco,” diz o texto grego, que pode muito bem indicar que poderia ter sido o próprio barco que Pedro tinha usado como o seu próprio barco de pesca. Agora ele estava voltando para sua antiga profissão. Aqui foi o fracasso do amor. Toda a verbalização no mundo era sem sentido. Quando foi dada uma ordem simples, uma prioridade simples, “Faça isso porque eu lhe pedi para fazer isso,” ele não pode cumpri-la. Ele deixou isso de lado, e seu amor foi direto para o ralo proverbial. Desobedeceu a uma ordem simples.

Agora, quero sugerir-lhe um ponto muito óbvio: o amor acaba quando se desobedece. Eu não me importo quanto sentimento você sinta. Eu não me importo quanto de emoção você sente a respeito de Jesus. Eu não me importo com quantas lágrimas você possa verter, ou quantas músicas deixem você choroso. Eu não ligo sobre o sentimento. Essa não é a questão. Seu amor acaba quando você desobedece, claro e simples, porque esse é sempre o teste.

Jesus colocou desta forma em João 14:21, “Se você me ama, você irá – ” o que? “ – guardar os meus mandamentos.” Assim, o amor fracassou. Claro, pescaram a noite toda e pegaram o que? Nada, nada. O Senhor estava no controle daquilo. Eles não pegaram nada, e você pode apenas ver Pedro dizendo, “Bem, eu não sei nada sobre o evangelismo, e não sei sobre tudo essa pregação do reino, mas eu sei que há uma coisa que eu posso fazer, e eu estou indo fazê-la.” E essa era uma coisa que ele não podia fazer, pescar. Ele tinha pescado toda a sua vida. Ele provavelmente sabia onde estavam no Mar da Galiléia. Ele provavelmente poderia seguir o movimento dos peixes muito bem em qualquer estação a qualquer momento do dia, mas não conseguia pegá-los agora.

Você vê, aquilo que ele pensou que poderia fazer, ele não conseguia fazer mais, porque Deus tinha colocado a mão na vida dele e estava no controle. Este é o início da lição. Assim, vemos o fracasso do amor, mas, felizmente, vemos então a restauração do amor. Isso é bom saber, porque todos nós falhamos. Todos nós já dissemos, “Oh, nós amamos o Senhor com todo o nosso coração, alma, mente, força. Oh, nós realmente amamos o Senhor Jesus Cristo.” Podemos cantar essas músicas, e cantá-las com emoção. Ficamos sentimentais ao cantá-las, mas falhamos porque deixamos que nossas prioridades estragassem tudo.

Quer dizer, você pega a biografia espiritual de John Bunyan, e você se sente leve, mais do que nunca, sabe? Como um banho de passarinho cristão, cerca de um centimetro de profundidade. Ou você ouve sobre o nível de dedicação e compromisso de algum missionário cuja vida é literalmente desperdiçada, embora não seja desperdiçada em termos de propósito, mas desperdiçada em termos de capacidade física ou até que a morte chegue. Ou você ouve sobre o martírio, e só Deus sabe quantos milhares de pessoas na revolução chinesa, e você quer saber que tipo de nível de compromisso que você tem quando você sequer consegue fazer algumas coisas muito, muito simples.

Suponho que o Senhor lhes tenha dando um teste que era básico para que pudessem lidar com algumas situações mais duras depois. Tudo o que Ele diz aqui é, “Vão e fiquem no monte por um tempo.” Mais tarde, Ele vai dizer, “Vá e seja crucificado por mim.” Todos falhamos, mas percebemos algo muito bom, que há uma restauração de amor. Repare, por favor, no versículo 4. “Ao clarear da madrugada – ” versículo 4 diz, “ – estava Jesus na praia; todavia, os discípulos não reconheceram que era ele.” Aliás, eles nunca souberam que era Ele após Sua ressurreição, a menos quando Ele Se revelou a eles. Houve alguma transformação em Sua pessoa. Havia alguma glória que era Sua, depois da ressurreição, que fez com que sua identidade ficasse um tanto velada, até que fosse revelada a eles. Assim eles não sabiam, olhando para Ele, que era, embora estivessem há somente uns 90 metros da praia. Isso pode ter contribuído para a sua incapacidade de distingui-lo.

Jesus, então, chama-lhes, “Filhos, tendes aí alguma coisa de comer?” Vocês pegaram alguma coisa? Ele sabe muito bem qual é a resposta, e eles respondem: "Não.” Foi mais ou menos, eu acho, uma espécie de resposta com os dentes cerrados. “Então, lhes disse: Lançai a rede à direita do barco e achareis. Assim fizeram e já não podiam puxar a rede, tão grande era a quantidade de peixes. Aquele discípulo a quem Jesus amava disse, - ” quem é esse? Esse é João. Por que chamar-se João, quando você pode chamar-se o discípulo que Jesus amava? Eu posso entender isso.

Então ele diz, “Aquele discípulo a quem Jesus amava disse a Pedro: É o Senhor!” Como ele sabia? Quem mais controla os peixes? Quem mais poderia dizer, “Solte sua rede para o lado direito do barco; eles estão todos lá”?

“Simão Pedro, ouvindo que era o Senhor, cingiu-se com sua veste,” porque ele estava literalmente sem nada apenas com uma tanga, “e lançou-se ao mar.” Ou seja, ele nem sequer pensava sobre o que ia acontecer. Ele só sabia que tinha de voltar para o Senhor. Ele estava com muita pressa para a restauração de amor, não era? Os outros discípulos são deixados no barco tentando levar toda aquela confusão para a costa. Pedro está muito longe. Eles arrastaram o barco juntamente com a rede e os peixes. “Ao saltarem em terra, viram ali umas brasas e, em cima, peixes; e havia também pão. Disse-lhes Jesus: Trazei alguns dos peixes que acabastes de apanhar. Simão Pedro entrou no barco e arrastou a rede para a terra, cheia de cento e cinqüenta e três grandes peixes.” Eu não sei; ele deve ter sido um cara forte. Ele simplesmente arrastou a rede cheia de 153 peixes enormes.

“Havia tantos, ainda ainda assim não se rompeu a rede. E Jesus lhes disse: ‘Venham tomar café da manhã.’ Nenhum dos discípulos se atrevia a perguntar -Lhe, ‘Quem é você?’ porque sabiam que era o Senhor.” Agora, esta é a restauração de amor, e é um pensamento feliz, pessoal. Ouça, não importa o quanto meu amor falhou, não importa o quanto seu amor falhou, há restauração. Eu quero que você perceba uma coisa neste texto. Há muitas coisas que poderíamos dizer, mas uma coisa que eu quero que você observe. A restauração foi iniciada pelo Salvador que foi ofendido. Você entende isso? Foi o Salvador ofendido que iniciou a restauração e vai ser sempre assim.

Temo, por vezes, que os cristãos que sabem que falharam em amar, como eles deviam amar, se afastarão do Senhor, e sentirão alguma ansiedade ou vergonha para voltar. O que eles precisam entender é que Ele está ansioso para que voltem. E quando chegam à costa, Ele não tem um chicote para bater neles; Ele tem um café da manhã para eles. Você entende isso? Esse é o coração do amor restaurador do Salvador.

Assim, vemos o fracasso do amor, e, em seguida, vemos também a restauração de amor, e estou feliz por isso, porque eu estive fora no mar um monte de vezes quando deveria ter estado na montanha. Eu estou sempre feliz quando eu venho para a praia, e Ele não está lá com um chicote. Ele está lá com um café da manhã. Ele está lá para fazer uma refeição comigo. Esse é o modo de ser daquele que restaura. Isso é o que diz em Jeremias 31. Eu acho que é o versículo 3, “Com amor eterno eu te amei.” Nada nos separará do amor de Cristo, até mesmo a nossa própria desobediência. Até mesmo a nossa própria falta de amor ao longo do tempo não pode violar esse amor, que é infinito de Sua parte, e que se estende para nos trazer de volta e trazer-nos de volta e trazer-nos de volta.

Estou feliz por ânsia de Pedro. Quero dizer, ele apenas mergulhou e nadou. Ele queria isso logo. Ele sabia. Sua consciência foi picada no momento que ele soube que era Jesus Cristo. Ele não tinha nada que estar lá for a, na água quando deveria estar nessa montanha, e ele sabia que estava fora de linha. Mas a razão porque ele era um homem tão útil era porque tão rápido quanto ele falhasse, duas vezes mais rápido ele seria restaurado. Quando você olha para sua vida, amado, não é o fato de você nunca ter falhado que faz você ser útil para Deus. Mas é quando você falha e tem pressa de ser restaurado, certo?

É quando você falha e você continuam falhando e tornar-se complacente com a falha, e você não deseja essa restauração para ser o que Deus quer que você seja, e você se encontra confortável com algum tipo superficial do cristianismo que evita as prioridades reais do reino de Deus: aí é quando você deveria estar preocupado, pois é aí que Deus encontra pouca utilidade para você. Não é que você não falha. Mas quando falha corre de volta para o lugar de bênção.

Assim, vimos o fracasso do amor, a restauração de amor, e, em seguida, a exigência de amor. Eles estão tomando café da manhã. Jesus vem no versículo 13, toma o pão e dá a eles peixes. Ele não apenas prepara a refeição, mas Ele a serviu. Não é isso alguma coisa? Ele os serve. Ele não sentou e disse, “Agora, eu sou o rei, e vocês me desobedeceram. Agora, vocês curvem-se diante de mim.” Quer dizer, há algo de belo sobre isto. Ele não só lhes preparou um pequeno-almoço – Você sabe como o Senhor faz o pequeno almoço, o pequeno almoço? Então, o Senhor faz o pequeno almoço. Eles todos vêm, e em vez de exigir que todos o servissem, Ele que serviu aqueles discípulos sem amor e desobedientes. Isso torna meu coração feliz porque tantas vezes que eu falhei em amá-lo, tantas outras vezes Ele não falou em me amar ao ponto de quando eu voltei Ele me serviu.

“E já era esta a terceira vez que Jesus se manifestava aos discípulos, depois de ressuscitado dentre os mortos,” diz o versículo 14. Agora, chegamos ao desdobramento exigido nesta passagem muito, muito familiar no versículo 15. “Depois de terem comido.” A palavra "comido" na versão King James significa tomar café da manhã. “Depois de terem comido, perguntou Jesus a Simão Pedro: Simão, filho de João” Ele o chama pelo seu nome antigo, porque ele está agindo como seu antigo eu. “Simão, filho de João, amas-me mais do que estes outros?” Ele usa a palavra agapaō, o maior tipo de amor, o maior tipo de devoção. “Você supremamente me ama mais do que estes?”

Você vê, Pedro tinha dito, “Ainda que todos os outros te abandonem, eu nunca te abandonarei.” Pode ser que o Senhor esteja dizendo, “Oh, você realmente me ama mais do que todo o resto deles me ama?” Ou pode estar referindo-se ao barco, às redes, ao mar e aos peixes, e todas essas coisas com que Pedro viveu e cresceu, todas as armadilhas da sua vida. Não é mau, não é mau, apenas não era para o que Deus o havia chamado para fazer. “Você realmente me ama mais do que você ama seu próprio caminho, sua própria vida, sua própria realização, seus próprios desejos e seus próprios prazeres?”

Quero dizer, é fácil voltar a pescar. É difícil pregar o reino. Vai custar-lhe sua vida. É fácil pescar. “Você realmente me ama mais do que você ama estas coisas?” Pedro diz a ele no versículo 15, “Sim, Senhor, tu sabes que eu gosto muito de Ti.” O Senhor usou agapaō. Pedro usou phileō. Não há qualquer possibilidade de que Pedro tenha dito, “Sim, Senhor, eu te amo supremamente.” Então, o Senhor teria dito a ele, “Hipócrita. Como você pode dizer isso quando você acabou de me desobedecer?” Então Pedro sabe que ele não pode alegar isso, não na frente do Senhor, e não na frente dos outros. Então, o que ele diz é, “Bem, eu gosto muito de você.” O Senhor diz, “Bem, se você faz isso, então alimente os meus cordeiros.” Não pesque; alimente ovelhas. Você não é um pescador; você é um pastor. Você não é um pescador de peixes físicos; você deve alimentar cordeiros espirituais.

Em outras palavras, se você diz que me ama, então deixe-me ver a demonstração das prioridades em sua vida. Você gasta seu tempo fazendo o que? Você gasta seu dinheiro fazendo o que? Você gasta sua energia e sua estrutura fazendo o que? Você gasta sua mente planejando fazer o que? Quais são suas prioridades? Se você realmente gosta de mim muito, então, alimente minhas ovelhas. “Tornou a perguntar-lhe pela segunda vez: Simão, filho de João, tu me amas?” me ama supremamente, me ama muito, me ama mesmo, agapaō? Ele disse, “Senhor, tu sabes que eu gosto muito de você.’” Ele diz a mesma coisa.

Ele diz então, “Apascenta as minhas ovelhas. Pastoreia as minhas ovelhas.” A primeira e a terceira tem a ver com a alimentação, principalmente. A do meio tem a ver com pastorear. Cuide das minhas ovelhas. Não se preocupe com peixes. Você vai cuidar das minhas ovelhas. Você fica no reino. Mantenha suas prioridades claras. O que ele está dizendo aqui é, “Se você realmente me ama, então, mostre que você me ama por me amar com todo seu coração, alma, mente e força, colocando toda a sua energia naquilo que é mais central para o meu propósito.”

Então Ele disse isso a ele uma terceira vez e eu acredito que ele fez isso três vezes porque Pedro negou a Cristo quantas vezes? Três vezes. Então, Ele deu um tiro para cada negação. “Simão, filho de Jonas,” e observe o que Ele diz aqui, “Você realmente gosta de mim muito?” e Ele desce ao nível das palavras de Pedro, “Eu até questiono se você gosta de mim muito.” Você vê, Peter não poderia dizer, “Eu te amo super,” mas ele pensou que poderia fugir com, “eu gosto muito de você.” O Senhor diz, “Eu me pergunto se você ainda gosta muito de mim.” “Pedro entristeceu-se por ele lhe ter dito, pela terceira vez: Tu me amas?’” Ele não estava triste porque lhe perguntou três vezes. Ele ficou triste porque foi questionado por Ele pela terceira vez em seu nível e resposta e Pedro pensou qeu poderia se safar dessa.

E respondeu-lhe: Senhor, tu sabes todas as coisas, tu sabes que eu te amo. Jesus lhe disse: Apascenta as minhas ovelhas.” O teste do amor não é a sua emoção. Não é o seu sentimentalismo. Não são os seu arrepios espirituais quando você cantar certas músicas. Não é ter sentimentos calorosos sobre Jesus. O teste de seu amor por Cristo é se as prioridades da sua vida são ou não espirituais ou físicas, celestiais ou terrenas; você está pescando peixes porque você gosta disso e faz isso bem e é um negócio terreno, ou se você está alimentando ovelhas, que é uma dimensão espiritual.

A exigência do amor é a obediência. Agora, quero apenas envolvê-lo com um tipo interessante de abordagem, espero isso de você que me ajudou enquanto eu estava me desenvolvendo espiritualmente em minha vida. Eu costumava pensar que havia algumas pessoas que amavam a Deus e amavam a Cristo de uma maneira mística. Alguma vez você já teve isso? Na verdade, alguns de vocês podem pensar sobre mim ou sobre outros pastores ou líderes espirituais, e missionários como se somente eles tivessem isso – eles estão em outro nível. Eles estão em outro patamar. Eles estão em algum tipo de dimensão que você ainda não compreende.

Lembro-me quando criança, Eu costumava ler esses místicos, e eles amavam a Deus desta maneira mística muito estranha. Eu costumava pensar que algo acontecia em sua vida para fazê-lo saltar para esse nível. Acho que você poderia chamar isso de um santo pulo. Você simplesmente pula! Houve algum tipo de uma catapulta. Você simplesmente foi arremessado para outro nível. Gostava de ir a cultos ou reuniões de acampamento ou qualquer tipo de coisas, e alguém derramava seu coração em consagração e dedicação. Ele estava realmente pedindo o que os teólogos têm chamado de "triunfalismo" ou o pulo santo que é como eu chamo. Apenas uma espécie de um grande salto para algum lugar, e agora você está em outro patamar. As pessoas dizem para você, “Isso pode acontecer quando você entende a vida mais profunda, ou quando você entende a segunda bênção, ou quando você entende o batismo do Espírito, ou quando você fala em línguas, ou quando o seu tudo é colocado sobre o altar.” Então você dáo seu grande pulo.

Eu quero que você saiba, pessoal, que isso me frustrava porque eu simplesmente não conseguia chegar lá. Eu não conseguia dar o tal pulo. Via pessoas tentando dar esse salto e eu olhava mais tarde, e elas estavam de volta onde costumavam estar, e eu me perguntava o que aconteceu. Eu pensava que você poderia saltar de volta novamente. Mas esta é a idéia de que há alguma área do tipo etérea, mistica onde super-cristãos vivem que têm habilidades sobrenaturais para amar. Você conhece alguma? Isso é somente um monte de tolice. É um monte de tolice. É apenas uma questão de crescimento gradual na semelhança de Cristo que se dá por obediência diária. Não isso de pulo ou salto santo.

Ah, pode haver momentos de crise em sua vida. Pode haver momentos em sua vida quando você chega à compreensão de uma verdade bíblica; chega a um ponto em que você abre mão de um pecado que você segurou por um longo tempo; onde você decide que que será fiel, e você faz uma escolha volitiva. Mas isso não lança você em alguma nova dimensão. Isso é apenas um passo no processo, talvez um passo maior do que alguns outros passos, mas é um processo de crescimento. Eu não percebi isso até que reconheci que eu estava crescendo no amor para com o Senhor Jesus mais e mais e mais e mais. Essa é a questão. Essa é a chave, e vem da obediência. Essa é a exigência do amor; não alguma coisa mística.

O custo de amor, então, Ele diz nos versículos 18 e 19, “Você vai morrer. Custará sua vida.” O custo do amor é tudo. Assim, você tem aqui o fracasso do amor, a restauração de amor, a exigência de amor, o custo de amor, e depois de Ele ter dado tudo isso no final do versículo 29, Ele diz a Pedro, “Segue-me.” No final do versículo 22, Ele diz: " Segue-me.”

Você vê, o básico é, como eu disse, a obediência. É a obediência. É o tipo de obediência que agrada ao Senhor. Ele quer que o Seu povo O ame, como aquela menina que amava a sua boneca que entrou e deu um grande abraço em sua mãe. Sua mãe disse, “Que aconteceu?” “Ah, não aconteceu nada. Eu tenho apenas amado minha boneca por muito tempo, e ela não me ama de volta. Então vim expressar que te amo, porque você demonstra que me ama.”

Penso que haja um sentido em que devemos entender que o Deus que derramou tão infinito amor por nós espere que o amemos de volta. Em alguns aspectos tristes na vida da Igreja, nós perdemos esse amor, essa entrega de todo o coração, esse amor devoto todo voltado para Ele, e todos nós estamos envolvidos com nossas prioridades. Ao chegarmos diante desta mesa nesta manhã, vamos confessar nosso fracasso no amor, buscar restauração, e nos comprometermos com as exigências da obediência a qualquer custo.

FIM

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