Grace to You Resources
Grace to You - Resource

Bom, como vocês sabem, se vocês têm estado conosco ao longo das últimas semanas, temos nos esforçado em compartilhar com vocês um pouco da série, como um interlúdio em nosso estudo de Mateus, intitulada "A Anatomia da Igreja", e apenas levar-nos de volta à nossa própria fundação. Muitas vezes, quando uma igreja cresce ela meio que cresce como a Torre Inclinada de Pisa. Ela começa a inclinar-se de uma maneira ou de outra. E em algum momento ao longo do caminho, precisamos tipo que soltar o fio de prumo e certificar-nos que estamos indo para cima em linha reta fora de nossas fundações. E isso é realmente o que estamos tentando fazer nesta breve série, voltar e fazer um pouco de arqueologia e desenterrar os nossos fundamentos e descobrir o que é que nos fez distintivos no início, e com o que realmente estamos comprometidos.

Eu tenho um grande desejo de que a igreja deva ser o que Cristo quer que ela seja. Essa é a minha grande paixão. Eu estava sendo entrevistado esta semana por um cavalheiro que é o editor de uma revista publicada pelos Navigadores, e o título da revista é Discipulado. É uma revista muito boa e ele me perguntou qual era o meu desejo real para a igreja e eu disse "Meu desejo para a igreja é que a igreja seja que Cristo projetou para ser." Essa é a paixão dos corações dos nossos presbíteros e equipe e, eu sei, de vocês também. E, assim, para tipo nos manter na pista, relembrar as coisas que esquecemos e reafirmar as que nos lembramos, vamos voltar através de alguns dos elementos básicos da anatomia de uma igreja. Qual é o projeto de Deus para a igreja?

Alguns anos atrás, quando eu ensinei eclesiologia, a doutrina da igreja, no Seminário de Talbot, os estudantes tinham que ler um livro chamado Peregrinos Esquecidos de Deus. Esse livro é um pequeno livro interessante, escrito por Michael Griffiths da Inglaterra. E no livro entre muitas coisas úteis ele disse o seguinte, e isso tem como que ficado preso em minha mente, "Os cristãos, coletivamente, parecem estar sofrendo de uma estranha amnésia. Um alto número de pessoas que vai à igreja esquece-se de tudo. Semana após semana, freqüentam os cultos em um edifício especial e passam por sua rotina consagrada pelo tempo em particular, mas dão pouca atenção ao propósito do que eles estão fazendo. A Bíblia fala sobre a noiva de Cristo mas a igreja de hoje parece ser uma Cinderela irregular, medonha, entre as cinzas .... Ela se esqueceu de que deveria estar crescendo para ser uma senhora bonita." Ele está certo em muitos aspectos. A igreja - como nós a vemos em termos gerais em todo o Estados Unidos - que se supõe ser a noiva de Cristo, é de certa forma uma Cinderela irregular, e precisamos reafirmar os elementos inegociáveis e essenciais da igreja . Precisamos voltar ao que Deus nos criou para ser, e é isso que estamos tentando fazer nesta breve série particular; apenas tocar na base com grandes princípios sobre os quais a Igreja deve agir.

Não quero entrar em situação de desvalorização, em outras palavras, de avaliar a igreja pelos termos errados, os princípios errados. Gene Getz aponta que isso é feito com freqüência. Em seu livro A Medida da Igreja ele escreve o seguinte:

"Alguns dizem que uma igreja madura é uma igreja ativa. Eles avaliam o progresso pelo número de reuniões realizadas a cada semana e o número de diferentes tipos de programas acontecendo .... Alguns dizem que uma igreja madura é uma igreja em crescimento. Enquanto novas pessoas estão chegando e ficando, elas acreditam que são uma igreja madura. Enquanto a equipe pastoral está ampliando, acreditam que tudo está bem. Alguns dizem que uma igreja madura é uma igreja que contribui. Enquanto as pessoas estão a contribuindo financeiramente para o programa em curso da igreja e apoiando seus muitos empreendimentos, eles acreditam que é uma igreja amadurecida. Alguns dizem que uma igreja madura é uma igreja que ganha almas. Dizem que isso é uma prova positiva. Quando as pessoas estão trazendo os outros, quando podemos contabilizar profissões regulares de fé e batizados com frequência, então com certeza temos uma igreja do Novo Testamento....

“Alguns dizem que uma igreja madura é uma igreja missionária, uma igreja que apoia missões ao redor do mundo, designando uma grande porcentagem do seu orçamento global para a evangelização do mundo .... Alguns dizem que uma igreja madura é uma igreja em bom funcionamento, uma igreja cuja máquina organizacional está lubrificada em todos os grau de regularidade. É uma máquina bem afinada com descrições de trabalho oito horas por dia coffee breaks e cartões de ponto. Todo mundo faz aquilo para que foi contratado pontualmente e de forma eficiente....

"Ainda outros dizem que uma igreja madura é uma igreja cheia do Espírito. Esta é a igreja que é entusiasta e dinâmica e tem muita emoção e empolgação. Todos nela sabem quais os seus dons e os usa regularmente .... E finalmente alguns dizem que a marca definitiva da maturidade é uma grande igreja com milhares de vindo para a Escola Dominical e para a igreja todos os domingos. Maturidade para eles é representada por uma grande equipe paga, dezenas de ônibus que pegam as crianças, vários programas ou ministério de rádio ou televisão, uma escola cristã, uma faculdade cristã e seminário e, Ah sim uma gráfica para impressão de sua própria literatura .... "Infelizmente" diz Getz "algumas pessoas realmente acreditam que o que afirmei são marcas realmente bíblicas de maturidade."

Bom, nada de errado com essas coisas. Nada de errado com igrejas grandes, ativas, crescendo, doando, ganhando almas, com espírito missionário, com bom funcionamento, cheias do Espírito. Mas você pode ser tudo isso e ser uma seita. Você poderia ser tudo isso e ser uma seita. Esse não é o coração dela. Esse não é o ponto central dela. É por isso que estamos indo por debaixo da pele para falar sobre a anatomia que está por trás da cena. O que há no interior, e como eu disse a você há algumas semanas, muitas vezes quando os pastores vêm aqui eles querem saber sobre essas coisas externas mas queremos dizer-lhes sobre esse material interno. Essa é a verdadeira questão de que estamos falando, não as atividades; nós estamos falando basicamente sobre as atitudes. Atitudes. Os sistemas da vida que correm no interior da igreja. Esses são fundamentais. Esses são fundamentais. Agora em primeiro lugar falamos sobre o esqueleto não é? Nós falamos sobre como é importante que tenhamos afirmado do formato inegociável, fundamental da igreja: essas coisas como uma visão elevada de Deus, a absoluta prioridade da Escritura, Escritura, a clareza doutrinária, a santidade pessoal e autoridade espiritual. Dissemos que esses são conceitos da formação esquelética, inegociáveis. Temos de tê-los.

E então, depois de definir o esqueleto no lugar, dissemos que a igreja tem que ter certos sistemas internos. Ou seja como um corpo tem que flui através disso os sistemas que são a sua vida, assim a igreja deve ter fluindo através dela determinados sistemas. Estes são atitudes; e, você vê, isso é do que estamos realmente atrás. Nós não queremos que a igreja seja mecânica. Nós não queremos ser ineptos, ser uma rotina externa, um ritual, um desempenho, para não ouvir de Deus a mesma coisa que o povo de Israel ouviu através Amós o profeta que disse, "Aborreço, desprezo as vossas festas e com as vossas assembléias solenes não tenho nenhum prazer. E, ainda que me ofereçais holocaustos e vossas ofertas de manjares, não me agradarei deles, nem atentarei para as ofertas pacíficas de vossos animais cevados. Afasta de mim o estrépito dos teus cânticos, porque não ouvirei as melodias das tuas liras. Antes, corra o juízo como as águas; e a justiça, como ribeiro perene."

E Oséias viu a mesma verdade. Ele disse "Que te farei, ó Efraim? Que te farei, ó Judá? Porque o vosso amor é como a nuvem da manhã e como o orvalho da madrugada, que cedo passa. Por isso, os abati por meio dos profetas; pela palavra da minha boca, os matei; e os meus juízos sairão como a luz. Pois misericórdia quero, e não sacrifício, e o conhecimento de Deus, mais do que holocaustos."

Ou as palavras de Isaías "De que me serve a mim a multidão de vossos sacrifícios? —diz o SENHOR. Estou farto dos holocaustos de carneiros e da gordura de animais cevados e não me agrado do sangue de novilhos, nem de cordeiros, nem de bodes. Quando vindes para comparecer perante mim, quem vos requereu o só pisardes os meus átrios? Não continueis a trazer ofertas vãs; o incenso é para mim abominação, e também as Festas da Lua Nova, os sábados, e a convocação das congregações; não posso suportar iniqüidade associada ao ajuntamento solene. As vossas Festas da Lua Nova e as vossas solenidades, a minha alma as aborrece; já me são pesadas; estou cansado de as sofrer. Pelo que, quando estendeis as mãos, escondo de vós os olhos; sim, quando multiplicais as vossas orações, não as ouço."

Em outras palavras Israel era culpado de ter a religião externa sem atitudes apropriadas; e é isso que estamos olhando. Eu realmente acredito que o coração e a alma do ministério é colocar essa base do esqueleto e depois passar o seu tempo tentando criar nas pessoas atitudes corretas. Isso é o que faz da igreja uma senhora bonita. Isso é o que edifica a igreja até a plenitude da estatura de Jesus Cristo. Agora nós já vimos várias dessas atitudes internas. Falamos sobre a obediência, a humildade, o amor, a unidade, serviço, alegria, paz e gratidão. Quero considerar mais três esta manhã, e isso não vai tomar muito tempo. Mas eu quero olhar para estes três, e eu sinto muito fortemente a respeito deles.

Este é o número nove na minha lista. Eu não sei como vocês acrescentariam, mas esta é um uma atitude muito essencial. Vamos chamá-la de auto-disciplina. Auto-disciplina. Auto-disciplina. Ah, como é importante que nós, como cristãos, compreendamos a necessidade de obedecer a um padrão divino para viver uma vida disciplinada. Você sabe o que é auto-disciplina? É dizer não ao pecado. É dizer não ao pecado; dizendo sim para o bem ou para a justiça. Essa, essa não é uma definição muito complicada; e, no entanto, capta a verdade. A vida disciplinada entende a lei de Deus, e diz "não" a qualquer coisa fora dos limites dessa norma.

Agora, deixe-me ilustrar isso para você. Abra sua Bíblia em 1 Coríntios capítulo 9; 1 Coríntios capítulo 9, versículo 24; e Paulo escolhe uma metáfora que é muito familiar para nós nesta sociedade atlética em que vivemos. É a metáfora de uma corrida, algo que todos nós compreendemos. No versículo 24 ele diz "Não sabeis vós que os que correm no estádio, todos, na verdade, correm", que em uma corrida, todos na corrida correm. Isso é muito claro. "Mas um só leva o prêmio?" Agora, em uma corrida, todos correm para um prêmio. “Correi de tal maneira que o alcanceis." Agora, você tem que correr para ganhar o prêmio. Essa é a razão de você estar na corrida. Então, nós, como crentes, fomos chamados para uma corrida por assim dizer; e essa metáfora é utilizada em diversos lugares na Escritura. Estamos em uma corrida. Não só aqui mas em outras partes da Palavra de Deus a mesma idéia nos é apresentado. E enquanto executamos esta corrida, temos em mente que estamos correndo para vencer. Agora o que é necessário para atingir esse objetivo? Bom, versículo 25 nos ajuda. "Todo atleta em tudo se domina." O que isso significa? Auto-disciplina; é auto-disciplina. Ele se mantem sob controle, e essa é a substância da dedicação para a vitória. Ou seja, obviamente um sujeito não pode entrar numa corrida, para ganhar, com quinze quilos de excesso de peso, ou que seja vítima de atrofia muscular. Ou seja, que não esteja numa disciplina tremendamente óbvia envolvida. Quando pensamos sobre as horas e horas diárias, semanais, mensais e anuais a que os atletas se aplicam até chegar ao nível de vitória, é impressionante.

Daqui a um ano, já teremos visto os Jogos Olímpicos de 1984 em nossa cidade; e seremos expostos, pela mídia, a todas as maravilhas do esforço atlético; a toda a tremenda auto-disciplina de quem vai embora com medalhas de ouro, prata e bronze. Vitória no atletismo a nível mundial exige um preço incrível. Não é incomum para os atletas como esses, treinar de seis a oito horas por dia durante cinco a dez anos de sua vida ou ainda mais; uma tremenda quantidade de dedicação. Eles literalmente esforçam-se para além do ponto de qualquer dor. Eles sabem o que é. Estamos falando de segundo fôlego. Eles sabem o que é ir além do segundo fôlego. Eles sabem o que é ir além do ponto da dor; e até mesmo nos dizem que há uma euforia além da dor que só o atleta pode experimentar. E eu pratiquei atletismo suficiente para experimentar algo dessa euforia. Você fala sobre um estado de elevação, há uma, há uma incrível sensação de liberdade, uma incrível sensação de energia que vai além do ponto de dor. É difícil explicar para alguém que nunca pagou esse preço em um, em um esforço atlético.

Mas Paulo está dizendo "Vejam, eu estou em uma corrida" e ele está falando sobre uma corrida espiritual e ele diz "Nessa corrida, eu sei que eu quero ganhar, e para ganhar eu tenho que me manter sob controle, 'Assim", ele diz, "corro também eu", versículo 26, "não sem meta". Em outras palavras, "Eu realmente sei para onde estou indo. Eu permaneço no curso." É muito parecido com as palavras de Paulo a Timóteo em 2 Timóteo 2, onde ele diz que um homem que se envolve em esforço atlético sabe que se é para ganhar a coroa ele deve se engajar. E então ele usa a palavra nominos, de acordo com as regras. Ele tem que ficar dentro da lei. Ele tem que ficar dentro dos limites. Ele tem que permanecer no curso. Ele não pode cruzar a linha. Ele não pode sair do círculo. Ele não pode sair dos limites. Ele não pode sair da pista. Em outras palavras, qualquer que seja a conformidade que esse evento demande, ele deve ficar dentro dele se ele quer ser vitorioso. E isso é o que Paulo está dizendo "Eu quero ganhar por isso faço um esforço máximo." E o verbo usado aqui de lutar pelo domínio inclui a auto-disciplina, auto-sacrifício, grande esforço; então isso é resultado da auto-disciplina e engloba a idéia de ficar dentro das regras. E então, no versículo 27, tudo vem junto quando ele diz "Eu [literalmente] esmurro meu corpo." Eu, literalmente, o mantenho sob controle. Eu o mantenho em submissão e "o reduzo à escravidão", diz ele, para que ao pregar aos outros, que é a minha corrida, eu mesmo não venha a ficar reprovado por algum pecado. Em outras palavras, eu não quero estar pecando e perder a vitória espiritual mais do que um atleta quer estar pecando contra o seu corpo e contra o seu treinamento, e perder em uma vitória física. E esses atletas colocam uma quantidade enorme de energia, uma tremenda quantidade de esforço.

Eu estava falando segunda-feira passada com o Miami Dolphins, fui para fazer um estudo bíblico com eles, e eu os levei onde eu quero levá-los agora, a Efésios capítulo 6. E eles estavam quase prontos para descer ao Coliseu para colocarem suas armaduras, sair e perder, como se viu, para os Raiders. E assim, todo o processo deles, alguns de seus tornozelos e pernas já estavam enfaixadas e eles estavam prontos para ir e batalharem, e eu aproveitei a ocasião para compartilhar com eles o fato de que eles haviam passado anos de sua vida, tremendas horas, uma tremenda energia e um tempo tremendo para chegar no topo de desempenho atlético. E isso, no topo do desempenho atlético, eles então desceriam, colocariam sua armadura, sairiam, batalhariam, e eles fariam isso para alcançarem uma coroa corruptível, como Paulo disse em 1 Coríntios 9. Eles o fazem para alcançar uma coroa corruptível.

Mas eu sugeri a eles que havia uma outra guerra muito mais importante do que essa, uma guerra espiritual por uma coroa incorruptível, por uma herança eterna, em glória que nunca se desvanece; que havia uma guerra muito mais importante do que qualquer jogo de futebol em toda a sua vida, e havia, como para aquela guerra, uma armadura muito mais importante do que ombreiras, almofadas no peito, almofadas de braço, capacetes, almofadas de quadril e todas as outras coisas que você veste. Havia uma armadura diferente. Uma armadura vital se eles fossem obter vitória na guerra espiritual. E eu os introduzi ao versículo 11 de Efésios 6 "Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para poderdes ficar firmes contra as ciladas do diabo." Você tem que ter a sua armadura. Eu disse a eles, "Você não não vão enfrentar os L.A. Raiders em seus shorts de ginástica despreparados assim como não deveriam sair para lutar contra o inimigo de suas almas também despreparados." "Porque a nossa luta [diz no versículo 12] não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes." Estamos em uma batalha, e a batalha não é realmente com os homens. Homens são apenas os peões e os brinquedos do mundo demoníaco invisível. A verdadeira batalha é com os demônios. Eu sei bem disso.

Eu nunca vou esquecer a batalha com uma menina endemoninhada, uma noite, Jerry Mitchell e eu enfrentamos enquanto ela chutava, gritava e jogava móveis em torno do quarto; e eu nunca vou esquecer andando no quarto e ouvindo-a dizer "Tire-o daqui. Qualquer um menos ele; não o deixe entrar." E estava vindo em uma outra voz que não era a dela, e percebi que os demônios sabiam quem eu era. Isso é uma coisa assustadora. Quando ela começou a dizer, você sabe, "Não ele, não ele", minha reação humana foi, certo, eu vou embora. Então eu comecei a perceber que se não, se me conheciam e não gostavam de mim, eu devia estar no time certo; e eu permaneci no poder de Deus contra aquela situação; e passamos horas de esforço agonizante lá até que Deus, em Sua graça, pela confissão dela do seu pecado, entrou em cena para limpar e purificar. Mas a partir desse momento, eu nunca tive dúvida sobre onde é a batalha é real. Eu sei onde a verdadeira batalha é. É uma batalha séria em um nível espiritual que é invisível; e os homens, como eu disse, são peões e brinquedos nas mãos de demônios; e temos de entender que a gravidade da guerra é forjada, realmente, contra Cristo e todos os que pertencem a Cristo.

Portanto temos de vestir a armadura, ele diz, para sermos capazes de ficar de pé. Nós temos que estar prontos para este esforço. Quero apenas apontar dois elementos no versículo 14. Em primeiro lugar é preciso "ter os nossos lombos cingidos com a verdade." O soldado romano não teria pensado em ir para a batalha com sua túnica apenas como um material recolhido voando em um combate corpo-a-corpo de vida ou morte. Ele se tornaria muito vulnerável. Ele poderia ser facilmente puxado para baixo por ela, ou isso poderia ficar em seu caminho e causar sua própria morte. Assim, ele colocaria um cinto, puxaria tudo, apertando, juntando tudo de modo que não seria solto de forma alguma, mas bem apertado em torno dele. E o apóstolo diz que é o, o cinto ou a cinta da verdade ou sinceridade. É de um compromisso verdadeiro que ele está falando. Ele está falando de auto-disciplina. Ele está falando sobre a pessoa entrar na batalha com seriedade, puxando suas ações em conjunto, ficando todas as pontas soltas, você não está brincando sobre isso. Ou seja, você vai fazer o que precisa ser feito, e eu realmente acredito, nesta questão de auto-disciplina, que nós, como cristãos, precisamos buscar unir nossas ações. Precisamos começar dizendo, "Aqui está o caminho estreito, aqui está a maneira que Deus quer que andemos e é aqui que vamos andar." E não é fácil, porque ao longo do caminho, as vozes estão chamando a nós para desviar. E, se amamos o prazer mais do que amamos a Deus, se amamos a auto-satisfação mais do que amamos a Deus em qualquer ponto no tempo, então estamos ido para fora da pista, e não exercitamos a auto-disciplina, e caímos em pecado. E assim você vê o apóstolo Paulo dizendo, "Esta é uma guerra e é melhor você ser sério, é melhor você puxar a túnica apertá-la num ato de compromisso real com a vitória."

E então ele passa a falar sobre a couraça da justiça. Um soldado romano usava uma placa sobre o peito para proteger seus órgãos vitais; e, obviamente se ele não tivesse isso, ele estaria tremendamente vulnerável a uma seta que poderia voar em seu peito, a uma faca que he poderia ser enterrada fatalmente. Ele queria sua armadura, e a armadura é a justiça ou santidade, fazendo o que é certo, auto-disciplina para com a lei de Deus ou somos vulneráveis.

Nós estamos em uma corrida para ganhar, temos que ser disciplinados para ganhar, e temos de ter uma vida que é vivida em obediência à vontade de Deus na questão de pureza. É para isso que Paulo está nos chamando. Ele diz isso de uma outra maneira em 2 Coríntios 7:1. Ele diz "Tendo, pois, ó amados, tais promessas ..." É como se ele estivesse dizendo que Deus lhe tem dado tanto, amados, Deus lhe deu tanto que "serei vosso Pai, e vós sereis para mim filhos e filhas, diz o Senhor Todo-Poderoso" no capítulo 6 versículo 18. Ou seja, tudo o que é nosso em sermos filhos e filhas de Deus: Vendo que você tem todas essas coisas "purifiquemo-nos de toda impureza, tanto da carne como do espírito, aperfeiçoando a nossa santidade no temor de Deus."

Ou seja, vamos colocar o cinto, vamos colocar a couraça e vamos correr a corrida para ganhar. Vamos manter as regras e ficar dentro dos limites. Vamos fazer um esforço completo de todo o coração. Sofro quando vejo cristãos indisciplinados. Sofro quando vejo cristãos que têm tanto vazamento em sua vida. Há uma linha de obediência, mas eles estão sempre fora dela. Eles entendem isso. Eles só não estão comprometidos com isso. Paulo diz isso ainda de outra maneira no final de Filipenses o último capítulo, o capítulo 4, versículo 8. "Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe", o que? "seja isso o que ocupe o vosso pensamento". Ouça, pessoal, sua auto-disciplina é uma questão de onde você coloca sua mente, onde você define a sua mente, onde você define o seu pensamento; porque "Porque, como imagina em sua alma" que? "assim ele é". E uma vida pura e uma vida auto-disciplinado é operada por uma vida que está saturada pela Palavra de Deus.

Você vê, a razão pela qual lhes ensinamos e expomos a Palavra porque é assim que está lá; e quando você é confrontado com a tentação, o Espírito de Deus pode dirigir você de volta para aquela Palavra que está plantado lá. A razão porque você deve ler a Escritura e meditar sobre a Escritura é para que a Palavra possa estar residente em seu coração. E então, como disse Davi, "Guardo no coração as tuas palavras, para não pecar contra ti." E assim o seu pensamento deve ser controlado pela Palavra de Deus. "Guardo no coração as tuas palavras, para não pecar contra ti" diz Colossenses 3. Então essa é a fonte da auto-disciplina. Em seguida ele exige um compromisso de sua parte, e eu estou preocupado com isso. Eu, eu estou preocupado que no cristianismo do nosso tempo haja uma falta de disciplina. Deus não mudou Seu padrão. Deus não mudou o caminho estreito ou o estrada estreita. Não mudou de forma alguma. A lei de Deus não abriu mais do que era quando Deus originalmente a deu; e o padrão de obediência é o mesmo. Mas os cristãos tendem a extender eles mesmos isso e criam uma tolerância artificial, e ouvimos as sirenes do mundo chamando-nos para fora de nosso curso. Trágico.

Este mês, no início do mês, tive a oportunidade de ir até Oregon. Levei comigo Chris Mueller, nosso pastor júnior; e subimos para falar com três mil homens na floresta lá em cima. Tivemos um grande momento. Abençoado por Deus. Alguns homens vieram a Cristo. Outros foram encorajados na fé e a um compromisso maior. Maravilhoso, maravilhosos três dias, e Chris e eu conversamos muito sobre as coisas lá em cima. Ele me disse algumas coisas que eram bastante surpreendentes para mim - no trabalho com os jovens do ensino médio - que podem nos ajudar a colocar o dedo sobre onde realmente estamos em nossa sociedade cristã. Por exemplo, ele fez uma pequena pesquisa no acampamento dos juniores neste verão. Levou cinquenta e quatro crianças secundárias e descobriu que nove dos cinquenta e quatro nunca tinha visto um filme de classificação restrita. Quarenta e cinco sim. Ele levou os meninos da sétima série, e dos trinta e cinco meninos da sétima série, vinte e cinco tinha visto um filme de classificação restrita. Isso é 12 anos de idade ou mais. Vinte e seis estavam lendo de uma forma ou de outra revistas pornográficas; e vinte e quatro destas trinta e quatro vão a escolas cristãs. E ele passou a me contar sobre como muitos deles têm em sua casa TV a cabo onde eles assistem sujeira bombeado no atacado nos canais de filmes e todo o resto do lixo que vem com isso.

Eu estava realmente incomodado com isso. Eu estava em grande aflição. Deixe-me dizer-lhe uma coisa, pessoal. Você não pode expor uma criança da sétima série a um filme de classificação restrita sem lhe causar um impacto absolutamente devastador sobre a sua vida. Não há como uma mente da sétima série computar isso sem ter respostas negativas. Você não pode olhar para pessoas com um metro e oitenta nuas sem se lembrar dessas imagens. E se você tem sua cabeça na areia tanto que você acha que seu pré-adolescente pode lidar com isso você está errado. Você precisa de ajuda. Se você permite que seu pré-adolescente assista a um filme de classificaçao restrita, você está contribuindo para o seu pecado. Você está inundando suas mentes com coisas que eles não podem lidar. Se você permite que eles se sentem em casa e assistam essa sujeira em uma estação de televisão a cabo, então não fique chocado mais tarde quando eles não tiverem qualquer interesse nas coisas de Deus, e não digam "Bom, nós o levamos para a igreja o tempo todo."

É devastador. Deixe-me dizer-lhe outra coisa. Se você assiste um filme de classificação restrita, você está contribuindo para a sua própria pecaminosidade. Você diz "Bom, é arte." Não, não é arte. É lixo apenas lixo puro. Você diz "Bom, ele tem algum valor social. Ou seja é, é um comentário sobre a nossa cultura." Claro, você acha que não vai ser divulgado dessa maneira? De que outra forma eles podem atrair pessoas boas e morais e contribuirem para a devastação de seu pensamento? Ou seja, não há lugar para palavróes na vida de um cristão que venham de um filme proibido, muito menos a nudez que sai dessas coisas imundas que eles chamam de filmes privados. E se você assiste, sabe por que você assiste? Você assiste porque você foi tão enganado pelo mundo que você é uma vítima não somente disso que você vê quando você se senta lá, mas você é uma vítima da técnica de publicidade deles que fisga você para começar com isso. E eu sou enfático sobre isso porque eu me sinto tão fortemente em meu coração: que você não pode esperar cultivar um pensamento divino nas pessoas que estão olhando para imagens intermináveis e incessantes de lixo, ou que estão canalizando através de revistas sujas, podres. Você não pode fazer isso. Não podemos lutar contra isso.

E pais, vocês precisam dar o exemplo. Você diz "Bem, eu nunca deixo o meu assistir. Eu o levo a isso." Deus o ajude se você fizer isso. Você diz "Bom, eu não sei o que ele faz." Isso é pior que tudo. É melhor você saber, porque essa pequena vida é uma mordomia de Deus, e Jesus lhe deu essa pequena vida; e se você está permitindo essa coisa bombear todo esse lixo, você vai ser uma pessoa responsável por isso. Ou seja, quarenta e cinco de cinquenta e quatro crianças pré-adolescentes assistiram a um filme de classificação proibida? Chocante. Você diz, "Bom, eu não posso ajudar com o que meu filho faz." Ah, é melhor; e é melhor você nunca assistir a essas coisas. É melhor você nunca assistir a um daqueles supostamente bons onde há profanação. Tudo o que faz é simplesmente continuar baixando, isso só ataca o padrão, ataca o padrão; e a mesma coisa com a música. Isso continua a atacar e atacar até que finalmente o nosso compromisso rígido com a pureza é rompido; e está tudo subliminarmente acontecendo. Eu não vou me expor a isso porque eu quero manter a visão de Deus a respeito das coisas, não a do mundo.

E há um momento em que você começa a se isolar. Você diz "Bom, você não sabe o que está acontecendo." É isso mesmo, e eu não me importo. Eu tenho uma boa idéia do que está acontecendo. Eu nunca assisti a um filme de classificação proibida, e eu nem nunca pretendo assistir a um, não estou interessado nunca em ir ao cinema com filmes impróprios ou qualquer outra coisa. Ou seja, para mim ou é a Pequena Pastorinha ou esqueça essa coisa toda, sabe? Não tenho interesse em expor minha mente ao lixo do mundo. Porque eu faria isso? Aflige meu coração pensar que crianças pequenas ... quero dizer isso não, isso não ajuda uma criança. Isso não ajuda um adolescente. Isso não ajuda um filho adolescente tentando lidar com todas as lutas da vida e do desenvolvimento de ideias sexuais e de identidade, expô-los a esse tipo de coisa.

E não estou falando de algum legalismo, pessoal. Estou falando sobre o pecado, o pecado simplesmente feio. Ou seja que, que pior coisa poderia o mundo fazer do que um desfile dessa sujeira em frente a olhos jovens, e eles estão fazendo, eles estão nisso agora mesmo. Eles estão de todas as maneiras possíveis. Este é um momento, amados, para uma vida disciplinada. Este é um momento para a vida disciplinada. Este é o momento de deixar de ser vítima, pare de ser desviado do curso pelas sirenes que estão gritando "Venha aqui. Venha aqui. Vamos fazê-lo feliz. Nós vamos dar-lhe prazer." Não há lugar para isso. E eu vou lhe dizer uma coisa. Se você busca essas coisas, então eu não me importo quantas vezes você está na igreja; você ainda não entregou sua vida totalmente ao compromisso que Deus pede. Ainda não. Nesse momento, você já se desviou do caminho do caminho disciplinado da obediência; e se você está rejeitando isso em sua mente pequena, isso mostra a mim ou a você que você está na batalha, e você está perdendo. Você está perdendo. E nem sequer é uma questão de como é ruim porque nós deveríamos pensar não em coisas que não são ruins mas em coisas que são o quê? Que são boas.

Bom, deixe-me levá-lo para uma segunda atitude a respeito da qual quero falar esta manhã. É a atitude de responsabilidade. Responsabilidade: E eu só quero, eu só quero voltar para o básico novamente nessa questão. É necessário que ensinemos à igreja que deve existir uma responsabilidade. Em outras palavras somos todos responsáveis uns pelos outros. Acima de tudo, devemos estar preocupados com o outro, não com a cor do tapete, ou com o papel de parede ou, ou não como vai esse programinha ou como vai aquele outro programinha ou se gostamos disso ou daquilo. Devemos nos preocupar uns com os outros. Abra em Mateus 7 por um momento. Deixe-me ver se eu posso refrescar sua mente sobre o que a responsabilidade se refere. Em, em Mateus 7, quero apenas citar dois verspiculos, versículos 3 e 4. Diz: "Por que vês tu o argueiro ou a lasca - palito se quiserem - que está no olho do teu irmão." Você está preocupado com isso, um palito no olho do seu irmão. Ao que se refere isso? Bom, refere-se a algum pecado, alguma falha, alguma coisa errada; e você deve estar preocupado. Mas diz, por que você está preocupado com isso e não com a tora em seu próprio olho? Versículo 4 "Ou como dirás a teu irmão 'Deixa-me tirar o argueiro do teu olho' quando tens a trave no teu?" Ou seja, é uma hipérbole aqui. É ridiculo - se fosse um desenho animado riríamos. Que bobagem. Mas o que ele está dizendo é "Veja, como você pode fazer o que você precisa fazer para com o seu irmão se você não tem a sua própria vida acertada?"

Agora o que isso indica para nós é muito importante. Temos a responsabilidade de uns para com os outros de cuidar dessas coisas que estão no olho do outro. Temos a responsabilidade de lidar com o pecado em si; mas antes de podermos fazer isso temos que fazer o que? Lidar com o nosso próprio. Agora eu acredito que a responsabilidade na igreja é uma coisa muito importante. Creio que somos todos responsáveis uns pelos outros. Mas antes que eu possa ser responsável por você eu tenho que ter minhas próprias ações alinhadas; e a responsabilidade então, tem um efeito inverso. Quando percebo que minha responsabilidade é cuidar de você, então eu vou ter a certeza de que estou bem. Agora deixe-me colocar em termos práticos. Você conhece alguém que não vem mais à igreja. Pense nisso por tempo suficiente e você provavelmente o fará. Você conhece alguém que veio por um tempo mas que não vem mais. Você tem a responsabilidade de ir até essa pessoa e dizer "Olha, você está abandonando a assembléia. Você precisa estar com o povo de Deus. Você precisa ser menos comprometido em fazer dinheiro, com a maldição de acumular tesouros na terra, e mais comprometido em estar com o povo de Deus." Você diz "Bom, quem sou eu para fazer isso? Eu tenho problemas na minha própria vida." Essa é a questão. Mantenha sua própria vida limpa, e remova a trave do seu olho. E então vá fazer isso. É por isso que eu digo que a responsabilidade é uma realidade de auto-purificação, vê. Enquanto me preocupo com as outras pessoas, coo subproduto tenho que estar preocupado comigo mesmo porque eu não posso lidar com você até que eu lide comigo.

Gálatas 6 diz, "Irmãos, se alguém for surpreendido nalguma falta, vós, que sois" o que? "espirituais, corrigi-o" Então se ele está em uma situação de desobediência, ele terá alguém que está andando em obediência para ajudar. Então antes que você possa ajudá-lo você vai ajudar a si mesmo. Assim, tão logo as pessoas entrem em relacionamentos de responsabilidade, isso tem um efeito de auto-purificação. Você me mostra uma igreja onde as pessoas não são ensinadas a se preocuparem com os outros que caem em pecado, onde não são ensinadas a restaurar outros, e eu vou lhe mostrar uma igreja onde as pessoas também não são expostas a seu próprio pecado, e elas podem escondê-lo e cobri-lo muito mais fácil. Deve haver responsabilidade; e quando eu sou responsável por você, eu sou responsável por mim, de modo que isso é muito, muito importante e necessário.

Agora, vamos para Mateus 18 e vejamos como isso funciona. Se eu tenho tido cuidado com a tora em meu próprio olho, o que eu vou fazer com você, e quando você cair em pecado? Tudo bem ,o versículo 15 de Mateus 18; Você se lembra, que estudamos isso alguns meses atrás. Diz "Se teu irmão pecar [contra ti], vai argüi-lo entre ti e ele só." Então se ele peca, você vai até ele. Essa é a maneira de fazê-lo. A igreja tem que ter esse tipo de responsabilidade. Ou seja, se você conhece alguém, por exemplo, que tem um negócio, e você sabe que eles não estão fazendo a coisa certa, não estão tratando os empregados direito, não estão tratando seus parceiros corretamente,estão sendo desonestos em seu o negócio; você tem uma obrigação diante de Deus como Seu filho para ir para aquela pessoa que é um cristão e dizer, "Você está em pecado". E você faz isso com amor, mas você diz, "Eu não posso fazer isso. Eu tenho meus próprios problemas". Então trate de resolver os seus problemas. Você diz, "Bom, isso vai levar um longo tempo." Não, demora tanto quanto uma oração de confissão. E com um coração puro e um espírito amoroso, você vai até aquele indivíduo e confronta aquele pecado. Se você conhece alguém que não está sendo certo e fiel ao seu parceiro no casamento, ou pais que não estão sendo fiéis a seus filhos, a fazerem como deveriam, ou filhos que não estão fazendo o que devem aos seus pais, se você conhece alguém que está fora da linha, de qualquer maneira, na igreja, é sua responsabilidade em amor de ir até essa pessoa; e, veja você, isso é uma coisa de auto-purificação.

O que isso faz é me purificar antes que eu possa ir. Em segundo lugar se todos nós começarmos a fazer isso, então todo mundo estará olhando para a sua própria vida e dizendo, "Rapaz, eu quero ter certeza que minha vida está certo." A igreja realmente deve ter responsabilidade. Deve. Não importa quem você é. Ou seja, em Gálatas capítulo 2 Paulo foi a Peter e "resistiu-lhe na cara" diz os versos 11 a 14, porque ele era repreensível" e o pregou em público. Realmente, eu digo em público porque está na Bíblia e todo mundo sabia. Ninguém está isento; mas os presbíteros ou aqueles que estão em posição mais elevada são repreendidos diante de todos para que os outros tenham temor. Ou seja, eu recebi uma carta esta semana, alguém que chamou a minha atenção para uma falha em minha própria vida, um ato irresponsável em minha própria vida, e algo que eu deveria ter feito e não fiz, e chamou a minha atenção. Eu lhe respondi e pedi o seu perdão e ter chamado a minha atenção. E, veja, eu quero saber disso tanto quanto você quer saber; mas se você não me fala sobre isso, então você não me ajuda, porque eu continuo cometendo os mesmos erros novamente. E continuo caindo na mesma armadilha novamente, até que você me confronte com isso. A igreja deve ter esse tipo de responsabilidade; e eu estou falando sobre responsabilidade a este nível, em que realmente importa, o nível de pureza de vida.

Marido, você precisa manter sua esposa responsável. Esposa, você precisa manter o seu marido responsável. Não é certo vocês tolerarem a pecaminosidade um do outro. Carinhosamente, devem ser confrontados, com amor; e assim, "E se eles não ouvirem?" Bom, o versículo 16 diz chamar duas pessoas com você, uma ou duas pessoas. E se ainda não ouvir, contar a toda a Igreja; e o que acontece quando você conta toda a igreja? Toda a igreja vai atrás dele. Na última ceia, mencionamos três nomes de pessoas que caíram em pecado, e dissemos isso a toda igreja. Fiquei maravilhado com quantos de nós que foram vê-los ou escreveram um cartão ou uma carta, ou ligaram para o escritório na igreja para conseguirem o endereço e assim pudéssemos enviar-lhes uma palavra da Palavra do Senhor para encorajá-los a sair daquele pecado. Essa é a nossa responsabilidade, prestação de contas; e isso mantém a igreja pura. É uma coisa de auto-purificação.

Eu me lembro quando pela primeira vez nos comprometemos a fazer isso quando chegamos na Grace Church e um casal de pastores me disse "Você vai destruir esse lugar MacArthur." Este é o meu primeiro pastorado, certo, e eles disseram "Você não sabe o que está fazendo. Você não pode entrar em uma igreja e fazer isso - ter todo mundo olhando em volta para o pecado de todo mundo, não pode fazer isso. Você vai destruir-la. "Eu disse" Bom, vamos fazer isso porque a Bíblia diz. E então vamos deixar Deus decidir o que acontece." Meu trabalho não é tentar edificar a igreja. Cristo disse que Ele edifica a igreja. Eu não vou competir com Ele. Esse não é o meu trabalho. Meu trabalho é tentar fazer tudo o que puder para garantir que as pessoas, na igreja, entendam o que a Palavra de Deus diz e vivam isso. Então vamos ver para onde Deus leva a igreja. E no início daqueles anos eu tive uma ilustração maravilhosa. Uma esposa me ligou. Ela disse "Meu marido acabou de sair. Ele se amigou com outra mulher."

Eu disse "Você sabe o nome da mulher?"

"Sim, ela é - ele está ali ele vai viver com ela agora ele deixou sua casa e filhos..."

Eu disse "Qual é o nome dela?" Ela me disse o nome, então eu fui na agenda de telefone, procurei pelo nome, e peguei o número, liguei, e ele atendeu o telefone. E eu disse "Aqui é John da igreja" e foi um choque; Ou seja, uma sacudida daquelas. E eu disse, falei pra ele que estava ligando, sabe, em nome de Cristo, chamando-o à obediência. Para sair daquele lugar antes que ele cometesse um pecado contra o Senhor, sua esposa e sua igreja, e fosse para casa; e um pouco mais tarde, ele disse que iria. Sua esposa me ligou e disse que ele estava lá; e no domingo seguinte, quando ele me viu, ele me abraçou e disse, "Obrigado, eu não queria estar lá. Eu fui tentado. Eu não achava que alguém fosse se importar." VocÊ, isso não o alienou, de forma alguma. Puxou-o para que se endireitasse, porque é disso que precisamos.

Você vê, para um cristão, não é isso que queremos fazer. Isso é o que não queremos fazer certo? "As coisas que eu quero fazer" Paulo diz "Eu não faço. Coisas que eu não quero fazer, eu faço." É a carne. Assim a responsabilidade não está invadindo a personalidade privada de alguém. Está ajudando-os em sua batalha com o seu próprio pecado. Vê? Isso é o que deveríamos estar preocupados: com a prestação de contas. É por isso que chegamos à mesa do Senhor, sabe, para ter nossas vidas endireitadas, tirar a trave de nossos próprios olhos, e assim poder ajudar outras pessoas para que possamos restaurar uns aos outros em amor, para que possamos provocar um ao outro ao amor e às boas obras. É onde se chega ao uns aos outros das Escrituras. O que eu quero dizer é que vocês estão exortando uns aos outros, repreendendo uns aos outros, reprovando uns aos outros, orando uns pelos outros, amando uns aos outros, ensinando uns aos outros, edificando, advertindo. Todas esses uns aos outros; isso está em em todo o lugar. Orando uns pelos outros; essa é a vida da igreja. Essa é, essa é a fluidez da coisa, vê.

Uma final, muito breve: Você não pode lidar com isso sem o outro, e esse é o perdão. A igreja não pode sobreviver a menos que haja perdão. Essa é outra atitude necessária, porque nós somos, nós somos humanos; e nós, nós falhamos. Ou seja, é desse jeito que é. Eu falho, e todo mundo falha, e nós vamos falhar. Mas se você não consegue perdoar e você não consegue perdoar especialmente aquele que ofendeu você ou que pecou contra você , então você tem um câncer em você, e há um câncer no corpo de Cristo. Em Mateus, volte lá para capítulo 6 por um momento e vou aliviar vocês com a oração dos discípulos. Versículo 12 "E perdoa-nos as nossas dívidas" e cada pecado cometido é uma dívida para com Deus que só poderia ser pago pelo sacrifício perfeito de Cristo. "Perdoa-nos as nossas dívidas assim como nós perdoamos aos nossos devedores." Em outras palavras Tu nos perdoas assim como nós perdoamos os outros. "Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celeste vos perdoará; se, porém, não perdoardes aos homens [as suas ofensas], tampouco vosso Pai vos perdoará as vossas ofensas".

Em outras palavras, se você não perdoar Ele não vai perdoar. Agora, isso não está falando sobre o perdão redentor e eterno. Aqui está falando sobre o perdão parental e temporal. O perdão redentor e eterno é nosso em Cristo; mas esse perdão parental, temporal, para aqui e agora, mantém as linhas claras de comunhão abertas, puras, e abençoadas, que só chegam a nós quando perdoamos aos outros. Então, se você não perdoar alguém, não importa o que eles fizeram para você, se você não os perdoa, então você tem um câncer em você. Eu acredito que o coração implacável é o motivo para uma enorme quantidade de tragédia. Na verdade, acho que o corpo pega as doenças da alma; e com isso muitas pessoas podem morrer, e podem morrer, na verdade, de câncer verdadeiro, porque eles têm um espírito implacável. Eu não estou agindo ou falando clinicamente. Eu só sei que o corpo pega as doenças da mente, e a culpa é a mais grave de todas as doenças; e um coração implacável cria amargor, sentimentos amargos amargos e bem como culpa.

Então se você é perdoado diariamente pelo Senhor para conhecer a comunhão clara, doce e pura que Ele quer que tenhamos nesta vida, é porque você perdoa os outros também. E vou dizer viu, quem é você para não perdoar, certo? Quem é você para não perdoar? Você se lembra da parábola em Mateus 18 do homem que devia dez mil talentos e ele veio e disse "Eu não tenho isso. Eu não tenho nada com que pagar" e o homem disse "Eu lhe perdoo tudo." E então ele saiu e encontrou um rapaz que lhe devia dezoito dólares e o estrangulou e o jogou na prisão e disse, "Fique aí até que você me pague." E o Senhor estava dizendo "Quem é você, que lhe foi perdoada uma dívida inestimável, impagável e você não vai perdoar alguém que lhe deve só dezoito dólares?"

É Efésios 4:32. "Antes, sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus, em Cristo, vos perdoou." Ouçam, nós devemos perdoar, porque fomos perdoados. Fomos muito perdoados, que podemos perdoar tão pouco? Ah, a igreja precisa ser cheia de pessoas perdoadoras, porque nós vamos falhar, pessoal. Nós realmente vamos. O que eu quero dizer é que eu vou fazer coisas que podem irritar as pessoas; e as pessoas vão irritar uns aos outros. Você vai ter um problema, talvez, com alguém na igreja ou algo assim. Mas se você pode perdoar, você está livre disso. Você está livre da escravidão dessa amargura, e você está livre para ser perdoado e conhecer a bênção de Deus. Mas se você abrigar um coração implacável, você retém a amargura. Quem precisa disso? Perdão, uma coisa tão bonita.

Assim a auto-disciplina em minha vida, a responsabilidade para com os outros, e, quando pecam, quero estar lá para reerguê-los, e também quero perdoá-los, mesmo que eles tenham pecado contra mim. Mesmo contra mim. E onde você tem uma igreja que não perdoa, você tem problemas terríveis, problemas terríveis. Aliás, somente as pessoas humildes perdoam, lembra-se disso? Somente as pessoas humildes, que não são tão orgulhosas a ponto de dizer "Rapaz, você fez isso comigo. Ninguém faz isso para mim." Mas quem desce e diz, "Ei, você é mais importante do que eu, de qualquer maneira quero amar você no amor do perdão." Bom, tem mais para a próxima vez. Vamos orar.

Pai, nós Te agradecemos por aquilo que aprendemos sobre as atitudes Tu queres em Tua igreja: obediência, humildade, amor, unidade, serviço, alegria, paz, gratidão, auto-disciplina, responsabilidade, perdão. Coisas bonitas; que esta igreja possa ser marcada por essas coisas. É um lugar tão maravilhoso, com pessoas maravilhosas. Vemos estas coisas nelas. Obrigado, Senhor pelo doce perdão que todos nós defrustamos nesta comunhão, pela maravilhosa responsabilidade que deve ser levada a cabo tão maravilhosamente, e a auto-disciplina que vemos em tantas vidas. Obrigado, Pai, pelo modelo que representam, seu exemplo, seu padrão. Mas, Pai, apenas lembra-nos destas coisas e a necessidade de continuarmos a ser fiéis. E para aqueles que talvez estejam vendo a coisa toda como uma espécie de espectador de esporte - você compra um bilhete, você vê o que acontece - Senhor move-os para longe disso. Que eles saibam quais são atitudes que Tu desejas, atitudes certas que fluem através da comunhão. E que o Espírito de Deus seja liberado para realizar todo o santo propósito do Salvador por Seu povo redimido, de modo que nenhum de nós permaneça à margem, mas no curso normal enquanto edificas Tua igreja para a Tua glória.

Por favor, apenas por um momento, mantenha sua cabeça abaixada antes de encerrarmos; e deixe-me apenas dizer que este seria um grande momento para todos nós fazermos uma oração de compromisso real com o Senhor, um momento para dizer "Pai, quero ser auto-disciplinado, faço uma aliança contigo, este momento, para ser obediente; pensar em coisas puras; trilhar o caminho estreito e ter uma vida auto-disciplinada e pura, entrar na arena da responsabilidade, ministrar e ser ministrado; ser um perdoador. Você pode fazer essa aliança com Deus em seu coração?

This sermon series includes the following messages:

Please contact the publisher to obtain copies of this resource.

Publisher Information
Grace to You
Unleashing God’s Truth, One Verse at a Time
Back to Playlist
Unleashing God’s Truth, One Verse at a Time

Welcome!

Enter your email address and we will send you instructions on how to reset your password.

Back to Log In

Unleashing God’s Truth, One Verse at a Time
Minimize
View Wishlist

Cart

Cart is empty.

Donation:
Unleashing God’s Truth, One Verse at a Time
Back to Cart

Checkout as:

Not ? Log out

Log in to speed up the checkout process.

Unleashing God’s Truth, One Verse at a Time
Minimize