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Esta manhã chegamos à nossa última mensagem na oração do discípulo, Mateus 6:9-13. Eu digo nossa última mensagem, não porque eu penso que nunca mais falaremos sobre isto novamente, mas a última em nossa série em curso nesta parte, neste momento de qualquer maneira, em nosso estudo aqui na Grace. Mateus 6. E eu gostaria de ler os versículos 9 a 13 para sua audição novamente como um cenário para o que eu quero lhe dizer e então terminaremos este versículo final, 13, esta manhã. "Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; venha o teu reino; faça-se a tua vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia dá-nos hoje; e perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores; e não nos deixes cair em tentação; mas livra-nos do mal [pois teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Amém]!"

Aprendemos a orar. Espero que tenhamos aprendido bem nossas lições. Nosso professor não foi outro senão o Senhor Jesus Cristo que nos deu este modelo para a oração. Eu ouso dizer que cabe a nós ouvir bem e aprender bem e aplicar bem as coisas que o próprio Senhor nos ensinou. Eu sei que na minha vida, minha oração foi remodelada para se ajustar ao padrão que o Senhor nos deu aqui, pois essa oração conhecida como "A Oração do Senhor" ou "A Oração dos Discípulos" é um esqueleto para toda a oração. Ela encarna todas as orações em suas características, para os ingredientes desta oração tocar cada área de necessidade e cada elemento para glorificar e louvar a Deus. É uma obra-prima abrangente de tudo o que é necessário e parte da oração verdadeira.

Em evidente contraste, Jesus apresenta esta oração; Em evidente contraste com a oração abaixo do padrão, inadequada, inaceitável, que era comum em Seu tempo. E se você esteve conosco quando estudamos a parte anterior do versículo cinco ao oito do capítulo seis, você se lembra que o Senhor primeiro apontou a inadequação, as falhas da oração que estavam acontecendo na cultura de seu tempo. E dividiu-a realmente em dois grupos. Havia a oração dos fariseus e a oração dos pagãos. A oração dos fariseus, você notará no versículo cinco, foi caracterizada pela hipocrisia. Eles oravam em pé nas sinagogas e nas esquinas das ruas mais movimentadas para serem vistos pelos homens. Eles eram espiritualmente falsos. Eles estavam se exibindo. Eles não estavam orando pela glória de Deuss nem por causa de Deuss nem pela expressão da verdadeira religiãos mas antes estavam orando para serem vistos. Era hipocrisia da pior espécie.

E então havia nessa cultura os pagãos. Se você notar no versículo sete diz que os pagãos oram "usando a repetição vã pensando que serão ouvidos por causa de sua fala". Os fariseus então oravam com hipocrisia e os pagãos oravam mecanicamente. Para os fariseus a oração era apenas uma pretensão de suposta piedade e para os pagãos era um ritual de rutina estúpido balbuciante destinado a fazer com que seu Deus respondesse. E assim se o pecado dos fariseus era egoísmo, o pecado dos pagãos era insensatez. Se o pecado dos fariseus era hipocrisia, o pecado dos pagãos era o ritualismo; Oração mecânica. E Jesus se opõe a isso em absoluta e direta oposição ao tipo apropriado de oração.

E assim aprendemos desde o início então que nossa oração nunca deve ser hipocrita. Nunca deve ser simplesmente mecânica. Nunca devemos orar como pretexto. Nunca devemos orar como um desfile da nossa suposta espiritualidade. E nunca devemos orar como um ritual, como uma rotina, como uma forma. E no entanto é surpreendente que esta mesma oração, a Oração do Senhor, que é colocada em contraste com esse tipo de oração, tenha sido usada como veículo, tanto para a oração hipócrita, como para a oração mecânica. Quantas vezes as pessoas se levantaram e murmuraram hipócritamente a Oração do Senhor com seus corações impuros bem diante de Deus? Quantas vezes você no passado murmurou a Oração do Senhor mecanicamente no final de algum ritual, ou alguma rotina, ou alguma outra oração, murmurando palavras sem pensar? E assim, mesmo que o Senhor defina isso em contraste com a hipocrisia e a forma mecânica, descobrimos que isso mesmo pode cair nessa categoria quando o coração não está certo.

Você diz, Bom, como devemos nos concentrar para tornar o coração correto? Bom, se você tem estudado a oração conosco, você sabe que simplesmente e tão somente nós nos concentramos em Deus, pois, acima de tudo, esta oração exalta a Deus. É uma oração que, em cada fase, em cada petição, do começo ao fim em cada detalhe, se concentra em Deus; Sua pessoa, seus atributos e suas obras maravilhosas são o impulso desta oração. E assim para evitar que a oração seja hipócrita ou mecânica, devemos orar com um foco em Deus para que haja a morte de nós mesmos e o fim de estar sem mente sem conteúdo sem comunhão. A verdadeira oração, portanto, está na humildade, expressando absoluta dependência de Deus, e é isso que nosso Senhor está buscando. Esta oração é centrada em Deus não centrada em si mesmo. É centrada na verdade, centrada na mente não centrada na boca. À medida que pensamos nos pensamentos que são verdadeiros sobre Deus, fazemos uma oração que tem como meta a Sua própria glória.

John Stott diz, ao resumir os pensamentos que eu acabei de lhes dar, "Quando chegamos a Deus em oração, não o fazemos hipocritamente como atores de uma peça que procuram os aplausos dos homens, nem o fazemos mecanicamente como pagãos tagarelas cuja mente não está em seus murmúrios. Mas atentamente, com humildade e confiança, como crianças pequenas chegamos ao nosso Pai e essa é a essência da oração". A realidade básica desta oração, então, é a verdade sobre Deus, pois até que conheçamos a verdade sobre Deus, não saberemos realmente como orar a Deus, e assim devemos ser ensinados e então orarmos em resposta. Os hipócritas oram porque têm uma visão errada de Deus. Eles acham que são mais importantes do que Ele. Os ritualistas oram porque têm uma visão errada de Deus. Eles não entendem que Deus é um Deus de amor, que deseja lhes conceder coisas, e assim eles aborrecem a Deus com seus murmúrios intermináveis, como se Ele tivesse que ser intimidado a dar uma resposta.

É uma teologia inadequada em ambos os casos que torna a sua oração tão substancial e por isso nós quando oramos devemos fundamentar e apoiar a nossa oração com um conceito de Deus que é verdadeiro e abrangente. E quanto mais você sabe sobre Deus mais rica, completa e mais significativa sua vida de oração se tornará. Portanto, para orar corretamente você deve permitir que as Escrituras formem seu conhecimento de Deus. Eu ouso dizer que minha vida de oração hoje é totalmente diferente da minha vida de oração há 15 anos ou 10 ou cinco porque quanto mais eu sei de Deus mais minha oração segue o padrão bíblico e mais eu vejo a expressão adequada e a resposta adequada ee Deus em resposta.

Deixe-me acrescentar apenas uma nota de rodapé para isso enquanto você olha para essa oração. Pareceu-me, enquanto eu estudava esta oração, uma e outra ve,z que cada pedido, nesta oração, nos promete algo que Deus já garante. Cada única petição já é uma promessa dourada de Deus, de modo que não há nada no fato de que estamos implorando a Deus que seja relutantemente dispensado em nosso favor, mas sim é simplesmente reivindicar o que já é nosso. Por exemplo, o nome de Deus será santificado. Esse é o Seu desejo. O reino de Deus virá. Sua vontade deve ser feita. Ele já prometeu nos dar o nosso pão diário. Ele já nos concedeu em Cristo o perdão absoluto e total. E Ele já prometeu que Ele nos guiaria, nos dirigiria e nos afastaria do mal no caminho da justiça. Então, quando estamos orando, amados, o que estamos realmente fazendo é meramente reivindicando o que já está prometido a nós. Portanto, quanto mais entendemos sobre as promessas de Deus, mais ricas nossas orações se tornam. Nós não estamos implorando a Deus pelo que Ele relutantemente dá; Nós estamos realmente reivindicando a promessa. É como se tivéssemos uma diretriz com Deus e quando queremos apresentar uma reivindicação temos direito a uma reivindicação. O prêmio foi pago por Cristo, a diretriz é nossa, todos os benefícios foram prestados em nosso nome, e tudo o que temos a fazer é reivindicar.

E assim estamos orando aqui não de jeito mendicante. E eu acredito que é por isso que a oração é tão curta. Tudo o que realmente temos a fazer é registrar a Deus a necessidade e, tendo cumprido as condições, Ele responde. Agora existem condições. Já vimos isso, certo? Uma coisa é orar "santificado seja o Teu nome" mas se houver impureza em minha vida, impiedade em minha vida, falta de virtude em minha vida, pecado em minha vida, o nome de Deus não pode ser santificado através de mim. Mas se eu preencher as condições e minha vida for pura, Seu nome é santificado. E se minha vida é pura, Seu reino é manifestado. E se me submeter à Sua vontade em obediência, Sua vontade será feita. E se eu viver como devo viver diante dEle, Ele irá satisfazer minhas necessidades diárias. E se eu tiver feito o bem com meus irmãos e irmãs e os tiver perdoado e tomado conta dessas coisas, então Ele me purificará e me perdoará. E se eu quiser andar no caminho da justiça, então Ele me levará para longe da tentação e para as coisas certas e boas. Em outras palavras quando eu preencher as condições, eu reivindico a promessa. Isso é o que a oração é. Isso é o que a oração é.

E além disso, amados, além do que é prometido por Deus na Palavra a que reivindicamos, temos que dizer "Senhor Tu não falas disto em Tua Palavra, mas estou orando e simplesmente querendo aceitar Tua resposta." Mas nesta oração reivindicamos o que já está garantido para nós. Agora, como observamos todas as características desta oração falam de Deus. "Pai nosso" essa é a paternidade de Deus. "Santificado seja Teu nome" essa é a prioridade de Deus. "Venha o teu reino" esse é o programa de Deus. "Seja feita a tua vontade assim na terra como no céu" esse é o propósito de Deus. "o pão nosso de cada dia dá-nos hoje" essa é provisão de Deus. "Perdoa-nos as nossas dívidas assim como nós perdoamos aos nossos devedores" esse é o perdão de Deus. E agora esta manhã "Não nos deixeis cair em tentação mas livra-nos do mal" que é a proteção de Deus. E então termina com a preeminência de Deus na grande doxologia que fecha esta oração. Seis pedidos; Os três primeiros relacionados com Deus e Sua glória, os três últimos relacionados ao homem e sua necessidade.

Chegamos então ao versículo 13, o sexto e último pedido. Eu acredito que é um, não dois. É apenas um pensamento contínuo. "Não nos deixeis cair em tentação" na adversidade "mas livra-nos do mal." Ele está unido como um só. Esta é a proteção de Deus. Passamos então de nossa necessidade física para nossa necessidade espiritual, para o que você poderia chamar de nossa necessidade moral. Deus cuida do nosso pão diário. Isso é sustento físico. Deus cuida do pecado de nossas vidas pelo perdão, e Deus cuida do padrão moral de nossa vida, guiando-nos para longe do pecado. O versículo 12 trata dos pecados passados, versículo 13 com os do futuro. Deixe-me dizer algo aqui como uma observação. Se você é um verdadeiro cristão, deixe-me dizer-lhe isso. Se você é um cristão verdadeiro, eu acredito no meu coração que você está tão preocupado com seus pecados futuros, que sejam evitados, como os seus últimos sendo perdoados. Você pegou isso? Todos, realmente, estão felizes que o passado esteja perdoado, e se isso é uma expressão genuína de fé salvadora, eu acredito que estejamos tão ansiosos de sermos libertos do futuro.

Quando alguém vem e diz, "Bom, eu estou tão feliz que meus pecados do passado estão perdoados. É tão maravilhoso saber que Ele perdoa tudo, vou simplesmente continuar e fazer o que quiser e viver a vida. Eu vou pecar para que a graça abunde e tudo é perdoado de qualquer maneira." Eu questiono a legitimidade de tal reivindicação à salvação, porque um verdadeiro filho de Deus que faz esta oração, não só está ansioso que o passado seja perdoado mas que os pecados futuros sejam evitados. Por quê? Porque ser um crente é ter uma atitude mudada em relação ao pecado. É por um lado um agradecimento a Deus pelo perdão do passado e por favor Deus livra-me dos pecados do futuro. Estou tão preocupado com o futuro e de não pecar como no passado e o que fiz. O pecador cujo passado maligno foi perdoado anseia ser libertado da tirania do pecado no futuro. Eu sei o que o pecado fez no passado. Eu não quero me envolver novamente no futuro. Deus tem sido tão gracioso para perdoar o passado, eu não estou ansioso para pisar em Sua graça no futuro.

E assim a expressão de nosso Senhor é esta, quando tocamos o ponto da necessidade humana em seu lugar mais profundo. Não precisamos apenas de perdão, precisamos mais do que isso. Precisamos de preservação. Precisamos de libertação. Precisamos ser perdoados quando pecamos sim, mas precisamos ser libertados para que também não pequemos. E esse é o clamor do versículo 13. O verdadeiro cristão não busca licença. Ele não encontra na graça uma maneira de pisar em Deu,s uma maneira de abusar de Seu amor, uma maneira de forçar Deus a perdoar constantemente, mas sim ele busca a santificação. Agora algumas pessoas ficaram confusas com esta petição. Veja no versículo 13. Em princípio parece simples, "Não nos deixeis cair em tentação mas livra-nos do mal". Quando dissemos isso no começo, bem isso está claro. Mantenha-nos fora de problemas, Deus. Mantenha-nos fora de problemas. Mas à medida que você olha para ele um pouco mais perto, várias questões, imediatamente, chamam a atenção. Número 1. Não nos deixe cair em tentação. Quer dizer que temos que pedir a Deus para fazer isso? Deus nos conduz à tentação se não Lhe pedirmos? Pode um Deus santo, justo, puro, incorruptível, irrepreensível, sem mácula e virtuoso conduzir alguém à tentação? E pedir para Ele nos livrar do mal quer dizer se não lhe pedimos Ele vai nos colocar no mal?

Esse é o dilema. As pessoas dizem que se isso significa tentação, não nos deixe cair em tentação. Deus faria isso? Por outro lado as pessoas dizem não. Você vê a palavra "tentação" lá significa julgamento e a oração diz "não nos levem a julgamentos." Agora espere um minuto, espere um minuto. Tiago disse, "tende por motivo de toda alegria o passardes por várias provações, sabendo que a provação da vossa fé, uma vez confirmada, produz perseverança. Ora, a perseverança deve ter ação completa." Então se você toma isso como uma tentação você tem um problema porque, Deus nos tenta? Tiago 1:13 diz "Ninguém, ao ser tentado, diga: Sou tentado por Deus; porque Deus não pode ser tentado pelo mal e ele mesmo a ninguém tenta". Então como podemos dizer, "Senhor, não nos tente, quando a Bíblia diz que ele não vai nos tentar de forma alguma?" Por outro lado, se dizemos, “Não nos conduza a uma tentação, Senhor" então estamos negando outro versículo em Tiago capítulo 1 que diz "tende por motivo de toda alegria o passardes por várias provações." Agora você vê um pequeno problema?

Não importa como você lida com a palavra aqui, parece nos deixar com um problema. Vamos ver se não podemos lidar com esse problema à medida que avançamos e eu acho que você verá qual é a questão. Deixe-me dizer neste momento o que você tem tipo que manter em mente. Basicamente, e penso que Crisóstomo, o primeiro pai da igreja, está certo quando diz o seguinte "Esta petição particular é o apelo mais natural da fraqueza humana quando enfrenta o perigo". Em outras palavras não é tão cognitiva. Não é tão racional como emocional. É o clamor do coração e pode não ser a afirmação mais teologicamente fundamentada, mas é a questão e a proclamação de um coração que despreza e odeia o potencial do pecado. Portanto, não olhamos para ele de forma muito precisa como referência teológica, tanto quanto ouvimos como a dor do coração que clama a Deus para livrar-se de invadir o mal.

Agora, eu percebo que o caráter cristão é fortalecido pelas provações. Eu reconheço que eu cresci devido às minhas provações. Eu reconheço que as provações têm uma obra de aperfeiçoamento. Eu também percebo que Deus não me tenta. Deus nunca tenta ninguém em qualquer momento para fazer algo errado. Isso seria desafiar Sua própria natureza. Você diz, O que eu tenho aqui é um paradoxo. Isso mesmo, mas não é um paradoxo desconhecido em outras partes da Escritura. Por exemplo, em Mateus 5, você se lembra que a Bíblia diz lá, Bem-aventurados os perseguidos. Mas se você vai a Mateus 10:23, diz para fugir da perseguição. Isso é um paradoxo. Agora o que devemos fazer ficar lá e se alegrar, ou correr? Há um paradoxo aqui. Há um sentido em que fugimos da perseguição, mas quando nos alcança podemos conhecer a alegria no meio dela.

Há um sentido em que resistimos a uma provação. Ninguém gosta de uma provação. Ninguém procura uma provação. Corremos de uma provação. Há um pavor e um medo em nossos corações de passar por certas provações, mas sabemos que mesmo no meio dessas provações há um trabalho de força. Há um exercício de músculo espiritual e somos melhores para eles e mais fortes para eles. Não é diferente do nosso querido Senhor que disse, "Pai afasta de mim esse cálice." Quer dizer, havia algo em Sua humanidade que não queria isso e mesmo assim ele redimiu o mundo, você vê. E assim há algo no coração humano que diz, "Senhor se podes me poupar da provação, faça-o. Mas se eu tiver que entrar em provação, então livra-me do mal potencial que existe" você vê? Essa é a essência disso. É uma oração baseada na auto desconfiança. É a humildade da auto-desconfiança que surge da petição anterior, porque eu sei que sou um pecador, porque sinto a minha dívida, porque eu passei pela dor da confissão tantas vezes, porque estou tão ferido e magoado por um mundo caído ao meu redor que continua a chocar-se comigo, peço a Deus, Livra-me destas coisas.

Eu não confio em mim mesmo. Eu não sei sobre você. Tenho de colocar um vigia sobre os meus olhos. Eu tenho que colocar um vigia sobre meus ouvidos. Eu tenho que colocar um vigia sobre a minha língua. Eu tenho que ter cuidado onde eu vou, o que eu vejo e que eu falo sobre o que quer que seja. Porque eu não confio em mim mesmo, e quando eu entro em uma situação difícil é nesse ponto que me apresso na presença de Deus como a sentinela de plantão que não luta contra o próprio inimigo mas corre para dizer ao comandante. Eu me retiro para a presença de Deus e digo, "Deus eu serei dominado por esta coisa a menos que Tu venhas em meu auxílio". E assim é uma oração baseada na auto desconfiança. O filho do reino percebe que ele vive em um mundo caído e que o mundo caído luta contra ele com tentações de grande força, que ele em sua própria humanidade nunca pode resistir.

Este é um mundo caído, pessoal. Basta olhar para a própria natureza. O que vemos? Os homens enfrentam vulcões e terremotos. Eles enfrentam incêndios, inundações, pestilências, acidentes, doenças e morte apenas no nível natural. Olhe para o mundo intelectual como é difícil para o homem encontrar a verdade. Seus julgamentos são parciais e injustos. O homem cuida no caos do pensamento relativista para uma destruição que é inevitável impulsionada por sua própria auto-parcialidade e tendo determinado que ele, ele mesmo é Deus. A lógica é governada pelo orgulho. Os intelectuais são governados pela luxúria. O ganho material torna os homens mentirosos. Existe a colisão constante das opiniões humanas. Todas essas coisas nos falam da queda do mundo intelectual.

Olhe para o mundo emocional. Sofrimento, cuidado, ansiedade, a incapacidade de lidar com atitudes murcha o espírito do homem. Sua alma é irritada pela fricção da vida com a vida. A inveja o atormenta, a cobiça o odeia como um câncer que o corroe. Suas afeições estão fora de lugar. Seu amor é pisado. Sua confiança é traída. O rico pisa no pobre. Os pobre procuram destronar os ricos. Prisões, hospitais, instituições mentais e penitenciárias marcam a perturbação moral emocional do homem.

Olhe para o mundo espiritual. Essa é a escuridão mais tenebrosa e mais espessa de todas. O homem está fora de harmonia com Deus. O mecanismo da natureza moral do homem está visivelmente fora de marcha. Ele está ficando sem sincronia com o plano de Deus. As tendências malignas dominam o homem de sua ascendência corrompida e caída. Ele pode querer fazer o certo mas sente-se puxado para baixo por alguma gravidade irresistível do mal. E é um mundo caído de todos os pontos de vista. O homem é confrontado com um mal avassalador. O homem está dividido. Ele é uma coisa desgrenhada. Ele é um monstro. Ele é aquele que é propenso a qualquer coisa má, consciente de sua incapacidade de resistir. E assim vivemos nesse conhecimento. Vivemos nesta queda. E o clamor do coração do crente é, "Deus leva-me para fora do potencial do mal que está em minhas provações.”

Vamos olhar para a frase em si. "E não nos deixeis cair em tentação." Deus nos conduziria deliberadamente à tentação? Olhe para Tiago 1 por um minuto. Ele faria isso? Tiago 1:13 diz "Ninguém, ao ser tentado, diga: Sou tentado por Deus; porque Deus não pode ser tentado pelo mal e ele mesmo a ninguém tenta". Deus nunca tenta ninguém. Agora, Deus pode permitir que Satanás traga certas provações na vida de Jó, mas Satanás é quem tenta, não Deus. Deus pode permitir, 1 Coríntios 5:5, algum crente mal na igreja ser entregue a Satanás para a destruição da carne, mas é Satanás que inflige isso, não Deus. Deus pode disciplinar como em 1 Timóteo 1:20 "os quais entreguei a Satanás, para serem castigados, a fim de não mais blasfemarem." E Deus pode permitir que Jesus Cristo sinta as investidas do inferno contra Ele na cruz mas não é Deus quem tenta. Às vezes é uma vontade circundante. Ele permite isso. A propósito, amado, você notará que Deus permite tudo o que for, porque Ele está no controle de tudo, então isso não é problema para sua teologia. Deus tem que permitir tudo o que é ou não poderia ser.

E há momentos em que Deus nos permite certas provações. Há momentos em que Deus permite que Satanás tenha o seu caminho em nossas vidas porque fomos desobedientes e infiéis. Há momentos como no caso de Jó, quando Deus permite que Satanás faça algumas coisas para provar quão justos somos. Mas Deus não é o tentador. O mal nunca toca em Deus, muito pelo contrário. Tiago 1 diz, versículo 14, "Ao contrário, cada um é tentado" - não por Deus mas - "pela sua própria cobiça, quando esta o atrai e seduz." Eu acho que quando ele é afastado de sua própria cobiça, esse é o desenho interno de sua carne. E seduzido, você pode acrescentar entre parênteses, por Satanás, que é atração externa, por Satanás. Os homens pecam porque são tentados e são tentados internamente pela sua concupiscência e externamente pela sedução de Satanás. "Então, a cobiça, depois de haver concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, uma vez consumado, gera a morte." Mas observe isto "Não vos enganeis, meus amados irmãos." Não cometa um erro neste ponto. Quando vier o pecado, vier a cobiça e a tentação chegar, lembre-se disto. "Toda boa dádiva e todo dom perfeito são lá do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não pode existir variação ou sombra de mudança".

Saiba disso. Que toda dádiva que Deus dá é um presente bom e perfeito e isso nunca variará, e Deus nunca se desviará disso, de modo que quando o mal vem, não vem de Deus. E é importante entender esta verdade teológica. As pessoas se preocupam com isso o tempo todo. Deus permite o mal. Isso está em Sua própria escolha, e teremos que esperar pela eternidade, mesmo assim, para descobrir o porquê. Mas Deus permite o mal. Deus não faz o mal ou tenta a fazer o mal. Tudo o que procede de Deus é algo bom e perfeito. Você tem que manter essa tensão em sua mente. Deus permite certas coisas, mas elas não são a expressão de Seu coração, Sua mente, Sua vontade ou Seu caráter. De fato se você quer saber o que Deus sente sobre a tentação, simplesmente ouça Jesus em Mateus 26:41. Jesus disse a Seus discípulos "Vigiai e orai para que não entreis em tentação". Em outras palavras, Ele queria que eles o evitassem. E como Satanás nos tenta? A concupiscência dos olhos, a concupiscência da carne e qual é a terceira, 1 João 2? A soberba da vida. E diz, "não procede do Pai, mas procede do mundo." Você vê? Essas coisas não procedem do Pai mas do mundo, da carne e do diabo. Agora o total está dentro da estrutura do subsídio de Deus, pois Ele deu aos homens uma escolha. Ele não nos fez robôs para amá-Lo e para fazer o bem, porque não tínhamos escolha. E assim Deus não nos tenta para fazer o mal, mas o desejo de Deus é que vigiemos e oremos e não entremos em tentação.

Agora ouça quando você pecar não culpe a Deus. A cobiça vem, como os latinos costumavam dizer, ab intra, "de dentro" ou ab extra "de fora". De Satanás, mas não de Deus - não de Deus. Então, a primeira coisa que queremos fazer é voltar agora para Mateus e vamos aplicar o que acabamos de dizer. "Não nos deixeis cair em tentação". Agora, vemos a palavra "tentação". Ouça. Vemos a palavra tentação e é uma coisa muito importante parar e ver o que essa palavra significa. É a palavra peirasmos e, é usada repetidamente nas Escrituras. É uma palavra neutra. Não significa mal, não significa bom, é simplesmente um teste ou uma prova. Isso é tudo o que significa. Agora, a palavra inglesa tentação, significa sedução ao mal, mas a palavra tentação nem sempre é a tradução correta. Às vezes esta palavra é traduzida como "teste". Às vezes é traduzido como "provar". Às vezes é traduzida como "julgamento". Às vezes é traduzida como "tentação". E isso é porque pode ser qualquer uma dessas coisas. É um teste. É uma palavra neutra. Pensamos na tentação como um ato sedutor que nos leva ao pecado, mas a palavra peirasmos, aqui, estou convencido seria melhor traduzida como "julgamento". Vamos lê-lo dessa maneira. "Não nos deixe cair em provas, testes." Agora deixe-me dar-lhe um pensamento aqui. Sempre que houver uma provação ou teste legítimo, existe a possibilidade de passar ou - O quê? - falhar, ou não é um teste. Você tem que ter a possibilidade de passar ou não ter sucesso, ou não ter sucesso.

Então quando Deus traz uma provação - agora marque isso - há sempre a possibilidade de que essa prova possa ser transformada em uma tentação. José disse, em Gênesis, capítulo 50, versículo 20, sobre seus irmãos vendê-lo para o Egito, "Vós, na verdade, intentastes o mal contra mim; porém Deus o tornou em" - O quê? - "bem". Em cada vicissitude, luta e provação da vida, Deus a traz para nos testar, para exercitar o músculo espiritual, para nos fortalecer, para nos amadurecer mas no meio disso, se não percebermos através dos olhos de Deus, comprometidos com Deus, permanecendo em Sua força, Satanás a transforma em uma tentação, seduz nossa cobiça, nos atrai para o pecado.

Então marque. A palavra é uma palavra muito apropriada. Quando a oração diz "Não nos deixe cair em provação" creio que a implicação da oração é "Senhor nunca nos leve a uma prova que nos apresente tal tentação, que não poderemos resistir," Você entendeu? "Nunca nos leve a algo que não podemos lidar. Não nos dê uma prova que vai se tornar uma tentação irresistível, mas sim nos livra de qualquer prova que traria o mal sobre nós como uma consequência natural. Não nos coloque em algo que não podemos lidar." E você sabe, isso é apenas uma reivindicação de uma promessa, como veremos daqui a pouco. O termo implica testes. Implica um processo. E aliás, a qualquer momento você vê uma palavra como peirasmos com um asmós terminando nela que é um substantivo grego, esse sufixo asmos implica um processo. Não nos coloque em qualquer processo, qualquer procedimento, qualquer série de circunstâncias, qualquer situação que vá nos atrair para um pecado irresistível. Agora Tiago está supondo, e eu acho que tem que se supor aqui que Deus não vai fazer isso. Um Deus santo, sem pecado e absolutamente justo não nos incitará a pecar. Ele não vai nos atrair para o pecado. Ele não vai nos tentar ao pecado. Mas Ele trará coisas para nossas vidas que se tornarão testes para nós.

Você anda e passa por uma certa revista, um certo livro, um certo cinema, um certo programa na sua televisão. Isso é um teste. Isso é um teste. Pode ser um teste para mostrar-lhe a sua força espiritual, fazer com que você cresça, ou se você falhar, ele se transformou em uma tentação, e incita a sua cobiça e atrai você para o pecado. Você está demitido do seu trabalho. Pode ser um teste. Como você vai lidar com isso? De modo positivo, alegre comprometendo-o ao Senhor? Você passou. Mas no meio disto, Satanás diz que aquele sujeito sujo, que é seu chefe, você deveria fazer tudo o que pudesse para arruinar sua reputação. Falar sobre ele, falar mal dele, queixar-se, reclamar dizer algumas palavras para Deus, também, para torná-lo difícil para você. Satanás está trabalhando no fim da tentação da mesma circunstância, enquanto Deus está trabalhando na provação. É como o capítulo 4 de Mateus. Ele diz que o espírito levou Jesus ao deserto para ser peirasthēnai - para ser testado. Para Deus era uma prova, para provar Sua virtude. Para Satanás era uma tentação destruir Sua virtude, você vê? E assim é como vai ser em nossas provações. É por isso que as provações são valiosas. Você tem que tê-las para crescer. Ao mesmo tempo elas potencializam o pecado.

Jó disse, "se ele me provasse, sairia eu como o ouro" porque ele se aproximou de sua provação do jeito certo. Tiago 1 diz "tende por motivo de toda alegria o passardes por várias provações, sabendo que a provação da vossa fé, uma vez confirmada, produz perseverança. Ora, a perseverança deve ter ação completa." Pedro disse, "Nisso exultais, embora, no presente, por breve tempo, se necessário, sejais contristados por várias provações, peirasmos - para que, uma vez confirmado o valor da vossa fé, muito mais preciosa do que o ouro perecível, mesmo apurado por fogo, redunde em louvor, glória e honra na revelação de Jesus Cristo". Em outras palavras a provação é para provar o ouro genuíno de sua fé. Peirasmos é uma prova. O propósito de Deus é para o bem, mas Satanás tenta transformá-la em mal. Resumindo, o que estamos dizendo? Uma provação é um teste para provar sua força, exercitar seu músculo espiritual, desenvolver sua força espiritual, como Deus testou Abraão na oferta de Isaque, como diz Hebreus 11:17. Deus queria mostrar que homem virtuoso ele era, fortalecer sua fé. Mas Satanás quer transformá-lo em uma tentação. E o apelo do versículo é simplesmente isto "Ó Deus não nos guie" ou "não nos deixes guiar" ou "faze-nos não nos faça ser guiados". Não nos permitam ser conduzidos a um peirasmos que se torne uma tentação irresistível que não podemos lidar.

E você quer saber algo interessante? Isso significa que o Senhor tem que trabalhar toda a sua vida porque há certas coisas que você precisa para crescer. Mas se elas vieram a você no momento errado em sua vida, enquanto você era muito jovem na fé, você não iria lidar com elas, e em vez de crescer, você cairia nelas. Por exemplo, existem certas tentações que vêm a mim agora que eu nunca poderia ter tratado quando eu era jovem na fé. Nunca. Mas como eu fui fortalecido, agora sou capaz de lidar bem mais do que eu era então. O Senhor tem que, então, ordenar toda a nossa vida, de modo que em nenhum ponto de nossa vida nunca sereremos tentados em uma situação em que não temos a força para resistir. Então, Satanás e a carne entram em nossas provações, provações que Deus nos traz para nos aperfeiçoar, provações que Deus traz para nos ajudar a fortalecer a outros, provações que Deus traz que nos ensina a confiar Nele, provações que Deus traz para nos levar à Palavra de Deus e aos nossos joelhos. E nessas provas vem Satanás com suas tentações, e dependendo de como você responda isso será contado.

Portanto esta petição, amados, é uma salvaguarda contra a presunção e é uma salvaguarda contra falsos sentidos de segurança. Quando você pensa que você está em pé, deve tomar cuidado para que você não - O quê? - caia. Você acha que chegou no topo, espiritualmente, mas não chegou. Uma frase rica e simples. Aliás, a palavra "em" - "não nos deixe cair em" - é uma palavra interessante. É eis no grego, e alguns a compararam com o hebraico "no poder de" ou "nas mãos de". Então o que está dizendo é "Não nos deixe ser levados às mãos da tentação." Em outras palavras, se a provação está à nossa volta, isso é uma coisa, mas não nos deixe cair nas mãos dessa provação. É quando se torna uma tentação. Em outras palavras, enquanto estamos no barco, o mar pode sacudir todos de uma vez - apenas mantenha-nos no barco. Não nos deixe cair no mar ou vamos nos afogar. Não nos deixemos apanhar no vórtice da provação. Mantenha-nos em suas mãos no meio daquela prova.

Aliás, nosso querido Senhor fez a mesma oração em João 17:15, quando Ele disse ao Pai, "Não peço que os tires do mundo, e sim que os guardes do mal." Não os deixe cair nas mãos, ou no poder do mal. Martinho Lutero disse, "Não podemos deixar de ser expostos aos assaltos, mas oramos para que não caiamos e pereçamos sob eles". E essa é a essência disso. É uma oração para que Deus nos defenda quando Ele nos testar, de modo que Satanás e a carne não transformem Suas provações em tentação, que se tornam irresistíveis e nos atraem para a concupiscência e a cobiça no pecado. Agora como lidar com isso no meio da provação? Quando começamos a sentir a tentação chegando, aqui estamos no na provação. Alguém morreu. Perdemos um amado, perdemos um emprego, estamos zangados com nossa esposa ou nossos filhos, com conflitos nos relacionamentos, chateados com a igreja, seja lá o que for, estamos numa provação - financeira ou emocional, psicológica, social e espiritual. Estamos nesta provação e estamos dizendo, "Senhor este é um tempo de crescimento.”

E Satanás começa a bater em nós, e quer nos deixar amargos e irritados, e então como lidamos com isso? Eu acho que Tiago 4:7 nos dá uma palavra simples. Não temos tempo para entrar em detalhes; Quero encerrar nossos pensamentos. Mas em Tiago 4:7 diz isto, "Sujeitai-vos, portanto, a Deus." "Sujeitai-vos, portanto, a Deus." Agora como vocês fazem isso? O que quer dizer com submeter-se a Deus? Bom, isso significa ficar sob o senhorio de Deus. Você concorda com isso? Esteja sob Seu senhorio. O que isso significa? Isso significa que se eu vou me submeter a Deus e ao Seu senhorio; Isso significa que eu vou fazer o que Ele - O quê? - diz. O que significa submeter-se a Deus então? Significa viver em submissão aos princípios bíblicos. Ele é apenas cita no versículo 5. "Ou supondes que em vão afirma a Escritura?" É falar sobre as Escrituras. "Sujeitai-vos, portanto, a Deus". Como Deus se revelou a Si mesmo? Como Deus revelou Sua vontade? Como Deus revelou os princípios de Seu Senhorio? Como Deus manifestou o que Ele quer que façamos? Em Sua Palavra. E assim quando entramos numa situação de provação, o que fazemos então é começar a ordenar nossas respostas a essa provação de acordo com os princípios da Palavra de Deus, e é assim que nos submetemos a Deus. E enquanto ordenamos nossa vida de acordo com os princípios da Palavra de Deus, descobrimos que, dessa forma, resistimos ao diabo e ele vai - O quê? Fugir.

É uma grande palavra, não é mesmo? Sujeitar-se a Deus não é algo esotérico. Não é um trauma emocional distanciado. Submeter-se a Deus é ordenar minha vida a corresponder de acordo com a revelação bíblica da vontade de Deus. E assim no meio de uma provação digo, "Ó Deus preciso de tua força infundida em mim e me submeto às verdades da tua Palavra. E as minhas respostas, as minhas atitudes, as minhas ações, os meus pensamentos e meus atos estão todos submissos à Tua Palavra." Você pode orar para submeter a Deus tudo o que quiser, mas até que sua vida esteja ordenada, não fará qualquer bem orar dessa maneira. Você pode dizer "Eu me submeto a Ti, Senhor, proteja-me" e simplesmente continuar pecando e mantendo uma reação errada, e você estará violando aquilo mesmo que você está pedindo.

Submeter-se a Deus é submeter-se à Sua Palavra. É Sua Palavra que poda os ramos em João 15. É a Sua Palavra que estando escondida em nosso coração, não poderemos pecar. É a Sua Palavra que é a espada que nos defende contra o ataque, Efésios 6. E isso é o que Ele está dizendo. Como seremos libertos em meio às provações? Submetendo-nos a Deus. E quando nos submetemos às verdades de Sua Palavra e tomamos a espada da Palavra de Deus, começamos a usá-la em nossas vidas. Então dessa maneira resistimos ao diabo e ele foge, e essa provação permanece uma provaçao, e nunca se torna uma tentação irresistível. O que este pedido está dizendo, amados? Ouça agora. Eu quero que você entenda. Ele enfrenta o perigo de viver em um mundo amaldiçoado onde estamos sendo golpeados pelo mal ao nosso redor. Confessa nossa inadequação para lidar com esse mal. Confessa a fraqueza de nossa carne. Confessa a absoluta falta de recursos humanos. Leva em conta o fato de que somos impotentes, e exige a proteção de um Pai amoroso quando nos submetemos à Sua Palavra. Meu coração se encolhe de provações. Eu não gosto de provas. Eu não procuro por elas. Eu orei muitas vezes em minha vida "Senhor traga na minha vida o que eu preciso para ser o homem que Tu queres que eu seja", mas toda vez que eu digo isso, eu penso em minha mente, rapaz, eu não sei O que estou pedindo. E eu não estou ansioso para entrar numa provação. Assim que entro numa provação, só consigo pensar em uma coisa, sair. Não penso em ficar lá, penso em sair dessa coisa. E eu olho para trás em provações no passado, e eu realmente fico feliz por terem acabado. Ninguém gosta delas.

Eu não gosto quando alguém que eu amo morre, ou alguém está ferido ou algum problema acontece na minha vida. Eu não gosto disso. E então eu não digo, "Senhor eu só queria que soubesse que é tão maravilhoso! Apenas continue trazendo-as!" Eu não oro assim. Cristo não orou assim. Ele disse, "Meu Pai, se possível, passe de mim este cálice!" Mas então Ele se virou e disse, "Se isto é o que é necessário Senhor, que seja." Que seja. Então clamamos com Cristo "Pai, poupe-me da provação, mas se a provação se encaixa à tua sabedoria, se encaixa no teu caminho e as provas se encaixam na tua vontade, se encaixar no teu plano então protege-me em meio às provações de modo que eu sai dela como os três amigos de Daniel fizeram sem sequer cheirarem a fumaça. Para que eu possa sair como Daniel fez quando ele saiu da cova do leão, intocado. "Daniel precisou de proteção na cova dos leões, e nós também quando entramos em provação, certo? Não podemos fazer isso sozinhos. Tem que ser um recurso divino. Bom, você acha que Deus vai ouvir essa oração? Você acha que Deus irá protegê-lo de provações que são irresistíveis, tentações que atraem você ao pecado? Eu creio, e é baseado no versículo que eu quero que você veja, 1 Coríntios 10:13, um dos grandes versículos em toda a Bíblia. E você sabia que eu ia chegar lá mais cedo ou mais tarde, não é mesmo?

Primeira Coríntios 10:13 o que diz? "Aquele, pois, que pensa estar em pé" versículo 12 "veja que não caia." Então o versículo 13 "Não vos sobreveio peirasmos" - nem provação, nem tentação - "que não fosse humana." Você não terá uma que seja uma espécie de super-humana. Você não será tentado do modo que todo mundo já nao tenha sido. E no meio disto Deus é fiel. Você sabe, em cada provação Deus é fiel. Ele prometeu nunca deixar você, nunca abandoná-lo, e Ele é fiel. Estou tão feliz. Você não está feliz por Deus não ter dito, "Sabe, você vai ter um monte de provações na vida e eu vou tentar acertar cerca de uma em cada dez delas em você". Isso seria muito ruim. Ele diz "Eu sou fiel. Eu estarei lá em cada uma delas." Deus é fiel. Ele não permitirá que você nunca seja peirazō "experimentado ou testado ou tentado" acima do que você seja capaz de suportar. Nunca. Você nunca pode dizer "Bom, era demais para mim." Ele nunca permitirá isso, e Ele sempre, com essa provação, dará a saída. Ekbasis "a saída". E você sabe qual é a saída? A saída é "através". Você tem que passar pela provação como num túnel. A saída é "através".

Se você cair em uma tentação ou pecado você perdeu. A saída é através, a fim de que você possa ser capaz de suportá-la. O que isso diz? Deus nunca, nunca, jamais permite uma provação que seja mais do que você possa lidar. Essa é a resposta ao pedido "Não nos deixe cair em tentação, mas livra-nos do mal" ou "do maligno" - a carne ou o diabo. E Ele diz "Está bem. Eu nunca vou deixar você ser tentado acima do que você é capaz de suportar." Em outras palavras, estamos apenas reivindicação uma promessa e se cumprirmos a condição, temos o direito de reivindicar a promessa. Qual é a condição? Sujeitai-vos ao Senhor e resisti ao diabo. Isso resume a oração. Fecha com uma doxologia. A doxologia é simplesmente isto "Pois teu é o reino o poder e a glória para sempre. Amém." Isso é uma doxologia. Você apenas diz. Você apenas pensa. Apenas oferece isso a Deus. Você não a disseca. E por falar nisso, há provas de que Jesus não disse isso. É por isso que ela não está incluída em algumas de suas versões da Bíblia. Não sabemos se Ele disse isso ou não. Alguns manuscritos têm, alguns não.

Vou lhe dizer uma coisa, é verdade. Amém? Dele é o reino a glória e o poder pelos séculos dos séculos. Amém. É verdade e eu gosto disso. Parece um clímax apropriado. Alguns comentaristas dizem que quase pensam que teria que estar lá porque os judeus nunca teriam fechado uma oração em uma nota negativa como essa. E assim porque está lá e porque é verdade, nós a mencionamos belamente e maravilhosamente. É um eco de 1 Crônicas 29:11 que diz essencialmente a mesma coisa. Se Jesus disse isso ou se alguém mais tarde adicionou, é certamente verdade. Dele é o reino a glória e o poder para todo o sempre. O que aprendemos nesta oração? Tudo o que precisamos está disponível para nós. Primeiro Deus recebe o lugar correto, as três primeiras petições, e em seguida nossas necessidades são levadas a Ele e atendidas em Sua fonte maravilhosa e eterna. Vamos orar.

Pai ecoamos esta oração em nossos próprios corações. Livra-nos do mal. Livra-nos do castigo do pecado, do domínio do pecado, da culpa do pecado. Livra-nos das conseqüências do pecado que afetam nossos intelectos e nossas emoções. Livra a nossa vontade da escravidão dos nossos julgamentos, da perversão das nossas imaginações, da falsidade. Liberta nossas lembranças de reminiscências amargas. Liberta nossos instintos do fluxo pecaminoso. Liberta nossas afeições do que é terreno. Livra-nos da fraqueza, para que possamos conhecer a plenitude da tua força. Obrigado por este tempo, Pai, esta manhã. Nós bendizemos Teu nome por isso. Obrigado por esta oração. O teu nome seja santificado, venha o teu reino, seja feita a Tua vontade. Continua a dar-nos tão abundantemente quanto Tu tens dado no passado, o nosso pão de cada dia. Ajuda-nos a perdoar os outros, para que possamos conhecer a plenitude do Teu perdão paternal, e agradecer-lhe a promessa de que nunca Tu nos conduzirá a algo que não podemos lidar. Mas, Senhor, não podemos lidar com nenhuma provação a menos que nos submetamos a Ti e resistamos ao diabo. Ajuda-nos a cumprir as condições, a conhecer o cumprimento das promessas inestimáveis ​​desta oração, e a orar como devemos, para a Tua glória. Pois Teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Amém.

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