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Abram comigo as suas Bíblias no capitulo 9 de Mateus.

Mateus, capitulo 9. Estamos retornando ao nosso estudo de Mateus. Eu tenho esperado tanto por esta volta, pois eu amo muito a narrativa do evangelho. Nós paramos há mais de um mês atrás no versículo 17, e hoje começamos o versículo 18. E os versículos 18 até 26 são realmente uma unidade; e para que você entenda a história e a tenha em mente, deixe me ler os versículos 18 até 26. E iremos gastar no mínimo algumas sessões juntos, indo por este tremendo relato. Começando no versículo 18, Mateus escreve:

“Enquanto estas coisas lhes dizia, eis que um chefe, aproximando-se, o adorou e disse: Minha filha faleceu agora mesmo; mas vem, impõe a mão sobre ela, e viverá. E Jesus, levantando-se, o seguia, e também os seus discípulos. E eis que uma mulher, que durante doze anos vinha padecendo de uma hemorragia, veio por trás dele e lhe tocou na orla da veste; porque dizia consigo mesma: Se eu apenas lhe tocar a veste, ficarei curada. E Jesus, voltando-se e vendo-a, disse: Tem bom ânimo, filha, a tua fé te salvou. E, desde aquele instante, a mulher ficou sã. Tendo Jesus chegado à casa do chefe e vendo os tocadores de flauta e o povo em alvoroço, disse: Retirai-vos, porque não está morta a menina, mas dorme. E riam-se dele. Mas, afastado o povo, entrou Jesus, tomou a menina pela mão, e ela se levantou. E a fama deste acontecimento correu por toda aquela terra.”

Eu gostaria de simplesmente ler o título desta passagem, “O Poder de Jesus Sobre a morte.” É sobre isso, a ressurreição de alguém, da morte; e no caminho, a cura de uma mulher com problema de sangue. E se você ler os outros evangelhos, você sabe que a razão do interlúdio da cura é para atrasar Jesus até que a pequena garota esteja morta, e o funeral já tenha começado. Porque os outros escritores nos dizem que quando Ele se aproximou, o homem disse a Jesus, “minha filha está morrendo,” e no momento em que Ele chega, ela já estava morta, e o funeral já havia começado. Então o Senhor coloca este belo interlúdio da mulher com um problema de sangue como parte da demora para resultar na ressureição. Então vemos o poder de Jesus sobre a morte. Eu penso que essa seja uma mensagem essencial lidando com um tema crítico. Estamos vivendo em um mundo que está morrendo, onde todos nós nos deparamos com a inevitabilidade de morte. Estamos deteriorando humanos em um mundo deteriorado. Nosso mundo é marcado pela tragédia. Nosso mundo é marcado pela dor. Nosso mundo é marcado pela tristeza. Nosso mundo é marcado pela morte. Desde a queda do homem relatada em Gênesis, capitulo 3, tem havido uma maldição no mundo. E essa maldição foi enviada à terra e todos os seus habitantes entornando e espiralando em lagrimas, desastres, dor, enfermidade e morte. Alias, nós enfrentamos essas coisas incessantemente.

Só neste mês, nas últimas, vamos dizer quatro ou cinco semanas, eu conheço um amigo querido que morreu de câncer, muitos outros amigos que estão sendo consumidos pelo processo mortal doloroso do câncer. Eu soube de um jovem, que no seu carro, matou um menino de apenas oito anos de idade. Eu soube de um homem cristão que estava dirigindo um caminhão na avenida quando um outro homem se lançou na frente do caminhão, e ficou encravado na frente do caminhão. Eu olhei em muitos caixões no ultimo mês: o rosto frio de um pai e de uma mãe. Eu ouvi choro e tristeza. Eu soube de uma jovem com duas crianças pequenas: aquela moça jovem está morrendo de um tumor no pulmão. Eu vi um jovem sair de uma cirurgia para sentir a dor enquanto o anestésico acabava. Eu andei pelos corredores de muitos hospitais. Eu ouvia os gemidos e dores daqueles que estavam com dores e enfermos. Eu vi crianças com leucemia. Eu conversei com um pastor amigo ao telefone que falou, “você por favor oraria, John, pela minha filha de dezesseis anos? Ela fez duas cirurgias no coração, e agora o coração está falhando, e quase a perdemos.” Eu neste mês lembrei que no ano passado tivemos uma querida esposa e mãe de nossa igreja que morreu queimada viva. Domingo passado conheci um homem que se tornou cego aos poucos, e uma mulher que se tornou surda aos poucos. Eu conversei com uma criança de nove anos que mês passado perdeu a sua mãe por causa do câncer, e domingo passado eu orei com, e, por um homem que foi diagnosticado com um tumor no cérebro, e que está em dor constante. E isso é só uma parte, mas é assim a vida. Isso é o que o pecado fez para este mundo. Isso é o pecado em ação.

É de se admirar que Jesus reagiu do jeito que reagiu quando Ele foi até a sepultura de Lázaro? E a Bíblia diz no capitulo 11 de João, “Jesus vendo-a chorar (Maria, irmã de Lázaro) e bem assim os judeus que a acompanhavam, (a uma cena de funeral foi que Ele veio) agitou-se no espírito e comoveu-se.” Havia uma dor profunda. Havia uma dor, e não era tanto por causa do que aconteceu com Lázaro, mas na infinidade da Sua mente foi possível alargar o seu pensamento por toda a eternidade para juntar todas as consequências do pecado, e sentir toda a dor que isso trouxe ao homem. E como um simpatizante além de tudo que possamos conceber, feriu-O profundamente. E diz que Ele chorou, e os judeus disseram, “Vede quanto o amava. Mas alguns objetaram: Não podia ele, que abriu os olhos ao cego, fazer que este não morresse? Jesus, agitando-se novamente em si mesmo.” Foi uma dor profunda em Cristo, pois Ele conseguia ver o poder e a dor do pecado. Deus não quis que fosse assim. Esse não era o plano. Todas as coisas no mundo foram criadas para o bem e a felicidade do homem, mas o homem pecou. E assim os profetas do Antigo Testamento dizem que pecado seguirá o seu curso, e então Deus irá reverter a maldição. Deus irá mudar tudo.

E vamos para o fim de Apocalipse no próximo encotro ao último capitulo, e lemos isto: “E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram.” E João tem essa visão incrível do dia em que a maldição acaba. Quem consegue fazer isso? Quem consegue reverter a maldição? Quem consegue destruir doenças, dor, tristeza, choros de morte? Os profetas disseram que viria um Messias, um Príncipe, um Rei, e Ele faria isso. Ele teria o poder de trazer de volta a totalidade para a vida. Assim, quando Jesus veio ao mundo, Ele demonstrou esse poder. Embora o cumprimento dessas promessas estejam ainda no futuro, Aquele que as cumprirá, já demonstrou suficientemente a habilidade Dele para fazer isso, de modo que quando Jesus veio ao mundo, para todos os efeitos e propósitos, como você viu, Ele baniu a enfermidade da Palestina. Ele ressuscitou os mortos. Ele perdoou pecados. Todas essas coisas que serão verdade do maravilhoso e glorioso reino por vir, Ele demonstrou lá em Sua primeira vinda.

Os milagres de Jesus foram a prova do Seu poder para reverter a maldição; a prova do Seu poder para estabelecer o reino, como tinha dito em João capitulo 5, você lembra, que um dia Ele iria levantar da morte todos que estavam no túmulo. E se Ele vai fazer isso, Ele vai ter que demonstrar que tem o poder para isso. Então, milagre atrás de milagre Ele os fez para comprovar o Seu poder. Se você tivesse que seguir o pensamento de Mateus, você veria quão tremendamente importante são estas coisas para Mateus mencionar. Voltando, por exemplo; você não precisa abrir, basta apenas ouvir, acho que você entenderá. Voltando para Mateus capitulo 4, Mateus escreve:

“Percorria Jesus toda a Galiléia, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do reino e curando toda sorte de doenças e enfermidades entre o povo. E a sua fama correu por toda a Síria; trouxeram-lhe, então, todos os doentes, acometidos de várias enfermidades e tormentos: endemoninhados, lunáticos e paralíticos. E ele os curou.”

Se seguir Mateus um pouco mais para frente, você chega no 8º capitulo; e alguns de vocês lembrarão, no 8º capitulo, no versículo 16 fala, “Chegada a tarde, trouxeram-lhe muitos endemoninhados; e ele meramente com a palavra expeliu os espíritos e curou todos os que estavam doentes; para que se cumprisse o que fora dito por intermédio do profeta Isaías.” Agora, ouça, Ele não os curou por causa deles somente, mas para demonstrar o Seu poder. E não curou a todos porque todos tivessem fé; nem por qualquer esforço de imaginação. Ele não curou todos eles porque mereciam. Ele curou todos eles para que pudesse mostrar que é capaz de curar todas as doenças, que não havia limite para Sua capacidade. Capitulo 9, versículo 35: “E percorria Jesus todas as cidades e povoados, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do reino e curando toda sorte de doenças e enfermidades.” No capítulo 11, versículo 5: “os cegos vêem, os coxos andam, os leprosos são purificados, os surdos ouvem, os mortos são ressuscitados, e aos pobres está sendo pregado o evangelho.” E assim foi para que Ele demonstrasse que Ele era Deus, o Messias, o Rei.

Agora, se você esteve conosco nos nossos estudos de Mateus, você sabe que este é o foco de Mateus. Isto é o que Mateus quer que entendamos – que Ele é o Rei. Então Mateus nos disse sobre Seus antepassados. Que Ele era da linhagem de um rei, o filho de uma virgem. Ele nos diz sobre a Sua adoração. Outros reis ajoelharam-se para Ele. Ele nos contou sobre a Sua antecipação; as profecias do Velho Testamento cumprindo-se no Seu nascimento. Ele nos conta sobre o Seu mensageiro real, Seu anunciador, João o Batista. Ele nos contou da Sua afirmação, onde o Pai falou no Seu batismo. Ele nos contou sobre a Sua vantagem quando Ele conquistou Satanás na tentação. Ele nos contou sobre a Sua atividade de cura e pregação. Ele nos contou sobre a Sua autoridade em Seus sermões no capítulo 5 até o 7; e agora ele nos conta sobre a Sua autenticação, o poder milagroso Dele. E através dos capítulos 8 e 9, vemos os milagres de Jesus; e Mateus nos dá três grupos de três milagres. No capítulo 8, nós vemos o primeiro grupo de milagres lidando com enfermidades. Do capitulo 8, versículo 23 até capitulo 9, versículo 17, o segundo grupo lida com desordem, ambos na área física, espiritual e moral. E agora no terceiro grupo, e o que vamos estar olhando daqui em diante, lida com a morte. Doença, desordem e morte. Este é o clímax. Jesus pode ressuscitar o morto.

Agora, nesta sessão, você tem três milagres. O primeiro na verdade tem um milagre dentro de um milagre, mas há três milagres separados. O primeiro, ressuscitando o morto; segundo, dando visão ao cego; o terceiro, dando vista ao cego. Os dois últimos parecem menos maravilhosos do que o da ressureição, e você pode perguntar porque Mateus iria incluir dar a visão e dar a fala na sessão em que fala de Seu poder sobre a morte. E não tenho certeza se posso ser dogmático sobre as respostas para isso, exceto que para mim parece uma ilustração maravilhosa do poder da ressureição de Jesus. Primeiro, Ele ressuscita a pessoa inteira da morte, e então Ele mostra como que Ele consegue ressuscitar o todo mostrando a você como Ele pode dar vida para partes mortas. Ele, que pode dar visão a olhos mortos, e dar a fala à língua morta e que pode ressuscitar o morto, por isso é a soma das partes. Então Ele tem o poder sobre aquilo que está morto.

Pode Jesus vencer a morte? Que mensagem! G. B. Hardy, o cientista Canadense, uma vez disse, “Quando eu olho para a religião, tenho duas perguntas. Pergunta No. 1: Alguém já conquistou a morte? Pergunta No. 2: Se já o fez, ele daria um jeito de eu conquistar também?” Ele disse, “Eu verifiquei o tumulo de Buddha, e estava ocupado; eu verifiquei o túmulo de Confúcio, e estava ocupado; e eu verifiquei o túmulo de Maomé, e estava ocupado; e então eu fui ao túmulo de Jesus, e estava (o que?) vazio. Então eu disse, ‘Há um que conquistou a morte.’ E eu fiz a segunda pergunta, ‘Ele tornou possível para mim fazer isso também?’ e eu abri a Bíblia, e Ele disse, “porque eu vivo, (o que?) vocês viverão também.’” Essa é a questão: “Jesus, Você pode conquistar a morte? Você é o que pode reverter a maldição? Você, como diz em Apocalipse capitulo 1, segura em Sua mão as chaves da morte e do inferno? Se Você é este, mostre-nos, demonstre-o.” O mesmo Jesus que estava na sepultura de Lázaro e comoveu-se, que chorou com Maria, é o mesmo Jesus que disse á Marta, “Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá; e todo o que vive e crê em mim não morrerá, eternamente. Crês isto?” Sim, Jesus tem poder sobre a morte, e em lugar algum de forma mais clara você O verá ressuscitando esta menina morta nesta situação.

Agora, vamos fazer algumas anotações básicas enquanto nos aproximamos do texto. Há um milagre dentro de um milagre, mas o milagre dentro do milagre da ressureição, isto é, aquele que lida com o problema de sangue, é na realidade parte do milagre da ressureição, pois provê a demora que é necessária para que a morte ocorra, e tornar a ressureição o mais dramática possível. Assim você realmente tem um milagre dentro de um milagre; e se eu pudesse meio que trabalhar nessa ideia, eu gostaria de lhe oferecer um sermão dentro de um sermão, e eu gostaria que você entendesse o milagre e o poder de Cristo. Mas ao mesmo tempo eu quero que você veja, enquanto vemos estas duas coisas maravilhosas acontecendo, eu quero que você veja, não somente o que aconteceu, mas um sermão dentro de um sermão. Eu quero que você veja como Jesus lidava com pessoas, pois não há lugar mais maravilhoso sobre isso como aqui. Toda Sua ternura, toda a Sua sensibilidade, toda a Sua nobreza, toda a Sua franqueza, toda a Sua gentileza está aqui, toda o Seu poder está aqui, toda a Sua dinâmica está aqui, e todas as maravilhas da Sua majestade estão aqui. E você realmente tem uma maravilhosa visão rápida de como ele lidava com as pessoas, o que torna para nós um padrão em lidar com elas também. Então anote aí enquanto passamos por isso tudo.

Agora, vou usar o esboço baseado em como Jesus lidava com as pessoas para nos conduzir por este relato incrível. Enquanto eu vejo isto logo no início, eu vejo, primeiramente, que ao lidar com as pessoas, Jesus era acessível. Ele era acessível. Versículo 18, “Enquanto estas coisas lhes dizia, eis que um chefe, aproximando-se.” Agora, pare aqui. “Enquanto estas coisas lhes dizia” Que coisas? “...lhes dizia...” Para quem dizia? Temos que fazer essas perguntas, não temos? Com quem Ele está falando, e sobre o que? Você lembra o que está acontecendo aqui? Ele tinha expulsado os demônios daquele maníaco de Gadara, e os enviara para a manada de porcos. Ele tinha acalmado o mar e o vento, e você pode acreditar que essa palavra espalhou-se rapidamente. Na verdade, quando ele voltou para Cafarnaum, aquela pequena vila no ponto mais ao norte do Mar da Galileia onde Pedro viveu – quando Ele voltou para aquela vila depois destes incríveis incidentes em Gadara, Ele estava na casa de Pedro – e os discípulos de João Batista vieram e disseram, “Porque você não está jejuando? Porque todos os seus discípulos e o Senhor comendo assim? Porque não estão jejuando? Porque vocês não cumprem os jejuns prescritos?

E com isso em mente, nós vamos para o versículo 18. “Enquanto estas coisas lhes dizia [em resposta aos escribas e fariseus e aos discípulos de João o Batista], eis que um chefe, aproximando-se.” Se eu puder esticar o seu pensamento um pouco, isto fala para mim da acessibilidade. As pessoas conseguiam chegar até Ele. Assim, Ele estava lá. Não havia nenhuma torre de marfim. Ele não era um guru religioso que ficava a 5 metros e meio acima com lírios envolta Dele. Ele não ficava á distância de um braço. Ele não vivia em um mosteiro. Não há hierarquia. Você não vai ao terceiro vice-presidente e tem ele passar para o de cima. Ele se movia entre o povo. Ele era Deus no mundo dos homens. E, você vê, essa é a essência da encarnação: “Que Deus,” João 1 fala, “armou a sua tenda com homens.” Ele estava nas ruas. Eles estava nas vilas. Ele andava nas ruas de terra. Ele estava nas sinagogas. Ele estava nas casas, pois era tudo que tinha, para ficar nas casas. Ele não tinha a Sua própria casa. Ele topava com algumas pessoas no terreno do templo. Ele era acessível.

Um dia um monte de pais vieram – em Mateus 19 – e trouxeram muitas criancinhas, e eles meio que empurravam as crianças, pois queriam ver Jesus as tocasse. Os discípulos diziam, “Manda estas crianças embora.” Jesus disse, “Deixai os pequeninos, não os embaraceis de vir a mim, porque dos tais é o reino dos céus.” Ele juntava os pequeninos. Ele era acessível para os adultos, para crianças. Assim, a todo lugar que Ele ia, ia com uma multidão. Em uma ocasião, Ele disse, “Tenho compaixão desta gente, porque há três dias que permanecem comigo.” Você consegue imaginar? Você acha que eles faziam perguntas para Ele quando chegavam perto? Você perguntaria? Você acha que eles levaram para Ele todos os seus problemas? Você levaria? Ou seja, se você soubesse que havia Alguém com todas as respostas. Ele estava aconselhando. Ele estava curando. Ele estava ensinando. Estava no meio do povo – você pode imaginar? – por três dias completos; e Ele disse, “Tenho compaixão desta gente.”

Imagine as conversas, as infinitas necessidades, as infinitas perguntas. Ele até, em certa ocasião, teve que retirar-se para o monte para ter alguns momentos a sós e para conversar com o Pai; e havia momentos em que Ele tinha que dizer a alguém, “não fale às pessoas sobre este milagre,” por causa da pressão que vinha como resultado. E lá estava Ele, o Mestre do mundo, o Criador do universo, o Rei dos reis, o Senhor dos senhores, e lá estava Ele andando pelos montes da Galileia, as crianças indo e vindo, e as pessoas parando-O e conversando. Lá está Ele nas vilas, pela areia, e na costa, e num barco na água, e nas ruas lotadas de Jerusalém, e sempre, sempre cercado por pessoas. Ele era acessível. Sabe o que isto me diz? Isto me diz que Deus é acessível. Não é bom isso? Porque isto é Deus exibindo-se a Si mesmo, Ele era acessível às multidões.

E na ocasião dessa época em particular, duas pessoas estão no meio da multidão. Um é um chefe, a outra, é uma mulher doente. Um é reconhecido e aceito, a outra é menosprezada e marginalizada. Um era rico, a outra era pobre. Pode imaginar a diversidade que havia numa multidão como essa? Os Fariseus estavam tentando fazê-Lo tropeçar, enganá-lo, condená-lo, as pessoas que estavam só tentando analisá-lo, e todos os enfermos, que estavam ansiosos, pessoas que mendigavam, que eram pobres, excluídas, escravas, que eram cativas. Todas as feridas estavam ali, bem como, tentando ter todas as suas necessidades supridas. Isso me emociona de que Ele seja acessível para com as multidões; que você consegue chegar até Ele. Mas deixe-me dar um segundo passo. Jesus não era só acessível – e se eu fosse mudar de palavra – Ele também é disponível. Ele não era só acessível nos sentido em que você ia até Ele, Ele estava disponível no sentido em que Ele ia até você. Esta é uma realidade maravilhosa; que Jesus era sensível com quem estava na multidão, que Ele podia mover-se até a pessoa com real disponibilidade. Eu não estou pensando muito na multidão, como eu disse. Estou pensando no indivíduo.

Bem, vamos olhar de novo no versículo 18 e ver o que acontece. “Enquanto estas coisas lhes dizia, eis que um chefe, aproximando-se.” “Eis,” ele disse. Isto quer dizer veja isso. Quer dizer, isso é uma coisa chocante incrível surpreendente muito notável. O que é tão notável? Bem, este homem era um chefe. Marcos adiciona, “Um dos principais da sinagoga.” E Lucas diz, “Ele era rosh ha keneseth,” que quer dizer que ele era chefe ancião da sinagoga; o nome dele era Jairo. Sabe o que este homem era? Ele era o representante número um dos estabelecimentos religiosos em Cafarnaum. Ele é o chefe ancião, não no templo de Jerusalém, mas na sinagoga de Cafarnaum.

Sinagogas eram lideradas por anciãos. Eles eram os líderes espirituais. Eles tinham a administração do lugar. Eles coordenavam e se certificavam de que tudo era conduzido apropriadamente, todas a adoração pública. Eles eram homens de grande influência; e fora do grupo deles, eles tinham muitos anciãos. Eles elegiam alguém para ser o cabeça, que presidiria, que supervisionaria, que nomeava o pregador, aquele que orava, e o que lia o Lei; e eram responsáveis por administrar toda a sinagoga. Aqui estava o sujeito número um. Esta é a epítome do estabelecimento religioso: e por todos os intentos e propósitos, se você sabe qualquer coisa do evangelho, você sabe que os estabelecimentos religiosos eram totalmente contra Cristo. Eles lutaram com Ele com unhas e dentes, a vida toda Dele. E este sujeito era visto como a epítome disto, e pode ter sido um Fariseu. Não sabemos, mas tinha bastante pressão para ser fiel religioso judeu tradicional, e ele vai a Jesus. Agora você espera que ele venha dizendo, “Agora, senhor, eu sou o chefe ancião da sinagoga. Eu gostaria de conversar contigo. Podemos conversar em particular?” Não foi isso que ele fez. Ele não se protegeu de maneira nenhuma. É incrível. Veja no versículo 18. “Ele veio, e o adorou.” Agora a palavra em Grego, adorar, significa prostrar-se diante de alguém e beijar o pé desta pessoa, beijar a orla de Suas vestes, ou beijar o chão na frente dela. Agora, esta é uma pessoa herética, esse Jesus; e os Fariseus estão indo atrás Dele; e o estabelecimento religioso está atrás Dele; e este sujeito faz o que naquela cultura só se faria para uma divindade, alguém que fosse divino, alguém que fosse santo de tal forma, que não é humana... ou um rei que se declarou como divino. Você não faria isso para seres humanos, a não ser que eles fossem de alguma forma sobrenaturais.

Eu acho incrível que Mateus ama usar a palavra adorar. Ele usa esta palavra treze vezes, pois cabe a um rei, não cabe? O homem adorou. Mas o que levou este sujeito a fazer isto? Como você poderia levar alguém a fazer isto? Igual a ele? Digo a você. Simples. Versículo 18. Você sabe o que ele disse para Ele? “Minha filha está morta. Minha filha está morta.” Agora, o registro de Mateus é breve. De Lucas é maior, de Marcos é maior; e nos outros evangelhos os escritores nos dizem que a primeira vez em que o homem falou Jesus, ele fala, “Minha filha está morrendo.” E mais para frente ele é informado de que ela morreu, e ele fala para Jesus que ela morreu. Mateus apenas condensa tudo, deixando fora alguns dos preliminares; e, neste momento, Mateus simplesmente fala, “Agora ela está morta. Minha filha está morta.” E os outros escritores nos dizem que a menina tinha doze anos de idade; e doze anos e um dia na cultura Judaica significava que já era uma mulher. Para o homem era treze anos e um dia, por isso que existe o bar mitzvah. Nós sempre soubemos que as mulheres estavam à nossa frente, não é? Doze anos e um dia. Ela tinha acabado alcançar o florescimento da feminilidade. Ela tinha acabado de florescer. Doze anos de alegria, tinha se tornado em um choro de morte. Você sabe porque ele veio? Ele não se importava com a pressão social. Ele não se importava com prestígio. Ele não se importava com estabelecimento religioso. A filha dele estava morta, não havia nenhum recurso dentro do sistema dele para lidar com aquilo; e acredito que Deus já estava trabalhando no coração dele; porque sua fé era incrível. Ele fala, “mas vem, impõe a mão sobre ela, e viverá.” Não há um pingo de dúvida nesta frase, certo? Ele engoliu seu orgulho. Ele virou as costas para a pressão social. Ele diz adeus ao estabelecimento religioso, e ele foi a Jesus, e colocou o seu rosto no chão e provavelmente beijou os pés Dele. Falou, “Minha filha está morta.”

Deixe-me dizer duas coisas sobre este homem. Um: Ele tinha uma necessidade profunda; é por isso que pessoas vão para Cristo. Se você não tem uma necessidade, você não vai a Cristo. Recentemente, um homem me disse, “Eu não tenho necessidade de Cristo.” Bem, se você não tem nenhuma necessidade de Cristo, você não virá; e devemos orar para que tenhamos necessidade Dele. Devemos orar para que tenhamos uma necessidade profunda, ao ponto de saber a dor, o desespero, a perda de todos os recursos que poderiam leva-lo a Cristo. É aparente para mim que o homem em sua mente, provavelmente já cria no poder de Cristo. Ele provavelmente foi intimidado por Cristo; mas talvez até este ponto, ele tenha sido um pouco resistente; mas agora, quando a sua filha estava morrendo e agora morta, ele entrou em desespero. O motivo dele não era totalmente puro. Ele não veio só por causa das maravilhas de Cristo. Ele não veio porque tivesse um grande amor por Cristo. Ele veio porque estava ferido, e ferido profundamente, e conheceu a dor que nunca tinha sentido antes em sua vida. Havia uma dor que era como – como nada igual, não havia explicação. Era tão definitiva. O coração dele estava despedaçado. São as pessoas com necessidades que vão a Cristo, por isso que o evangelho é pregado com recepção aos pobres, doentes, fracos, pelo ignóbil, os cativos, e prisioneiros. Então ele foi – mesmo sua fé sendo inadequada, seus motivos um pouco egoístas – Jesus estava disponível.

Eu falei da necessidade Dele. Deixe-me falar um pouco sobre a sua fé por um minuto. Esta é a segunda coisa que fez ele ir a Cristo. Ele realmente acreditava que Jesus tinha o poder para fazer isso; e essa é uma fé maravilhosa. Você sabe que se voltar ao capitulo 8, por exemplo, havia um centurião que disse que seu servo estava em casa, doente, com paralisia. Lembra disto? E o servo disse, “Se falares uma palavra, meu servo será curado,” e Jesus disse, “Não vi fé tão grande como essa em lugar algum em Israel.” Este homem tinha a fé tão grande para acreditar que Jesus conseguia curar o seu servo apenas com uma palavra. Se esta é a maior fé que ele tinha visto em Israel, que tipo de fé seria necessária para crer que Jesus poderia colocar a mão em uma pessoa morta e trazer esta pessoa de volta à vida, quando isso nunca tinha acontecido antes? Isso está superando aquilo. O homem tem uma fé maravilhosa. É até melhor do que a fé de Marta. Marta disse a Jesus, “Oh, se você estivesse aqui quando estava doente, poderia ter feito algo, e agora ele está morto, é tarde demais.” Ela não cria no poder de ressureição. Acredito que este homem tinha a fé para ser redimido. E acredito que antes do dia acabar, ele entrou no reino de Deus.

E o Senhor ainda realiza um outro pequeno milagre que também é maravilhoso. Jesus está na grande multidão e outro milagre acontece, e Jesus nem está envolvido no milagre. É involuntário. Ele fala, “Alguém me tocou, porque senti que de mim saiu poder.” E ele olha em volta e fala, “Quem me tocou?” Deus fez isso para atrasar todo o percurso até à casa, para ter certeza de que a menina estava morta. Como Jesus respondeu a sua necessidade e fé? Versículo 19. Eu amo isto. No Grego fala, Jesus levantou e o seguiu. Levantou e o seguiu. Ele não disse, “Bom, você sabe, eu tenho uma reunião muito importante aqui com esta multidão e certamente não sei como eu vou sair. Ou seja, tem muita gente doente.” Ele levantou e o seguiu.

Às vezes o Senhor quer suprir nossas necessidades individuais. Filipe estava conduzindo aquelas grandes reuniões, e havia uma multidão de pessoas vindo, você sabe. Um grande reavivamento, pessoas sendo salvas, e Filipe estava pregando em todo lugar. Agora, eu não sei se o Senhor apenas o escolheu contra sua vontade ou não, mas a Bíblia fala em Atos, “o Senhor escolheu Filipe,” wshhhhh-pbbbt, e o transportou para Gaza. Disse, “Tenho uma pessoa que eu quero que você encontre,” e aqui vem o eunuco na sua carruagem, e ele o conduz a Cristo. E quando isso tudo acabou, o Senhor o levou de volta através do Espirito Santo de volta para onde ele estava. Há momentos onde há uma necessidade tremenda na vida do indivíduo. Jesus: sempre sensível a essa situação. O que diz em João 6:37? “Todo o que o Pai me dá virá a mim, e o que vem a mim de maneira nenhuma (o que?) o lançarei fora.” Ele é acessível ao povo. Ele é acessível ao indivíduo. Posso alimentar seu pensamento com mais um ponto, nesta manhã, e falar que Jesus também era palpável? Não somente acessível e disponível, mas estamos chegando mais perto.

Veja o versículo 20: Jesus foi agora com Jairo. E os discípulos também foram: versículo 19. Marcos e Lucas nos dizem que a multidão também. Então há um monte de gente indo para a casa de Jairo, e havia uma multidão muito grande pressionando em torno dele, e as perguntas estão indo, e o negócio todo ainda continuou. “E eis que, [de novo e de novo surpreendente chocante incrível], certa mulher, que havia doze anos padecia de uma hemorragia, chegou por detrás dele (você não vai acreditar.) tocou-lhe a orla do manto.” Você diz, “Isso é ruim?” Bom, mulheres não saiam tocando homens; e a palavra tocar não quer dizer somente tocar. Quer dizer agarrar. É a mesma palavra usada em João 20, você lembra, quando Maria queria alcançar. Fala que ela tocou Jesus, e Ele disse, “Não me toque. Eu ainda não subi a meu Pai.” O que ela fez foi segurá-Lo; e Ele fala, “Você não pode me segurar. Eu tenho que voltar ao Céu e mandar o Espirito Santo. Não pode me deixar aqui.” E esta mulher alcançou e segurou.

Aí você diz, “Bem, isso foi errado?” Bom, ela tinha um problema. Ela tinha hemorragia “que durante doze anos vinha padecendo de uma hemorragia”. Uma menina de doze anos de idade e uma mulher com problema no sangue por doze anos. Jairo tinha uma pequena menina. Deu a ele doze anos de alegria. Esta senhora tinha conhecido doze anos de sombra. Doze anos de riso. Doze anos de lágrimas. Uma interrupção se torna uma oportunidade. Agora o que é ter um fluxo de sangue? Bom, basicamente, por doze anos, essa mulher não parava de sangrar, possivelmente por causa de um tumor fibroide no útero, algo que prontamente poderia ser tratado hoje por cirurgia. Mas ela estava perpetuamente impura, incapaz de lidar com isso. Lucas diz, “a quem ninguém tinha podido curar.” Incurável. Marcos diz, “muito padecera à mão de vários médicos, tendo despendido tudo quanto possuía, sem, contudo, nada aproveitar, antes, pelo contrário, indo a pior.” Lucas não diz isso porque era médico. Do ponto de vista dos Judeus, v do que ser uma mulher com fluxo de sangue. Era humilhante, além de tudo, talvez, exceto a lepra. Por exemplo, muito comumente na Palestina, esse fluxo de sangue existia; e o Talmude, a codificação Judaica da lei, dava onze curas diferentes para isto que você deveria tentar. Alguns deles eram tônicos e ervas, adstringentes, e, eu não sei se eram efetivos ou não; mas você ia por todos eles; e muitos deles eram supersticiosos. Por exemplo, vou lhe dar algumas ilustrações. Um deles você tinha que carregar as cinzas de um ovo de avestruz em um saco de linho no verão e transferi-lo para um saco de algodão no inverno. Um outro, que é bem pior, era que você tinha que carregar sozinho uma cevada que fosse achado no estrume de um jumento branco. Agora, isso é muito estranho. Essas eram o tipo de coisas supersticiosas que eram feitas para lidar com este tipo de problema. Mas o horror da doença era por causa do que foi citado em Levítico 15:25. Ouça enquanto eu leio. Esta é a lei de Deus dada a Israel:

“Também a mulher, quando manar fluxo do seu sangue, por muitos dias fora do tempo da sua menstruação ou quando tiver fluxo do sangue por mais tempo do que o costumado, todos os dias do fluxo será imunda, como nos dias da sua menstruação. Toda cama sobre que se deitar durante os dias do seu fluxo ser-lhe-á como a cama da sua menstruação; e toda coisa sobre que se assentar será imunda, conforme a impureza da sua menstruação. Quem tocar estas será imundo; portanto, lavará as suas vestes, banhar-se-á em água e será imundo até à tarde.” O que diz em Levítico é, “Esta é uma mulher impura com um fluxo de sangue. Toda cama que ela toca é impura. Tudo em que ela senta é impuro. Tudo que ela usa é impuro, e toda pessoa que ela toca é impura.” Portanto, ela foi expulsa da sinagoga. Ela era divorciada de seu marido. Ela estava condenada ao ostracismo de todo relacionamento humano. Por doze anos essa mulher viveu em completo isolamento, sem falar das complicações médicas decorrentes deste problema. Nunca sendo capaz de ir ao templo. Nunca sendo capaz de ir à sinagoga. Não sendo mais capaz de encontrar com o seu marido ou sua família. Uma mulher triste, e ela tocou Jesus. Por que? As mesmas duas razões: ela tinha uma necessidade profunda, e ela creu. Ela tinha uma necessidade profunda. Ou seja, ela perdeu todo senso de propriedade. Havia um desespero ali. As pessoas dizem "Você sabe eu gostaria de vir a Cristo, mas com certeza não vou descer e entrar naquela sala." Isso é bom. Você simplesmente não está desesperado o suficiente. Quando você chegar ao ponto do desespero, se a porta não estiver aberta, você vai derrubá-la. Há um certo desespero. Esta mulher estava lá; e ele diz que ela tocou a orla de Suas vestes.

Agora, no Antigo Testamento, em Números 15:37-41, e Deuteronômio 22:12, os Judeus foram informados de que eles deveriam marcar os suas vestes com uma zizith. É a palavra Hebraica. Basicamente, é traduzido no Antigo Testamento como franja. Kraspedon é a palavra Grega, que na verdade significa uma borla. E eles faziam isto: eles teciam um fio azul através do manto; e tinham quatro borlas de uma cor azul, um azul claro em seus mantos; e essas borlas eram tecidas de uma certa maneira com certos tipos de fios, cerca de sete a oito vezes, havia um significado de vários números. Mas a soma total, sem entrar em detalhes, é que os fios eram colocados juntos para representar a palavra de Deus, fidelidade, lealdade para com a palavra de Deus, e santidade ao Senhor. De modo que, toda vez que um Judeu ia para algum lugar, o mundo sabia que ele era de Deus. E toda vez que ele tirava ou colocava a sua roupa, ele via aquelas coisas e era um lembrete para ele. Nós temos um pouco disso hoje em dia. Algumas pessoas têm uma pequena cruz, talvez, que elas usam, ou um sinal de um peixe; e toda vez que você coloca isso ou olha para isso, talvez você lembre a quem você pertence. Isso é o que era para eles.

Claro, era o sinal de ser santo para com o Senhor; e em Mateus 23:5, diz que os fariseus, “alargam os seus filactérios e alongam as suas franjas.” Vê, quanto maior a borla, mais santo você era, eles pensavam. E talvez você esteja interessado em saber que na Europa quando os Judeus eram perseguidos, eles ainda usavam, mas usavam debaixo de suas vestes; e hoje em dia, você vai encontrá-los ainda no xale de oração de um judeu ortodoxo; borlas azuis.

Nas costas do Senhor, elas provavelmente mexiam quando Ele andava pela multidão; e esta mulher, se diz, e isso é muito interessante, versículo 21. Veja isso, diz, “ porque dizia [no grego, ela continuava a dizer] consigo mesma: Se eu apenas lhe tocar a veste, ficarei curada.” Ela ficava falando aquilo o tempo todo enquanto se esforçava para o alcançar e finalmente agarrar aquela borla. O que aconteceu com ela quando pegou a borla? Instantaneamente ela foi curada. E diz que, “Jesus, reconhecendo imediatamente que dele saíra poder”. Foi involuntário, porque tudo o que Ele fazia, fazia de acordo com a vontade e o poder do Pai, certo? Ele não estava envolvido nesta vez. E ele diz, “Quem me tocou?” Antes que Ele soubesse, em Sua humanidade, ela estava curada.

Se colocar todo o relato junto, a cura veio primeiro, instantaneamente quando ela agarrou; e sabe o que aconteceu? Essa multidão e esse deslocamento para a casa de Jairo, e tudo de repente, quando aquela mulher agarrou aquela borla, o tempo para, e tudo sai de foco; e você vê apenas duas pessoas: aquela mulher e Jesus. E os outros evangelhos nos contam que Ele disse, “Quem me tocou?” e os discípulos dizem, “Tá de brincadeira? Quem tocou você? Pessoas estão tocando você o tempo todo. Olhe todos estes...” “Não,” Ele disse, “há um toque especial. Senti o poder sair de mim. Quem foi?”

Ela tinha fé, não tinha? Ela disse, “Se eu apenas conseguir tocar na borla.” Você diz, “Bem, não é exatamente algo maduro de se fazer.” Não, é quase uma superstição, não é? É quase que mágico. “Bom, o Senhor certamente não vai responder a isto.” Ouça, a fé como uma semente moveria montanhas. O Senhor toma, o Senhor toma uma fé inadequada como a do homem, que é meio que egoísta, e pega uma fé inadequada como o da mulher que era meio supersticiosa, e muda para uma fé salvadora. Ele não podia deixar a mulher ir, se não tudo que ela lembraria seria de que era superstição. Ele tinha que inteirá-la da relação. Eu não acredito, realmente, que ela foi curada pela sua fé. Eu penso que ela foi curada pela soberania de Deus. Deus escolheu salvá-la. Jesus apenas disse que Ele sentiu o poder sair Dele. Jesus curou multidões de pessoas que não tinham fé. Você diz, “Bem, está dizendo aqui que a fé dela a salvara.” Ah, isso é diferente. “Como assim diferente?” Você está preparado para isso? Lá diz, “A tua fé te salvou,” e não usa a palavra para curar, iaomai, a palavra normal para cura. Sabe o que usou? Sodzo: a palavra quer dizer ser salvo. A fé dela o que? A salvou.

Jesus fez milagres em todos os lugares, curava a todos de tudo, mas salvou apenas que tinham fé. Ele curou aqueles que não tinham fé. Certamente, a serva do centurião não teve fé, como vimos antes. Não, o que eu vejo aqui é o uso de uma palavra única; e também, Mateus, Marcos e Lucas todos usam a palavra sodzo, que significa ser salvo. Eu acho que há um elemento redentor na fé dela. Ah, ela queria apenas pegar na borla; e era tipo uma coisa supersticiosa. Jesus não iria deixar naquilo. Ele chamou a atenção dela e a salvou. O chefe tinha um motivo inadequado; e era egoísta. E ela tinha uma fé inadequada, era supersticioso. E mesmo assim, Jesus redimiu ambos. É quase a mesma coisa do homem que falou, “Eu creio! Ajuda-me [no que?] na minha falta de fé!.” Leva-me de onde estou com minha pequena fé e mova-me para a fé salvadora. Vê, Jesus sempre sabia a diferença entre os empurrões da multidão inconstante e a apreensão da alma fiel. Ele sabia a diferença; ele sentiu quando ela o tocou. Jesus era acessível. Não é maravilhoso isso? Ele está disponível. Ele é palpável. Vem dizendo como dito esta manhã:

Toda sua ansiedade, toda teu cuidado,

Traga-o para a misericórdia, e deixa lá;

Nunca um fardo que Ele não possa carregar.

Não é verdade? Toma você onde você está. Há muito mais nesta história. Mal comecei. Mas não posso pensar em lugar melhor para parar por hoje, do que lembrar que Jesus é acessível, disponível e palpável. Mas há duas coisas, preste atenção, isto trará você a Ele: Uma é a necessidade profunda, um senso de desespero de sua condição; e o segundo é uma grande fé. Você crê? Você tem olhado para sua vida, e você vê que ela é menos do que devia ser, e você quer alcançar? Veja alguém transformar isto. Ouça estas palavras:

Como ela querido Senhor eu também viria

Doente manchada pelo pecado sozinho no meio da multidão.

Não me atrevo a dizer a todos os seus ouvidos

Os anseios que são a Ti conhecidos.

Ajuda, ajuda, gracioso Senhor, nenhum olho mas o Teu

Podem pastar nas colinas de anos passados.

Toda a ajuda humana é vã mas Tu

Podes curar minhas feridas e secar minhas lágrimas.

Oh Deus se eu apenas puder tocar

A tua virtude salvadora da alma

Então aconteça o que acontecer, que todos possam saber

Que Jesus Cristo me curou.

Você pode tocá-lo. Ele está disponível. Ele está acessível. Ele é Deus movendo-Se neste mundo, vivo, para tocar sua vida. Vamos nos curvar em oração.

Oh, Pai, quão agradecidos estamos: que vistes a este mundo; que montaste Tua tenda com os homens; que não és o deus dos deístas que fez tudo e foi-se embora, e está tudo desintegrando; que algum dia a maldição seja revertida. Algum dia não terá mais dor, tristeza, doença, lagrimas e morte. E Senhor, obrigado por demonstrar isso. Obrigado pelo Teu poder para nos levantar, e obrigado pelo o que aprendemos sobre como Tu trabalhas com as pessoas. Que Tu és um Deus a quem podemos recorrer, um Deus que vem a nós, um Deus que pode ser tocado com o sentimento de nossas fraquezas; que se importa, que é sensível, que ama, que tem compaixão. Aqueles dentre nós que tem percebido nossa profunda necessidade têm vindo a Ti com fé e têm sido redimidos; e oramos por aqueles reunidos aqui neste lugar, aqueles que têm necessidades não satisfeitas, que sentem a dor a mágoa mas que não se moveram em direção a Ti. Que possa haver um tal sentimento de desespero que não haja nenhuma outra maneira de transformar. Possa o Senhor simplesmente tomar a sua fé e trazê-la para o florescimento da fé salvadora. Senhor faça-nos agradecidos. Como ouvimos no início da canção, sabemos que Tu morreste e sabemos que Tu ressuscitaste. Que possamos dizer aos outros que precisam de saber que estás disponível para eles para dar-lhes vida abundante e eterna. Oramos estas coisas em nome de Cristo. Amém.

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