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Lucas 23 é o nosso texto, Lucas 23. Nós vamos voltar à cena do Calvário naquela sexta-feira de Páscoa na primavera de 30 d.C., quando Jesus foi crucificado. Quero lhe dar o cenário completo como Lucas o registra, assim quero começar lendo no versículo 32 até o versículo 43. “E também eram levados outros dois, que eram malfeitores, para serem executados com ele. Quando chegaram ao lugar chamado Calvário, ali o crucificaram, bem como aos malfeitores, um à direita, outro à esquerda. Contudo, Jesus dizia: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem. Então, repartindo as vestes dele, lançaram sortes. O povo estava ali e a tudo observava. Também as autoridades zombavam e diziam: Salvou os outros; a si mesmo se salve, se é, de fato, o Cristo de Deus, o escolhido. Igualmente os soldados o escarneciam e, aproximando-se, trouxeram-lhe vinagre, dizendo: Se tu és o rei dos judeus, salva-te a ti mesmo. Também sobre ele estava esta epígrafe [em letras gregas, romanas e hebraicas]: Este é o rei dos judeus. Um dos malfeitores crucificados blasfemava contra ele, dizendo: Não és tu o Cristo? Salva-te a ti mesmo e a nós também. Respondendo-lhe, porém, o outro, repreendeu-o, dizendo: Nem ao menos temes a Deus, estando sob igual sentença? Nós, na verdade, com justiça, porque recebemos o castigo que os nossos atos merecem; mas este nenhum mal fez. E acrescentou: Jesus, lembra-te de mim quando vieres no teu reino.’

A história do ladrão arrependido não está em Mateus, Marcos ou João. Está somente em Lucas. Isto é tudo o que temos. E num certo sentido, quando olhamos para os versículos 39 a 43 e consideramos esta conversão milagrosa de um ladrão pendurado em uma cruz ao lado de Jesus, podemos concluir que isto é um tanto enigmático. Talvez gostaríamos que Mateus nos desse outra visão disto ou Marcos ou mesmo os dois, quem sabe João, mas isso é tudo o que temos. Consideramos a comédia no Calvário, o burlesco, a encenação, o sarcasmo, a zombaria, a piada como a noção de que Jesus como rei era ridículo. Eles o escarneceram, “Se você é um rei, salve-se a si mesmo e nós.” Vimos não somente a comédia no Calvário, vimos o contraste no Calvário; O grande contraste entre o ódio deles e o perdão de Cristo enquanto ora, “Pai, perdoa-os, porque não sabem o que fazem,” quando estavam no processo de fazer a pior coisa que jamais havia sido feito para alguém antes.

E agora chegamos à conversão no Calvário, a história da salvação de um ladrão crucificado. E como eu disse, quando você olha de relance para isto parece um pouco breve e talvez não muito revelador, mas você verá com o tempo, mais adiante, que há algo mais além. E há tantas ironias no Calvário que é quase impossível enumerá-las todas. Aqui está Jesus sendo zombado porque não pode salvar ninguém, não pode salvar a si mesmo, salvando um ladrão incapaz de salvar-se. As ironias vão por aí em diante. Jesus é acusado de pretender ser um rei, de ameaçar o poder de Roma, de ameaçar Cesar, de ser uma ameaça à autoridade romana. Ele precisava ser executado antes que liderasse uma revolta. E, no entanto, pelas mesmas pessoas que afirmavam estar protegendo Roma dele, ele era ridicularizado, desprezado e escarnecido como impotente e indefeso. Ele é tratado como um rei numa brincadeira sarcasticamente cruel, mas na realidade ele é verdadeiro rei de Deus. Ele é acusado de blasfêmia contra Deus por aqueles que blasfemam dele, o verdadeiro Deus. Assim, os blasfemadores acusam aquele que está sendo blasfemado, de blasfêmia. Também é irônico que ele, o inocente dentre os justos, seja executado pelos culpados. A justiça está de cabeça para baixo. É também um pouco irônico que ele seja amaldiçoado por seus inimigos que o odeiam, mas também amaldiçoado de forma infinitamente maior por seu Pai que O ama. Ele parece incapaz de salvar a si mesmo ou qualquer outra pessoa, ainda que não esteja disposto a salvar a si mesmo para torna-se o salvador do mundo. Ele é aquele que dá a vida, que é a vida, que está morrendo, para que aqueles que estão mortos possam receber a vida. Um certo pecador prestes a morrer está pendurado ao lado dele, a quem Deus milagrosamente, soberanamente, poderosamente, instantaneamente, transformadoramente dá vida e este é um ladrão.

Há uma outra ironia, a de que os judeus querem vê-lo morto para que eles possam continuar com a celebração da Páscoa que aponta para a sua morte. Os judeus querem continuar com os sacrifícios de cordeiros que nunca poderão lançar fora o pecado enquanto rejeitam o único e verdadeiro cordeiro de Deus que pode tirar o pecado do mundo. Enquanto se ocupam em matar cordeiros que não têm poder, Deus estava, com suas próprias mãos, sacrificando o cordeiro a quem toda salvação e poder pertencem. Os judeus viam a páscoa como Deus resgatando-os de faraó. Isso realmente não era o que significava a Páscoa. Eles viam a Páscoa como Deus resgatando-os do poder do Faraó no Egito. Na realidade foi muito mais do que isso. Embora tenha havido uma libertação do Egito, havia um livramento muito maior na Páscoa. Você se lembra o que era Páscoa? A palavra veio de Deus de que ele viria numa varredura de juízo tanto para os egípcios como para os judeus, e as únicas pessoas que seriam protegidas desse julgamento seriam aqueles que colocassem o sangue do cordeiro no umbral e na verga da porta. Caso contrário, o juízo de Deus atingiria aquela casa e tiraria a vida do primogênito. Deus não discriminou entre judeus e egipcios. Ele tiraria a vida de qualquer primogênito. Ele traria a ira e o julgamento sobre qualquer casa que não estivesse coberta pelo sangue do cordeiro pascal. A noite da Páscoa, então, não foi, na realidade, uma libertação do poder do faraó e da ira do Faraó, foi um livramento da ira de Deus. De alguma forma eles haviam distorcido isso pensando que tinham sido libertados da ira e do poder de faraó. Eles celebravam essa parte e se esqueciam que a páscoa real era o livramento da ira de Deus. E todos os pecadores são sempre merecedores da ira a menos que estejam cobertos pelo sangue, e o sangue de boi e de bodes não pode lançar fora o pecado, não pode realmente cobrir o pecador. Então, eles não tinham idéia do que estava acontecendo na cruz do Calvário, quando o verdadeiro cordeiro pascal estava morrendo para que seu sangue pudesse tornar-se a proteção de todos os que crêem nele.

Assim, ao não salvar a si mesmo, Jesus foi capaz de salvar os outros, exatamente o posto à suposição deles de que ele não poderia salvar ninguém, porque ele não podia sequer se salvar. Quão torcida sua percepção. Quão errada. E toda a cena estava alimentando essa percepção torcida. Não havia clareza em qualquer lugar. Os líderes não tinham clareza. As pessoas não tinham clareza. Os romanos não tinham clareza. Os sumos sacerdotes não tinham clareza. O chefe dos sacerdotes não a tinham. Ninguém tinha. Todos tinham uma compreensão torcida e pervertida do que estava acontecendo e, no meio de tudo isso, um homem teve clareza. Apesar de tudo o que está acontecendo em torno dele no que ele se torna um participante, a luz desponta. A vida surge da morte. O conhecimento surge da ignorância. A luz dissipa as trevas. E essa é a história deste homem a quem chamamos o ladrão arrependido. É uma história pessoal. É uma história muito pessoal. É sobre um homem. É uma história pessoal de salvação, mas é também o padrão da história da salvação de todas as pessoas. Você pode ler a história e dizer bem, você sabe, isso não é exatamente o tipo de coisa que nós associamos com a salvação. É uma espécie de enigma, um tipo de taquigrafia histórica. Temos realmente informação suficiente para saber que este homem reuniu as condições necessárias para a salvação? Bem, se você olhar um pouco mais você vai descobrir que a resposta para isso é absolutamente sim.

Esta história pessoal tem muito mais em si do que parece à primeira vista. É uma história pessoal, mas é a história de todos porque é como todos os pecadores vêm. Assim é a sua história e minha história, se você é crente. Vamos olhar para a história e deixá-la desdobrar-se para nós. Versículo 39, “Um dos malfeitores crucificados blasfemava contra ele, dizendo: Não és tu o Cristo? Salva-te a ti mesmo e a nós também.” numa expressão sarcástica e jocosa. Agora lembre-se, voltando para o versículo 32, havia dois ladrões - dois malfeitores - sendo levados para serem condenados à morte com ele e o versículo 33 diz que eles foram crucificados, um à direita e outro à esquerda. O versículo 39 diz que um deles o insultava. Essa não é realmente toda a história. Mateus nos diz e Marcos também, em suas narrações paralelas da cruz, que ambos os ladrões estavam fazendo isso. Ambos. Os dois se juntaram na comédia, se quiserem chamar assim, no escárnio, na blasfêmia. Desde quando esse cenário começou a se desenrolar às 9:00 da manhã, quando Jesus foi crucificado, eles tomam parte da piada. Eles estão totalmente envolvidos na blasfémia liderada e orquestrada pelos líderes judeus. As pessoas entram na fila, os soldados entram na fila bem como os ladrões entram na fila, e apesar de estarem pendurados na cruz suportando o mesmo sofrimento físico de Jesus, mesmo estando eles em uma espécie de tortura e agonia mortal e excruciante, eles reunem energia suficiente para arremessar escárnios e blasfêmia em Jesus. Isso mostra o quão poderoso – o quão poderoso o era aquele momento. Mostra quão infeccioso era o ódio. Eles usavam sua energia para isso.

Mas um deles, de repente vai ficando em silêncio no relato de Lucas. E temos apenas um à esquerda lançando insultos para ele. Algo aconteceu com o outro ladrão. À medida que as horas passavam na cruz, uma das duas pessoas mais degeneradas ali no monte, em cena, um homem devotado ao roubo com violência, um malfeitor, teve uma transformação consistente. É chocante; 180 graus. Seus insultos silenciam e enquanto seu corpo está em horrível trauma e agonia, no sofrimento sem paralelo da crucificação, sua mente fica nebulosa, enquanto ele tenta lidar com a dor. E como uma espécie de choque tem início, apenas para protegê-lo de agonias que seriam totalmente insuportáveis, e sabemos que o corpo tem a capacidade de nos enviar em choque, a fim de mitigar esses tipos de experiências angustiantes, mas no momento do pior tipo imaginável de agonia, sua mente se torna cristalina, com uma clareza e percepção da realidade e da verdade que ele nunca tinha experimentado em sua vida. Com uma clareza e uma percepção da verdade e da realidade que ele não tinha experimentado em qualquer momento antes. Algo aconteceu. De repente, ele se vira para seu amigo e o repreende por fazer o que estava fazendo. O que aconteceu?

Eu vou lhe dizer o que aconteceu. Um milagre soberano e divino aconteceu. Não há outra explicação. Você quer um paralelo a isto? Paulo na estrada de Damasco. Esse é a melhor paralelo. Seus pensamentos a respeito de Jesus eram pensamentos de ódio. Seus pensamentos para com aqueles que confessavam o nome de Jesus eram pensamentos de perseguição e execução. Paulo tinha autorização. Ele estava a caminho de Damasco para perseguir e executar aqueles que professavam o nome de Cristo. E enquanto ele está a caminho com seus papéis na mão, Deus invade sua vida, lança-o ao chão, cega-o e o salva. É assim que a salvação funciona, meu amigos. É um milagre soberano. Nem sempre tão dramático, mas às vezes dramático assim. Este é o melhor paralelo bíblico à conversão de Paulo na estrada de Damasco, uma obra avassaladora de Deus para transformar alguém. E é o que Paulo diz quando ele escreve a Timóteo. Ele disse, “Eu era um blasfemo, mas Deus me mostrou misericórdia.” Agora lembre-se, esse ladrão teria sido o mais miserável dos homens. Ele teria sido o pior diante dos olhos dos judeus. Os judeus religiosos o teriam-no visto como alguém incapaz de se redimir. Se você deseja relacionar esse ladrão com outra pessoa, este homem seria o filho pródigo. Este é um homem mau, mas, de repente, no momento em que ele se transforma dramaticamente, torna-se evidente imediatamente o que aconteceu. Ele deixa de blasfemar Jesus para ficar horrorizado de o outro criminoso blasfemar Jesus. Toda sua percepção de como trata Jesus é completamente mudada e é aí que a história começa. O outro criminoso não teve qualquer mudança, pendurado lá insulta a Jesus com o mesmo sarcasmo zombador, “Não és tu o Cristo? Salva-te a ti mesmo e a nós também.” Deve tê-lo chocado ouvir do outro lado de Jesus, seu amigo, versículo 40, que respondia e o repreendia dizendo, “Nem ao menos temes a Deus, estando sob igual sentença? Nós, na verdade, com justiça, porque recebemos o castigo que os nossos atos merecem; mas este nenhum mal fez.” Isto deve ter sido um choque para o outro ladrão que estava lançando insultos. O que aconteceu com você? O que aconteceu com você desde que foi pregado aqui em cima? O homem transformado vê, os insultos saídos da boca de seu companheiro, como repulsivos e assustadores para ele e que tinham acabado de ser pronunciados por ele mesmo. O que este homem diz é a prova de seu coração transformado. A salvação é um milagre divino e ela se manifesta. Há muito mais aqui do que você imagina.

Primeiro de tudo, ele se torna muito, muito consciente de Deus e do temor de Deus. Em seguida, ele reconhece abertamente seu próprio pecado. Em seguida, ele confessa a impecabilidade de Cristo e afirma sua messianidade e seu poder para salvar. É uma coisa incrível. E todas estas são respostas à obra soberana e milagrosa do Espírito de Deus em seu coração tenebroso. Esta é a luz do evangelho da glória de Cristo que brilha no meio das trevas dissipando-as. Quero como que desembrulhar esses elementos que são evidencias manifestas de que Deus fez a obra de transformação. O outro pecador estava sem o temor de Deus, sem o temor do juízo, sem o senso da pecaminosidade, sem o senso de justiça, sem o senso de culpa, sem o desejo de perdão, sem anseio pelo que é justo, sem o desejo pela reconciliação. E o ladrão que foi transformado confronta essa condição trágica, que momentos antes tinha sido a sua própria condição. Ele não pode compreendê-la mais. Em um dado momento ele deixou de fazer parte dela para não ser capaz de entendê-la. Como você pode agir assim? Como você pode falar assim? Você não teme a Deus? Você não sabe que está recebendo o que merece? Você não sabe que este homem é justo? Que transformação! Vamos olhar um pouco mais de perto.

Enquanto um dos criminosos insultava Jesus, o outro respondia e repreendia o que ele dizia – repreender é uma palavra muito forte. Epitimaō. Ele disse, “Nem ao menos temes a Deus?” Deixe-me dizer-lhe a primeira evidência de que Deus está fazendo a obra de conversão: o temor a Deus. O temor a Deus. Se alguém é convertido a Cristo, se alguém é regenerado e nasce de novo, é feito novo, Paulo diz em 2 Coríntios 5:17, ele se torna uma nova criatura, as coisas velhas passaram e tudo se faz novo. Rapaz, vemos isto aqui. E a primeira coisa que você vê em uma verdadeira conversão é uma maior consciência de que Deus é uma ameaça. Ter medo de Deus, literalmente temer a Deus. Ele realmente não está à procura de alguém para tirá-lo da cruz. Ele não está tentando encontrar alguém que possa salvá-lo da morte física. Ele quer ter certeza que será salvo do julgamento divino. Seu problema não é realmente o que está acontecendo com ele sobre a terra, é o que vai acontecer com ele quando estiver diante do trono de Deus. Ele é um judeu, sem dúvida, erguido por conhecer as leis de Deus, por conhecer a Deus – a santidade de Deus, a lei de Deus, a obediência à lei de Deus. Ele é um transgressor da lei de Deus. Ele é um transgressor declarado da lei de Deus. Ele é um infrator conhecido da lei de Deus. Ele é um infrator comprovado e atestado da lei de Deus e está morrendo a morte que lhe é justa e ele diz isso. A lei dos homens era um reflexo da lei de Deus, certamente, em Israel, e assim ele sabe que, se isso é o que os homens fazem a ele por violar a lei de Deus, sabe-se lá o que Deus vai fazer a mim? De repente ele tem a percepção sobre o que havia aprendido sobre a lei, culpa, pecado e julgamento. Ele sabia que era um transgressor. Ele estava convicto internamente pela obra do Espírito Santo a estar ciente de que o que estava recebendo do julgamento humano era somente uma pequena amostra do que ele receberia do julgamento divino. E além da sua culpa, que o colocou na cruz, você pode adicionar que ele tinha blasfemado contra o Messias e agora ele sabe que, produziu uma culpa ainda maior. Nesta condição de esclarecido ele não pode sequer imaginar de que fez isto, de que disse o que disse a Jesus e não podia entender como seu amigo poderia dizer isso. Ele diz, no versículo 40, “Nem ao menos temes a Deus, estando sob igual sentença?” Eles são do mesmo tipo. Veja, nós recebemos exatamente o que merecemos. Você não tem medo do que vai acontecer quando estiver diante de Deus? Como Jesus disse em Lucas 12:4-5, “não temais os que matam o corpo...temei aquele que, depois de matar, tem poder para lançar no inferno.” Vou dizer-lhe isso, e é preciso lembrar, Romanos 3:18 diz isso quando define a natureza intrínseca do homem caído e sua pecaminosidade, “Não há justo, nem um sequer, não há quem entenda...não há quem faça o bem,” etc. Esse texto do versículo 10 de Romanos 3 até o versículo 18, termina no versículo 18 com esta declaração: “Não há temor de Deus diante de seus olhos.” É característica do não-regenerado não temer a Deus. Este é um comentário típico de um não-regenerado, “Eu vivi uma vida muito boa. Certamente Deus vai me levar para o céu.” Como os judeus em Romanos 10 que não entendiam a justiça de Deus. O pecador não vive sob o temor de Deus. Ele precisa ser trazido para debaixo do temor de Deus pelo poder convencedor de Deus. Este ladrão que ainda está insultando a Jesus não tem medo de Deus, como todos os outros pecadores. Mas o pecador que obteve a salvação foi trazido pelo poder do Espírito de Deus a um medo mortal do julgamento divino. E amigos, como comunicamos o evangelho aos pecadores, você não pode ocultar essa realidade. O evangelho não está dizendo aos pecadores que Jesus irá torná-los felizes ou que Jesus lhes dará uma vida melhor ou que Jesus vai remover a dor e trazer satisfação e tudo o mais. A mensagem da salvação é que você é um transgressor da lei de Deus e você está indo para o castigo eterno sob a ira de Deus. É melhor você temer a Deus. Essa é a mensagem. E quando você vê uma verdadeira conversão, você vê que isso é uma reminiscência, não é, de Lucas 18. O que o publicano está fazendo enquanto mantém a cabeça abaixada olhando para o chão, batendo em seu peito e dizendo, “Senhor, seja” – O que? – “propício a mim, pecador!” Não me dê Tua justiça. Não me julgue.

A primeira coisa que você faz quando proclama o evangelho, quando você evangeliza alguém, é levar a questão para o julgamento divino. Quando você diz que alguém é salvo, é salvo de quê? Salvo de Deus. Salvo da ira de Deus. Salvo da justiça de Deus. Salvo do julgamento de Deus. Salvo do inferno. De repente, ele tinha clareza cristalina em sua mente no fato de que estava se colocando diante de Deus como um pecador sem nada que pudesse resgatá-lo. Essa é a primeira evidência da obra de salvação no coração. A segunda é o senso de sua pecaminosidade. Elas caminham juntas. O temor a Deus juntamente com um senso da própria culpa. Versículo 41, nós, na verdade, com justiça, estamos recebendo o que merecemos por nossos atos. Ele diz, eu sou um transgressor da lei. Eu sei disso. É uma verdadeira avaliação de sua condição. Como o pródigo, que ao descer até os porcos e tentar se alimentar, estando à beira da morte - e Jesus contou esta história em Lucas 15 – ele caiu em si. É aí que começa o verdadeiro arrependimento, quando você cai em si. Ele é culpado, ele está ciente de sua pecaminosidade, ele está em um sentido dizendo, eu sou um pecador. Eu sei que eu sou um pecador. Estou recebendo o que eu mereço pelos meus atos. Esta é a atitude de um verdadeiro penitente. Ele entende que se a justiça está operando em sua vida, então ele está ciente que está recebendo exatamente o que ele merece. Sem desculpas. Ele não está dizendo que foi desviado e houve más influências em sua vida. Fui molestado quando eu tinha quatro anos ou seja o que for. Ele está dizendo, veja, estamos recebendo exatamente o que merecemos por nossos atos. A justiça está operando e irá operar não apenas no mundo humano, no mundo dos homens, mas irá operar também no reino de Deus. A realidade espiritual deixa claro que, apesar de o sistema do judaísmo ensinar salvação pelas obras, a salvação pela auto esforço, a salvação pelo cerimônial, etc., o verdadeiro convertido não defende nada, mas confessa sua culpa total e absoluta falência. Ele não tem nada a oferecer a Deus; nada a recomendar de si mesmo. Como o pródigo, ele volta cheirando mal e morrendo. Ele precisa de misericórdia, ele precisa da graça e ele sabe disso. Ele é um pecador indigno. Estas são as evidências da obra de salvação de Deus. Ele precisa de misericórdia e nunca isso foi tão claro. Aliás, pecado nunca se torna tão claro ao pecador como quando está na presença da justiça. Como Isaías, que na presença de Deus, que era santo, santo, santo, disse, “ai de mim!...Porque sou homem de lábios impuros.” Ele tinha uma percepção clara do juizo de Deus de que ele era merecedor e uma percepção clara de sua grande culpa.

Há um terceiro elemento que se torna evidente para nós da obra de Deus em seu coração e isso é que ele creu em Cristo. Ele creu em Cristo. Falamos sobre duas coisas que compõem um arrependimento e conversão real sob o medo da ira divina e fé no Senhor Jesus Cristo, vimos isso. As coisas que ele diz a respeito de Cristo, embora breves, são realmente muito impressionantes. Ao final do versículo 41 ele faz o que o pecador deve fazer. Ele se compara com a perfeição de Cristo. “Nós, na verdade, com justiça, porque recebemos o castigo que os nossos atos merecem; mas este nenhum mal fez.” Aqui a história se move a partir de uma avaliação da sua própria condição para uma avaliação de Jesus Cristo. Isso é o que acontece em uma verdadeira conversão. E ele vai além dizendo que Jesus não é culpado do crime pelo qual ele está sendo crucificado para dizer algo muito mais amplo do que isso. Ele não fez nada errado. Não sei o quanto ele sabia sobre todas as tentativas de encontrar um crime pelo qual eles pudessem legitimamente crucificar a Cristo e nunca puderam encontrar algum. Não sei que exposição ele tinha de Cristo. Não sei o que ele ouviu as outras pessoas dizerem sobre as perfeições de Jesus Cristo, mas nosso Senhor tinha estado exposto por três anos com todas as suas perfeições e nunca ninguém tinha sido capaz de colocar qualquer acusação legítima contra ele. Foi lhe dada, pelo poder do Espírito de Deus, clareza para entender que ele estava pendurado numa cruz como um pecador que estava tendo o que ele merecia ao lado de alguém que é justo e que está recebendo o que não merece. Ele crê, então, na justiça de Cristo.

Então ele fala com ele no versículo 42, e diz, “Jesus, lembra-te de mim quando vieres no teu reino.” O que ele está pedindo aqui? Em uma palavra, perdão. Certo? Como ele entraria no reino se não fosse perdoado? Ele sabia que o Antigo Testamento dissera, “Quem é Deus perdoador como tu?” Provavelmente. Talvez. Será que ele sabia que Deus estava, por natureza disposto a perdoar? Se ele sabia alguma coisa sobre o Antigo Testamento ele sabia disso. Será que ele sabia do que precisava? Certo, ele não tinha nada que o recomendasse. Ele precisava ser perdoado. Por que aquilo lhe veio à mente? Porque pouco antes disto Jesus tinha dito a Deus, o que?, "Pai, perdoa-lhes.” Ele conhecia o suficiente sobre Deus para saber que Deus era um Deus perdoador e agora lhe ficou claro quem é Jesus como o Messias de Deus, o Rei prometido, o Messias prometido, e ele o ouvira pedir ao Pai que desse seu perdão a estas pessoas que estavam bem ali blasfemando-o, e ele está perguntando se ele não poderia ser um desses destinatários. Ele sabe do que precisa. Do perdão da graça e misericórdia.

Você vê os componentes aqui. Quando o Espírito de Deus faz a obra de conversão, trazendo à luz, a primeira coisa que a luz revela é a ira de Deus. A segunda coisa que a luz revela é a culpa do pecado. A terceira coisa é a luz revela é a glória de Cristo e a esperança de perdão. Era a mesma coisa que o publicano estava dizendo, “Ó Deus, sê propício a mim, pecador! Há perdão em Ti? Há perdão em Ti?” E estava claro para ele que esta oração pelo perdão era impressionante porque ele estava pedindo ao Pai para perdoar as pessoas que estavam cometendo o pior crime que jamais fora cometido. Eles estão matando o filho de Deus e estão fazendo isso com alegria, sarcasmo, escárnio e desprezo. Então ele conclui, se há perdão, se há graça, se há misericórdia disponível da parte de Deus para pessoas que estão fazendo isto, talvez possa haver graça, misericórdia e perdão para mim. Talvez eu pudesse ser um daqueles que recebesse esse perdão.

E então – e eu gosto muito disto - ele estava dizendo: "Jesus, yeshua. " O que significa isso? Jeová salva. “e lhe porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos pecados deles.” Mateus 1:21. Yeshua. Ele reconhece Jesus como justo. Ele reconhece Jesus como fonte de perdão, de graça e de misericórdia. Ele reconhece que Jesus é tão misericordioso e gracioso que ele não está sequer lançando o pecado dessas pessoas contra eles, mas está desejoso de conceder seu perdão. E ele vê tudo isso, eu penso, com clareza dada somente pelo Espírito de Deus que arquitetou, talvez pelo seu modo de vida, talvez pelas conversas – quem sabe por que meios - para focar na clareza porque ele tinha que saber a verdade sobre Cristo. Então, quando ele diz, “Jesus,” há muito nessa palavra. Ele reconhece Jesus como o Salvador. Como você sabe disso? Por que ele, então, lhe pediria para se lembrar dele quando entrasse em seu reino, a menos que pensasse que ele fosse o único que poderia salvá-lo? Ele não lhe diz, “Caro senhor, você poderia encontrar alguém que pudesse me salvar?” Ele não diz, “Você pode entrar em contato com quem está no comando de salvar pessoas como eu?” Ele diz, “Jesus. Yeshua.” Salve-me. Lembre-se. Mais do que um pensamento. Nós pensamos sobre recordar, como algo nebuloso, um tipo de coisa nevoenta. Não é sobre isso que ele está falando. Muito, muito mais do que isso. É a suplica de um penitente quebrantado, um pecador indigno, por graça e perdão. E o que ele está realmente dizendo é, salve-me do julgamento de Deus. Salve-me do que eu mereço. Perdoa-me. Você orou por isso. Posso ser um daqueles que está no alvo de Tua oração?

E então, eu adoro isto. Rapaz, ele tem uma cristologia bastante abrangente, porque ele diz, “lembra-te de mim quando vieres no teu reino.” Ele tinha a escatologia do Antigo Testamento. O que ensina o Antigo Testamento? Que o Messias viria no final dos tempos, gloriosamente, e estabeleceria um reino, justo, cumprindo todas as promessas feitas a Abraão, todas as promessas feitas a Davi e cumprindo todas as promessas reiteradas do Antigo Testamento e que são repetidas novamente diversas vezes pelos profetas, incluindo o novo pacto de salvação a Israel, e que haveria um reino estabelecido na terra que é definido e descrito com grande detalhe no Antigo Testamento. Um reino terreno real onde Israel seria salvo, Jerusalém seria exaltada, o Messias estabeleceria seu trono em Jerusalém a partir do qual ele iria governar o mundo, o mundo estaria cheio de conhecimento e cheio de paz e ele iria governar com uma vara de ferro, justiça e glória. Ele tem entendimento messiânico. Ele entende que o Messias vai trazer um reino. E assim ele diz, “lembra-te de mim quando vieres no teu reino.” Ninguém sobreviveu a uma crucificação, então ele também acreditava que Jesus iria morrer, que ressuscitaria e traria seu reino. Essa é uma boa cristologia. Isso é exatamente o que ele estava dizendo. Lembra-te de mim quando vieres no teu reino. Ele está dizendo, este não é o seu fim. Como o centurião, lembra?, que disse, certamente este é o Filho de Deus. Ele está convencido.

Você diz, talvez ele soubesse do poder de Jesus sobre a morte. Provavelmente, porque todos na cidade sabiam que ele havia ressuscitado Lázaro dentre os mortos. Mateus nos diz em Mateus 27 que os ladrões estavam lançando insultos sobre Ele e as outra pessoas diziam, 'você que disse, destruirei esse templo e em três dias o reerguerei', zombavam dele sobre sua afirmação da ressurreição. Assim, fizeram da ressurreição uma questão ao pé da cruz. Ele chegou a uma vasta compreensão de quem é Cristo. Ele entende que ele é o Messias. Ele é o rei escolhido e ungido de Deus porque ele vai trazer o reino. Ele entende que Jesus é justo. Ele entende que ele é um salvador. Ele entende que ele vai morrer e ressuscitar novamente, que vai vir em seu reino, que vai trazer os santos que lhe pertencem e ele quer ser um deles. Esta é uma demanda escatológica. No Antigo Testamento, os judeus viam a sua morte até que viesse o fim dos tempos e a glória do reino como uma espécie de espera. Eles não tinham uma compreensão muito completa do que acontecia depois que você morresse. Eles falavam sobre sheol, a sepultura, e sua idéia era talvez, Senhor, no futuro, no último dia, quando depois que você morrer, ressuscitar e ressuscitar seus santos, ele provavelmente conhecia Daniel 12 de que os santos vão ser ressuscitados e levados a um lugar de glória no reino. Quando esse dia chegar, Senhor, eu poderia estar em teu reino? Ele sabe que seria graça pura. Seria misericórdia pura. Poderias ressuscitar-me e tornar-me parte do teu reino? Ele está falando sobre a glória daquele reino messiânico do fim dos tempos que então se move no reino eterno e o novo céu e nova terra, onde Cristo reina para sempre e sempre. Eu quero estar com os santos na glória do reino. Sei que não sou digno, mas podes lembrar-se de mim? Poderias trazer-me contigo quando vieres em teu reino?

A resposta que Jesus dá a ele é absolutamente espantosa. Versículo 43, ele diz, “Em verdade te digo” – em verdade te digo? Por que ele adiciona o em verdade? Porque isso é muito difícil de acreditar. Isto é realmente difícil de acreditar. Isso é realmente impossível de acreditar. Este é um outro golpe nas sensibilidades dos líderes religiosos, como o pai correndo e beijando o filho pródigo e beijando-o em toda a cabeça e colocando um roupão, um anel e sandálias sobre ele e tornando-o um filho completo e levando-o para sua propriedade e tendo uma celebração. Plena reconciliação, completa filiação, riquezas completas, recursos completos, aquele tipo de choque porque você não só abraça um pecador miserável que viveu toda sua vida de maneira pecaminosa, este é um pródigo. Este é um pródigo pendurado na cruz. Aqui é onde um pródigo em última análise, acaba. Até os homens reconhecem isso. Ele está crucificado lá e o que Jesus diz a ele é chocante. Ele diz, “Em verdade te digo que,” e ele lança este 'em verdade' ali porque simplesmente era muito difícil de acreditar. “Hoje estarás comigo no paraíso.” Agora, se Jesus fosse de uma igreja católica, ele teria dito, “Sim, talvez lá pelo tempo quando vier o reino você estará fora do purgatório.” Ou se ele pertencesse ao sistema judaico de obras, teria dito, “Quer saber? Gosto da sua atitude, mas você não tem tempo por fazer merecer. Você está prestes a morrer. Não há muita esperança para você.” O que é isto? Hoje? Hoje? Hoje vou preparar para você um lugar no paraíso. Não nos arredores e quando você demonstrar algum desenvolvimento espiritual traremos você para mais perto da cidade. Não. Hoje estarás – qual é a próxima palavra? Comigo.

Será que ele tem o direito de estar com Cristo? Você está brincando comigo? Comigo? Hoje. O que ele tinha feito para merecê-lo? Nada. Ele estaria morto antes que pudesse fazer qualquer coisa. Isto é a graça, não é? Este é o pai beijando o filho. Esta é a reconciliação plena; instantânea. Hoje. Paraíso, paradeisos, uma antiga palavra persa para jardim. É um sinônimo para o céu. Em 2 Coríntios 12, Paulo diz no versículo dois, “foi arrebatado até ao terceiro céu.” E no versículo quatro ele diz que foi chamado para o paraíso. A mesma coisa. Terceiro céu; primeiro céu, atmosférico, segundo céu, celestial, terceiro céu a habitação de Deus. Esse é o paraíso. Ou em relação a sete, Jesus diz, “Ao que vencer lhe concederei a árvore da vida, que está no paraíso de Deus.” Se você abrir em Apocalipse 21 e 22, verá que a árvore da vida está nos céus. Assim ele não está dizendo outra coisa senão que você estará comigo no céu hoje. Não existe uma sala de espera. Não existe um lugar transicional. Ausente do corpo, na presença do Senhor, partir e estar com Cristo. Se esta não é a grande ilustração de graça eu não sei o que é. Este é um homem cuja vida inteira qualificou-o para o inferno. E num dado instante o Deus soberano faz uma varredura, deu-lhe clareza completa sobre si mesmo e sobre Cristo e pelo poder do Espírito Santo livrou-o do julgamento divino e nesse mesmo dia encontrou com ele no céu e teve comunhão com ele. Você consegue entender como um sistema de justiça funciona de maneira absolutamente inaceitável?

E há outra coisa aqui, também, que me impressiona. A maioria de nós, em algum momento da nossa vida cristã, fez a pergunta, sou realmente um cristão? Justo o suficiente? Eu me pergunto se eu estou realmente salvo. Algumas pessoas lutam com isso mais do que outras. Não seria legal se no momento em que foram salvos Jesus tivesse aparecido e dito, “Você estará comigo no paraíso.” Isso seria bom, esse tipo de garantia. Uau. Esta é uma bondade tal, um conforto tal a ele que tinha sido, até aquele instante, sobrecarregado por seus próprios pecados, relutando duramente para entender o que Jesus tinha acabado de dizer, “Hoje estarás comigo no paraíso,” Ele teria sido assolado pela realidade corroedora de toda sua vida de pecado e não tinha nada em que se apoiar como evidência de qualquer coisa que não fosse aquilo. E assim, a fim de eliminar qualquer ansiedade indevida, Jesus apenas lhe diz, você estará comigo. Comigo. O céu não é um lugar onde você pode ir e ver Jesus. O céu é um lugar onde você vai estar com Ele. Ele fará sua morada com você. Ele pediu um lugar no reino futuro e Cristo lhe deu um lugar em sua presença no mesmo dia e para sempre. Impensável para o irmão mais velho, hein? Céu instantâneo. Ele acreditava em um reino terreno, um reino messiânico. Ele acreditava que o reino seria povoado por santos e governado pelo Messias. Ele acreditava que Jesus era o Messias, Jesus era o salvador, Jesus era o justo, Jesus ofereceu perdão gracioso, e ele pediu por esse perdão e o recebeu.

Assim, os escarnecedores estavam errados. Jesus pode salvar. Mas a única maneira que ele poderia salvar os pecadores não era salvando-se a si mesmo. Será que o ladrão entendeu naquele momento que Jesus realmente foi pendurado na cruz e que era inocente? Sim. Ele também entendeu que Jesus estava levando sua culpa? Não sei. Mas, certamente, o publicano em Lucas 18 batendo no peito e dizendo, “Sê propício a mim, pecador!,” não entendia a cruz. Antes da cruz e da ressurreição, este é um exemplo clássico de uma conversão do Antigo Testamento, só que vai além de uma conversão do Antigo Testamento. Chega até Cristo e ele crê até onde se sabe, na verdade de Cristo. Assim, os zombadores, de fato, estão errados. Ele pode salvar, mas para salvar os outros que ele tem que desistir de sua própria vida. Esta é a história de um homem e toda nossa história. Todos fomos arrebatados, não fomos?, pela graça soberana, sendo iluminados em meio a trevas e da vida em meio à morte quando viríamos a enfrentar a ira de Deus, a realidade do pecado e a verdade de Cristo e pedimos por graça e perdão. E o Senhor está tão ansioso, que tão logo você peça, ele está ansioso por dizer hoje. Se este for o dia que você vai morrer, você estará comigo. Algumas pessoas pensam que quando Jesus morreu, ele foi para o inferno por três dias. Não. Ele foi e anunciou seu triunfo, mas no mesmo dia ele estava com aquele ladrão no céu. Que graça! Esta é a graça que vem a qualquer um que pedir perdão.

Pai, nós te agradecemos novamente pela clareza da Escritura. Agradecemos a sua riqueza e somos tão abençoados, Senhor. O que podemos dizer? Não há palavras para expressar a gratidão. Desfrutaremos a eternidade, obrigado que nos arrancou das trevas e nos ergueu da morte e nos deu vida por seu poder soberano. Isso é tão impressionante. A salvação é tão claramente pela graça mediante a fé, não de obras. Isto é tão exaltador para Ti. Isto coloca a glória do teu amor, a tua compaixão, tua misericórdia e tua graça em exibição de formas magníficas. Somos todos como o ladrão arrependido. Todos estamos sob a ira de Deus. Fomos resgatados pelo próprio Deus que nos destruiria se não nos resgatasse. Quão grande e gloriosa é esta misericórdia e te agradecemos porque fomos perdoados porque nossos pecados foram pagos por Cristo. Pai, obrigado novamente por abrir nossos corações à verdade. Nós agradecemos-lhe para a bênção de adoração e comunhão esta manhã. Te agradecemos pela alegria de cantar esses hinos e estar com aqueles que te amam e que nós amamos. Te agradecemos pelos amigos que vieram nos visitar hoje. Oramos, Senhor, que tomes a verdade e a derrame fundo em nossos corações que possamos conhecer a Ti e possamos nos alegrar em conhecer-Te na plenitude do entendimento e grandeza da tua salvação. Traga-nos novamente hoje à noite com grande expectativa enquanto abrimos tua palavra em comunhão novamente. Te agradecemos em nome de Cristo. Amém.

FIM

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