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Bom, eu não sei como todos vocês estão, mas eu estou tendo um momento maravilhoso em 2 Coríntios capítulo 3. Na verdade, isto é tão rico, poderíamos ficar aqui até o arrebatamento. Capítulo 3 de 2 Coríntios é nosso estudo esta manhã. Quero incentivá-lo a abrir sua Bíblia se você quiser. Esta é a parte 4 de uma série do versículo 6 ao 18 chamado de "A Glória da Nova Aliança." Eu não sei quantas partes serão. Haverá mais obviamente. Esta é uma seção entesourada das Escrituras, uma que não queremos considerar superficialmente. Queremos captar todas as riquezas tanto quanto pudermos.

2 Coríntios 3:6-18 é quase como uma versão reduzida do livro de Hebreus. Pega o livro de Hebreus, o grande conceito da superioridade da nova aliança, e apenas reduz a esta pequena passagem. E quando você entra na passagem você não pode simplesmente lidar com ela; você é forçado a expandir e abraçar muitas coisas que, como já observamos, são encontradas no livro de Hebreus bem como no resto da Escritura.

Do versículo 6 até o final do capítulo, Paulo quer deixar bem claro que a nova aliança é superior à antiga aliança. A razão por que é importante é porque na cidade de Corinto onde ele trabalhou tão fielmente e plantou uma grande igreja, vieram falsos mestres e falsos apóstolos que queriam afirmar que a antiga aliança é igual à nova aliança. Eles queriam afirmar que as cerimônias mosaicas, os rituais e ritos mosaicos deveriam ser mantidos, e que a antiga aliança é tão permanente como a nova aliança. É tão eterna, se quiserem, quanto a nova aliança. É tão importante quanto a nova aliança; é igual à nova aliança.

E assim, eles estão impondo sobre a simplicidade que há em Cristo, todas as prescrições mosaicas da circuncisão, confundindo as pessoas e iludindo a simplicidade do Evangelho. E nós falamos sobre como coisas do tipo sacramental e "sacerdotal" - que é uma outra palavra para o tipo sacerdotal do ministério - ritual, cerimonial e rotinas externas tendem a obscurecer a realidade espiritual.

Obviamente Paulo está defendendo-se em 2 Coríntios. Toda a carta é uma defesa de seu próprio ministério e sua própria integridade. E uma das coisas que ele usa para se defender é que ele era um ministro da nova aliança. Ele diz no versículo 6 que Deus nos fez adequados como servos de uma nova aliança. E isso por meio de contraste com os falsos mestres que ainda são ministros da antiga aliança.

Paulo está dizendo que a nova aliança é muito melhor e qualquer verdadeiro ministro de Deus ministra a nova aliança do Evangelho, a verdade da nova aliança - rituais e legalismo da antiga aliança. A nova aliança é o Evangelho que Paulo prega. A nova aliança é pregada por todos os pregadores fiéis em toda a história da vida da Igreja.

E assim, como parte de sua defesa de si mesmo e seu ministério, ele lida com essa questão da nova aliança, "Por que vocês se desviaram de mim, um fiel pregador da nova aliança, para seguirem os falsos pregadores da antiga aliança? Por que vocês fariam isso quando a nova aliança é tão superior à antiga?”

E assim, ao defender-se como um verdadeiro pastor, um verdadeiro apóstolo, um verdadeiro pregador e um verdadeiro mestre, porque ele ensina a nova aliança, ele nos permite uma visão sobre a riqueza desta nova aliança. Então ele vai além de sua defesa e entra na teologia da nova aliança, ainda que brevemente, certamente ricamente.

Ele rejeita a salvação pelas obras. Ele rejeita a salvação pela circuncisão, pelo ritual, pela cerimônia. Ele rejeita essas coisas completamente e ele quer que as rejeitemos também. A salvação não é uma questão de cerimônia, nenhum tipo de cerimônia. Não é uma questão de ritual; não é uma questão de liturgia - não importa qual o ritual ou o qual liturgia. A salvação está ligada à nova aliança.

O que é a nova aliança? A nova aliança é simplesmente uma promessa. "Aliança" significa promessa. A nova aliança é a promessa de salvação, o que significa a remissão completa de todos os seus pecados, tornou-se possível através da morte e ressurreição de Jesus Cristo. Essa é a promessa de Deus. Deus prometeu remover o seu pecado, não se lembrar de seus pecados, nunca mais, removê-los para tão distante quano o leste está do oeste, perdoando-os completa e totalmente por causa do que Jesus Cristo fez na cruz. Essa é a nova promessa; essa é a nova aliança; e esse é o novo Evangelho.

A nova aliança e o Evangelho são a mesma coisa. Paulo diz "Eu sou um pregador do Evangelho. Eu sou pregador de uma nova aliança, e assim é todo fiel pregador.”

Você diz, "Bom, qual era o propósito da antiga aliança?" Nós tratamos disso há três semanas, e eu não vou entrar nisso novamente exceto para dizer que a antiga aliança tinha três componentes: um civil, um cerimonial e um componente moral. O componente civil era o de prescrever a vida em Israel de uma forma única, que eles eram um povo definido e isolado das pessoas pagãs e politeístas dos seus dias. Isso permitiu-lhes viver uma vida única, que chamaríamos hoje de estilo de vida "kosher", que os mantinha separados das nações que os poluiriam e que destruiria o seu testemunho.

A parte cerimonial da Lei, todos os símbolos e o sistema de sacrifícial, da circuncisão em diante, os sábados, todas as festas e festivais, tudo relacionado com o propósito redentor. Eles semrpe foram para mostrar o plano redentor de Deus - a necessidade do homem de ser resgatado, e como Deus iria realizá-lo. Assim aquilo tudo era simbólico. Tudo eram figuras.

A parte civil que identificou Israel como uma nação única é posta de lado porque temos um povo, judeus e gentios, na Igreja. A parte cerimonial foi deixada de lado porque as figuras desapareceram quando a realidade veio e a realidade está aqui em Cristo.

A terceira parte da Lei era a parte moral. Essa é a parte permanente e eterna, porque na lei moral, Deus revelou Seu caráter e Sua vontade ao homem. Mas a Lei moral não pode salvá-lo mais do que a lei cerimonial poderia salvá-lo; eram somente figuras. A lei civil não poderia salvá-lo; eram apenas um modo de vida exterior.

A lei moral não pode salvar você também; tudo o que faz é levá-lo para o lugar onde você vê o seu pecado para o que ele é, e no seu desespero, você correr para Deus e implorar por misericórdia e graça. E isso é o que um santo do Antigo Testamento fazia. Isso é o que o resto fazia. Isso é o que um verdadeiro judeu fazia. Ele olhava para a Lei, olhava para a sua vida, e dizia "Eu não posso cumprir a Lei." E ele clamava por misericórdia.

O restante dos judeus, infelizmente, tragicamente, olhava para a lei moral, e dizia "Bom, eu não posso cumpri-la muito bem. Eu sei, a salvação está na lei cerimonial. Porque eu não posso cumprir a lei moral, vou usar a lei cerimonial como um meio de salvação." E isso era ainda pior porque não só a lei moral os matava, mas em seguida eles tomavam a letra da lei cerimonial, impunha-a em cima da lei moral, como se fosse um componente de salvação, e eles eram realmente mortos em seguida. A letra da lei era realmente mortal. Pela "letra", apontávamos que queríamos dizer o aspecto cerimonial externo dela.

Deus deu a parte cerimonial da Lei para mostrar a necessidade do homem da redenção através de símbolos e imagens. Deus deu a parte civil da lei para isolar o seu povo para fins que eu mencionei para você, para ser testemunha no mundo e não ser poluído por relação fácil com as outras nações. Deus deu a Lei moral para quebrar as costas do homem, para mostrar a Sua vontade, para mostrar a Sua vontade para o homem, e para mostrar um homem que não podia vivê-la. E tudo isso, então, lançou-o na misericórdia de Deus, e Deus em Sua graça e misericórdia o perdoaria por meio da obra de Jesus Cristo simbolizada no sistema sacrificial.

Agora, já passamos por tudo isso. Eu não quero passar por mais do que apenas isso. Vamos olhar para o nosso texto agora. Paulo está apontando para a melhor aliança que é a nova aliança; a aliança superior, que é a nova aliança. E ao mostrar que a nova aliança é melhor, ele faz oito pontos para mostrar a inigualável excelência da nova aliança. E ao fazê-lo rejeita a antiga aliança.

Primeiramente, ele diz que a nova aliança dá vida. E vimos isso no versículo 6. Nós não vamos fazê-lo novamente. Ele diz "não da letra, mas do espírito; porque a letra mata, mas o espírito vivifica." A nova aliança é uma aliança que dá vida. A antiga aliança não poderia fazer isso. Tudo o que a Lei poderia fazer era matá-lo; não poderia dar-lhe vida. Na verdade no versículo 7 ele chama de "ministério da morte." A antiga aliança é uma assassina. A Lei é uma assassina.

Quando você lê a Lei de Deus e você olha para sua própria vida, você está morto. Bom, o que isso significa? Bom, você morre, uma espécie de morte viva de vergonha, culpa, remorso, incapacidade e frustração porque você não pode viver de acordo com a Lei de Deus. E também lhe mata eternamente, porque agora você violou a Lei de Deus. De acordo com Gálatas 3:10 você está amaldiçoado. Gálatas 3:13 você está amaldiçoado. Essa maldição significa condenação eterna. Assim a Lei é uma assassina em massa. É a maior assassina em massa de todos os tempos. Ela torna todos os homens condenados, amaldiçoados, arruinados e julgados. A Lei é uma assassina mas a nova aliança dá vida.

Em segundo lugar, começando no versículo 7 a nova aliança produz justiça. Agora deixe-me ler isso para você, versículo 7 "E, se o ministério da morte, gravado com letras em pedras, se revestiu de glória, a ponto de os filhos de Israel não poderem fitar a face de Moisés, por causa da glória do seu rosto, ainda que desvanecente, como não será de maior glória o ministério do Espírito! Porque, se o ministério da condenação foi glória, em muito maior proporção será glorioso o ministério da justiça.” Agora ele faz um outro contraste muito vívido entre a Lei como um ministério de condenação e a nova aliança como um ministério da justiça.

A nova aliança traz justiça. Ele provê justiça e esse é um ponto muito, muito importante. Porque pelas obras da lei, nenhuma carne tornou-se justa. Certo? Romanos 3, nenhuma carne foi justificada diante de Deus. Você não pode alcançar a justiça. Você não pode satisfazer a Deus de que você é virtuoso, santo e justo pelo seu desempenho. Se você quebrar - como eu disse em Gálatas 3, se você quebrar uma parte da Lei você está condenado pela Lei. Basta uma só violação, uma só vez, e você está condenado. Então era um ministério de morte. Era, como ele chama no versículo 9, um "ministério da condenação". Mas ela é definido em contraste com a nova aliança, que é um ministério da justiça. Um ministério da justiça.

Agora, para ilustrar a superioridade da nova aliança, o apóstolo Paulo vai para o Antigo Testamento, a um dos mais incríveis, e um dos relatos mais incomuns e fascinantes em todo o Antigo Testamento, em Êxodo capítulo 34. Vamos de volta a Êxodo capítulo 34. E em particular vamos começar a olhar para o texto no verso 29.

Esta é a experiência de Moisés no Monte Sinai, e é um relato fascinante. Moisés, como você bem sabe, foi levado para o Monte Sinai por ordem de Deus, para receber a Lei. Ele subiu lá, e conversou com Deus e Deus lhe deu a Lei. Deus lhe deu a receita médica que reflete Sua própria natureza como santo e que refletia a Sua vontade para o homem. A própria Lei contra a qual o homem seria quebrantado e teria que voltar para Deus e implorar por graça e misericórdia, que Deus daria com base no que Jesus Cristo um dia iria realizar em nome do pecador arrependido.

Mas no versículo 29, vamos começar a ler. E Moisés estava lá em cima na montanha com Deus, e você verá no verso 28, que Deus tinha escrito nas tábuas as palavras da aliança que são os Dez Mandamentos, que é um resumo da antiga aliança. "Quando desceu Moisés do monte Sinai, tendo nas mãos as duas tábuas do Testemunho, sim, quando desceu do monte, não sabia Moisés que a pele do seu rosto resplandecia, depois de haver Deus falado com ele." Agora, ele tinha estado lá em cima falando com Deus. Agora, Deus é espírito, e você sabe que um espírito não tem carne e osso, assim que, um espírito é invisível. Mas Deus se fez visível, e Deus quis fazer-se visível através da manifestação da glória de Sua natureza em luz. Nós a chamamos de "Shekinah", que significa presença. A glória Shekinah de Deus aparece várias vezes no livro de Êxodo. Na verdade, eu acredito que é um aspecto da glória Shekinah de Deus que é designada como a nuvem e a coluna de fogo que de dia e de noite estavam levando o povo de Israel. Você se lembra quando o tabernáculo foi concluído no final do livro de Êxodo, a glória de Deus, a nuvem de glória, esta nuvem de grande luz brilhante, representando Deus, desce e se instala no local da tenda.

Assim, quando Deus se manifestou, Ele manifestou Sua presença espiritual reduzindo todos os Seus atributos para uma luz visível. Em um milagre, de uma maneira milagrosa, Deus se manifestou desta forma a Moisés. Então Moisés, você se lembra, tinha subido ao monte. Lembra que ele disse a Deus no capítulo 33, "Mostre-me tua glória" e Deus disse "Eu vou deixar você ver um pouco da Minha glória" e Ele o colocou em uma rocha e a Sua glória passou? Bom, era essa luz emanadora, resplandescente, que era Deus tornado-se visível. Moisés tinha estado com Deus. E ele tinha estado na presença de Deus. E quando ele desceu o monte, ele não sabia porque, é claro, ele não podia ver seu próprio rosto, por causa da pele do seu rosto como mostrada, por causa de sua conversa com Ele. Ele desceu e ele era como uma lâmpada incandescente. Ele estava iluminado, brilhando. E quando falo de "brilhante" quero dizer brilhante.

Versículo 30, "Olhando Arão e todos os filhos de Israel para Moisés, eis que resplandecia a pele do seu rosto; e temeram chegar-se a ele." Eles mantiveram distância porque ele estava resplandescente. Não foi um pouco de brilho fraco; era um brilho ardente. Ardência em alto grau, versículo 31 "Então, Moisés os chamou; Arão e todos os príncipes da congregação tornaram a ele." Em outras palavras, ele chamou e disse, "Venham, venham, venham. Não tenham medo.”

“e Moisés lhes falou. Depois, vieram também todos os filhos de Israel, aos quais ordenou ele tudo o que o SENHOR lhe falara no monte Sinai. Tendo Moisés acabado de falar com eles, pôs um véu sobre o rosto. Porém, vindo Moisés perante o SENHOR para falar-lhe, removia o véu até sair;" isso é, para que ele pudesse ter mais glória em seu rosto, "e, saindo, dizia aos filhos de Israel tudo o que lhe tinha sido ordenado. Assim, pois, viam os filhos de Israel o rosto de Moisés, viam que a pele do seu rosto resplandecia; porém Moisés cobria de novo o rosto com o véu até entrar a falar com ele".

Aqui está a maneira como ele fez isso. Ele fala com Deus. Ele sai, seu rosto era como um sol escaldante. Era como um pequeno sol. Ele estava em chamas. Na verdade ele estava em chamas de tal forma que as pessoas não podiam olhar para ele. Eles podiam olhar em volta e tipo sentir o brilho e ouvir a voz, mas não podiam olhar diretamente para ele. E então quando Moisés parou de falar as palavras diretas de Deus, pôs um véu sobre o rosto para que ele não causasse cegueira nas pessoas. Glória ofuscante. Então, quando ele voltava para falar com Deus ele poderia remover o véu. E quando voltava para fora, ele falava com o véu e então ele se cobria com ele.

Agora, o que, afinal de contas, está acontecendo aqui? Bem a analogia que Paulo quer tirar disso, a ilustração que Paulo vê aqui é uma ilustração da glória da Lei. Vamos voltar ao nosso texto e vamos ver isso.

Versículo 7, "E, se o ministério da morte" a antiga aliança, a Lei "gravado com letras em pedras" essas tábuas "se revestiu de glória, a ponto de os filhos de Israel não poderem fitar a face de Moisés, por causa da glória do seu rosto" pare por um momento. Aí está o ponto. Quando Moisés desceu do monte onde ele se encontrou com Deus e recebeu a Lei, ele carregou em seu rosto o próprio brilho de Deus, a própria glória de Deus, a Shekinah. A coisa mais próxima que você encontraria na Escritura para um paralelo a isso, seria em Mateus 17. Você se lembra que Senhor foi transfigurado? Somente quando o Senhor foi transfigurado e estava brilhando tão resplandescente, Ele assustou as pessoas que estavam lá. Você se lembra que os discípulos que estavam lá cairam desmaiados? A diferença foi que o Senhor Jesus puxou de volta a carne, e a glória veio do interior. No caso de Moisés a glória foi refletida do lado de fora. Moisés era como a lua nesse sentido; ele tinha refletido glória.

Mas você vai notar, no versículo 7, a Lei veio em glória. A glória de Deus estava sobre a face de Moisés quando ele entregou a Lei. O que ele está dizendo é que a Lei é gloriosa; é o reflexo de Deus. Você vê, o apóstolo Paulo tinha sido acusado pelos judaizantes e os do partido da circuncisão, de ser contra a lei, falando contra a Lei, denegrindo a Lei, depreciando a Lei, ignorando a Lei, rebatendo a Lei ou diminuindo a Lei. Ele nunca fez isso. Ele percebeu que a Lei, a antiga aliança, veio em glória. Ela veio com glória.

Quando Deus deu a Lei, Moisés desceu carregando-a, e foi em glória. Na verdade, tanta glória que os filhos de Israel não podiam olhar fixamente para o rosto de Moisés por causa da glória em seu rosto. Ele estava brilhando tão resplandescentemente e a Shekinah era tão grande, que não podiam olhar "atentamente." Esse verbo significa fixar em ou olhar ou olhar para.

Agora, você pode sair em um dia como hoje, um dia quente, ou quando o sol vem rompendo e é brilhante, e você sabe que ele está lá, e você pode sentir isso, e o brilho dele é muito forte para você. E se alguém chega à sua casa esta tarde e diz "Eu quero tirar uma foto sua" você está lá e você está estrábico, e você entende tudo isso. E ainda assim você não está olhando para o sol porque se você olhar para o sol você vai ficar cego. Então você olha em torno dele abaixo dele ao lado dele mas você sente aquele brilho.

Isso é exatamente o que estava acontecendo aqui; eles não podiam olhar para o rosto de Moisés. E este é Moisés; eles conheciam esse sujeito, e ele nunca se pareceu com isso antes. Algo muito glorioso tinha acontecido. Algo muito transcendente tinha acontecido, ou seja a entrega da Lei na presença de Deus. A glória foi tão brilhante, tão brilhante, tão grande, que seria como olhar para o sol, e eles não podiam sequer olhar para seu rosto. É por isso que quando ele falava as palavras do Senhor e queria ter alguma comunhão normal com o povo, ele colocava um véu sobre o rosto, porque caso contrário, ele os cegaria.

A questão de Paulo é que a Lei veio em glória da parte de Deus, e que a glória era evidente para toda a gente que viu Moisés descer o monte e a todos que leram o registro. O ministério da morte foi glorioso porque refletia a vontade de Deus, a natureza de Deus, o caráter de Deus, a glória de Deus. Mas ainda que tivesse uma glória, teve uma glória limitada porque era de Deus sim mas era assassina. Ela veio de Deus - por favor observe o versículo 9 - como um ministério de condenação não como um ministério de salvação. Era uma assassina. Ela foi projetada para levar os pecadores ao conhecimento de seu pecado. Foi um tutor para nos conduzir a Cristo. Era escravidão que nos calava - Gálatas 3 Paulo diz isso.

A antiga aliança, com as suas leis civis, morais e cerimoniais só poderia ordenar; ela só poderia ilustrar; só poderia simbolizar. Não poderia dar a vida, e não poderia produzir justiça. Era mortal, e particularmente quando reduzida a letra, que é diferente; não é sinônimo da Lei. Você pode ver isso em Romanos 2:27-29. Ela era uma assassina, mas tinha uma glória. Ela foi projetada por Deus; veio do céu. Era a vontade de Deus.

Agora, se isso era verdade, que a antiga aliança tinha glória, veja o versículo 8, "como não será de maior glória o ministério do Espírito?" O termo "ministério do Espírito" é um termo descritivo de Paulo da nova aliança. Ele chama a nova aliança o "ministério do Espírito". A Lei escrita em pedra era uma assassina, mas inscrita no coração pelo Espírito Santo é doadora de vida e produz a justiça. A Lei escrita em pedra condena. A Lei escrita no coração pelo Espírito Santo, salva.

assim, essa aliança é muito melhor do que a antiga aliança, "como" diz ele "não será de maior glória o ministéri do Espírito?" Essa é uma conclusão óbvia. E, como eu tenho dito o tempo todo, e eu não quero que você perca - e várias pessoas têm esta pergunta - como eu disse o tempo todo, o santo do Antigo Testamento, a pessoa que era genuinamente salva no Antigo Testamento, foi salva porque foi quebrantada pela Lei, e sabia que não podia guardar a Lei, sabia que era um pecador, e veio a Deus e pediu misericórdia, a graça e o perdão de Deus. Ele veio como um penitente, com fome e sede de justiça, manso e chorando sobre a sua própria iniqüidade assim como a atitude de bem-aventurança de Mateus capítulo 5, e ele rogou a Deus para ser misericordioso com ele, um pecador, assim como o publicano batendo em seu peito porque ele sabia que Deus é clemente e misericordioso. E Deus foi misericordioso e foi gracioso a um pecador arrependido e perdoou-lhe todo o seu pecado baseado no que Cristo iria realizar em nome desse pecador ainda que no futuro.

E é assim que a salvação funcionava. Nunca foi diferente; sempre foi pela graça mediante a fé baseada na obra de Cristo, fosse antes da obra de Cristo ou depois dela. Quando um judeu do Antigo Testamento era salvo pela graça mediante a fé, de repente essa Lei, essa lei moral que outrora era uma assassina, para ele tornou-se um caminho de bênção e ele teve uma atitude como Davi no Salmo 119 que diz "Oh como eu amo a tua lei. Eu me deleito nela. Medito sobre isso o tempo todo.” De repente, em vez de a Lei ser uma assassina, a Lei tornava-se um caminho de vida e bênção, mais doce para ele do que o mel no favo, e mais preciosa do que o ouro. Não é que sua atitude para com a Lei o salvou; mas que sua salvação mudou sua atitude para com a Lei.

Então versículo 9, o argumento do menor para o maior "Porque se o ministério da condenação foi glória" se a lei que condena e mata tem glória "em muito maior proporção será glorioso o ministério da justiça." Aqui, ao ministério da morte é dado outro nome: o ministério do julgamento, o ministério da condenação, o ministério da maldição, o ministério da condenação. A antiga aliança tinha uma glória; tinha uma glória. Que era de Deus. E quando Moisés desceu do monte havia uma glória em seu rosto.

Agora, se aquela antiga aliança mortal, maldita, condenável tinha uma gloria muito mais o ministério da justiça abunda em glória. O que é o ministério da justiça? É apenas a nova aliança. A nova aliança. Ela tem uma glória abundante porque produz justiça.

Volte para Romanos 3:21. No versículo 20 Paulo diz "visto que ninguém será justificado diante dele por obras da lei, em razão de que pela lei vem o pleno conhecimento do pecado." Mas veja o versículo 21. Agora ele diz "Mas agora, sem lei, se manifestou a justiça de Deus" a Lei testemunhou isso, como fizeram os profetas; eles viram a nova aliança vindo, mas a justiça de Deus é manifestada, versículo 22 "mediante a fé em Jesus Cristo para todos os que crêem.” A lei nunca poderia proporcionar justiça. A justiça veio através da fé em Jesus Cristo para todos os que crêem.

O que a nova aliança traz? Justiça. A nova aliança muda a visão de Deus do pecador. Muda a sua atitude. Ele o vê vestido com a justiça de Cristo. "Vestido com um manto de justiça", Isaías chama coberto com a justiça de Cristo, tendo a justiça de Cristo imputada a ele, colocada em sua conta.

Deixe-me dar-lhe uma boa ilustração disso. Abra Filipenses capítulo 3 e vamos usar Paulo como ilustração. Um dos meus capítulos favoritos em toda a Escritura. Paulo sabia que a antiga aliança veio em glória, mas alguém vem por aí, pregando a antiga aliança como um meio de salvação, era o inimigo do Evangelho. Você entendeu? Qualquer pessoa pregando a antiga aliança como um meio de salvação é inimigo do Evangelho.

Na verdade, no versículo 2 de Filipenses 3, Paulo chama esse tipo de pregadores "cães, maus obreiros - Cuidado com a falsa circuncisão" Qualquer um que diz que a circuncisão ou cerimônia Mosaica - ou qulaquer coisa dessa, ou mesmo atingindo um certo nível de moralidade de acordo com a Lei - salva, é um cão e um mal obreiro. Os cães por sinal eram furtadires vira-latas. Os cães eram excluídos, sujos, imundos. Eles comiam lixo. Eles eram citados com escárnio nos tempos antigos. "Como os cães" diz Pedro "que voltam e lambem seu próprio vômito.” Eles eram vira-latas correndo selvagens pela rua. E isso é o que ele diz sobre aqueles que pregam a antiga aliança como um meio de salvação, ou como um elemento que coopera na salvação.

Mas vamos olhar para Paulo. E se alguma vez houve um sujeito que estava sob a antiga aliança, esse foi Paulo, antes de sua conversão. E ele não só estava sob a antiga aliança, mas ele era um letrista. Ele estava tentando ser salvo mantendo a letra da lei, o exterior. Vamos ver isso. Ele diz - veja, versículo 4 - "Bem que eu poderia confiar também na carne. Se qualquer outro pensa que pode confiar na carne, eu ainda mais.”

“Vou empilhar minhas realizações carnais com qualquer um. Se vamos ser salvos pela carne, nós vamos ser salvos pelas obras da Lei, se vamos ser salvos pelo esforço humano, cerimônia, ritual, pela rotina e todas essas coisas, vou apresentar minhas credenciais contra qualquer um.

“Aqui estão elas: fui circuncidado ao oitavo dia. Essa é a prescriçao, e eu tinha isso. Meus pais me fizeram passar isso. Eu nasci da nação de Israel, o povo escolhido. Eu sou da tribo de Benjamim uma das duas mais nobres tribos que eram fiéis - Benjamim e Judá - quando o reino foi dividido. Sou um hebreu de hebreus.”

O que isso significa? "Eu nunca violei minha tradição. Eu permaneci lá." Hoje podemos dizer que ele era um ortodoxo hassídico. Nunca transigiu em sua tradição. Ele era tradicional. Ele seguia a tradição ao pé da letra. "Quanto à Lei eu era não apenas comprometido com a Lei, eu era um fariseu." Cerca de 6.000 deles existiam no mundo naquele tempo e eles eram fanáticos; eles eram bizarros em seu modo de lidar com as minúcias e trivialidades da Lei. Ele escolheu ser tão profundo sob a letra da aliança mosaica, quanto ele pudesse ser.

E ele foi tão longe ao ponto de dizer, "Qualquer um que violasse qualquer coisa nessa aliança, qualquer pessoa que chegasse e dissesse que havia algo melhor do que a antiga aliança, essas pessoas, chamadas cristãos, eu perseguia. De tão zeloso que eu era para com a antiga aliança. Quanto à justiça que poderia ser alcançada ao se cumprir a Lei, eu era sem culpa. Tudo o que eu pudesse fazer, de acordo com a Lei, eu fazia. E ninguém poderia vir contra mim e dizer 'Você é culpado por isso.'" Ele era meticuloso.

Aqui você tem um letrista. Eu não acho que ele sequer fosse salvo. Eu não acho que ele sequer foi redimido. Porque ele estava contando com tudo isso. E eu não acho que ele ainda não tivesse chegado em Romanos 7, onde a Lei reviveu. Ele viu a realidade do que isso significava, e ela o matou. Isso aconteceu em algum momento na experiência na estrada de Damasco, quando ele viu a si mesmo pelo que ele realmente era.

Mas veja isso, quando isso aconteceu. Versículo 7, ele diz "Todas aquelas coisas que foram ganhas para mim. Eu tinha acumulado tudo isso na coluna do lucro. Essa era a minha salvação, amigos. Eu buscava a justiça pela Lei. E então eu vi Cristo e imediatamente quando eu vi Cristo eu considerei tudo isso como" o quê? - "Perda" "Mais do que isso" versículo 8 "considero tudo como perda, por causa da sublimidade do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; por amor do qual perdi todas as coisas. E vou lhe dizer o que você pode fazer com toda a antiga aliança, você pode simplesmente colocá-la na pilha de lixo." Agora ele não está depreciando a lei moral de Deus; ele está apenas dizendo, olhando para a antiga aliança como um meio de salvação.

Sabe o que significa ser circuncidado ao oitavo dia no que concerne à salvação? Nada. Você sabe o que significa ser da nação de Israel no que concerne à salvação? Nada; a salvação não é por ritual e não é por raça. Você sabe o que significa estar na tribo de Benjamim? Nada; a salvação não é concedida por privilégio. Você sabe o que significa ser um hebreu de hebreus? Nada; a salvação não é concedida pela tradição. Você sabe o que significa ser um fariseu, guardando a Lei? A salvação não vem pela observância religiosa. Você sabe o que significa ser um zeloso perseguidor da Igreja? Nada; não é pelo zelo e não é pela moralidade externa. Nada disso é alguam coisa. É tudo skubalon. Aliás, essa é uma palavra para excrementos humanos ou qualquer excremento. O material mais vil. Ele disse, "Eu olhei para essas coisas, e eram lixo, refugo, sujeira.”

Você diz "Por que você é tão rápido para jogar fora tudo isso?”

Versículo 9, "Porque quando eu vi Cristo, fui encontrado nele, não com uma justiça própria, derivada da Lei, mas a justiça que é pela fé em Cristo, a justiça que vem de Deus na base da fé." Rapaz, que declaração definitiva. "Eu vi o que eu sempre quis - a justiça - mas estava em Cristo e foi pela fé não na Lei pelas obras. E assim, isso é lixo. É lixo.”

Sim, a antiga aliança tem uma glória. Volte para 2 Coríntios 3. A antiga aliança tem uma glória, mas nada como a glória da nova aliança. Na verdade, olhe para o versículo 10 "Porquanto, na verdade, o que, outrora, foi glorificado" ou seja a antiga aliança "neste respeito, já não resplandece, diante da atual sobreexcelente glória." Então quando você olha para a antiga aliança em comparação com a nova aliança é como se a antiga aliança não tivesse glória. Essa é a sua declaração. Que aquilo que tinha glória - a antiga aliança - quando você a compara com a nova aliança, que tem tão excelente glória, parece não ter glória. E você olha para ela, e você diz, "Lixo".

Paulo diz, "Não se atreva a aceitar algum Judaismo, circuncisão, religião esotérica. Não se atreva a optar por algum ceremonialismo que corrompe a simplicidade que está no Evangelho de Jesus Cristo. Há tanta glória na nova aliança que a antiga aliança não parece ser nada. Nada.”

Você diz, "Bom, a lei moral de Deus ainda é importante?" Claro que é. Porque, a lei moral de Deus ainda é - ainda é a pedra que tem de quebrantar de volta o pecador. E nós temos que pregar essa Lei e defender essa Lei. E a propósito, a lei moral é repetida no Novo Testamento. Certo? A lei civil é posta de lado. Não mais Israel. Gentios e judeus são feitos um. A lei cerimonial é posta de lado. Não mais sábados, luas novas, festas e sistema de sacrifício. O templo foi destruído. Não há mais sacrifícios, não há mais sábados. Isso acabou. Mas a lei moral é repetida, recitada e reiterada no Novo Testamento, e é novamente reiterada e lançada no rosto do pecador para mostrar-lhe o seu pecado.

Mas a antiga aliança, se fosse por si só, seria absolutamente inútil. Mesmo a reflexão virtuosa da santidade de Deus é inútil para salvar. A nova aliança vem, e pela graça, por meio da fé, provê o que a antiga aliança não poderia dar.

E mais uma vez, repito a você - veja, por isso que o tipo de religião sacerdotal, sacramental, que significa sacerdotal como a igreja católica romana ou a ortodoxa grega ou o protestantismo Litúrgico, com todo seu erguer-se, sentar-se,acender de velas, curvar-se, fazer isso, genuflexo, ir ali, faça aquilo, todo esse externalismo, todo esse ceremonialismo é uma corrupção. E como eu lhe disse na semana passada, não é sequer bíblico para começar. Pelo menos os judaizantes tinham um pacto que tinha alguma glória porém foi uma glória desvanecente. A invenção evangélica - eu deveria dizer o ceremonialismo cristão inventado, nem sequer tem um precedente bíblico; nunca teve qualquer glória; assim é uma abordagem não-gloriosa. Fique longe de tudo isso. Tudo que você precisa é de graça e fé em Cristo, a simplicidade de Cristo, e uma relação pessoal tornada possível pelo poder do Espírito Santo trabalhando no coração.

Agora o apóstolo faz um terceiro ponto. Certo? Nós só vamos introduzir este terceiro ponto e chega por esta manhã. A superioridade da nova aliança baseia-se no fato de que ele dá a vida e produz a justiça. Em terceiro lugar é permanente. Olhe para o final do versículo 7. A nova aliança é permanente. Você vai notar que este é um ponto fascinante que ele faz. Final do versículo 7, ele diz "a ponto de os filhos de Israel não poderem fitar a face de Moisés, por causa da glória do seu rosto" e em seguida ele lança isto "ainda que desvanecente." A questão é, a glória que estava no rosto de Moisés era temporária. Após esse encontro e essa experiência, ela se foi; ela desapareceu. Na verdade ela desapareceu enquanto ele estava lá, falando com as pessoas. E quando ele colocava o véu sobre o rosto, ela desaparecia.

Foi uma glória "desvanecente". Mesmo verbo é usado em 1 Coríntios 2:6, traduzido por "reduzido a nada". A glória da Lei é assim ilustrada por isso, na mente de Paulo. Ele vê uma analogia com a glória da Lei. Ele vê um propósito de Deus nessa história maravilhosa para nos mostrar que apesar de ter uma glória, foi uma glória desvanecente; era uma glória passageira. A Lei não era uma resposta permanente. A Lei não era a solução final. A lei nunca foi destinada a ser a última palavra sobre a situação dos pecadores. A lei nunca poderia salvar. Não pode ser a última palavra.

Lembro-me de uma ocasião quando eu estava em Israel, há muitos anos, e eu fiquei em um hotel bem ao lado de uma sinagoga, meu quarto estava tão próximo que eu podia esticar meu braço para tocar esta sinagoga, e era em Shabbat, e eles estavam tendo essa adoração, e ouvi isso hora após hora após hora. E, claro, a percepção dessas pessoas está bloqueada na antiga aliança. Eles não vão permitir a nova aliança; eles não vão tolerar isso. E se você apresentá-la a eles, tornam-se violentamente agressivos e agitados sobre isso em sua rejeição. E você quer dizer-lhes "Mas - mas - mas a lei nunca foi a última palavra sobre a situação dos pecadores; ela não possa salvar.”

Ele nunca foi a revelação completa e final do propósito redentor de Deus e os meios pelos quais poderia ser concedida a justiça. Ela só apontou para algo maior. Não era adequada; não era permanente. Pode prescrever o que se deve fazer, mas não podia permitir-lhes fazê-lo. A antiga aliança poderia fornecer uma base da condenação, mas não da salvação; uma base da condenação mas não da justificação; uma base da culpa, mas não da pureza. Alguma coisa tinha que ser adicionada.

Você diz, "Bom, os judeus sabiam que ela estava vindo? Foi dito a eles? "

Com certeza. Jeremias tornou isso tão claro - tão claro como cristal, como isso poderia seria. Jeremias 31:31, ele diz isso, "Eis aí vêm dias, diz o SENHOR, em que firmarei nova aliança com a casa de Israel e com a casa de Judá. Não conforme a aliança que fiz com seus pais, no dia em que os tomei pela mão, para os tirar da terra do Egito; porquanto eles anularam a minha aliança", não como aquela "esta é a aliança que firmarei com a casa de Israel, depois daqueles dias. Colocarei a minha lei no seu interior e no seu coração eu a escreverei, e eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo e eu perdoarei a sua maldad,e e os seus pecados não me lembrarei jamais." Eles deveriam ter conhecimento de que a antiga aliança não era a última.

O contraste está entre o que é transitório e passageiro e o que é duradouro e eterno. O que Moisés refletia era glorioso mas passageiro. Viria o dia quando o esplendor desapareceria. A nova aliança, no entanto, vem com uma promessa de eternidade. A nova aliança não desaparece.

Veja o que o texto diz no versículo 10, "Porquanto, na verdade, o que, outrora, foi glorificado, neste respeito, já não resplandece, diante da atual sobreexcelente glória. Porque, se o que se desvanecia teve sua glória, muito mais glória tem o que é permanente." Você quer ouvir uma boa notícia? Houve uma antiga aliança, e uma nova aliança, e não estamos à espera de uma nova nova aliança. Esta é a final; esta é permanente. A nova aliança é a última palavra: salvação pela graça através da fé.

O ministério de morte e condenação tinha uma glória. Ele foi projetado por Deus. Era santo justo e bom. Ele estabeleceu o padrão de justiça, e para os crentes, para aqueles perdoados por Deus e salvos, era um caminho de bênção. Mas o Novo Testamento tem uma glória maior. A nova aliança tem uma glória maior. E sem a nova aliança, a antiga aliança teria simplesmente lançado toda a raça humana para o Inferno.

O ministério dos profetas do Antigo Testamento - e nós não temos tempo para chegar a isto - o ministério dos profetas do Antigo Testamento era para chamar o povo ao arrependimento. Repetidas e repetidas vezes, com João Batista. Arrependei-vos, arrependei-vos, arrependei-vos, arrependei-vos, arrependei-vos. Essa foi a questão toda. Você foi colocado contra a Lei. A Lei revela o pecado. Você é chamado para se arrepender.

Veja, o que aconteceu foi que, a maioria dos judeus sabiam que não podiam guardar a Lei moral, então descobriram uma maneira para serem salvos. "Ah, não podemos guardar a Lei moral, mas o que faremos, o que manteremos, vamos cumprir a lei cerimonial, e a Lei cerimonial vai nos salvar." Então impuseram a lei cerimonial sobre a Lei moral como o salvador, e isso é o que significa o que eles adoravam de acordo com a letra da lei. E isso era condenável.

Mas vamos tomar um verdadeiro judeu que realmente cria. O que ele faria? Ele tinha vindo a Deus arrependido, pedindo graça e pedindo misericórdia. Ele viu a lei cerimonial como um símbolo da provisão de Deus para ele em algum lugar no futuro. Ele sabia que Deus iria prover. Ele sabia que Deus seria gracioso, e Deus seria misericordioso, porque esse é o tipo de Deus que ele era. E ele se lança sobre a misericórdia de Deus e a graça de Deus, e ele seria redimido, baseado no que Cristo faria em seu favor.

Mas, para a maioria dos judeus, a grande maioria além daquele verdadeiro remanescente, eles desobedeceram a lei, não ofereceram qualquer arrependimento genuíno, não exerceram nenhuma fé salvadora em Deus, não dependeram da graça de Deus, mas em suas próprias obras mantendo a religião cerimonial externa, e essa era realmente uma assassina. E vieram os profetas e constantemente os chamava ao arrependimento, chamava-os ao arrependimento e chamava-os ao arrependimento. Essa sempre foi a mensagem. Isso confunde a minha mente, como as pessoas podem dizer hoje que não temos de pregar o arrependimento. Essa sempre foi a mensagem.

Assim, na verdade, o que tinha a glória, a antiga aliança, neste caso parece não ter glória quando comparada com a nova. Agora, versículo 11, e vamos concluir com isso, "Porque, se o que se desvanecia teve sua glória, muito mais glória tem o que é permanente." Moisés tinha a glória em seu rosto, e ela desapareceria porque não vinha de dentro; era apenas um reflexo. Enquanto ele estava na presença de Deus ele estava refletindo, mas ela desapareceu. Mas aquela que permanece tem uma glória permanente.

A nova aliança permanece porque é a consumação do plano de Deus e é a mais gloriosa. É a palavra final. O Evangelho é a palavra final. Não há outra palavra; é isso. O evangelho não é - não é a antiga aliança, a nova aliança, mais a tradição, mais Mary Baker Eddy Patterson Glover Frye, mais o Livro dos Mórmons, mais, mais, mais. O ministério da nova aliança é tudo o que é necessário. O evangelho é tudo que é necessário claramente no Novo Testamento. É por isso que no final do livro de Apocalipse diz, "Se alguém lhes fizer qualquer acréscimo, Deus lhe acrescentará os flagelos escritos neste livro.”

O ministério da nova aliança continuará e nunca será substituído porque não há mais nada a fazer; não há mais a dizer. Tudo foi feito em Cristo. Ele tem realizou uma vez / para sempre a redenção de Seu povo. Não há verdade superior; é isso aí. Ah, chegaremos a uma nova compreensão da riqueza do Evangelho enquanto crescermos, mas nunca iremos além do Evangelho. Nunca iremos além da nova aliança; não há nada além disso. Nós não estamos sentados esperando o testamento de número três a cair.

Os falsos apóstolos e os falsos mestres em Corinto vangloriavam-se da antiguidade de seus ensinamentos, e eles se vangloriavam de que tinham a vantagem da cerimónia Mosaica. E Paulo destrói sua fachada de templo brilhante e prova que nada mais é do que um calabouço disfarçado. E o ministro, ou o pregador, ou a nova aliança traz a mensagem certa - uma mensagem de esperança, uma mensagem de justiça - e não uma mensagem de condenação. Não precisamos de algum tipo de religião mística. Não precisamos de algum tipo de cerimônias exóticas que transmitem a realidade espiritual. Temos a realidade em Cristo no poder do Espírito Santo.

Paulo clama aos homens que levarão, não a mensagem de pedras, mas a mensagem da cruz; não a mensagem do Sinai, mas a mensagem do Calvário. Ele está alertando os coríntios a se desfazerem dos cerimonialistas judaizantes; daqueles que estão pregando religião esotérica; dos professores pregando o Sinai, da lei externa e símbolos - da podridão seca da religiosidade.

A. T. Robertson tem um comentário interessante sobre esta seção. Ele diz, "O amor pelo externo matou a vida interior e crucificou Jesus de Nazaré por sua ênfase sobre a vida espiritual e repreensão do mero cerimonialismo dos escribas e fariseus.”

Estêvão seguiu o caminho de Jesus quando ele repreendeu os fariseus por sua perversão da religião verdadeira e procurou dar a interpretação espiritual do reino de Deus como exposto por Jesus. Paulo mudou de um perseguidor fariseu a um intérprete espiritual de Jesus e tomou o lugar de Estêvão em cuja morte ele havia se alegrado.

Jesus e Estêvão lutaram com o farisaísmo oficial no Judaísmo da época. Paulo travou batalha com o farisaísmo dentro do rebanho cristão, que estava tentando colocar as algemas do seu judaísmo pervertido sobre o Cristianismo de Jesus. "A única esperança de resgate" escreve ele "para a alma do homem estava em perigo." A alma de Paulo foi agitada em suas profundezas e ele enfrentou a questão com toda a força de sua natureza. Ele está no meio da luta, com estes cristãos judaizantes que estão tentando destruir o cristianismo espiritual, quando ele desenha o contraste aqui entre judaísmo e cristianismo. A batalha entre a escravidão do legalismo e o cristianismo espiritual nunca cessou. Paulo definiu seu padrão em 2 Coríntios, Gálatas e Romanos. Martinnho Lutero trouxe isso à tona centenas de anos depois e "O perigo é sempre real" Fim de citação.

A superioridade da nova aliança então, dá vida; produz a justiça; é permanente. Tem mais próxima vez. Vamos orar.

Pai, agradecemos novamente por Tua verdade, tão clara e tão potente; poderosamente ela fala ao nosso coração. Pai, nós somente pedimos que Tu alcances a toda vida aqui com o Teu Espírito e traga vida, produz justiça. Salve, Senhor. Salve os pecadores. Produz arrependimento, gere contrição. Que todos aqui que não conhecem verdadeiramente o Salvador venham com um coração ansioso, penitente, buscando o perdão pela graça, através da provisão de Cristo na cruz. Agradecemos-Te que Jesus morreu para pagar a pena pelos nossos pecados, para que Tu possas estender graça para nós que cremos. Concede fé, concede graça, concede a salvação. Pai, oramos por cada coração necessitado. E, ó Deus, como nós te agradecemos que não temos que estar presos na escravidão do legalismo, mas que podemos desfrutar da liberdade de fé, da bênção da graça por meio de Cristo. Amém.

Fim

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