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Abriremos a Palavra de Deus agora no oitavo capítulo de Romanos para continuar a ver sobre a vida no Espírito Santo. Temos nos esforçado em trazer ao nosso entendimento uma imagem mais clara do abençoado e maravilhoso Espírito Santo. Dado o fato de que muito hoje, na igreja evangélica, é dito sobre o Espírito Santo, temo que a maior parte é uma deturpação da Sua pessoa e Sua obra. Eu disse no início, uma declaração ousada, e vou repeti-la, que nosso Senhor Jesus condenou os líderes de Israel para atribuirem as obras do Espírito Santo a Satanás, e no movimento Pentecostal moderno de hoje, o inverso está ocorrendo onde as obras do diabo estão sendo atribuídas ao Espírito Santo. É um insulto triste muito triste, uma tristeza para o Espírito Santo e, em alguns casos, até mesmo uma blasfêmia contra o abençoado Espírito Santo.

Quando adoramos a Deus, adoramos o Deus triúno, Pai, Filho, e Espírito Santo. De alguma forma, o Espírito Santo foi deixado para trás em termos de ênfase quando, na realidade, o Espírito Santo é o membro da Trindade mais pessoalmente e intimamente envolvido na vida do crente.

Temos aprendido isso, neste oitavo capítulo de Romanos. E nos encontramos agora bem no meio do capítulo, e quero ler para você os versículos 24 a 30 - versículos 24 a 30. Já vimos os versículos 24 e 25 mas precisamos lê-los no contexto, e não vamos entrar em versículos 29 e 30, mas, mais uma vez, eles nos dão uma imagem completa desta seção.

Romanos 8:24: “Porque, na esperança, fomos salvos. Ora, esperança que se vê não é esperança; pois o que alguém vê, como o espera? Mas, se esperamos o que não vemos, com paciência o aguardamos. Também o Espírito, semelhantemente, nos assiste em nossa fraqueza; porque não sabemos orar como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós sobremaneira, com gemidos inexprimíveis. E aquele que sonda os corações sabe qual é a mente do Espírito, porque segundo a vontade de Deus é que ele intercede pelos santos. Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito. Porquanto aos que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos. E aos que predestinou, a esses também chamou; e aos que chamou, a esses também justificou; e aos que justificou, a esses também glorificou.”

Em estudos anteriores deste capítulo, aprendemos a altura maravilhosa e largura, o comprimento e a profundidade do ministério do Espírito Santo em um crente em quem Ele habita. Encontramos nos versículos 2 e 3 que Ele nos liberta do pecado e da morte. No versículo 4, somos ensinados que Ele nos permite cumprir a santa lei de Deus. Nos versículos 5 a 11, nos é dito que Ele muda a nossa natureza. Nos versículos 12 e 13, Ele nos capacita para uma vida justa. Nos versículos 14 a 16, aprendemos que Ele confirma nossa adoção como filhos de Deus, e isso nos leva ao versículo 17, e a longa seção dos versículos 17-30 enfatiza a obra do Espírito em garantir a nossa glória eterna, garantir a nossa glória eterna. E acabamos de ler, essencialmente, os meios pelos quais o Espírito opera para garantir essa glória, e vamos olhar para isso mais profundamente quando chegarmos ao versículo 26 em um momento.

Mas deixe-me dar-lhe a base para o pensamento de hoje. A maior bênção que Deus deu aos crentes foi a promessa segura de vida eterna na glória celestial. Nós já sabemos a partir da abertura do capítulo que estamos em um estado de não condenação diante de Deus. Isso nos é reiterado no versículo 34, quando a pergunta retórica é feita: "Quem os condenará?” Existe algum tribunal superior a Cristo ou a Deus? Novamente nada nos é dito que possa nos separar do amor de Deus, que é nosso por meio de Jesus Cristo, nosso Senhor. Assim, o tema deste capítulo, desde o início até o fim é que nós existimos em uma situação diante de Deus que é inalterável e imutável. É um estado permanente de não condenação. Ou seja, aqueles de nós que pertencemos a Cristo seremos glorificados. Vimos isso essencialmente resumido no versículo 29. Fomos predestinou para sermos conformes à imagem de Seu Filho. Isso significa que vamos de predestinados para sermos justificados, e então sermos glorificados e ninguém passa despercebido.

Posso lhe dizer, amado, que nenhuma doutrina da Escritura é mais confortante do que essa, mais fortalecedora do que essa, mais encorajadora do que essa, por isso que vivemos na esperança. Vivemos com esperança. Não é um desejo, mas uma esperança que é uma certeza fixada, com base nas promessas de Deus.

Uma passagem comparativa para isso e muito instrutiva para nós. As palavras de Pedro em sua primeira epístola, capítulo 1, versículo 3, são uma espécie de bênção, um tipo de doxologia, na contemplação desta realidade de nossa glória segura. Quando Pedro escreve, “Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que, segundo a sua muita misericórdia, nos regenerou para uma viva esperança, mediante a ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos, para uma herança incorruptível, sem mácula, imarcescível, reservada nos céus para vós outros que sois guardados pelo poder de Deus.” Não admira que ele tenha explodido em uma doxologia. Temos a promessa da glória futura, somos protegidos pelo poder de Deus através da fé para essa glória. Isso quer dizer que nos foi dado por Deus, soberanamente, uma fé que não falhará, uma fé que não vai morrer. Essa fé nos está garantida pelo poder de Deus, e o poder de Deus não é outro senão o próprio Espírito Santo.

Em João 6, Jesus falou essencialmente a mesma coisa quando disse, “Todo aquele que o Pai me dá, esse virá a mim; e o que vem a mim, de modo nenhum o lançarei fora.” “Todo aquele que o Pai me dá, esse virá a mim” e “que nenhum eu perca de todos os que me deu; pelo contrário, eu o ressuscitarei no último dia.” Ele disse, “Esta é a vontade do Pai.” O Novo Testamento chama isto, por exemplo, em 1 Coríntios e Efésios, o selo do Espírito, selando-nos com segurança para a glória futura. Paulo fala sobre isto desta maneira: “aquele que começou boa obra em vós há de completá-la até ao Dia de Cristo Jesus.” Mas talvez não haja um texto maior ou mais forte sobre esta grande doutrina do que esse que está diante de nós. Gememos pela realidade da nossa glorificação, aprendemos isso, não foi? Vivemos em um mundo amaldiçoado.

Nós mesmos, embora regenerados no interior, ainda estamos encarcerados na carne não remido, e gememos em nossa humanidade. As coisas que queremos fazer, nós não fazemos. As coisas que fazemos, nós não queremos fazer. Temos um corpo de morte ligado a nós, como Paulo diz em Romanos. Nós ainda, como Ele diz em 1 Coríntios 15, temos um corpo corruptível, um corpo perecível que ansiamos por nos livrar dele. Queremos que o perecível se revista do imperecível, que o mortal se revista do que é imortal, que o corruptível se revista do que incorruptível. Ansiamos pela glória.

E assim começando no versículo 19 indo até o versículo 23, Paulo fala sobre o gemido da criação, como o próprio mundo, tanto o mundo criado, animado e inanimado, mas impessoal, geme sob o peso da maldição da queda de Adão e Eva. Não só a criação geme, mas nós gememos, diz o versículo 23, gememos em nós mesmos, desejando ser tudo o que nos foi prometido em completa glória. Sentimos o peso do nosso pecado, sentimos a maldição de Deus, sentimos o poder de corrupção dentro de nós. Entendemos a decadência e a inevitabilidade da morte que nos persegue. Nós gememos; a criação geme. Como eu dissea vocês na semana passada, toda a criação está gemendo, esperando pela manifestação da glória dos filhos de Deus, a revelação dos filhos de Deus, tudo o que acontecerá quando houver a criação de um novo céu e uma nova terra, e toda maldição desaparecerá em algum tipo de descriação, um tipo de implosão atômica, os elementos se desfarão abrasados. Tudo neste universo criado por Deus deixará de existir, e em seu lugar um novo céu e uma nova terra e nenhuma maldição.

A criação é personificada como sentindo a dor, esperando, aguardando por esse dia, e nós realmente ansiamos por esse dia. Quando olho para o céu, não se trata de ruas de ouro – embora eu esteja feliz de viver lá – trata-se da ausência do pecado; trata-se da ausência da tentação; trata-se da ausência da ignorância, isso é que é atraente sobre o céu. Todos nós gememos pela glória.

Mas há um terceiro gemido nesta passagem que é muito notável, e é o gemido do Espírito Santo. É o gemido do Espírito Santo. O bendito Espírito Santo com quem desfrutamos – com quem desfrutamos comunhão, chamada a comunhão do Espírito Santo – também está gemendo, gemendo, aguardando por nossa glorificação. Criação sofre com a maldição. Nó sofremos com a maldição. E até mesmo o Espírito Santo sofre a insatisfação dos crentes em quem Ele habita até que a maldição seja removida.

Enquanto caminhamos por este capítulo, estamos aprendendo essencialmente isto, que o Espírito Santo é responsável por três ministérios maravilhosos em nossas vidas. Em primeiro lugar, o ministério de regeneração. Ele nos deu a vida. Nós nascemos do Espírito, nascemos do Espírito. Ele nos deu vida quando estávamos mortos – isso é regeneração.

Em segundo lugar, o ministério de santificação. É Ele que nos conforma cada vez mais à imagem de Cristo. Segunda Coríntios 3:18 coloca isso de um nível de glória ao próximo, ao próximo, ao próximo, ao próximo, enquanto contemplamos a Cristo como revelado nas Escrituras, que é o modelo perfeito da humanidade cheia do Espírito. Enquanto o contemplamos como o exemplo, enquanto o contemplamos como a expressão exata da divindade e humanidade, o Espírito nos transforma cada vez mais em Sua imagem de um nível de glória para o próximo. Essa é a Sua obra da santificação.

E junto com a obra da santificação, o terceiro ministério que Ele tem nesta era da graça é o ministério da segurança. Ele nos protege até aquele ministério final, o ministério da glorificação quando, assim como o Espírito ressuscitou Cristo da morte, Ele também nos ressuscitará para sermos conforme Sua própria semelhança.

Eu penso sobre a obra do Espírito Santo na minha vida, regenerando, santificando e me garantindo a glória futura. Que ministério abençoado! E o tempo todo que penso sobre isso, me entristeço com uma ironia incrível – uma ironia incrível – que estes mesmo ministérios do Espírito santo, que são tão preciosos para nós e tão claramente revelados na Escritura, sejam negados pelo movimento pentecostal carismático. Eles alegam ser o movimento da plenitude do Espírito Santo. Eles alegam ter algum tipo de porção do Espírito Santo. Eles afirmam ter uma experiência com o Espírito que não temos. E ainda assim eles negam a própria obra que o Espírito faz na vida do crente.

Primeiro, eles negam a obra de regeneração. A Bíblia nos ensina que todos nós estamos mortos em nossos delitos e pecados, somos incapazes de dar vida a nós mesmos. Devemos nascer do alto, nascer do Espírito, e isso é uma obra totalmente de Deus, não da vontade da carne, não da vontade do homem, mas de Deus. O Espírito Santo sopra onde Ele quer, como o vento; faz o que quer com quem Ele quer. Esta é uma obra divina, poderosa, e soberana. Os carismáticos querem nos fazer crer que é uma obra sinérgica, que o Espírito deve estar envolvido nela, mas que o pecador tem o poder em si mesmo de seguir os passos necessários para trazer a vida a si mesmo, em cooperação com o Espírito Santo. Eles também negam Sua obra poderosa na santificação. Eles estão pouco interessados na obra interna do Espírito Santo, pouco interessados em Sua obra de nos aperfeiçõar à semelhança de Cristo, pouco interessados em cultivar o seu amor à santidade, o amor à justiça, o amor de pureza. Eles estão muito mais interessados nas coisas externas.

É chamado o movimento de santidade, mas realmente não é sobre a santidade. É chamado movimento do Espírito Santo, mas realmente não é sobre o Espírito Santo. Muito pouco interesse em santidade e pureza interna que é a verdadeira obra do Espírito e interesse quase exclusivo nos fenômenos externos que atribuem ao Espírito Santo, que na realidade não tem nada a ver com Ele, tais como supostos milagres, línguas, queda, ouvir vozes, latir como cães, rir incontrolavelmente, prosperidade material, sucesso mundano. E porque isso não é um paradigma para a santificação, o movimento é carregado com escândalo, sexo, ganância, corrupção e perversão.

Sabe, fazer uma rápida leitura na história desse movimento é algo muito interessante. Se eu perguntasse a você, “Qual é a forma mais rápida de crescimento da religião no mundo?” você provavelmente não iria me dar a resposta certa. A resposta certa é o pentecostalismo. Essa é a religião que mais cresce no mundo. Não existia em 1900. Apenas um punhado de pessoas lançou algo em 1901 em Topeka, Kansas, seguido por algo aqui em 1906 em Los Angeles. E agora, a estimativa é que há meio bilhão de pessoas que se identificam com esse movimento – de ninguém em 1900 para meio bilhão de pessoas. Apresenta-se de três formas. Há pentecostalismo tradicional, há neo-pentecostalismo, e há o movimento carismático, de 1960 em diante, mas todos os tipos se misturam.

O que aconteceu com esse movimento é que o centro do interesse foi deslocado do evangelho para o batismo do Espírito Santo. O centro foi deslocado então da Bíblia para a experiência, para uma falsa experiência com uma falsa teologia. A adoração, então, foi reformulada radicalmente ficando longe do que era a adoração em espírito e em verdade para simplesmente ser uma indução de picos emocionais. As pessoas ficaram entediadas com a Bíblia, entediadas com a pregação, e assim pregação começou a desaparecer. A sã doutrina tinha que ser eliminada porque o movimento não poderia sobreviver sob o escrutínio da sã doutrina. E assim, no lugar da pregação da Bíblia e da sã doutrina e sentimentos manipulados. A verdade foi substituída por mentiras, e é seu próprio julgamento. É o seu próprio julgamento.

A obra do Espírito Santo foi totalmente deturpada. Existem essencialmente três forças no cristianismo. Esta é chamada de a terceira força: Catolicismo romano, o protestantismo, e pentecostalismo. E nós temos falado muito ao longo dos anos, a igreja tem falado, sobre os erros do catolicismo romano. Temos falado bem menos sobre os erros do Pentecostalismo, porque eles nos ameaçam com acusações de sermos divisionista, o que faz com que algumas pessoas a fiquem em silêncio.

Não estou defendendo a verdade para o bem da minha própria igreja ou o bem da minha própria opinião. Estou ansioso por defender a verdade por causa do Espírito Santo, não que Ele precise de mim como um defensor, mas Ele precisa de mim pra não entristecê-lo, não apagá-Lo, não insultá-Lo e certamente reconhecer o que O desonra. Eu me sinto como o salmista, que disse, “as injúrias dos que te ultrajam caem sobre mim.” Quando o Espírito Santo é desonrado, eu sinto a dor, e parece ser um esporte muito popular fazer isso.

Então, vamos olhar para o verdadeiro ministério do Espírito Santo em relação ao Seu gemido relacionado à nossa segurança. É uma seção incrível das Escrituras, particularmente no versículo 26. “Também o Espírito, semelhantemente, nos assiste em nossa fraqueza; porque não sabemos orar como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós sobremaneira, com gemidos inexprimíveis.” Este texto tem que ser um dos grandes tesouros bíblicos. Ele descreve o meio pelo qual o Espírito Santo apóia e nos dá segurança em nossa jornada da graça à glória final. Este é um dos textos mais abusados no Novo Testamento pelos carismáticos. Eu sempre penso que minha Bíblia vá sangrar aqui porque foi ferido tantas vezes. Eles querem nos fazer crer que esta é uma defesa para – um texto em defesa do falar em línguas, estes “gemidos inexprimíveis.” Eles querem que acreditemos que o que este versículo está dizendo é que quando você não sabe como orar em palavras que você entende, lançando-se na glossolalia com palavras que você não entende e que isto é o Espírito Santo fazendo o que você não pode fazer. Isso não é o que este versículo significa, como você verá daqui a pouco. É totalmente estranho à realidade do significado do texto a impor isso a ele.

Vamos pegar o contexto: “Também o Espírito, semelhantemente” – “semelhantemente.” O que você quer dizer com “semelhantemente”? Da mesma forma que a criação geme, esperando a manifestação da glória dos filhos de Deus, da mesma forma que nós gememos, aguardando a adoção de filhos, a redenção do nosso corpo, da mesma forma são os gemidos Espírito Santo. Vimos o gemido da criação, o gemido do crente, agora o gemido do Espírito Santo – e todos estes gemendo em direção de nossa futura glória. Seria uma coisa a criação querer ser glorificada, uma coisa o crente desejar ser glorificado,no entanto, esses dois em si não garantiriam necessariamente essa glória, mas aí vem o gemido mais importante de todos, o gemido do Espírito Santo por nossa futura glória. Da mesma forma, o Espírito geme “com gemidos inexprimíveis.” É um pensamento incrível.

O Espírito Santo está intimamente envolvido na realidade agonizante da carga e do peso do pecado na vida daqueles em quem Ele vive. Ele se une ao nosso desejo de estar livre da carne, nossa humanidade não remida, e receber a salvação total; a plena filiação; e a perfeição justa e completa. Nossa glória eterna está garantida, então, por esta intercessão gemida do Espírito Santo. Isto é necessário. Volte ao versículo 26. Ele diz que o Espírito "ajuda a nossa fraqueza.” Nós já identificamos nossa fraqueza. Nós gememos em nós mesmos, isso está no versículo 23. Temos o pagamento em nossa glória futura, as primícias, mas nós gememos sob a fraqueza debilitante de nosso pecado remanescente. O Espírito Santo ajuda a nossa fraqueza.

Isso não quer dizer orações fracas; não significa vida de oração fraca. Isso não significa uma espécie de um entendimento fraco do que está acontecendo. É todo o poder debilitante da nossa queda, que permanece em nós. É a nossa fraqueza geral como seres caídos. É uma palavra abrangente. Todo o escopo da nossa pecaminosidade é um peso para nós, é um fardo, um fardo tão grande que nós nem sequer sabemos como orar como deveríamos. Nós nem sequer temos uma estratégia para lidar com ele. Somos tão impotentes em nosso pecado e tão impotentes em nosso sofrimento, não sabemos como superar o poder da nossa queda. Não temos o que é preciso para proteger as nossas próprias almas.

Eu estava lendo um teólogo carismático popular, que disse o seguinte: “Acredito que o Espírito é muito forte, mas o Seu selo pode ser quebrado se uma pessoa com sua livre vontade escolheu viver a vida no lado mais escuro. Pecados podem impedir os cristãos de irem para céu. Se você não pode permanecer fiel ao seu cônjuge, você não pode permanecer fiel ao seu Senhor, e não será capaz de permanecer fiel a Ele, mesmo depois de entrar no céu. Como Satanás e os seus anjos, você pode ser expulso.” É mesmo? Quão inseguro é inseguro? Eu não posso ser fiel por mim mesmo aqui, eu não posso ser fiel por mim mesmo no céu, e eu poderia ser expulso do céu? Isso é ignorar completamente, completamente a Sagrada Escritura que descreve o ministério de segurança do Espírito.

Deixe-me colocar isso de forma simples: Se você pudesse perder sua salvação você a perderia. Se pudesse você a perderia, Eu perderia. Na verdade, se eu tivesse que fazer de tudo para mantê-la, eu não poderia mantê-la de forma alguma. Eu não tenho o poder. Eu nem sequer sei como me armar. Eu sou muito fraco. Eu não sou mantido por meu próprio poder. Eu não sou mantido por minhas próprias orações. Sim, “vigiai e orai para que não entreis em tentação,” mas por mim mesmo, sem a ajuda do poder de Deus, isso não vai acontecer.

Isto é ilustrado para nós, no capítulo 22 de Lucas, onde Pedro está à beira de seu fracasso clássico ao redor da fogueira no julgamento de nosso Senhor, e Jesus lhe dá um aviso. Jesus diz a ele no versículo 31 de Lucas 22: “Simão, Simão, eis que Satanás vos reclamou para vos peneirar como trigo.” “Satanás está vindo atrás de você,” e ele certamente o fez. Mas o versículo 32 diz, “Eu, porém, roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça.” Qual foi a atitude de Peter frente a essa tentação? Ele disse que desta forma: “Se todos falharem contigo, eu não.” Auto confiança. Ele não sabia como orar por si mesmo. Ele não entendeu a natureza profunda de sua própria fraqueza. Ele não tinha capacidade de compreender as forças que ele estava indo ao encontro. Ele estava seguro não por sua própria fé. Ele estava seguro não por sua propria força de vontade. Ele estava seguro porque o Senhor Jesus orou por ele para que a sua fé não falhasse. Essa é a obra intercessória do Senhor Jesus Cristo que garantiu Pedro, e esse é o modelo de Sua obra sumo sacerdotal. Ele vive sempre para interceder por nós.

O motivo porque você vai alcançar a glória, o motivo por você permanecer salvo, que você está seguro, é porque você tem um sumo sacerdote no céu continuando a interceder por você. E você também tem um segundo sacerdote intercessor vivendo em você; ou seja, o Espírito Santo. Quanto poder isso requer? Quanto poder divino que é preciso para levar um crente da graça para a glória? Isso envolve uma intercessão interminável,contínua, implacável do Filho e do Espírito.

Você acha que pode manter isso por si mesmo? Nós jamais alcançaríamos a ressurreição da glória pela força de nossa própria carne. Jamais poderíamos vencer nossa própria pecaminosidade. Jamais poderíamos nos proteger do fracasso a menos que nos fosse dada por Deus uma fé que não falha, e que é sustentada por Cristo e pelo Espírito Santo. É por isso que, como Grace estava cantando um pouco tempo atrás, não importa o que venha a nós, nossa fé não falha. Uma ilustração: Jó. Nossa fé não falha.

Neste caso, versículo 26, como o Espírito Santo ajuda em nossa fraqueza e o fato de que não sabemos como nos defender, mesmo através da oração, mesmo tocando no poder divino? “O mesmo Espírito intercede,” “O mesmo Espírito intercede.” Huperentunchano, uma palavra composta forte, significa resgatar alguém em grande perigo sem recursos em si mesmo, como alguém que flutua em direção às quedas do Niágara. Essa é a extremidade deste verbo. Precisamos de alguém além de nós e acima de nós com muito mais percepção, muito mais poder do que nós temos, e esse é o próprio Espírito. Eu gosto muito desse pronome, auto, que aponta de volta para o próprio Espírito, não alguém delegado pelo Espírito Santo, mas o próprio Espírito. É Sua obra. Esta é Sua obra. Foi Ele quem nos deu vida. É Ele quem nos conforma cada vez mais à imagem de Cristo. É Ele quem nos protege.

Como ele faz isso? “Com gemidos inexprimíveis.” “com gemidos inexprimíveis.” Por favor - isto não é falar em grunhidos e rabiscos e línguas; este não é o discurso extático; isto não é alguém dizendo alguma coisa que possa ser ouvida. Isto é o Espírito Santo dizendo coisas que não podem ser ouvidas. Ele diz que são, “inexprimíveis.” Gemidos, não dos homens, mas gemidos do Espírito. A magnifica beleza disto é que o coração do Espírito Santo anseia pela glorificação de cada crente. E essa dor, esse desejo compassivo pela manifestação da glória dos filhos de Deus faz com que o Espírito Santo fale silenciosamente ao Pai em conversação inter-trinitária sobre o bem-estar dos crentes. Nós não estamos seguros apenas porque Deus disse isso. Estamos seguros porque Deus disse isso, e Deus garante isto através da obra de Seu Filho e Seu Espírito para que isso aconteça.

O Espírito Santo entende nossa carne, entende nossa fraqueza, entende a tentação. Nunca, jamais nos levaria a uma situação que nãopudéssemos lidar, certo? “Não vos sobreveio tentação que não fosse humana.” Deus sempre arranjará um meio de escape. João 18 é uma ilustração disso. Quando eles vieram prender Jesus, Ele não deixou que prendessem os discípulos porque a Escritura precisava ser cumprida que nenhum deles se pederia, e por isso eles nunca estariam numa posição em que a deserção acontecesse. É uma segurança que não é simplesmente um fato declarado. É uma segurança que é uma obra constante pela intercessão do Filho e do Espírito. O Espírito Santo anseia por nossa glória final.

Este é o coração de Deus, realmente. Eu estava lendo Oséias capítulo 11 e me deparei com o versículo 8, onde Deus diz, “Como te deixaria, ó Efraim? Como te entregaria, ó Israel?.... Meu coração está comovido dentro de mim, as minhas compaixões, à uma, se acendem.” E você sabe, no verdadeiro sentido, Deus nunca desiste de Israel, certo? Ele vai trazer Israel de volta. Esse é o coração de Deus. Como posso desistir de você?

Esses gemidos têm conteúdo. Elas têm significado. Eles têm um propósito. Eles são expressos individualmente, inter- trinitários, comunicações sem palavras que transcendem a linguagem, que garantem o seu lugar no céu. E com quem o Espírito Santo está falando? Volte ao versículo 27: “E aquele que sonda os corações sabe qual é a mente do Espírito.”

Quem esse? Quem é esse que sonda os corações? Bem, 1 Samuel 16:7 diz:, “O homem vê o exterior, porém o SENHOR, o coração.” Primeiro Reis 8:39 diz, “porque tu, só tu, és conhecedor do coração de todos os filhos dos homens.” Primeiro Crônicas 28:9 diz:, “porque o SENHOR esquadrinha todos os corações e penetra todos os desígnios do pensamento.” Salmo 139: “SENHOR, tu me sondas e me conheces. Sabes quando me assento e quando me levanto.” Todo o salmo estabelece isso. Proverbs 15:11: “O além e o abismo estão descobertos perante o SENHOR.” Jeremias disse, “Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto; quem o conhecerá?” A resposta: “Eu, o SENHOR, esquadrinho o coração, eu provo os pensamentos.” Atos 1:24: “Tu, Senhor, que conheces o coração de todos.” Não há nenhuma criatura, diz o escritor de Hebreus, oculto aos olhos de Deus. “todas as coisas estão descobertas e patentes aos olhos daquele a quem temos de prestar contas.” Assim, o Espírito Santo intercede por nós nesta comunicação sem palavras de Sua própria mente santa e eterna ao Pai e Sua mente. Aquele que sonda os corações, Deus, conhece a mente do Espírito, comunhão perfeita, porque Ele intercede pelos santos de acordo com a vontade de Deus.

Qual é a vontade de Deus para os santos? Qual é a vontade de Deus para nós? Que sejamos glorificados? É essa a Sua vontade? Sua vontade era que quem Ele predestinasse Ele chamaria? Quem quer que Ele chamasse Ele justificaria? Quem quer que Ele justificasse Ele glorificaria? É a Sua vontade levar para o céu uma humanidade redimida? É essa a Sua vontade? Esse é o propósito Dele? Esse é o plano Dele? Com certeza esse é o plano. O Pai planejou isso. O Filho providenciou para isso. E o Espírito Santo preserva e protege isso. Então, o Espírito está orando por nossa glória em coerência com a vontade do Pai. O Pai planejou nossa glória, o Filho proveu nossa glória, e do Espírito protege a nossa glória. Este é simplesmente um versículo surpreendente.

Conforme você vai vivendo, você pensa em muitas coisas à sua volta e fora de você. Você já pensou em algo em seu interior? Você já pensou sobre o andamento da obra de intercessão do Espírito de Deus que nunca cochila ou dorme, porque Deus nunca cochila ou dorme? Você pensa sobre o fato de que em todas as vicissitudes, as lutas e questões da vida, o Espírito de Deus está implacavelmente intercedendo em seu favor, em silêncio, em perfeita comunhão com a mente de Deus para realizar os propósitos de Deus? E que você tem um advogado que intercede contra toda acusação feita contra você, ou seja, Jesus Cristo, que está à mão direita do Pai em sua defesa como Aquele que pagou integralmente o preço por todos os seus pecados? É por isso que você tem a glória. É por isso que ninguém pode condenar você.

Agora, tudo isso produz a verdade do versículo 28. Tudo isso nos leva ao versículo 28. E eu sei que o versículo 28 é um versículo popular, todo mundo sabe que ele tem estado na igreja de qualquer época. E ele fica meio que um pouco isolado, mas o contexto dá um rico significado a este versículo, e você deve vê-lo no contexto. “Sabemos” – esta é sequencial, isto é subsequente, está ligado. É por causa do gemido, do ministério intercessor do Espírito Santo, em perfeita harmonia com os propósitos de Deus para nos trazer a glória eterna. É por causa da obra de intercessão do Espírito e por causa do propósito divino de Deus, que o próprio Deus, em resposta aos apelos do Espírito, “que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.”

Isso não acontece no vácuo. E deixe-me dizer – porque não podemos entrar em tudo isso – Fiz isso em anos anteriores, com o versículo 28. E você pode seguir assim com ele porque é um daqueles versículos expansíveis – muito expansível. Mas vamos apenas dizer, no momento, que o "bem" a que se refere aqui é a glória eterna. O "bem" a que se refere aqui é a glória eterna porque a glória eterna é que é o objetivo de tudo, como indica o versículo 30, “glorificado”; verse 19, “a liberdade da glória dos filhos de Deus.”; versículo 21, “a glória dos filhos de Deus,” esse é o tema; versículos 24 e 25, a nossa "esperança.” O “bem” mencionado aqui é a nossa glória eterna.

A questão é esta: Por causa do plano de Deus e da provisão de Cristo e da proteção do Espírito Santo através do Seu ministério intercessor, Deus está fazendo com que todas as coisas contribuam juntamente para o nosso bem último, final e eterno. Deus está fazendo com que todas as coisas contribuam juntamente para o nosso bem último, final e eterna. Nem tudo nesta vida coopera para o bem - longe disso. Ah, você pode tirar uma boa lição disso. Voc~e pode esboçar um bom resultado disso. Você pode ser atraído para o Senhor. Pode aumentar a sua vida de oração. Ele pode fortalecer você. Pode lhe dar paciência. Pode aperfeiçoar você, amadurecer você. Pode tornar você capaz de aconselhar outras pessoas fortalecê-las, porque você pode confortar aqueles por ter sido confortado por Deus nas mesmas lutas.

Todas essas são realidades maravilhosas, mas esse não é o “bem” que está sendo falado aqui. O “bem” que domina esta passagem é aqele “bem” final, que é a glorificação dos verdadeiros crentes. Estamos garantidos para aquele “bem” final, isso é que é o melhor. “todas as coisas cooperam” - em resposta à obra de intercessão do bendito Espírito Santo – “juntamente para o bem.” A extenção de segurança. Aí está, a extensão da segurança - "todas as coisas " - " todas as coisas" - "todas as coisas.” O que isso significa? Nada pode mudar o bem supremo - nada. Essa é a maneira positiva de dizer que estamos no estado de nenhuma condenação. Não há limites nisso. “Todas as coisas,” pantos, qualquer que seja a natureza, seja qual seja o número, seja qual seja a extensão, qualquer que seja o caráter de tudo o que pode vir em consequência da queda, o mundo corrupto para as pessoas que ainda carregam o peso da maldição em sua humanidade não resgatada - tudo isso. Tudo o que vier – tudo – é tecido junto por Deus para o nosso bem final.

“Cooperam” é sunergei, da qual nós temos sinergia. Deus é o grande sinergizador. Podemos dizer que isso é o que é a providência, a providência de Deus. Todas as coisas não são necessariamente boas em si mesmas, todas as coisas não cooperam necessariamente para produzir o bem nesta vida. Alguns de você estão experimentando por isso. A vida não tem sido boa – doença, perda de emprego, perda de casas, perda de muitas coisas, amigos. Mas no final, há um bem, o bem supremo, a glória eterna, que acontecerá. Esse é o bem que é o tema aqui, e está ligado à esperança mencionada nos versículos 24 e 25, a nossa esperança eterna.

E isso é bom no sentido moral, não kalos, que é um tipo de bem que apela aos olhos. Aqui é agathos, bom no sentido moral; a verdadeira bondade, a real bondade, a bondade final de modo que podemos dizer coisas boas – e vida é cheia de muitas coisas boas, obviamente; somos abençoados. As coisas boas cooperam juntamente para o nosso bem. Mas até mesmo as coisa ruins. As coisas ruins cooperam juntamente para o nosso bem - sofrimento, luta com a tentação, até mesmo o pecado. Deus domina todas estas coisas e opera nelas, em resposta à obra intercessória do Espírito Santo, para o nosso bem final.

Então essa é a extenção de nossa segurança. Como poderíamos perder a nossa salvação, se tudo o que nos acontece trabalha em conjunto para o nosso bem eterno? Não há outra opção.

Então essa é a extensão da segurança. Quem são os destinatários disto? Os destinatários desta segurança, desta promessa - apenas rapidamente. O versículo 27 nos diz que o Espírito está intercedendo "pelos santos" - "pelos santos,” os santos que foram cobertos com a justiça de Cristo, e, portanto, diante de Deus são santos. Mas, em seguida, no versículo 28, que ainda os define desta forma: “daqueles que amam a Deus.” “daqueles que amam a Deus.” Eles são os destinatários.

Você já deve ter se perguntado, “Como você sabe se alguém é um cristão? Como eu sei se alguém – você sabe, eles oram, eles vão à igreja.” Como você sabe se alguém é um cristão? Aqui está a resposta: Eles amam a Deus. Eles amam a Deus. Eles amam a Deus. Por que eles amam a Deus? Porque eles são chamados. Esse é um chamado eficaz. Esse é um chamado eficaz. Isso não é um convite como em Mateus 22, quando o Senhor convida as pessoas a virem. Esse é um chamado eficaz. É um chamado absoluto. Versículo 30: “aos que chamou, a esses também justificou.” Este é um chamado da morte espiritual para a vida. Este é o chamado eficaz, como os teólogos têm dito. Todos aqueles que foram chamados dessa maneira, chamados para a vida, chamados para a salvação pelo poder do Espírito Santo são, então, descritos como aqueles que amam a Deus.

Como você pode dizer que é um verdadeiro cristão? Eles amam a Deus. Eles amam a Deus. Basicamente - eles amam a Deus; eles amam a Cristo. “Se alguém não ama o Senhor, seja anátema,” diz 1 Coríntios 16:22. Ser cristão trata-se de amar a Cristo, amar a Cristo. Nós somos como essa mulher em Lucas 7 que amava muito, porque fomos perdoado muito. O grande mandamento do Antigo Testamento é amar o Senhor teu Deus com todo o teu coração, alma, mente e força. Queremos fazer isso. Nós não fazemos isso, mas nós amamos a Deus. Por toda a Escritura, os verdadeiros crentes são descritos como aqueles que amam a Deus. “Não ameis o mundo nem as coisas que há no mundo. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele.” Nós amamos a Deus. Nós amamos Jesus Cristo.

É um amor que medita sobre Sua glória majestosa. É um amor que anseia para adorar, para cantar Seus louvores. É um amor busca a comunhão com outros que o amam. É um amor que ama aqueles que o amam e são amados por Ele. É um amor que busca a comunhão com Deus, comunhão íntima. É um amor que busca o conhecimento de Deus na Palavra de Deus, para conhecê-Lo mais. É um amor que é sensível à honra de Deus e à desonra de Deus. É um amor que odeia o que Deus odeia e ama o que Deus ama. É um amor que se entristece com o pecado e se alegra com justiça. É um amor que rejeita o mundo. É um amor que anseia pela vinda de Jesus Cristo. Mas, principalmente, é um amor que obedece a Escritura. “Se me amais” – Farão o que? – “guardarão os meus mandamentos.” “Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama.”

Para todos aqueles verdadeiros crentes que amam o Senhor, a promessa é uma promessa maravilhosa. O Espírito Santo está intercedendo em perfeita harmonia com a vontade de Deus para que Deus esteja fazendo com que tudo o que acontece na vida daqueles que O amam cooperem juntamente, no final, para o seu bem eterno e glória eterna, porque esse era Seu propósito desde o começo. Predestinou para esse fim. Esta é a obra do Espírito Santo. Eu acho que está na hora de a igreja do Senhor Jesus Cristo prestar honra ao Espírito Santo, adorá-Lo, amá-Lo, a atribuir a Ele a glória que Lhe é devida e parar com o absurdo que traz desonra ao Seu santo nome.

Fazemos muito no sentido de adorar a Deus. Falamos muito sobre adorar a Deus. Parece que nesta era, em particular, celebramos, e nem seria um excesso de celebração, nem do Pai nem do Filho; celebrar a cruz e a obra de Cristo, você nunca poderia fazer isso muito. Mas em meio a tudo isto, parece-me que o Espírito Santo foi deixado para trás. E Ele é igualmente Deus e deve ser igualmente honrado e adorado.

Estas coisas são confianças que temos. O versículo 28 diz, “Sabemos.” “Sabemos.” Isto não é um “talvez”; sabemos disso. Esta é a certeza da nossa segurança. “Sabemos.” Como sabemos? Porque sabemos do propósito de Deus em predestinar, chamar, justificar e glorificar um povo redimido. Este é o plano. Cristo proveu o sacrifício necessário, e do Espírito faz com que o plano funcione por todo o caminho até o fim.

Agora, os versículos 29 e 30 são dois versos profundos, para a próxima vez. Mas eu quero que você me ouça agora. Normalmente, quando eu termino de atravessar a Palavra de Deus com vocês, eu oro e, em seguida, todos vocês simplesmente se levantam e vão embora apressamente. Eu não sei onde você está indo. Eu não sei o que é tão urgente. Eu apenas suponho que seja ua profunda convicção, e quem se levanta primeiro é o mais compungido. Então, vamos pedir a vocês, porque quando você ensina a Palavra de Deus, o Espírito de Deus está trabalhando, você não crê nisso? E às vezes simplesmente termina, e assim o que nós vamos fazer é que vou fazer uma oração final com você ao término do nosso culto e quero que saiba que a sala de oração está disponível e aberta para qualquer ajuda espiritual que você precise, qualquer coisa que você precise. O centro de membros está aberto para a adesão, informações sobre o batismo, você sabe de tudo isso.

Mas vou pedir para você após esta oração de encerramento para sentar em silêncio e meditação e pensar sobre o que você ouviu, enquanto Steve toca por cerca de 30 segundos ou mais, apenas algum fundo musical tranquilo. E vamos apenas tentar capturar alguns momentos de exame pessoal, certo? E quando ele der a nota final do fundo musical, este será o sinal de que você já poderá se movimentar. Podemos fazer isso? Nesse encerramento com meditação após a oração?

Pai, obrigado por - obrigado por isto. O que podemos dizer? O que podemos dizer? O que podemos sequer compreender desta magnificência, desta generosa graça, desta misericórdia esmagadora que tens dado a nós? Nós Te agradecemos não por apenas dando-nos a Cristo como nosso defensor celestial, mas por nos dar o Espírito Santo como nosso intercessor terreno que clama por nossa glória. E Tu ouves a Sua voz, e estamos seguros por um protetor sobrenatural. Damos glória a Ti, ó Filho de Deus, pela obra poderosa na cruz, pelo preço da nossa redenção. Nós Te damos glória, ó abençoado Espírito Santo, por regenerar-nos, santificar-nos, proteger-nos, e um dia nos glorificar. Queremos Te honrar ó Deus trino, em todos os sentidos, e viver vidas que adornem tudo o que é verdade sobre Ti, tanto quanto for possível a seres humanos fracos, como somos. Te agradecemos por nos fazer Teus filhos, por nos ter adotado como filhos, e nós também gememos até o dia da nossa glória quando pudermos cair aos Teus pés, e Te adorarmos, ó Deus, em justiça completa. Essa é a nossa oração. Antecipando isso, oferecemos a Ti o restante desta jornada na graça, em obediência a Ti, que Cristo possa ser honrado e exaltado e atraia outros para Si. Oramos em Seu nome.

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